Amante do Sexo
Segredos de uma mulher casada

As coisas acontecem, a gente nem sempre consegue entender por que.
Eu, uma mulher casada, bem resolvida, um bom marido, filhos adolescentes, mas ajuizados, enfim, uma vida que não poderia ser melhor. Aliás, a vida da gente, boa ou má, só passa a ter uma definição mais correta quando você a compara. E comparar é muito fácil. A Aline, minha amiga, casada com o Douglas, tem uma vida bem diferente da minha. O Douglas apesar de tratá-la bem, vive dando em cima das mulheres que aparecem. Aproveita de seu estilo brincalhão e aproveita-se disso. Não raro ouço a Aline reclamar de que ele a esta traindo. É apenas uma possibilidade, mas considerando o jeito do Douglas ser, pode muito bem ser verdade. Meu marido Claudio já se aborreceu com o Douglas. Um dia, em um churrasco, depois de beber muito, o Douglas disse ao Claudio que eu era uma mulher muito gostosa. O Claudio se aborreceu com isso, me preveniu sobre ele e daquele dia em diante eles esfriaram um pouco as suas relações, ao contrário de mim e da Aline, estávamos sempre juntas falando e comentando sobre as nossas vidas.
Um dia a Aline me chamou em sua casa para conversarmos. Quando cheguei encontrei minha amiga chorando copiosamente. Sem entender eu a abracei e quis saber a razão de tanta tristeza. Ela passou para mim um bilhete que havia encontrado no bolso da calça do Douglas em que uma tal de Vera comentava sobre seus encontros com Douglas e pedia para que ele a encontrasse mais vezes na semana.
Se até então havia alguma dúvida quanto à fidelidade do Douglas, daquele momento em diante não havia mais. A Aline revoltada me confidenciou que iria dar um troco.
Semanas se passaram sem que se discutisse esse assunto. O Douglas nada comentou e a Aline passou esse tempo ausente justificando um aumento de seu trabalho.
Chegou o dia do aniversario do Douglas e a Aline convidou a todos para a festa que realizaria. Mesmo a contragosto Claudio aceitou e la fomos nós. A festa estava animada, muitas pessoas desconhecidas, alguns conhecidos nossos e assim íamos de canto em canto conversando e bebendo. Altas horas o Douglas já estava bem alto e cantava todas as mulheres que passavam perto dele. Dei por falta da Aline e com vontade de ir ao banheiro, subi as escadas e aproveitaria para ver se a Aline estava por lá. Quando me aproximei do quarto dela, ouvi uns sons estranhos e pé a pé aproximei-me da porta que estava entreaberta. O que vi me deixou atônita a Aline de costas, atrás dela um homem que não reconheci, a apertava fortemente e suas mãos levantavam seu vestido e massageavam sua buceta por cima da calcinha. A cena me fez molhar imediatamente. Seus gemidos contidos mostravam que ela estava gozando. Lançando-se para traz e beijava o homem que continuava com suas mãos na sua buceta. Meio desnorteada acabei batendo o cotovelo na porta e não consegui evitar que eles me vissem. Desci as escadas rapidamente e juntei-me ao meu marido. Sentia uma forte umidade a exalar de minha buceta.
No dia seguinte a Aline vem a minha casa. Um pouco sem jeito, me conta que conheceu o Aderbal em seu trabalho e que já vem mantendo relações com ele há algum tempo. Perguntei se não temia que o Douglas descobrisse. Fiquei espantada quando me diz que ele já sabia e admitia. Desde que ela descobriu o bilhete em seu bolso, fizeram um pacto onde cada um, mantendo as aparências, poderia ter a vida que quisesse. Fiquei estarrecida, mas ao mesmo tempo excitada. Mais calma a Aline passou então a contar a grande transformação que ocorrera em sua vida. O tesão que até nem mais sentia, era efervescente, e o sexo passou a ter uma importância em sua vida que nunca tivera antes, ajudando-a a ser mais feliz de uma maneira geral.
Num momento da sua conversa ela me diz sorrindo: “você tem que experimentar, tenho certeza de que vai gostar e nunca mais vai querer outra vida“ ralhei com ela; ora, como poderia viver com minha consciência indo para a cama com outro homem?? Ela então retruca, amor, isso passa!!!!
Essa conversa permaneceu muito tempo comigo, e não posso negar, ela me excitava. Com o passar do tempo, até pelo fato do Claudio não me procurar tanto, a idéia de dar a um outro homem começou a ter algum sentido.
Certa vez, ao sair do meu trabalho, eis que me encontro com a Aline saindo também do seu. Como começava a chover, ela me convidou a dar uma paradinha num barzinho para tomarmos um chopinho enquanto a chuva não passava. Mal nos sentamos ela avista em uma mesa próxima um homem que lhe sorri. Ela retribui o sorriso e o homem se aproxima da mesa. Incomodada cutuco-a por baixo da mesa. Ela fazendo de conta que não percebe, levanta-se da um selinho e um abraço nesse homem, em seguida me apresenta, seu nome é Rodrigo e se conheceram há algumas semanas atrás. Ela o convida a sentar e começamos a conversar animadamente. Meu marido me chama ao celular e lhe digo que estou esperando a chuva passar para ir embora, ele me avisa que esta em uma reunião e que não teria horário para chegar em casa. Volto a prestar atenção na conversa e percebo que o Rodrigo encostou-se mais na Aline, podia até perceber que ele passava as mãos em suas coxas por baixo da mesa. Subitamente um homem se aproxima da mesa. Alto, moreno, sorriso encantador se dirige ao Rodrigo que ao vê-lo, levanta-se e o abraça efusivamente. Ele é então apresentado, seu nome é Sidney e são amigos de infância. Convidado a sentar, Sidney começa a falar de sua vida, de sua família, é casado, tem filhos também adolescentes mas passa por uma fase ruim em seu casamento. Revela-se carente. Conversa vai conversa vem, percebo que o Sidney se aproxima um pouco mais de mim. Mesmo mais altinha por conta dos chopinhos, percebo que ele toca sua perna na minha perna. Mantenho a aparência e me afasto de seus toques, ele então se aproxima mais e me toca novamente. Já começo a ficar com raiva de sua insistência, mas inegavelmente, começo a me excitar também. A Aline então levanta para dançar. Sidney me convida e fico na duvida se devo ou não, mas, como a chuva insistia em continuar, penso que uma dança não seria problema. Quando nos juntamos na pista, Sidney me enlaçou a cintura e encostou seu corpo no meu e seu rosto em meu pescoço. Suas mãos perto da minha bunda, seu pinto duro na direção de minha buceta e seus lábios roçando meu pescoço começaram a me levar às alturas e todas as minhas resistências começaram a ser minadas. Acho que ele percebeu minha respiração entrecortada, e suavemente virou o meu rosto e me deu beijo nos lábios… acho que eu os abri porque quando percebi, sua língua já se apoderava de minha boca. Senti que cheguei a um ponto de difícil retorno…
Ali estava eu, uma mulher bem casada, resolvida, a beira de cometer minha primeira infidelidade. Meio tonta, sem nenhuma resistência, me vi sendo levada para um canto mais ermo do bar, uma porta se abriu e entramos numa espécie de quartinho bem arrumado. Uma luz tênue iluminava o ambiente criando uma atmosfera de luxuria. Fui agarrada, uma vez mais, seus lábios tocaram os meus e enquanto sua língua passeava em minha boca, suas mãos febrilmente desabotoava meu soutiem. Ao surgirem meus seios, duros pelo extremo tesão, ele se pôs a beijá-los, lambe-los e suas mãos não paravam, puxavam agora a minha saia para baixo e de repente, eu estava deitada de calcinha apenas, com as pernas abertas e uma boca a sorver meu clitóris esfomeadamente. Fui às estrelas! Nunca havia sentido tal sensação! Acho que o clima do proibido e a presença máscula de um outro homem despertaram uma puta que eu mesma desconhecia existir.
Em alguns instantes senti uma cabeçorra de pica forçar a entrada de minha buceta, já não escondia meus gemidos que mais pareciam urros, senti milímetro a milímetro aquele pau enorme avançar pela minha estreita buceta, gozei, gozei, gozei, não sei quantas vezes, e atordoada pelos intensos gozos, me vi de bruços e senti aquele maravilhoso pinto vencendo as resistências de meu cuzinho tão pouco explorado. Não sei quanto tempo ficamos até porque perdi a noção do tempo.
Senti-me ao final abraçada a aquele macho que repousava sobre mim, uma paz há muito tempo não sentida. Sentimentos de vergonha tentaram se insinuar mas o prazer que acabara de viver era maior. Fui enlaçada pela cintura e levada a um pequeno banheiro onde havia um chuveiro. Debaixo de uma água morna senti novamente seu pinto crescer e ali mesmo virei-me para que ele me penetrasse onde desejasse. Ele gostou de meu cuzinho e estimulado pela água que descia facilitando a penetração, iniciou um vigoroso movimento de vai e vem que eu desejava nunca terminar. Senti quando suas golfadas de gozo entraram em meu reto, era uma sensação de prazer imensurável, seu semem alisava meu cuzinho que permaneceu em contração depois que aquele pinto saiu.
Tomamos mais um banho, nos vestimos e rapidamente voltamos a nossa mesa. Aline já estava lá e com um sorriso maroto, percebeu o que eu acabara de viver.
Temíamos que pudesse haver alguém que me conhecesse, assim mantivemos as aparências mas sentados colados um ao outro, não podíamos evitar as mãos se tocando, e meu desejo se reacendendo.
Olhando o relógio me assustei, era muito tarde e a chuva havia passado.
Gentilmente Rodrigo ofereceu-nos uma carona. Sentada no banco traseiro com o Sidney, tendo os olhares complacentes da Aline que se esbaldava com o Rodrigo no banco dianteiro, deixei de lado os meus pudores e me entreguei as caricias daquele moreno maravilhoso que me fez sentir uma verdadeira mulher.
Fomos deixadas nas proximidades de casa, nos despedimos efusivamente sem promessas de reencontros, mas o clima que ficou, deixou a certeza de que eu estava apenas me iniciando nesse maravilhoso universo do prazer sexual.

Meu marido chegou em casa quando eu já dormia e assim não comentamos nada sobre o nosso dia.
Dia seguinte era final de semana e o Claudio tinha um convite para ir à casa de seu chefe de trabalho. Era um churrasco em uma chácara numa cidade próxima da nossa. E lá fomos nós.
Chegando, quase todos os colegas do Claudio vieram me cumprimentar, e alguns, pela amizade e intimidade, comentavam que eu estava linda! Tinha escolhido um shortinho branco, justo, que realçava as minhas formas, Claudio não se importava de me ver com roupas mais sensuais.
Os homens se juntaram e formaram grupos, uns foram fazer uma pelada e outros jogar truco. Eu estava um pouco deslocada porque não conhecia bem as mulheres presentes, de qualquer forma procurei me juntar a um grupo que estava na beira da piscina.
As conversas frívolas foram me entendiando e justificando um mal estar saí para tomar um pouco de ar.
A Marlene, esposa do Rafael, dono da festa, havia se mostrado ser uma pessoa alegre e envolvente. Me viu parada perto de um caramanchão e me chamou para ajudá-la na cozinha. Estávamos nós duas preparando o almoço quando o Rafael entrou. Beijou vorazmente sua mulher Marlene e em seguida se dirigiu a mim enaltecendo minha beleza. Pediu-me então que o autorizasse a me dar um abraço. Estranhei, olhei para a Marlene que ria muito e deixei. Ele veio de frente me apertou fortemente, senti suas mãos massagearem minha bunda e devo ter ficado vermelha porque a Marlene em seguida pediu-me para não se acanhar, Rafael era assim mesmo.
O que poderia eu dizer ou fazer? Nada. Mas aquele abraço acendeu novamente a minha chama de puta. Se olhassem mais de perto poderiam ver que a minha bermuda teria uma certa umidade…. Daquele momento em diante, sempre que entrava na cozinha, Rafael não perdia tempo, me abraçava intensamente, e num dado momento, como eu estava de costas, ele simplesmente se encaixou em minha bunda, enlaçou-me a barriga e beijou varias vezes meu pescoço… com a Marlene ao lado senti que iria desfalecer. Marlene percebendo meu transe, pegou em minha mão e me levou ao seu quarto. Ligou o ar condicionado, tirou a minha blusa, o meu shortinho e pediu para que relaxasse. Fiquei preocupada com a possibilidade de Rafael entrar mas ela me tranqüilizou pois todos estava muito eufóricos jogando bola ou truco.
Adormeci, e de repente sinto alguém deitando ao meu lado. Imaginei que Claudio por ter bebido demais, estaria vindo fazer-me companhia. Senti que se encostou em mim, mãos avançaram em minha frente e penetraram em minha calcinha descendo até minha rachinha. Gemi imediatamente e abri as pernas permitindo com que dedos ágeis penetrassem minha buceta. De repente percebo que as mãos são mais peludas que as de meu marido e olhando surpresa vejo o Rafael tendo a Marlene ao seu lado sorrindo meigamente para mim.
Não acreditei no que estava acontecendo. Rafael me bolinava enquanto a Marlene tirava a roupa. Rafael baixou minha calcinha e mamava nos meus seios. Marlene deitou-se com a boca em minha buceta e começou a chupar de uma forma tal que meu corpo irradiava eletricidade. Meu corpo começou a ter movimentos independentes eu não conseguia pensar em nada, eu só queria mais e mais.
Depois que a Marlene chupou minha buceta, Rafael veio por cima de mim, ela pegou o seu pinto, dirigiu para a minha buceta e num único movimento, ele atolou totalmente o seu pau fazendo-me dar um grito abafado. Eu estava numa posição de frango assado, com as pernas todas para cima, seu pinto socava profundamente a minha buceta e meu cú ficava a mostra, foi nele que a Marlene se concentrou e começou a beija-lo, enfiar a língua, um dedo, dois dedos, três dedos, senti meu cu sendo alargado e a sensação somada ao pinto que socava minha buceta levava-me ao paraíso.
A mão da Marlene pega o pinto do Rafael e dirige para o meu cu. Novamente ele exerce força total e num único movimento recebo todo aquele pinto em meu reto, era prazer demais para mim.
Permanecemos não sei quanto tempo fodendo. Rafael mostrou sua virilidade comendo a Marlene e eu, num gesto de agradecimento, chupei-a toda e durante a penetração do Rafael, bolinei o cuzinho da Marlene fazendo-a gozar seguidamente.
Tomamos banho e estratégicamente saí com a Marlene do quarto me juntando ao meu marido que brigava no jogo de truco.
Rafael se encontrou conosco como se há muito não nos via.
Pela segunda vez, eu, uma mulher casada, sem neuras, havia me entregado aos prazeres da carne e o melhor, havia adorado.
Desta vez meu sentimento de culpa foi muito menor, estava começando a gostar de trair meu marido, de provar outros pintos e bucetas.
Estava encontrando minha verdadeira vocação.
Eu estava realizando novas descobertas e a minha vida começava a ter novos contornos. Passei a desejar mais sexo, o que não era necessariamente a vontade de Claudio, passei a olhar os homens com mais desejo e passei a freqüentar a casa de Aline muito mais.
Temia que Claudio pudesse desconfiar de alguma coisa, por isso não queria envolvimentos com ninguém, se as coisas acontecessem, aconteceriam e ponto final, não tinha pretensão de repetir o mesmo prato.
A verdade é que essas duas infidelidades me mostraram um contexto que eu não conhecia. Eu não tinha noção do potencial do meu corpo. Não conhecia o quanto de prazer poderia ser obtido numa relação sexual intensa. As experiências me mostraram que se em casa não fosse atendida mais intensamente pelo Claudio, teria que procurar outras formas de buscar prazer.
E foi assim que em um certo dia, ao sair para almoçar com o meu marido, conheci o seu chefe que estava de passagem por nossa cidade. Ele um homem maduro, culto, beirando os 60 anos, mas ainda bonito, corpo atlético do tipo que adora fazer exercícios.
Em nossa conversa ele veio a saber que eu trabalhava em uma agencia de viagens e que em algumas circunstancias especiais, era requisitada para ser a cicerone de alguns grupos de turistas que desejavam conhecer a nossa cidade. A impressão que o chefe de meu marido, Alberto teve de nossa cidade foi muito boa e gostaria de poder conhecê-la melhor quando voltasse para cá no próximo mês. Na brincadeira meu marido querendo fazer média disse a ele que se quisesse, eu poderia acompanhá-lo mostrando o que desejasse conhecer em nossa cidade.
Confesso que fiquei preocupada. Eu era cicerone de grupos de terceira idade onde o nível de exigência é menor. Daí apresentar a cidade a alguém com a importância que Alberto tinha, não seria fácil. De qualquer forma com certeza Claudio nos acompanharia o que me daria mais tranqüilidade.
E o mês passou e Alberto voltou. Marcado o dia para o tour, eis que sou surpreendida pela noticia de que meu marido teria que ir à Matriz participar de um processo que poderia proporcionar uma ascensão profissional. O convite de Alberto deixou meu marido felicíssimo, mas eu fiquei muito preocupada pela responsabilidade que passaria a ter.
Mas, como era inevitável, nos sentamos para compor o roteiro do tour. Alberto pergunta a Claudio se ele teria alguma restrição em eu apresentar também, locais noturnos para jantar e dançar. Inebriado pelo convite de viagem à matriz e pela perspectiva de promoção, Claudio não fez nenhuma restrição.
Sexta feira pela manhã, um taxi me apanha em casa às 10h da manhã. Era Alberto que conforme programado, iria iniciar o tour pela cidade. Levei-o a diversos locais, no mirante onde se descortinava uma linda vista das montanhas, nas ruínas do mausoléu, em acervos históricos, em áreas tombadas, enfim, andamos pela manhã inteira. Alberto se comportou como uma criança, ficava atento as explicações que eu dava e acho que instintivamente, demonstrando alegria, me tocava, ora no braço, ora no ombro, ora na barriga, ora na bunda, sempre de forma muito ocasional. Paramos para almoçar. Foi nesse instante que ele começou a demonstrar que não iria ficar apenas na apresentação de locais, eu certamente fazia parte dos locais que ele gostaria de descobrir… Pensei comigo, como poderia transar com o chefe de meu marido?? Como ficaríamos depois??? Por outro lado, se ele forçasse comigo e eu não aceitasse, será que a promoção de meu marido sairia ainda assim?
E nessa duvida encerramos a primeira parte do nosso tour, ele me deixou em casa para me trocar para podermos ir jantar e conhecer alguns lugares noturnos.
Chegando em casa meu marido me liga dizendo que já estava na matriz e que o dia tinha sido muito produtivo, e que no dia seguinte iniciaria a primeira fase dos testes. Testes que terminariam apenas no domingo.
Dez horas, Alberto passa para me apanhar num lindo carro. Ele alugara um carro para nos dar mais liberdade. Ao entrar ele me olha como que hipnotizado e vendo minhas pernas roliças mal cobertas por uma saia curta, diz: meu Deus, como você é linda! Eu quero fazer desta noite uma noite inesquecível para nós dois, e falando isso, lançou-se em minha direção e antes que eu esboçasse qualquer reação, segurou meu rosto e me deu um beijo intenso, me fez abrir a boca e senti sua língua descontrolada dentro de mim… pronto, lá estava eu novamente, sem defesa, à mercê de um novo homem, cheiroso, que começava a me proporcionar um prazer só conhecido recentemente.
Nosso tour noturno se resumiu a uma boate onde dançamos agarradinhos e aproveitando a escuridão do lugar nos beijamos o tempo todo. Suas mãos alisavam minha bunda e forçavam-me a apertar os seu pinto duríssimo. Decidimos sair dali e rumamos para um motel.
Mas nem acabei de entrar no quarto quando fui agarrada e jogada na cama com alguma violência. Me assustei mas Alberto em seguida se aninhou em meus seios chupando-os com volúpia e reduzindo as minhas forças. De repente ele me dá um tapa no rosto que me fez dar um grito de dor, em seguida tampou minha boca com sua mão e me disse que eu iria ter com ele um prazer que nunca havia tido com homem algum. Queria correr, estava morrendo de medo, mas também me dei conta que a violência que estava recebendo estava me dando um tesão inacreditável. Ele então tirando-me toda a roupa, pediu-me que colocasse uma venda em meu rosto. De novo fiquei assustada, mas ele calmamente me tranqüilizou, disse que nada faria que eu não quisesse. Aceitei, coloquei a venda e deitei-me nua de barriga para baixo naquela cama macia. Os meus sentidos eram todos alertas. Tentava imaginar o que estava acontecendo e nesse exato momento, senti uma palmada em minha bunda. A primeira doeu muito, a segunda um pouco menos a terceira menos e a partir da quarta eu já senti que estava gozando sem ter qualquer contato com o seu pinto, gozava das palmadas que recebia. Em seguida senti sua língua penetrando meu cú, ela entrava e saia me causando um frisson maravilhoso, após alguns instantes sinto Alberto em cima de mim, seu pinto em meu rego, ele ajeita, poe a cabeça no meu cu e força, seu pau é grosso e longo, sinto as pregas se romperem e o pau começa a deslizar para dentro, acho que o motel inteiro ouviu meus gritos, gritos que foram dando vez a urros, urros de prazer, Alberto bombou meu cú por quase meia hora, gozei inúmeras vezes e acabei desfalecendo na cama.
Acordei com ele chupando minha buceta, ele tinha uma língua fantástica, prendia meu clitóris com os dentes, soltava-o e penetrava a língua, gozei de novo.
Ele então coloca seu pinto na entradinha da minha buceta e força, também aqui seu pinto me arrombava, num impulso, seu pinto entrou todinho, senti as bolas de seu saco na minha pele, ele então ficou imóvel dentro de mim. Em meu ouvido ele disse que iria tirar a camisinha porque queria gozar dentro de mim. Tudo foi muito rápido, quando percebi ele já estava sem camisinha bombando minha buceta, e cá entre nós, é muito mais gostoso você sentir um pinto escorregando pelas paredes de sua buceta sem camisinha não é mesmo?
Alberto me comeu por quase uma hora. Eu não agüentava mais gozar.
Levantamos, tomamos um banho, pegamos o carro e ele me levou em casa. Chegando me pediu para entrar. Disse-lhe que ficaria mal, os vizinhos poderiam ver e as conversas poderiam surgir. Ele sugeriu então deitar-se no banco traseiro do carro e eu entraria com ele na garagem, lá dentro ninguém nos notaria.
Eu estava afim de transar a noite inteira com aquele macho, além do mais, minha filha e meu filho não estavam em casa, assim, tudo estava favorável.
E foi desse jeito. Entramos em casa e você nem imagina, Alberto me pegou no colo e tal qual casadinhos de novo fui levada ao meu quarto onde ele delicadamente me depositou na cama.
Claudio parecia nos observar do porta retrato no criado-mudo.
Tomei consciência de que estava me aventurando em uma situação de grande risco. Além de estar me entregando a um outro homem, esse homem era chefe de meu marido e estávamos nos amando em minha casa, na cama em que dormia com meu marido.
O tesão era imenso por isso os riscos começaram a perder sua importância, afinal la estava eu, deitada em minha cama, tendo as minhas roupas suavemente retiradas por um homem intenso que sabia amar como ninguém. Abaixei o retrato de Claudio no criado-mudo e me senti mais liberada.
Alberto deitou-se ao meu lado e começou a alisar-me, suas mãos grossas passando pelo bico dos meus seios, descendo pela barriga, passando pelo umbigo e chegando ao meu monte de Venus me causavam um intenso frisson. Eu estava toda arrepiada e Alberto se divertia com isso. Ele então me conduziu lentamente até seu pinto que estava duro que nem um pau e me fez beijá-lo. Admirei aquele lindo falo e mergulhei nele, chupei-o vorazmente. Ele era muito grosso e longo, ainda assim tentei introduzi-lo totalmente em minha garganta, apesar de sentir uma espécie de afogamento, aquele pau mexia com as minhas amídalas e me proporcionava um enorme tesão. Pela primeira vez senti um gosto de esperma na boca e na garganta, quando percebi que ele ia gozar tentei tirar a boca, mas ele reteve minha cabeça me obrigado a receber jatos e mais jatos de porra quente até então nunca provados. Meu marido era muito higiênico e não gostava de me ver chupando seu pau. A quantidade de porra de Alberto quase me fez engasgar, mas, no clima que eu estava, degustei aquela substancia branca, densa e acabei gostando de seu sabor. Alberto vendo que escorria porra de minha boca veio beijar-me e sorveu também uma parte de sua própria porra.
Ai foi a vez de Alberto me levar as nuvens. Ele acomodou-se no meio de minhas pernas, abriu-as bem e começou um movimento de língua ao redor da minha buceta que me fazia jorrar um líquido que Alberto satisfeito sorvia. Em um dado momento senti que algo me penetrava, estranhei já que Alberto continuava com seus lábios em minha buceta, levantei-me e pude ver um enorme penis preto de borracha, o dobro do pinto de Alberto, ele forçava a entrada e minha buceta tinha que se dilatar toda para poder receber aquele imenso falo. Adorei a novidade e me entreguei as suas caricias. Farta de gozar, vejo Alberto levantando as minhas pernas deixando o meu cuzinho totalmente exposto. Temi não agüentar, mas não deu tempo, Alberto enfiou o penis preto na boca molhando-o totalmente e o introduziu em meu cu, dei um grito que deve ter acordado a vizinhança e mais quem estivesse por perto, mas agüentei e Alberto desceu minhas pernas ainda com o falo no meu cu e enfiou seu pinto em minha buceta, senti por dentro dois falos a me invadirem, não sei descrever as sensações, mas posso assegurar que foram únicas, era a minha primeira vez de dupla penetração e eu estava adorando.
De repente a porta do meu quarto é aberta e sem que eu pudesse imaginar, minha filha Fátima entra em meu quarto e me vê com um pinto enorme em minha buceta, um outro em meu cu e um homem que não era o seu pai sobre mim beijando-me sofregadamente.
Eu não sabia o que fazer.
Alberto não sabia o que fazer.
Eu não considerei em nenhum momento que minha filha pudesse estar em casa, afinal ela havia me pedido para ir à fazenda com seu noivo e só retornaria no domingo ou segunda, algo tinha acontecido para ela retornar mais cedo.
Ela sai apressadamente do quarto, sem nada falar, afinal o que falar?
Alberto sai de cima de mim, tira o falo de meu cu e nos sentamos na beira da cama imaginando o que fazer.
Peço para que ele me espere, ponho um roupão e vou até o quarto de minha filha, lá eu a encontro em prantos. Aproximo-me, abraço-a e sem nenhuma palavra, beijo seu rosto e faço-lhe carinhos. Passados alguns minutos, ela me olha e pergunta: por quê??? Eu não tenho palavras, só me resta explicar que foi um momento de fraqueza, a necessidade de ter uma relação sexual mais intensa, a descoberta que tive do quanto ainda tenho para dar e receber. Fátima que acabara de completar 18 anos, tentava entender tudo o que aconteceu.
Contou-me então que havia brigado com seu noivo. Ele tinha bolinado com ela o tempo todo e quando ela esperava que ele pudesse fazê-la feliz, afinal ainda era virgem, ele decidiu ir dormir dizendo que preferia esperar a lua de mel em seu casamento.
Ela ficou muito revoltada com o noivo pois sabia que ele se satisfazia batendo punheta ou saindo com amigas que lhe ofereciam sem compromisso enquanto ela, ainda virgem, não tinha muitas opções de gozar. O silencio se fez no quarto. Enxugando as lágrimas Fátima me olha nos olhos e diz: eu quero que o homem que esta em seu quarto me coma agora, eu quero perder a virgindade hoje! Achei um absurdo ainda que entendesse sua carência, mas, e seu noivo? Como ele reagiria caso percebesse que ela não era mais virgem? Ela me responde que com ele ela resolveria. Fiquei sem palavras… A proposta da Fátima trazia também o seu preço do silencio. O silencio de não dizer nada ao seu pai.
Pedi para aguardar e retornei ao meu quarto. Contei ao Alberto todo o acontecido e a expectativa de minha filha. É lógico. Alberto se sentiu um rei, um imperador, imagine, estaria comendo mãe e filha e ainda por cima sendo o primeiro homem da Fátima!!!
Pedi que fosse carinhoso e não forçasse a barra no que é claro, consentiu.
Chamo e Fátima adentra ao quarto, esboça alguma timidez e deixa-se mostrar por entre o fino tecido de um robe de seda. Ela vem e senta-se na beirada da cama, sento-me ao seu lado e libero Alberto para se aproximar. Ele pega docemente suas mãozinhas e a levanta. Tira seu robe e surge diante dele um corpo escultural jovem, energizado, tira seu soutiem e dois seios do tamanho de uma maçã surgem imponentes, senta-se e abaixa a sua calcinha surgindo uma buceta linda, com penugens claras e uma testa proeminente. Ele a deita carinhosamente ainda com as pernas para fora da cama. Ajoelha-se e começa a lamber a buceta de minha filha languidamente. Passo as mãos em seu rosto que esta com os olhos fechados, a boca entreaberta deixa passar murmúrios de prazer, prazer que ela esta sentindo pela primeira vez….
E estava eu ali, sentada ao lado de minha filha Fátima, ela deitada com as pernas para fora da cama, de olhos fechados e saboreando as sensações que um homem pode proporcionar quando acaricia a nossa buceta. Ela esta tendo a sua primeira experiência e as sensações até então desconhecidas a faziam gemer, ronronar, soluçar. Eu nunca me imaginei numa situação destas, por mais liberal que me considerava ser, imaginar que um dia estaria ao lado de minha filha assistindo a sua transformação para mulher certamente não tinha essa consciência, mas, eis-me ali.
Um sentimento materno se apoderou de mim e me senti no dever de transformar aquele momento no melhor momento da minha filha, e, inebriada pelo clima e pelo odor de sexo que exalava fortemente, me senti no desejo de acariciá-la também. Segurei seus pequeninos seios e os beijei um a um demoradamente. Alberto continuava a se deliciar com a grutinha virgem de minha filha, seus lábios colados nos lábios vaginais exprimiam “snecks” de puro prazer. Fátima se contorcia, tremia muito ao anunciar um gozo próximo, e ao te-lo, desfalecia. Eu estava muito encorajada pela situação, beijava os seus seios, beijava os seus lábios, trocávamos saliva febrilmente, insanamente.
E foram longos os minutos, as horas que precederam o grande momento de minha filha. Estávamos preparando-a para seu desvirginamento. Lembrei-me do meu. Foi ruim. Não foi um momento de amor, de carinho, de afeto, meu namoradinho afoito, deitou-me no piso frio de seu quarto e sem nenhuma preparação, enterrou seu pinto em minha bucetinha, lembro-me que doeu muito, sangrou muito e por muito tempo não quis ter nenhuma nova relação sexual. O trauma foi intenso. Muito tempo depois, muitos namorados depois, surgiu um que conseguiu derrubar as minhas defesas e me fez muito feliz, foi um momento de resgate da verdadeira razão de uma relação com afeto, por isso, eu ali naquele momento, ainda que transgredindo as regras sociais, entendi que participando ativamente do processo, poderia desde já proporcionar a minha filha o verdadeiro prazer do sexo sem culpa, sem dor e sem medo.
Ela então pega nas mãos de Alberto e o puxa para cima de si desejando a penetração. Alberto consciente da importância daquele momento deita-se de costas e pede que Fátima venha por cima, ela poderia assim controlar melhor a penetração e a dor que pudesse sentir. Antes, Alberto pede-me que o chupe, preparando-o para o grande momento. Faço minha filha ficar ao seu lado e debruçando sobre aquele enorme penis, faço-o sumir inteiramente em minha boca. Sinto que esta na garganta dificultando a respiração, tiro, respiro e novamente eu o introduzi inteiramente, meus lábios estão colados aos pentelhos de Alberto, faço movimentos circulares elevando seus gemidos. Fátima ao meu lado apenas observa mas vejo em seus olhos vontade de também chupar aquele pau. Convido-a para experimentar e vejo então aquela boquinha suave, lábios róseos abrirem-se descomunalmente para dar entrada daquele pinto grosso e longo que Alberto tinha.
Deixei-a ficar por alguns minutos e extremamente excitada, já totalmente molhada, conduzo-a com suas perninhas abertas em direção ao pinto que reclamava sexo. Ajudei-a a colocar na entrada e sugeri que fizesse balanços laterais e também para cima e para baixo suavemente. A expectativa da penetração era tão grande, tão intensa que Fátima não agüentou muito tempo, deu um grito agudo e forçou abruptamente seu corpo para baixo rompendo de vez o selo que a separava do mundo carnal.
Foram muitas estocadas, ela sentia e manifestava o sentimento do prazer que experimentava, gritava, chorava, rangia os dentes e por muito tempo saboreou aquela pica até sua total extenuação. Caiu de lado e adormeceu. Alberto não tinha gozado e então tomei o lugar de Fátima e tornei a experimentar as delicias daquele falo que me completava inteiramente, eu o sentia no útero, seu gozo poderia ser esguichado diretamente para dentro de meus ovários o que aumentava meu tesão e minha felicidade.
Gozei varias vezes, Alberto também gozou.. Saímos silenciosamente da cama, cobrimos Fátima e fomos para o banheiro tomar uma boa ducha.
Na sala tomando uma cervejinha gelada, abraçada a ele, me dei conta que já não tinha mais a mesma vida que tinha antes de conhecer Aline. Ela acabou sendo a pessoa que me facilitou conhecer um mundo que até então não conhecia. Eu, mulher casada, com uma vida normal, um marido amigo e bom amante, filhos adolescentes mas ajuizados, era naquele momento o estereótipo de uma puta, uma mulher que sem pudores, se entregava a homens que soubessem seduzi-la e Alberto era um deles.
Mais tarde Fátima acordou e veio ao nosso encontro, aproximou-se de Alberto o abraçou e beijou. Olhou-me com uma carinha de quero mais pegou suas mãos e o levou para seu quarto. Experimentava ali uma sensação tremendamente estranha. Minha filha, acabava de tomar meu amante de mim! Ela logo volta e sem dizer nada me pega pelas mãos e me leva também ao seu quarto. Entramos, ela fecha a porta, me conduz para a cama onde Alberto já está nu. Ela então assume o comando. Tira minha roupa, faz-me deitar ao lado de Alberto e mergulha sua boquinha naquele pauzão, sorvendo-o. Dava ali demonstração que aprendera rapidamente como fazer um homem gemer sem sentir dor… Eu via tudo isso com muito tesão e não quis ficar parada, fui por detrás dela e encostei meus lábios em sua buceta começando movimentos circulares que a faziam gemer. Para sentir melhor a sensação, tocava meu grelo fazendo-me sentir os prazeres que ambos estavam tendo.
Alberto levanta-se, a deita levanta suas pernas, aponta seu cacete e o enterra fortemente fazendo-a soluçar. Movimentos frenéticos de vai e vem a levam ao gozo diversas vezes. Foram horas e horas de sexo intenso e terminamos com Alberto comendo meu cuzinho e criando na Fátima o desejo de também provar…

Era tarde da noite de um sábado que seria inesquecível para mim e para Fátima. Estávamos todos nós, ao menos naquele momento saciados, mas tínhamos fome. Alberto nos convida para jantar, nos aprontamos e tal qual chegou, ele deitou-se no banco traseiro do carro e saímos rumo ao prazer do bom comer. Fechamos a noite com chave de ouro. Jantamos, depois fomos a uma boate onde Alberto pode dançar comigo e com Fátima, é claro, nos dominou completamente transformando-se em nosso mestre. De madrugada ele nos deixou em casa e foi para o hotel, Claudio chegaria na tarde daquele domingo. Pela primeira vez eu estava a sós com minha filha e pudemos conversar sem neuras sobre sexualidade, fidelidade, tesão, assuntos que eu muito pouco tratava com minha filha. Tal qual eu, Fátima conheceu um mundo novo. Ela por nunca ter tido a oportunidade e eu por nunca ter sentido sensações tão extremas como as que vinha sentindo. A alegria, porém não era total, tínhamos consciência de que estávamos cometendo um grave erro com Claudio e sinceramente, apesar desse sentimento, o prazer que o sexo estava me proporcionando, impedia-me de pensar em qualquer solução que me tirasse deste prazer. Domingo pela manhã toca o telefone, é Claudio, ele lamenta, mas não poderá vir embora hoje, isto porque a agenda do curso não havia sido concluída, apenas na segunda ou terça feira ele se encerraria. A frustração inicial deu lugar à perspectiva de novamente nos encontrarmos com Alberto, até porque poderia também postergar seu retorno á matriz. Quando lhe ligamos ele vibrou de alegria e disse que conseguiria transferir seu retorno para segunda feira à tarde, nos reservando o domingo e manha de segunda. Ficamos todos felizes, combinamos então que ele nos apanharia por volta das 10 horas para aloucarmos. Exatamente às 10 horas Alberto chega. Entramos em seu carro e partimos. Ele nos cumprimenta discretamente e sugere que teremos uma agradável surpresa. Ficamos curiosas, mas diante de seu silencio, resolvemos aguardar. Ele pega a rodovia e seguimos em direção à surpresa. Sentada ao seu lado ele me puxa para perto de si, me aproximo e ele levanta meu vestido. Fico intranqüila, afinal qualquer pessoa em outro veículo poderia ver-nos, ele sorri e levanta totalmente meu vestido deixando-me de calcinha e sutiã. Com algum esforço, ele desabotoa meu sutiã e deixa meus seios saltarem volumosos, em seguida força-me a levantar e puxa minha calcinha para baixo, estou nua !! e curiosamente isso está me dando um prazer enorme. Começo a me perceber exibicionista, olho para Fátima que fica sem entender o que está acontecendo, mas seguros com os vidros escuros, ela se tranqüiliza mesmo percebendo que eu estou completamente nua. Mas Alberto ao ultrapassar um ônibus, abaixa meu vidro e emparelhando permite com os passageiros do ônibus me vejam pelada!!

A gritaria é geral, o motorista do ônibus buzina, os passageiros assobiam, gritam, me chamam de puta gostosa, tesão, e eu me vejo adorando tudo aquilo, amei ser desejada. Acabava de descobrir uma nova alternativa de prazer… exibir-me… Seguimos cantando o resto do caminho quando então Alberto saí da estrada e após um pequeno trecho em terra chega a uma chácara de portões altos. Buzina, os portões se abrem e vejo um lugar paradisíaco. Folhagens de cores variadas contrastavam com flores de quaresmeiras, bromélias, dálias, rosas, e tantas outras flores lindas. Um casarão antigo mas muito bem conservado, uma piscina enorme de cor azul, muita gente, e…… pelados !!!!! Todos estavam pelados !!!! Fátima entra em pânico imaginando que terá que ficar sem roupa!!! Eu a acaricio e acalmo, você tem um corpo maravilhoso, não pode se envergonhar de ficar nua. Mal o carro para um casal se aproxima e cumprimentam Alberto. Reclamam por estar ainda vestido! Eu, já nua sou apresentada ao Hélio e a Sandra, casal que promove estas festinhas privadas. Fátima e Alberto são levados por Hélio na casa para tirarem suas roupas, eu fico conversando com Sandra. Aqui cabe um comentário, Sandra é uma mulher lindíssima, parece até uma modelo, coxas grossas, pentelhos bem fininhos aloirados, seios volumosos e duros, bunda enorme e sem estrias, toda lisinha e perfumada, causou a mim, também, uma impressão tesão enorme. Mas continuando ela explica que junto ao seu marido criaram um grupo de casais e admiradores que se reúnem periodicamente em lugares como aquele para a pratica do sexo sem remorso. São adeptos do swing. Por considerarem absolutamente normal este tipo de vida, em seu grupo tem além de suas irmãs e cunhadas, sua mãe e tia, ambas com 45 anos mas absolutamente maravilhosas. Ela me diz que em algum momento fará as apresentações mas que eu posso ficar à vontade, caminhar andar que ninguém vai querer me comer na marra, eu só vou dar para quem eu achar que devo dar, se houver química, se não houver, terei curtido o clima, o lugar, comido bem e bebido o que quisesse. A franqueza e a natureza fizeram o resto, senti-me livre, leve e solta. Vejo que Fátima se aproxima. Fico orgulhosa de ter produzido um ser humano tão bonito, de formas tão suaves, de meiguice incomparável, ela chega eu a abraço e dou um leve beijo em seus lábios no que sou correspondida, aquele cenário era simplesmente hipnotizador, nos fazia fazer coisas e mais coisas…. Decidimos ir para a piscina, o calor era intenso, o cheiro de churrasco tomava conta do ambiente e na piscina, vários casais já se amavam com absoluta tranqüilidade. Entramos e quase em seguida Alberto entra também, se aproxima de nós, me abraça pelas costas, seu pinto já duro espeta a minha bundinha… debruço-me sobre minha filha, abaixando mais meu tronco e deixo meu traseiro exposto aos olhares gulosos de Alberto, a água facilita a penetração e ele enterra seu pinto em meu cuzinho.

Começa a bombar fortemente, como estou apoiada na Fátima, faço-a ter também o movimento de vai-e-vem… olho em volta, ninguém dá a mínima pra gente, todo mundo se divertindo. Nisso Sandra se aproxima de nós, Alberto continua bombando, ela pega então as mãos de Fátima e a leva para um canto da piscina. Lá chegando percebo que está passando as mãos nos seus cabelos e descendo para seus seios, e para sua buceta, por ter um corpo maior, Fátima some á sua frente, vejo então Fátima galgando a piscina, sentando em sua beirada, e Sandra no meio de suas pernas, começa a chupá-la delicadamente. Estou urrando de prazer, ondas percorrem meu corpo como choques elétricos, as sensações físicas que tenho com o pinto de Alberto entrando e saindo de mim e também a cena erótica de Sandra e Fátima, fazem-me gozar deliciosamente. Alberto então me vira, com uma de suas mãos levanta minha perna, e com a outra mão direciona seu caralho para minha buceta, novamente a entrada é facilitada pela água, que delicia, aquele cacete que me completa, gostaria que nunca mais saísse de dentro de mim, se pudesse, naquele momento, gostaria de ter um outro enterrado em meu cuzinho….. Fátima e Sandra estão agora deitadas uma sobre a outra se beijando e se esfregando. Agora vejo Hélio abraçando Sandra e Fátima. Olho novamente e Hélio já está enterrado na bucetinha da Fátima, Sandra aproveita seu cuzinho exposto e o lambe provocadamente. Surge um bonito rapaz que abraça Sandra, mas ao olhar Fátima sobre o pinto de Hélio e com seu cuzinho à mostra, abaixa-se e vai realizar a primeira experiência de minha filha na arte anal. Peço a Alberto parar um pouco e presto atenção para ver se Fátima rejeita a situação para eu intervir! Mas o que vejo é Fátima abaixar seu tronco em direção ao Hélio favorecendo a penetração que começava. O rapaz depois que colocou a cabeçinha de seu pinto no cuzinho de minha filha, deu um tranco violento enterrando de uma só vez todo o seu pinto que não era pequeno. Fátima urrou. Hélio puxa seu rosto e a beija sofregadamente, ela aceita e corresponde, agora dois homens bombam cuzinho e buceta de minha filha. Alberto fica maravilhado, sorri para mim como se dissesse, vou querer também….

Domingo, eu e minha filha Fátima, aproveitando que meu marido continuava fazendo curso na matriz da empresa que trabalha, curtimos a companhia de seu chefe Alberto que nos transformou em suas escravas sexuais. A festa promovida por Helio e Sandra chega ao fim, rumamos eu Alberto e Fátima para casa, não sem antes passarmos num supermercado e comprarmos algumas coisinhas para continuarmos nossa festinha em minha casa.
Chegamos e o clima que vivemos na chácara continuou a nos contagiar, andamos todos pelados buscando preparar uma comidinha agradável. Alberto não sabe o que faz. Tem diante de si duas mulheres de que pode desfrutar e ele não perde tempo, abraça Fátima por traz, rapidamente se abaixa e começa a beijar seu cuzinho. Estou na frente da Fátima e vejo-a com os olhos semi-serrados, lábios entreabertos, percebo que esta atingindo o clímax. O pinto de Alberto parece uma estaca de tão grande e grosso, me vem à mente a ultima cena que captei de Alberto na chácara! Ele babou quando viu aquele rapaz na chácara comendo o cuzinho da Fátima enquanto Hélio comia a sua bucetinha. Não ia demorar. E não demorou, Alberto empurra a Fátima em direção sofá, faz ela ficar ajoelhada com todo o seu cuzinho à mostra, ele então cospe na cabeça do pinto, coloca-o na portinha de Fátima e empurra, metade de seu pinto entra, Fátima grita, Alberto não liga, empurra violentamente e o resto desaparece no cuzinho de minha adorada filha Fátima. O que se vê depois é uma gritaria de prazer dos dois, ambos estão maravilhados com a experiência que vivenciam, após quase meia hora, Alberto goza e sua porra escorre pelas pernas de Fátima que cai extenuada. E foi assim a noite inteira, madrugada adentro, dormimos os três na minha cama e nos amamos muiiiitooo.
Pela manhã Alberto tomou o café conosco e se despediu, não antes de pedir insistentemente um replay. Sabíamos que com o retorno de Claudio as coisas ficariam mais difíceis, de qualquer forma, era um convite delicioso que não poderia ser desperdiçado. O dia se passou e Claudio retornou. Nos abraçamos intensamente e num dado momento ele me pergunta o que aconteceu?? Pergunto sobre o que? Ele então me diz que estranha a alegria que eu estou manifestando, o carinho que estou dispensando, coisa que não é comum! Dou uma risada por dentro e concluo pra mim mesma, uma mulher satisfeita na cama, fica melhor no dia-a-dia.
Naquela noite Claudio me possuí intensamente, percebo a grande diferença de seu pinto, bem menor e fino, faço-me de desentendida e me viro deixando meu cuzinho à mostra, ele surpreso não perde tempo, enterra todo o seu pinto em meu rabo feliz, afinal eu raramente liberava meu cuzinho a ele, mas depois de conhecer a arte do amor, isto não foi mais problema e tem também o fato de que o pinto dele não me machucava nem um pouco.
A semana transcorreu-se normalmente até que na quinta-feira tive que ir à cidade pagar algumas contas de Claudio. Saio do banco e antes de entrar em meu carro vejo que no carro que esta estacionando, esta minha querida amiga Leila, fazia tanto tempo que eu não a via… Esperei parar e a surpreendi quando fechava a porta do carro. Assustada, virou e me reconheceu, nos abraçamos fortemente e sem que eu esperasse Leila me tasca um beijo nos lábios e pela supresa correspondi… Nossa que bom! Olhamos um nos olhos da outra, nos demos as mãos e seguimos até a lanchonete! Uma velha amizade seria resgatada e novas experiências eu viveria…

Leila sempre foi uma amiga confidente. Depois que nos casamos, cada uma tomou um rumo diferente e não nos vimos mais. Puxa como você esta bonita, disse ela, e eu olhando o seu lindo corpo disse, nossa, você esta um baita mulherão! Rimos. Sentadas, conversamos sobre tudo, a vida, o casamento, os filhos e é claro, o sexo. Leila se dizia feliz em sua relação com Otávio seu marido. Ele a completava e sua vida sexual era bem comum. Instiguei-a a me falar de suas fantasias, ela então começa a se abrir… diz que sente necessidades porque o ritmo do Otávio não é mais como era antes, eles apesar de terem 50 anos, eram muito conservados, pelo menos ela era muito bonita! Fomos evoluindo na conversa até que comecei a lhe falar sobre a minha fase sexual atual. Ela estalou os olhos dizendo que não acreditava que eu, uma garota tão prendada tão carola estivesse vivendo da forma que dizia, a boca pequena quase uma putinha… rimos. Senti que ela se interessou por minhas histórias e muitas vezes pediu detalhes. Só não se agradou quando falei da minha filha Fátima. Ela num primeiro momento se chateou.
Mas depois de eu explicar que foi melhor ela conhecer o sexo comigo apoiando e interagindo do que buscar as experiências com qualquer homem e ainda correr o risco dessa primeira relação seja traumatizante colocando em risco a própria formação de mulher.
Pedimos umas bebidinhas e após alguns goles, mais soltinhas, falávamos apenas sobre sexo e percebi que a Leila estava realmente muito carente. Eu precisava ajudar a minha grande amiga.
Para dar um rumo as minhas idéias, perguntei o que ela estava fazendo e onde morava. Fiquei surpresa quando disse que estava residindo bem perto dali e tinha ido ao banco pagar umas continhas. Disse-me que Otávio estava viajando e que chegaria no final de semana. Seus filhos estavam na faculdade, portanto ela estava literalmente só.
Decidi então lhe surpreender. Perguntei se me acompanharia num barzinho mais intimo para podermos conversar sem sermos incomodadas. Topou, fomos em seu carro. No caminho liguei para o Sidney, o macho que me lançou no mundo do prazer. Perguntei se estava ocupado se poderia se encontrar comigo no barzinho, falei que estava com uma amiga e gostaria de apresenta-la. Senti-o vibrando do outro lado da linha. Leila pergunta quem é esse seu amigo? E eu respondo, é um dos meus amantes, ela olha apavorada para mim mas acabamos rindo….
Tínhamos tomado algumas doses e Leila estava super alegre quando Sidney chegou. Nos abraçamos, demos um beijo gostoso, e em seguida apresentei-lhe a Leila. Ele muito cortes, tomou sua mão, a beijou, e olhando em seus olhos diz: prazer imenso conhecer uma mulher tão linda!! Leila enrubesceu. Depois de algumas conversas, peço a Sidney que dance comigo, pisco para Leila e saio à frente e ele agarradinho em minha cintura passando seu pintão já duro em minha bundinha.
Encosto no ouvido do Sidney e digo: desafio você a conquistar a Leila, ela está super carente e se você conseguir, podemos os três fazer um programa até no máximo meia noite. Ele sugere então antes mesmo que a musica termine, voltarmos à mesa, iria pedir para Leila dançar com ele. Leila fica em dúvida, está temerosa, afinal imagino que nos seus 25 anos de casada seria a primeira vez que estava num barzinho e iria dançar com um outro homem. Sidney foi carinhoso. Aproveitou a musica lenta para apertar Leila em seus braços, suas mãos enlaçavam sua cintura, seu rosto ao lado da cabeça de Leila se aproximava de seu pescoço. A cada movimento da musica, me parecia que eles se fundiam mais um no outro. Percebi que ele já estava no pescoço de Leila, ela estava com seus olhos fechados e as mãos do Sidney já estavam sobre a bunda dela. Pronto imaginei, já conquistou.
Certamente pelos efeitos da bebida, as defesas de Leila eram frágeis, ainda mais diante de sua carência. Não tardou para que eu visse Sidney iniciando um selinho que acabou se transformando num beijo desesperado, louco, sufocante, vi Leila desabando…
Chegar até a mesa foi uma tarefa difícil para ela. Ela estava zonza, menos pelos efeitos da bebida, mais pelos efeitos de seus hormônios. Ela olhou para mim, me abraçou e senti que queria chorar.. Levei-a ao banheiro e disse que ela poderia ficar tranquila, éramos muito amigas e continuaríamos a ser. Teríamos o nosso segredo e ela poderia ser feliz como quisesse. Se quisesse ir embora agora, poderia, eu iria com ela, se quisesse ficar, eu ficaria com ela.
Acho que minhas palavras foram de encontro à insegurança que sentia e ao sair do banheiro percebi que iríamos ter uma noite maravilhosa. Sidney era um homem de sorte.

Voltamos a sentar à mesa, mas não era a mesma coisa, percebi que Sidney se aproximou mais da Leila, quase que a abraçava, tocava sutilmente em suas mãos, que me parecia, tremulas. Veio então o convite esperado: vamos ao meu apartamento? Tomamos um drink para encerrar esta maravilhosa noite? A primeira reação de Leila foi dizer não. “Desculpe eu não posso, estou perdida, nem sei o que estou fazendo aqui…” Abraço-a e lhe digo, amiga, seja feliz, não fique assim, sinto que você esta querendo se divertir um pouco mais, faça isso, a vida da gente é muito curta, você não pode perder as oportunidades! Leila então diz: está bem, vamos, mas não esperem que eu corresponda, estou neste momento guerreando com os meus princípios! Entendemos, Sidney pega suavemente em suas mãos e a levanta, ele a faz andar a sua frente com a mão em sua cintura, a saída estava congestionada, aproveita então para encostar na bunda de Leila e lá permanece. Tenho certeza que Leila sentiu o pinto do Sidney em sua bundinha, mas manteve-se ereta, discreta. Fomos no carro de Sidney, eu na frente, Leila atrás.
Meu vestido já curto, subiu até deixar aparecer minha calcinha, uma delicada peça rosa com rendinhas que logo foi tocada pelas mãos hábeis de Sidney. Nesse percurso, ele me fez gozar!! Seu dedo polegar invadia a minha buceta encharcada e realizava lentos movimentos circulares, uma delicia. Chegamos ao apartamento e eu estava nas nuvens.
Leila viu o que estava acontecendo e sou capaz de afirmar que varias vezes a vi com a mão em meio as suas pernas, parecia que se masturbava. Entramos, era um belo apartamento com decoração em madeira, luzes indiretas, alógenas davam um toque de sensualidade no local. Coloquei uma musica e chamei Leila para dançar enquanto Sidney buscava bebidas. Leila me confidencia que esta assustada e ao mesmo tempo sentindo que não vai conseguir evitar o chamamento de seu corpo. Fique calma minha amiga, digo, tudo vem em seu momento. Rimos, falamos muito de nossas vidas, bebemos bastante, tanto eu como Leila já estávamos bem altinhas. Sidney chama Leila para dançar. Percebo que ela não vai resistir e é o que acontece, nos primeiros acordes da musica o que se via eram mãos frenéticas despindo um ao outro, lábios colados, sons abafados, e Leila é colocada delicadamente ao chão, ambos nús, um ao lado do outro, se entregavam em um beijo ardente, Sidney, beijando cada milímetro do corpo de Leila, aqueles seios pequenos e firmes, uma pequena barriguinha, e um monte de vênus com farta penugem, Leila grita ao sentir a língua de Sidney começar a explorar a sua buceta. Se dá conta disso e põe a mão na boca tentando reduzir seus ruídos. Acho que durante uma meia hora, Sidney permaneceu chupando a buceta da Leila, e nesse período, ela teve no mínimo uns dez orgasmos. Ahhhh, essa menina agora sabe o que falo, e certamente se apaixonou!
Eu, também nua, me aproximo deles no instante que Sidney se prepara para penetra-la, seu pinto é respeitável, acho que uns 20 cm por 6, entrando naquela buceta carente, tão necessitada.
Existem momentos na vida da gente que são eternos, e afirmo, o momento que você goza com um pinto enterrado em sua buceta, é o mais divino dos momentos, principalmente quando é um pinto diferente, um pinto que não faz parte do seu dia a dia.
Sidney é um homem seguro e inteligente, sabia que eu queria ser fodida também, aproveitando que Leila desmaiou, rapidamente me chama, me faz ficar de ladinho e com seu pinto cheio de fluidos da buceta de Leila, invade o meu cuzinho, num empurrão só, sinto suas bolas tocarem minhas nádegas. Enlouqueço, movimentos de vai e vem me fazem gravitar no paraíso. Leila acorda e vendo ele me possuir, vem ao meu encontro e pela primeira vez me beija, sinto que ela já faz parte do meu mundo, nos beijamos sofregamente, ela beija os meus seios e depois vai junto do Sidney, o beija também e sinto que segura o seu pinto em direção do meu cuzinho, percebo que ela esta desejando isso também. Mas depois de tanto meter, Sidney não aguenta e goza, sinto o seu jorro dentro do meu cuzinho, quente, gostoso, ele vai tirando seu pinto e deitando ao nosso lado, é um guerreiro extenuado que vai precisar descansar para voltar à luta…

Todas as minhas experiências foram reais. Esta em que iniciei Leila também o foi. É claro que Sidney ainda pôde desfrutar de mim e de Leila como quiser e nós sentimos o máximo de prazer que um sexo gostoso pode proporcionar. Nos dias que se seguiram, Claudio meu marido em férias, privou-me da liberdade que tinha e tive que me dedicar exclusivamente as nossas relações, e estas, apesar de seu esforço, não ofereciam a mim o prazer que os meus amantes me proporcionaram. Foi durante esse período que meu marido decidiu realizar uma pequena reforma em casa. Através de conhecidos chegou a um empreiteiro que oferecia todo o suporte ao que ele desejava. Depois de falar ao telefone, sentou-se ao meu lado no sofá dizendo que no dia seguinte, o empreiteiro, Sidney, viria à nossa casa conhecer o projeto que Claudio desejava realizar. Por instantes pensei: será o Sidney que conheço?? Ah não creio que seja possível, mas e se for??? Meu coração palpitou aceleradamente.
Dia seguinte, campainha toca e Claudio vai atender. Em instantes entra apresentando para mim o Sidney. Sidney?? É ele!!! Quem leu meu primeiro conto vai lembrar que Sidney foi quem praticamente me iniciou no sexo verdadeiro. Procurei ser a mais formal possível, percebi nele um espanto que soube disfarçar bem. Ele quando junto de Rodrigo nos trouxe para casa, deixou-nos há vários quarteirões daqui, daí esta coincidência ter sido uma grande surpresa. Claudio levou Sidney para conhecer o projeto enquanto isso fui à cozinha preparar um café.
Durante todo o tempo que meu marido e Sidney conversaram eu me mantive o mais distante possível temendo que Claudio pudesse perceber qualquer afinidade entre eu e Sidney. Em um dado momento, Claudio pede licença para ir até o carro pegar uma cópia da planta de casa, rapidamente Sidney se levanta me abraça, me beija, levanta meu vestido e aperta minha bunda fortemente, o risco, o medo de sermos pegos faz o tesão subir a mil, e por pouco, muito pouco, Claudio não percebe que eu estava completamente vermelha e desarrumada….
Combinam preço, prazo para entrega e chegam a um acordo. Percebi que Sidney aceitou uma brutal redução de preço em seu orçamento! Entendi. Afinal poderia desfrutar de mim quanto quisesse durante o dia, isto porque Claudio retornaria das férias a partir da semana seguinte, período que Sidney combinara para começar os seus trabalhos.
A possibilidade de voltar a experimentar Sidney, um macho viril que me levou a descobrir os prazeres do sexo em sua maior intensidade, fizeram-me ser até mais sensual para Claudio, e daquele dia até o final da semana, fiz com Claudio mais do que ele próprio conhecia. Ele ficou maravilhado comigo e passamos deliciosos momentos juntos.
Segunda-feira, manhã, Claudio pronto para ir ao trabalho, espera a chegada de Sidney para iniciar a reforma. Sidney chega com diversos operários, acerta detalhes com meu marido ele se despede de mim e nem havia ainda entrado no carro, Sidney me leva a cozinha e me dá um beijo estonteante, alisa minhas coxas, beija meus seios e me deixa sem ar…..

Naquela segunda-feira, o destino voltou a colocar em meu caminho aquele que fora responsável pelo meu descobrimento sexual. Ele me tirara da rotina e me ensinara o tremendo potencial que meu corpo tem para o prazer. Viciei-me. É assim mesmo, a tendência humana é buscar sempre o prazer, sobretudo este tipo de prazer que mexe com todas as nossas estruturas, altera os nossos credos e violenta a nossa educação provinciana. Meus filhos dormiam e eu na cozinha com Sidney me obrigando a ceder, diga-se de passagem, tarefa fácil, tamanho atraso que me encontrava. Sabe aquele momento em que o prazer fala tão alto que você ignora o mundo?? Eu estava assim, e se alguém aparecesse vou garantir, não me importaria… Mas felizmente a sensatez tomou conta de nós dois e rapidamente nos arrumamos. Sem nada falar, Sidney sai em direção aos seus empregados que esperavam do lado de fora da casa.
Voltei com alguma dificuldade às tarefas do dia. Meus filhos levantaram tomaram café e foram para a faculdade. E de repente lá estava eu sozinha novamente. Olhei pela vidraça e vi Sidney orientando seu pessoal que se concentravam no que ele dizia. Escadas sendo abertas, ferramentas sendo retiradas do caminhão, o alvoroço típico de uma obra começaram a tomar conta do ambiente.
Claudio me liga perto da hora do almoço informando que não poderá vir, esta com um cliente e não sabe a hora que será liberado. Pede para avisar Sidney. Eu o chamo à porta da cozinha e o informo. Ele me da uma piscada discreta e se afasta. Meus filhos me ligam avisando que iriam para casa de amigos participarem de grupos de estudo. Tarefas da faculdade. Sidney libera seu pessoal para o almoço e todos saem permanecendo ele e eu sozinhos….
E foi a partir daquele momento que voltamos onde havíamos parado. Ele me enfeitiça, sabe disso, me escraviza e sabe que eu amo isso. Assim, nas poucas horas que tínhamos pela frente, nos amamos na cozinha, na sala, ele quis ir ao meu quarto, em minha cama, e lá foi onde ele me possuiu várias vezes. Durante todo o tempo da reforma que demorou cerca de 3 meses, Sidney me proporcionou orgasmos infinitos e foi por isso que tomei uma decisão difícil mas necessária. Conversei com Claudio e decidimos dar um tempo. Meus filhos a princípio ficaram muito bravos comigo mas depois entenderam. Claudio preferiu deixar-me na casa e foi morar em uma outra que também era nossa. Encerrava ali a fase em que eu, mesmo obtendo muito prazer, no fundo, sentia-me envergonhada por trair meu marido. A partir daquele instante eu estava livre para de fato dedicar-me inteiramente ao que me era mais importante: o sexo.

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