Amante do Sexo
Apenas sua, inteira e plena

Moro em uma cidade onde a aparência, dinheiro e sobretudo ser confiável é
importante, então sempre procurei estar dentro dos padrões onde vivo.
Malho sempre, tenho um corpo bem atraente, tenho 1,68, morena bronzeada,
cabelo longo escuro, lábios carnudos, seios grandes e firmes, cintura fina,
bumbum grande e coxas grossas, sempre escuto que sou um mulherão. Visto-me
bem e sempre comportada, nunca transparecendo o que gostaria de ser na
verdade.
Sempre imaginando em usar roupas extremamente curtas, coladas e
provocantes. Mas só ficava na imaginação.
Depois que comprei um laptop, passei a visitar sites de roupas erótica e me
imaginava no que via, e ficava só nisso.
Então um dia, tive a oportunidade de viajar para um cidade bem longe e que
era fora da rota de turismo, pensei logo nas minhas fantasias e marquei
minhas férias para a tal cidade.
Entrei nos site que visitava e comprei tudo o que vivia namorando, estava
ansiosa para receber minhas tão sonhadas roupas e lingeries.
Quando chegaram, fiquei louca, vesti todas e ficava me vendo no espelho e
imaginando que não havia um que não me olhasse com aquelas roupas, os
homens loucos de tesão e as mulheres a criticar ( mas no fundo com inveja,
querendo fazer o mesmo).
Estava chegando o dia da viagem, fiz minhas malas louca de tesão em usa-las
e ver os homens loucos para tocar em mim.

Nunca fui tão feliz para o aeroporto, sozinha, entrei no avião e fui viver
o meu sonho. Quando o avião pousou já estava excitada porque a partir
daquele momento poderia viver meu sonho. Fui ao ponto de táxi e fiz questão
de escolher o motorista, debaixo da reclamação dos outros, estava furando a
fila, escolhi um grande malhando e que parecia ter um ótimo volume na
calça, queria ter a certeza que sempre teria um do meu gosto a minha
disposição.
Chegando ao motorista disse:
- Pode me levar ao hotel ?
- Sim senhora, estou livre.
-Não me chame de senhora, meu nome é Cherry.
- Ok Cherry, nome bonito. E deu um sorriso. Meu nome é Peter.
Abriu a porta e entrei no táxi. Fiz questão de sentar do lado do passageiro
no banco traseiro e fiquei com as pernas voltadas para ele, se ele olhasse
para trás poderia ver o que usava por baixo do vestido discreto que usava.
- Cherry, você conhece a cidade?
- Não, é a primeira vez que venho.
- A cidade tem algumas atrações, shoppings, hotéis fazenda e outros lugares.
- Que bom Peter, se precisar você pode me levar? Nisso deixei as pernas
entre abertas, pois a qualquer momento ele olharia para trás.

- Sim Cherry, posso sim. Esticou a mão para pegar o cartão com o número do
celular para me entregar no porta-luvas e quando virou para trás me
entregar, viu o que usava por baixo do vestido, exatamente nada. Estava
molhada com aquela situação e ele assustou e deixou o cartão cair entre as
minhas pernas.
- Desculpe.
- Não tem problema Peter, deixe que eu pego o cartão e com certeza ligarei,
quero saber também se sempre que precisar posso ter ligar, inclusive de
madrugada.
-Sim, pode me ligar a hora que quiser, nunca desligo o celular, vou lhe dar
o número da minha casa também, moro sozinho.
Ele sem graça e excitado olhava de vez em quando para trás e eu fingia que
não via, mas estava de olho no volume da calça que era realmente grande.
O hotel era perto e logo chegamos, paguei a corrida e ele desceu para pegar
as malas, vi que ele colocou a blusa por fora da calça, para disfarçar o
volume.
Entrei no hotel, e fiz o check-in do quarto que havia reservado e pedi para
falar com o gerente que veio rápido me atender.
- Bom dia, seja bem vinda ao nosso hotel meu nome é João.
- Bom dia João, gostaria de comunicar ao hotel que estou muito feliz de
estar aqui e vejo que o hotel é bem frequentado, mas no momento percebo que
não é alta temporada e o movimento é menor. Quero informar também que o meu
modo de vestir talvez possa ser confundido por alguns, mas que é o meu modo
de vestir, por favor, não quero ser constrangida por nenhum funcionário me
dizendo a política do hotel.
- Sim, senhora Cherry, comunicarei ao funcionários. A senhora deseja algo
mais?
- Por enquanto não. Obrigada.
Subi louca, para tomar um banho e vestir o que havia comprado. Tomei banho
e vesti um micro vestido coladíssimo tomara-que caia rosa , tão curto que
em cima metade do seio ficava de fora e embaixo terminava na curva do
bumbum, de tecido super fino e lógico sem sutiã, queria que vissem o bico
do meu peito duro.

Coloquei uma micro calcinha que só tampava a frente a bucetinha, embaixo
até a parte de trás, apenas um fio dental, nossa! Como estava molhada com
aquele vestido e aquela calcinha que pressionava meu clitóris. Liguei para
Peter me buscar e enquanto ele chegava coloquei um salto altíssimo bege e
fiz uma maquiagem leve. O telefone tocou informando quem meu táxi havia
chegado, meu coração estava disparado parecia que ia pular do peito, seria
a primeira vez que sairia em público daquele jeito. Sai do quarto e andei
até o elevador, chamei e entrei, quando ele chegou ao térreo que abriu a
porta do elevador, achei que não conseguiria andar, de tal nervosa que
estava, não havia levado nada para me cobrir, coloquei os óculos escuros e
fui, parecia que tudo havia sido congelado, todos olhavam para mim, pois
estava praticamente nua. Quando cheguei ao táxi, Peter arregalou os olhos,
parecendo não acreditar no que via. Até esqueceu-se de abrir a porta para
mim.
- O que foi Peter? Estou tão feia assim?
- Não! Pelo contrário, está maravilhosa! Vi seu pau duro de novo.
Entrei no carro e quando sentei, o vestido ficou menor ainda, não havia
como esconder nada, a micro calcinha ficava de fora. Ele entrou no carro e
ligou o ar condicionado bem gelado, com certeza para se acalmar e manter o
bico do meu seio bem durinho.
-Aonde você quer ir Cherry?
- Me leve a um lugar movimentado e bom para almoçar. Chegamos a um
restaurante bem movimentado, pedi para ele me buscar em uma hora. Desci e
vi que todos me olhavam, entrei e escolhi uma mesa, no caminho escutava
sussurros de gostosa, rabuda, cavaluda e etc. Estava cada vez mais
excitada, sentei e pedi o cardápio, o garçom ficou todo atrapalhado, mas
conseguiu me atender, almocei e durante o almoço, alguns bilhetes chegaram
com números de telefone, dizendo que queriam me conhecer. Um mais ousado
pediu para se sentar e me entregou o número pessoalmente, adorei.
Conversamos um pouco, almocei e me despedi, ele fez questão de me
acompanhar até a porta, quando cheguei Peter já me esperava e fez cara feia
ao ver Luís ao meu lado, entrei no táxi, fiz questão de sentar na frente,
para que ele pudesse me ver melhor, a calcinha ficou de novo exposta e
Peter tentava não olhar, mas não conseguia tirar o olho, me perguntou para
onde iria naquele momento. Estava excitada demais para fazer qualquer outra
coisa, então disse:
- Peter, vejo que você gostou de mim, o volume em sua calça me mostra isso,
me leve a um motel.
Vi que Peter engoliu seco e disse:
- Conheço um ótimo. Ligou o carro e saiu em direção ao motel. Estava
latejando de excitação, não estava acreditando em nada do que eu estava
fazendo, só tinha vivido isso em minha mente, nunca pensei que teria
coragem de executar e que adoraria tudo, por enquanto.
Ele aumentou o ar condicionado e meus seios ficaram gelados e extremamente
duros, parecia que iam furar o vestido. Ele pegou em minha coxa e percebi
que tremia, adorei ver que ele estava nervoso. Durante todo o caminho ele
não conseguia falar nada, apenas dirigia e apertava minha coxa.
Chegamos ao motel e ele pediu a suite. Estacionamos e fomos em direção a
porta para entrar, ele abriu e foi muito gentil pedindo que entrasse
primeiro, entrei e fui olhando o quarto, que era bem bonito, lençóis
brancos muito bem colocados e dobrados, espelhos pelas paredes e pelo teto,
a banheira era separada do quarto por um vidro e ai não puder ver mais
nada…


Peter entrou no quarto como um furacão, me pegou pelo cabelo e me beijou
com uma vontade incrível, com a outra mão deixou meios seios expostos e
pegou firme em meu seio, apertava, beliscava, puxava o bico, ao mesmo tempo
me empurrou contra a parede e abriu minhas pernas com o joelho e se
encaixou entre as minhas pernas. Fiquei louca de tesão, nunca tinha sido
pega dessa forma, uma delícia.
Depois de alguns momentos dessa delícia ele se afasta e desce meu vestido e
calcinha, tira a sua camisa e me pressiona mais forte, amei! Tirou a calça
e a cueca de uma só vez e então fui eu quem ficou impressionada, era um
sonho o pau daquele homem, grande, grosso e cheio de veias, maravilhoso,
ele me mandou abaixar, ficou com a pernas esticadas e entre abertas para eu
chupar, obedeci no mesmo instante, mamava aquele pau com muita vontade.
Estava de costas para o espelho e ele de frente, assim ele era chupado e
via minha bucetinha lisa e o bumbum ao mesmo tempo. Segurava a minha cabeça
e empurrava o pau com força na minha boca, só me soltava quando eu
engasgava, fez isso várias vezes, meus olhos já lacrimejavam e cada vez que
me soltava ele me olhava e sorria, mostrando o quanto gostava de me ver
engasgada. De repente ele me pega pelo cabelo e me beija e me pressiona de
novo contra a parede, mete o dedo na minha buceta:

- Cadelinha, você tá no cio mesmo, essa buceta tá muito molhada.
E nisso meteu aquele membro de uma vez dentro de mim, fui ao céu e voltei.
Ele metia com força, estava com tanto tesão que meu corpo parecia
anestesiado, não sentia dor, só gemia. Ele segurou minha cintura e meteu
com mais força ainda, não aguentei e gozei rápido. Ele viu e sorriu,
continuou metendo com força e eu não tinha opção de parar, comecei a gostar
de sentir ele dentro de mim de novo, não demorou muito ele gozou também.
Achei que ele fosse me soltar e tomarmos um banho, mas não foi o que
aconteceu. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, senti sua porra
escorrendo pelas minhas pernas. Nisso ele me vira de costas e joga na cama,
puxa minhas pernas e me deixa de joelhos e deita o resto do meu corpo em
cima da cama. Quando consigo olhar, vejo que o pau dele continua duríssimo.
- Cadelinha, você me deixou com tanto tesão que agora ele não quer baixar,
vou te comer até você conseguir baixar o que subiu. E agora será a vez do
cuzinho.
- Não, por favor! Te chupo até gozar.
- Já que você tá oferecendo me chupar assim, pode começar. E sentou bem na
minha frente, fiquei de quatro chupando, lambendo como o melhor picolé da
minha vida (na verdade era melhor do que qualquer outra coisa), batendo
punheta junto, de vez em quando ele segurava minha cabeça e fodia com a
minha boca até engasgar, então ele me soltava e mandava eu continuar
sozinha, já estava com a boca doendo e ele demorando para gozar, sabia que
ia demorar, porque ele tinha acabado de gozar, mas quando pensava que era
na boca ou no cuzinho, conseguia reunir forças para suportar a dor e
continuar. Até que depois da minha terceira engasgada ele gozou de novo em
meu rosto. Pensei: - que bom, meu cuzinho tá livre e a boca pode descansar
agora.

Peter me olha, sorri e diz:
- Cadelinha, você tá linda assim, com o rosto lambuzado, mas meu pau tá
amolecendo! Olha bem para ele.
Pegou meu cabelo pela nuca e me colocou perto do pau dele.
- Chupa até ficar duro de novo.
Não acreditei no que Peter estava me pedindo, nisso ele força minha cabeça
em direção aquele pauzão e eu tive que chupá-lo. O pau logo começou a subir
para meu alívio. A dor no meu rosto foi ficando maior. Quando aquele cacete
ficou bem duro ele tirou da minha boca. Nem conseguia pensar, sentia muita
dor no rosto e estava feliz por ter acabado aquele boquete.

- Agora vou comer o cuzinho.
- Não, você disse que se eu te chupasse até gozar, você não comeria meu
cuzinho.
- Cadela, você tá imaginando coisas, foi você quem se ofereceu para chupar,
eu só aceitei, não prometi nada. Além disso, meu cassete tá duro, já falei
que você tem baixar o que subiu.
- Por favor, estou implorando, não faz isso.
Peter nem respondeu, deu um sorriso e se posicionou atrás de mim e fez peso
sobre o meu corpo. Desta vez ele entrou devagar, foi empurrado bem devagar,
demorou, quando entrou tudo ele ficou parado.

- Isso é para você acostumar com o meu tamanho, mas será assim só desta
vez, não vou te dar moleza da próxima vez, cadela!
Depois de um tempo a gentileza acabou, ele começou de novo a me comer com
força e me segurando pela cintura. Chorei, estava doendo, era virgem do cú,
e logo com ele, que era muito grosso e grande. Comecei a acostumar e o
choro foi acabando, comecei a aceitar e a sentir prazer, apesar de estar
doendo um pouco ainda. Peter deitou sobre minhas costas e com a outra mão
meteu uns três dedos na minha buceta. Gozei de novo, era bom demais, que
loucura! Logo ele gozou também. Ficou deitado em cima de mim.

Levantou depois de um tempo e voltou a ser gentil, deitamos na cama até
recuperamos o folego, fui tomar banho e ele pediu para tomar banho comigo,
falamos um pouco e ele disse o quanto queria estar comigo, que a roupa que
estava usando o havia deixado tarado.
- Essa sua calcinha …
- O que tem ela?
- Nunca tinha visto uma tão pequena, fica tudo de fora.
- E assim que é bom, ela me deixa excitada por me deixar exposta e por
pressionar.
- E como fica exposta, todo macho quer te foder, vira bicho.
- Isso me deixa louca, adoro me mostrar e saber que os homens estão loucos
para me comer.
- Cuidado cadelinha, pode ser perigoso provocar assim.
Sorri e disse para não se preocupar.
Saímos do banho, colocamos as roupas e ele me levou ao hotel. Vi que dentro
do carro ele ficou excitado de novo.
- Peter, quando for sair te ligo.
- Ok cadela, vou esperar sua ligação.
Desta vez ele não cobrou a corrida.
Desci, entrei no hotel e fui direto para o elevador, todos me olhavam. Que
delícia ser desejada assim. O elevador chegou, entrei e veio um rapaz
correndo, segurei o elevador para ele entrar. A porta se fechou e ai ele me
olhou direito.
Ele era um rapaz normal, nada que chamasse a atenção, nem bonito, nem feio,
estatura mediana, pele branca, cabelo loiro, corpo magro, enfim, nunca
sairia com um tipo daquele em minha cidade.

- Nossa! Como você é gostosa!
- Obrigada. E dei um sorrisinho.
- Posso te chamar para sair?
- Pode, onde quer me levar?
- Quer conhecer meu quarto? Estou indo pra lá.
- Quero sim, será que é tão diferente do meu? rsrs

Nisso o safado, me puxou pela cintura e começou a me beijar.
Vi que o apelido que o Peter me deu era perfeito, cadelinha no cio, foi só
o rapaz entrar no elevador e me comer com os olhos que eu já estava pegando
fogo, quando me beijou e apertou já estava com a buceta latejando e
encharcada de novo.
Chegamos ao quarto dele e fomos direto para a cama, esse não tinha a menor
cerimônia, meteu a boca nos meus seios e mordia o bico sem parar, enquanto
isso baixava a calça, colocou o fio de minha calcinha de lado, subiu de
novo para a minha boca e meteu o caralho na minha buceta. Adorei ser vadia,
nem perguntou meu nome e nem disse o dele, melhor! Não estava afim de saber
nada e nem do que eu queria, apenas metia gostoso em mim. Entre os meus
gemidos, escuto ele dizendo que era uma putinha muita da safada e gostosa,
na hora respondi:

- Sou uma cadela no cio.
- Você é mesmo uma cadela, cachorrona safada, não pode ver homem que já tá
molhada, quando meti, você já estava melada, putona. Se fosse outra mulher
ainda estaria seca. Nisso ele mete mais forte.
- Toma cadela, é disso que você gosta né? E continuou metendo forte.
Gozei logo, estava adorando tudo aquilo, nunca tinha sido tratada desse
jeito. Ele gozou também, levantou e subiu a calça, levantei da cama e
ajeitei o vestido e a calcinha, como ela só é um fio embaixo, o gozo dele
escorria pelas pernas. Ele foi em direção à porta, abriu e me disse:
- Cadela vai se limpar no seu quarto, tenho coisas a fazer, quando precisar
de novo te ligo e você vem aqui para te foder. Qual é o seu quarto?

- 402. Sai me espremendo para ver se conseguia segurar a porra dele dentro
de mim até chegar ao quarto.
- Cadela você tem um rabo lindo, estou adorando ver você andar assim.
Continuei andando. Foi uma eternidade até chegar lá, eram apenas dois
andares abaixo, fui pela escada, rezando para ninguém aparecer. Deu certo,
cheguei ao quarto sem ninguém ver que eu estava escorrendo pelas pernas.
Deixei a banheira enchendo e fui tomar uma ducha, fiz uma ducha na vagina
também para ficar limpa. (Comprei esse acessório pela internet também,
ainda bem ).
Antes de entrar na banheira, busquei o rádio e coloquei perto, queria
escutar algumas músicas, entrei na banheira e fiquei pensando em tudo o que
estava acontecendo, como estava tendo coragem de deixar estranhos fazerem o
que queriam comigo e ainda gostar?
Meu corpo estava um pouco dolorido, nunca havia feito sexo com dois homens
diferentes no mesmo dia e ainda mais daquela maneira! Fiquei um pouco na
banheira escutando música. Quando sai da banheira, meu corpo doía menos,
passei meus cremes, vesti um shortinho jeans mole socado com a metade do
bumbum de fora e na frente conforme ia andando o short ia entrando e
separando os lábios da vagina, uma blusa colada, transparente e
decotadíssima branca, coloquei um saltinho rosa, passei um batom rosa, me
perfumei.
Desci, sai do elevador e começou, as pessoas me olhavam, comecei a sentir
tesão de novo ( como posso ficar excitada desse jeito?). Fui ao balcão do
hotel e claro preferi falar com o rapaz que atendia:
-Oi, por favor, tem um bar perto da piscina?
Ele sem tirar os olhos dos meus seios.
- Sim, tem sim. Fica no final deste corredor à direita.
- Obrigada! Fiz questão de empinar o bumbum e sai rebolando bem devagar.
Adoro saber que estão me desejando.


Chegando ao bar, sentei, olhei a minha volta e percebi que havia poucas
pessoas. O bar era bonito muito bem estruturado e um rapaz veio rápido me
atender, pedi um copo com muito gelo e uma garrafa de água. Meu pedido
chegou e o garçom colocou um pouco de água no copo cheio de gelo, peguei o
copo e fiquei segurando, com o frio do copo logo meus seios arrepiaram, era
isso que queria. Fiquei ali bebendo devagar a água quando chegaram dois
homens e ficaram a me encaram. Chamaram o garçom e logo veio uma bebida
para mim.
- Não pedi nada.
- Os rapazes daquela mesa que ofereceram. E me mostrou os dois homens.
- Ok, diga que quero agradecer.
O garçom foi até a mesa e logo depois eles vieram até mim.
- Podemos nos sentar?
- Por favor, me façam companhia. Obrigada pela bebida.
- Uma mulher como você merece o melhor.
Começamos a conversar e logo veio o assunto começou a esquentar:

- Gostei de você, muito bonita. H 1
- Adorei seu modo de vestir. H2
- Obrigada, mas acho que não nos apresentamos.
- Desculpe, meu nome é João e o dele é Jr. E o seu?
- Cherry.
Os dois eram um pouco parecidos. Ambos altos e malhados, mas nada de muito
músculo, apenas o normal de quem mantém a forma. João era claro, cabelo
castanho escuro, olhos bem escuros. Jr era moreno claro, cabelo castanho
claro e olhos cor de mel.
- Realmente gostei de como se veste. Disse Jr.
Levantei e fiquei na frente dele, meu short estava mais curto e socado na
frente e atrás. Dei um giro, como a cadeira era bem baixa, seus olhos
ficaram bem de frente com a minha bucetinha que estava bem dividida pelo
short e com as laterais dos lábios começando a sair.
- Nossa! Você é demais, pode dar mais um voltinha, mas bem devagar.
Comecei a girar bem devagar para ele olhar bem, quando estava de costa,
empinei um pouco e deixei as pernas um pouco abertas. Fiquei um pouco nesta
posição e terminei a volta. Olhei para ele, e já estava escondendo o pau.
João estava excitado também. Voltei para a cadeira, sentei bem devagar como
se estivesse sentando em um pau bem grande, empinado bem a bunda e olhando
para a cara deles.

- Aff! Que voltinha foi essa? Disse Jr
Dei um sorriso e não respondi.
- Cherry porque você se veste desse modo delicioso? Disse João
- Por que gosto, já que tenho um corpo bonito penso que devo mostrá-lo.
- Nenhum outro motivo? (João)
- O que quer saber?
- Se você faz programa. (João)
- Essa é uma idéia que não havia pensando. Mas não. Não faço, me visto
assim porque realmente gosto.
- Em qualquer lugar? (Jr )
- Sim.
- Hoje a noite vamos a boate e queremos que você vá para a nossa mesa vip.
O que acha?
- Vou sim. Digam-me onde fica e a partir de que horas vocês estarão por lá.
João escreveu o endereço em um pedaço de papel e me entregou.
- Aqui está o endereço, posso mandar o motorista te buscar, temos mais
alguns convidados.
- Quero que seu motorista me traga de volta no final da noite.
- Está bem.

Levantei, me despedi dos dois um beijo no canto da boca.
- Vou subir mais tarde nos encontramos.
Sai de lá excitada com o que havia acontecido e com o que estava para
acontecer.
Cheguei, tirei a roupa e fui dormir um pouco, pois a noite prometia.

Acordei por volta das 9 da noite, tomei outro banho, passei creme para a
pele ficar bem macia, enquanto o creme secava fui escolher uma roupa, olhei
várias e queria vestir tudo, sonhei tanto com isso que agora estava difícil
de resolver. Acabei escolhendo um vestido branco transparente, com muito
brilho, a parte de cima do vestido começava com um volta na nuca, descia
aberto até o umbigo, uma espécie de faixa grossa que tampava apenas pequena
faixa do seio, e por se frouxa, qualquer movimento os seios ficavam
expostos, as costas ficaram totalmente nua, a parte de baixo era bem curta.
Coloquei uma das calcinhas fio dental total branca, a bucetinha engole
tudo. Fiz uma maquiagem bem bonita, arrumei o cabelo, e liguei para o Peter
vir me buscar. Perfumei-me e coloquei um salto bem alto. Parei em frente ao
espelho, estava deslumbrante, qualquer um iria ficar doido para me comer.

Peter chegou e fui avisada, desci quando cheguei ele abriu a porta de
frente, entrei, sentei e o vestido encolheu como sempre deixando a calcinha
de fora, ou melhor, só a parte de cima, pois o resto havia sido engolida
pela minha bucetinha que já estava latejando de excitação. Ele entra, liga
o carro e sai.
- Cadelinha, você tá muito gostosa.
- Obrigada Peter.
Nisso ele para o carro, me pega pelo cabelo e fala bem perto do rosto.
- Cadela vadia acho que ainda não entendeu, todo cão, macho ou fêmea tem
dono, você pertence a mim, quando falar comigo tenha mais respeito.
Chame-me de dono, amo ou seu senhor.
Fiquei assustada e excitada com aquilo.
- Sim senhor, desculpe meu amo.
- Agora melhorou, você aprende rápido, logo estará no ponto.

Peter saiu com o carro, viu um estacionamento vazio e se dirigiu para lá,
parou, desligou o carro e disse:
- Chupa.
Obedeci, chupei aquele pau gostoso que ele tem. Quando estava lambendo e
passando a língua em volta da cabeça o telefone toca.
- Cachorra, continua e não faz nenhuma gracinha ou barulho.
- Alô central.
- Sim, estou deixando um passageiro e já vou.
- Pode deixar, estou perto, logo passo por lá.
Continuei chupando, quando Peter desligou o telefone, segurou forte minha
cabeça e começou a foder com a minha boca.
- Droga, tenho que ir busca outro passageiro, nem vou poder ver você
engasgar.
Percebi que ele ia gozar e puxei a cabeça, ele segurou com força.
- Que é isso cadelinha? Quem manda aqui sou eu, vou gozar na sua boca,
lembra que sou seu dono. Se você fizer isso de novo será castigada.
Fiquei assustada com essa parte do castigo e resolvi não contrariar,
pensei: - Ele goza na minha boca e depois eu cuspo, fica tudo certo. Pelo
visto estava enganada de novo.
Peter gozou logo e continuou segurando minha cabeça.
- Cachorra, presta muita atenção.
- Vou tirar meu pau da sua boca, segura tudo e não deixar cair nada, suga
bem o meu cacete, tem que sair limpo, estou trabalhando e não pode ficar
nada sujo.
Obedeci, Peter tirou devagar e suguei bem, não queria que ele ficasse
contrariado.
Tirou todo o pau, segurou minha cabeça e disse:
- Engole! Anda!
- Engole tudo.
Não queria engolir e não podia responder.
Peter segurou meu rosto para cima e com a outra mão tampou meu nariz, agora
não tinha jeito, ia ter engolir de qualquer jeito.


Comecei a ficar sem ar, precisava respirar e o jeito era engolir.
Não tive escolha, engoli toda a porra para poder respirar.
- Cadela, não tenta ser mais esperta do que eu, não irá conseguir. Sua
sorte é que estou com pressa.
Me soltou, ligou o carro:
- Pra onde você vai.
Entreguei o endereço e fomos para a boate.
- Desce, depois te cobro a viagem, estou com pressa.

Desci, me ajeitei, passei batom novamente. Fui para a entrada da boate,
procurei a entrada vip. O segurança me mostrou a fila normal, disse que era
convidada para a área vip, ele me indicou a entrada que estava vazia.
Dirigi-me até lá. O rapaz me atendeu, perguntou meu nome, conferiu a lista
e me deixou entrar, disse para ir a sala 23. Achei estranho, boate com sala
reservada? Entrei e fui olhando que a boate era divida, a parte de baixo
era a boate normal, para todos, em cima, havia Vips diferentes, o vip que
fica na parte de cima aberta, a que sempre vi e uma porta, onde havia um
segurança e outra pessoa com a lista na mão. Dirigi-me para lá, já que
tinha que ir para uma sala.
- Sim.
- Sala 23 por favor.
- Seu nome.
- Cherry.
- Pode entrar, final do corredor.
Entrei, era um corredor curto, com algumas portas para o lado direito,
imagino que a vista das salas era para a parte debaixo na boate. No fim do
corredor a porta. Abri e entrei.


Uma moça veio me receber e perguntou de quem eu era convidada. Respondi e
ela me levou até eles. Fui olhando a sala.
A sala era grande, havia várias pessoas, de todos os tipos, algumas
mulheres seminuas, vi duas se beijando, alguns homens dançando com elas,
como imaginei uma parte da sala era toda de vidro com vista para a parte de
baixo da boate.
Chegamos, eles estavam sentados no centro de uma mesa em formato de U,
haviam outros homens sentados com eles.
- Olha só quem chegou ? (João)
- Gostosona como sempre ( Jr )
- Amigos, quero lhes apresentar nossa nova amiga, Cherry. Nós a conhecemos
hoje na piscina do Hotel, como ela é muito bonita e se veste de forma
deliciosa, achamos que ela gostaria de participar de um dos nossos
encontros.

- Realmente, além de bonita, gostosa, se veste deliciosamente. Disse um dos
homens que estavam sentados.
- Senta aqui do meu lado. (Jr )
Nenhum dos homens se levantou para eu passar. Entendi que era proposital, e
fui com vontade de aproveitar de cada um.
Empinei o bumbum, me apoiei na mesa e passei uma perna por cima das pernas
do primeiro, meu bumbum ficou no rosto dele. Puxei a outra perna e juntei
as pernas novamente. Repeti o movimento com o segundo, esse já observando o
meu movimento anterior passou a mão, o terceiro me mordeu de leve. Que
delícia!- o quarto foi bem atrevido e me deu uma dedada. Se ele soubesse o
tanto que gosto de dedada, não teria tirado o dedo tão rápido. Cheguei até
Jr, sentei no espaço apertado que havia ao lado dele. Havia uma bebida para
mim, tomei aos poucos enquanto conversa com todos a mesa.
Toda hora sentia uma ou duas mãos passando pelo meu corpo, estava adorando,
já estava excitada do encontro com o Peter e agora com todos aqueles homens
me querendo, passando a mão em mim…


Jr me chama, olhei para responder, ele mete a língua em minha boca e começa
a me beijar, começo sentir várias mãos por todo o meu corpo. Mantenho os
olhos fechados, só queria continuar a sentir aquela sensação maravilhosa.
Um puxa meu seio para fora, logo acontece o mesmo com o outro, começo a
sentir bocas neles, línguas diferentes em minha boca, dedos em minha buceta
ensopada.

De repente um me levanta, sobe o meu vestido:
- Cara, olha só a calcinha dessa putinha gostosa!! (H 1)
- Calcinha de quem tá doida pra dar. (H 2)
- Não esconde nem a bucetinha. (H 1)
- Então, para de falar e vamos logo começar a fuder. (H 3)
Olhei a minha volta, todos naquela sala estavam fazendo sexo. Fui convidada
para uma orgia sem saber.

Um dos homens me coloca de quatro em uma espécie de pufe, começa a meter
gostoso, que delícia!
Outro vem pela frente e mete o pau na minha boca, depois começaram a
revezar, só sentia que os cacetes trocavam, tanto na minha boca como na
bucetinha, grandes, pequenos, grossos e finos, alguns puxavam meu cabelo,
outros me xingavam, davam tapinhas no bumbum, eu nem sabia quem estava
naquela sala, muito menos quem estava metendo em mim ou sendo chupado, só
sei que era uma maravilha.

Depois de um tempo, alguns homens começaram a gozar em todas as mulheres
que estavam ali, gozaram em meu rosto, nas costas, no bumbum, pernas. Vi
que naquela orgia, todos os homens usavam preservativo e nenhum gozou
dentro. Pelo menos em mim. Gozei tanto e dei tanto, que estava fraca.
Quando me soltaram, sentei em uma cadeira, estava toda suja de gozo dos
homens e meu. Tomei folego e fui ao banheiro me limpar, lá dentro havia
outras mulheres que estavam se limpando também.

Algumas estavam caladas, umas reclamavam e dizia que faziam aquilo só por
dinheiro, nisso uma fala:
- Faz por dinheiro porque não sabe o que é bom mesmo. Lamento que não
aproveite tanto quanto eu. Disse uma das mulheres que estava no banheiro,
ela olha para mim e me pergunta:
- E você? Tá sendo paga também?
- Eu?? Não! Vim para cá sem saber o que ia acontecer, foi minha primeira
orgia e posso dizer que amei. Quero participar de muitas outras, não estou
recebendo dinheiro nenhum, gosto muito de sexo.

- Então aproveitou bem, tem que ser assim meninas. Ela sorriu e saiu do
banheiro.
Terminei de me limpar e fui atrás do João ou do Jr, eles estavam
conversando em pé perto do vidro que dava vista para a parte de baixo da
boate.
- Oi gostosa! E ai? O que achou da nossa reunião?
- Adorei, nunca tinha participado de uma. Estou cansada, mas me sentindo
ótima.
- Que bom, se quiser podemos incluí-la nas próximas.
- Quero sim.
- Manda o seu número ou forma de contato para o número ou para o e-mail
desse cartão - me entregou um cartão - que sempre que tiver uma reuniãozinha
lhe avisaremos.
- Obrigada. João gostaria que seu motorista me levasse ao hotel.
João pega o rádio e fala com o motorista, ele avisa que está retornando a
boate, em 10 minutos estaria na porta.

Enquanto isso Jr fica conversando comigo:
- Gostosa você fez sucesso. Vários colegas vieram perguntar onde você
trabalhava, queriam te contratar.
- Isso é bom, adoro receber elogios. Mas por enquanto faço só por diversão.
Quem sabe um dia resolvo me divertir e ganhar dinheiro.
- Se precisar de ajuda e só falar.
Sorrimos e eu não disse nada.
João sai do rádio e me despeço do dois, eles se despedem apertando meu
bumbum enquanto dou um beijo no canto da boca de cada um.

- Cherry o carro que irá levá-la é preto com vidros bem escuros e o
motorista está de uniforme. Você reconhecerá fácil.
- Está bem João. Sai da sala e fui em direção a saída.
A boate estava vazia, não havia quase ninguém. Perdi a noção de tempo, não
fazia a menor idéia de quanto tempo fiquei lá dentro.
Quando cheguei do lado de fora, só havia um carro com a descrição que João
disse, nisso sai um rapaz com o uniforme e pergunta o meu nome,
respondi e fui conduzida até o carro, ele abriu a porta de trás.
- Quero ir na frente.
Descobri naquele instante que quanto mais eu dava, mais eu queria dar.
Queria ver o motorista de vara bem dura.

O motorista abriu a porta de frente, me sentei, estava praticamente nua de
novo, seios quase expostos, a parte de cima da calcinha aparecendo e o
resto sendo engolido pela bucetinha que estava inchada.
O rapaz entra e me dá aquela olhada. Liga o carro e começa a sair. Para
onde devo levá-la?
- Para o Hotel , por favor.
- Liga o ar, bem geladinho. Adoro ficar com o bico dos seios bem durinhos,
os homens ficam doidos com eles.
Durante o caminho, vi que ele mexia toda hora na calça, isso me deixava
mais excitada. Disse:
- Dá próxima vez que for mexer na calça me avisa e deixa que eu faço isso.
- Não tenho dinheiro para pagar uma mulher como você.
- Não se preocupe, esse não é meu trabalho. Faço porque gosto e estou afim
de você.
Nisso comecei a passar a mão na calça dele, estava duro do jeito que gosto.
Abri o zíper e comecei a chupá-lo. Depois de um tempo ele para o carro em
um local deserto e me manda descer.
- Estou doido pra foder, passei a noite toda buscando e deixando várias
pessoas. E agora você me provocando!
Desci do carro, fui para a parte da frente, apoiei as mãos no capô, abri
bem as pernas e empinei o bumbum.
- Aproveita! Disse.


Ele nem pensou, encaixou rápido atrás de mim, desceu a calça e enfiou a
vara com vontade.
Comecei a gemer. Ele me segurava pela cintura e empurrava cada vez mais
forte e rápido. Não durou muito e logo gozou.
- Desculpe, mas estava com muito tesão, não deu para segurar.
- Mete o dedo, quero gozar também.
O motorista meteu três dedos e começou a me masturbar, ele sabia meter bem
com os dedos também, em pouco tempo gozei.

Entramos no carro e ele me levou ao hotel, dessa vez fui atrás. Chegamos,
desci e fui para o meu quarto. Entrei, tomei banho, quando sai vi que o dia
já estava claro. Coloquei um vestidinho solto, bem leve, verde claro e
muito curto, uma calcinha fio dental normal, desci para tomar café. A sala
do café estava vazia, provavelmente pelo horário, eram 6 h, tomei um café
reforçado, estava com muita fome e retornei ao quarto para dormir.

Entrei no quarto, fechei as cortinas para o quarto ficar bem escuro, tirei
toda a roupa e fui dormir. Acordei por volta de 1 da tarde, procurei o
telefone do quarto, pedi um almoço leve. O almoço chegou, comi vendo a tv,
o sono continuava e meu corpo ainda estava cansado. Terminei o almoço,
escovei os dentes, desliguei a tv e voltei a dormir. Acordei novamente,
olhei no relógio, era 5 da tarde, enrolei mais um pouco na cama, liguei a
tv e fiquei assistindo, criei coragem, levantei, fui para o banheiro e
tomei uma ducha para acordar.

Voltei para a cama, comecei a passar creme na pele, a tv estava chata,
peguei o controle e fui mudando de canal, me deparei com alguns canais
pedindo senha, naquele momento comecei a pensar que deveriam ser canais
adultos. Peguei o telefone e alguém atendeu do outro lado:
- Boa tarde, em que posso ajudar?
- Estou vendo a tv e alguns canais estão bloqueados.
- Sim, são canais adultos, para ter acesso e necessário uma senha que nos
fornecemos ao custo de R$ ….., a senhora deseja receber a senha?
- Quero!
- Sua senha é 456249. O valor será adicionado a conta do seu quarto.
- Obrigada. Desliguei.

Comecei a assistir os filmes, pra variar já estava ficando excitada de
novo. Aquelas pessoas transavam e ainda ganhavam pra isso?! Maravilha! O
telefone toca e eu atendo:
- Alô.
- Cadela vem no meu quarto agora, quero te fuder, vem sem calcinha.
E desligou o telefone, minha xana latejou de tesão nessa hora.

Levantei rápido, coloquei um vestido de alcinha rosa claro, solto e super
curto, não coloquei calcinha. Arrumei os cabelos, passei um perfume leve e
coloquei um salto bem alto.
Sai do quarto e fui para o elevador. Apertei para subir.
Ele chegou e havia uns adolescentes dentro. (Amo quando acontece isso)
Entrei provocando, empinei o bumbum e fiquei olhando pelo espelho do
elevador, eles se cutucavam e me olhavam.
O meu andar chegou - eram só 2 andares acima - a porta abriu, sai, olhei
para trás e mandei beijinho com aquele sorriso de quem acha engraçado.

Ao caminhar para o quarto daquele homem que eu nem sabia o nome, minha
excitação ia aumentando, minha xaninha latejava.
Cheguei ao quarto, apertei a campainha, logo a porta abriu. Aquele homem
comum abriu a porta e me olhou. Estava de bermuda quadriculada, chinelos,
sem camisa. Realmente era um homem normal, nunca olharia para ele na rua,
seria uma pessoa que passaria por mim e eu nunca notaria sua presença.
- Ainda bem que veio rápido. Tá sem calcinha?
- Sim.
- Levanta o vestido pra eu ver.
- Deixa eu entrar que te mostro.
- Levanta o vestido ai no corredor. Já falei! Disse num tom mais forte.


Levantei apenas a parte da frente do vestido para olhar.
Ele sorriu e disse:
- Levanta o vestido até a cintura.
- Estou no meio do corredor.
Ele continuou me olhando como se eu não tivesse dito nada.
Droga! Já estava com tesão e ele ainda me provocando. Fiz o que ele pediu.
- Entra.

Soltei o vestido e entrei. Perto a porta de entrada havia a porta do
banheiro, depois vinha um pequeno espaço, um criado mudo, uma cama de
casal, outro criado mudo, uma poltrona, de frente para ela um sofá, entre
elas estava a janela, a cortina pesada estava aberta e a fina fechada que
ficava voando devido a janela estar aberta. Em frente a cama havia um móvel
com o aparelho de TV e DVD, onde passava um filme erótico ( acho que ele
pegou a mesma senha que eu ). Na poltrona estava um homem sentado me
olhando. Sentei de frente para ele no sofá, não dissemos nada.

- Poxa cara! Perdi duzentos paus pra você, ela existe mesmo! E é do jeito
que você falou.
Sorriram.
- Deixa o dinheiro ai no criado, embaixo do telefone.
Continuei sentada olhando para eles. Nisso o que me ligou chega perto de
mim e com os pés abre minhas pernas.

- Quando estiver aqui, quero ver essas pernas abertas sempre, você gosta de
arreganhar mesmo.
Começou a me beijar, tirou o meu vestido, fiquei nua. Desceu para os meus
seios, beijava, lambia, mordia de leve, pegava no meu bumbum, me alisava
inteira, eu já delirava de tesão quando ele mete o dedo na minha bucetinha.
O outro homem, só olhava e se tocava.
- Molhada né safada. Ajoelha e me chupa. Nisso ele fica em pé, me ajoelho e
começo a lamber, passo a língua, chupo o pau dele bem gostoso. O outro só
olhando.

Começo a me tocar, estava com muito tesão. Ele percebeu:
-Cadela, coloca as mãos para trás. Enquanto me chupa quero que me olhe.
Obedeci. Ele sorria me vendo naquela situação, ajoelhada, mãos para trás,
chupando-o e olhando para ele.
Fiquei doida, morrendo de tesão e não podia fazer nada!!!

- Cadelinha, você tem um rabão. Mostre-me!
Levantei e virei de costas para os dois.
- Curve para frente, quero olhar melhor.
Me curvei e fiquei totalmente exposta.

- Fique de quatro como uma cachorra que você é.
Fui para a cama e fiquei e quatro. Ele veio, passou a mão em mim, abriu
mais as minhas pernas, passou os dedos na minha bucetinha molhada, deu uns
tapinhas no meu bumbum, abriu minhas nádegas com as duas mãos.
- Não acredito que esse cuzinho é tão apertado assim!
- Se você já deu o cuzinho, foi pouco. Ele ainda continua bem fechado. Acho
que vou ajudar a deixá-lo mais aberto.

Latejava de tesão, louca para se comida por um dos dois ou até pelos dois.
-Vai para o chão!!!! Disse em tom de ordem.
- Lugar de cadela é no chão.
Desci da cama e fui para o chão, não queria saber onde, queria que alguém
me fodesse logo, ardia em tesão.

Fiquei de quatro no chão esperando, não aguentava mais e comecei a pedir:
- Por favor, me come. Os dois batendo punheta e me olhando.
- O que quer que eu faça? Fala logo, preciso que alguém me coma, não
aguento mais.
- Cara, ela é muito puta mesmo. Disse o homem da poltrona. - Além de puta é
gostosa, a rabuda. E veio em direção a mim o dono do quarto. Ajoelhou-se,
passou um gel, colocou uma camisinha, segurou firme o meu quadril e começou
a meter no meu cuzinho. Dessa vez doeu menos, além do gel o pau dele era
bem mais fino. Começou a meter sem dó, me empurrava pra frente de tanta
força que ele socava.
Nisso a minha bucetinha parecia que tinha vida própria, implorava por um
cacete.


- Ei! Você ai que tá na poltrona assistindo, vem me comer, minha bucetinha
tá livre.
- Cala boca vadia, quem te come aqui sou eu. Você não decide nada. E hoje
ninguém vai foder sua buceta.
- Calma ai Maurício, relaxa com a garota, ela é gente boa nos dois
sentidos, faz tudo o que você quer.
- Tá maluco? Faço com ela o que quero mesmo e não dê palpite. Se quiser
arruma a sua puta para mandar.

Continuou a meter forte no meu cuzinho.
Fiquei desesperada com aquela notícia, necessitava de um pau na buceta,
comecei a me tocar.
Maurício viu, puxou meus braços para trás e segurou, fiquei com a cabeça
apoiada no chão, mãos presas, pernas abertas e ele no meu cuzinho. Achei
que ia explodir de tanto tesão.

Quando ele gozou, me soltou no chão, olhei o rapaz que estava sentando na
poltrona também havia gozado. Só eu que não! Horrível. Estava louca de
tesão. Deitei de lado, comecei a colocar o dedo dentro de mim.
- Cadela, tira o dedo dai, levanta essa bunda pra gente e fica com as
pernas abertas.
Obedeci. Nisso o que está na poltrona diz:
- Maurício, ela é muito gostosa, estou com tesão até agora. Deixa eu meter
nela?
- Cem reais.
- Que isso? Deixa de ser mercenário, acabei de te pagar duzentos.
- Duzentos da aposta, se quiser meter nela, mais cenzinho e só pode meter
no cú.

Os dois ficaram discutindo e eu lá morrendo de tesão, até que me irritei.
Palhaçada, o tal do Maurício ainda queria faturar em cima de mim! Levantei,
peguei meu vestido e disse:
- Você não é meu dono, dou pra quem eu quiser.
- E você ai, estou indo para o meu quarto, 402, vamos comigo pra você me
comer agora!
Coloquei o vestido andando em direção à porta, o rapaz da poltrona,
levantou rápido e me seguiu vestindo a calça.
Maurício ficou reclamando qualquer coisa que não dei atenção. Abri a porta
e sai.

O rapaz veio me seguindo, paramos em frente ao elevador, ele me abraçou por
trás. A vara dele estava bem dura.
- Melhor ficar aqui, se tiver alguém no elevador não vai perceber.
- Ok, para mim é um elogio homem de pau duro. Amo! Por mim todos os homens
nunca ficariam moles.
Sorrimos. O elevador chegou, abriu a porta e entramos. Que pena estava
vazio.
- Qual é o seu nome? Disse.
- Felipe e o seu?
- Cherry.
- Gostei do seu nome, bonito como você.

Chegamos ao meu andar, fomos para o meu quarto com ele encaixado atrás de
mim.
Abri a porta e entramos, o quarto estava gelado, havia deixado o ar ligado.
Começamos a nos beijar, alisarmos um ao outro. Logo meu vestido foi para o
chão. Felipe era carinhoso, me alisava com delicadeza, passava as mãos em
meu rosto com carinho, seu beijo era suave, porém intenso. Tinha um cheiro
gostoso, mãos firmes, pele e corpo bem cuidados, cabelos num tom escuro e
macio. Seus olhos eram castanhos. Em meio aos beijos ele diz:
- Cherry posso te fazer um pedido?
- Diga.
- O que assisti hoje lá no outro quarto me deixou com muito tesão. Você
pode fazer pra mim também?

- Lógico. Comecei tirando a blusa dele. Beijei os mamilos, mordi de leve,
fui descendo pela lateral do tronco. Ele se contorcia.
Abri o botão da calça, o zíper, coloquei-o sentando na cama, me ajoelhei e
tirei os sapatos e as meias. Levantei-me e o puxei, peguei em seu bumbum
por dentro da calça e comecei a tirá-la. Ele ficou só de cueca, era branca.
Comecei a alisar o cacete dele por cima da calça com a mão e a beijá-lo.
Desci novamente, tirei a cueca, me ajoelhei, comecei a chupá-lo e a
olha-lo, coloquei as mãos para trás. O cacete dele era normal, mas grosso.
Gostoso de chupar, fiquei ali por um bom tempo, ele me olhava também e
acariciava meus cabelos.
- Cherry! Vai para o chão.
- Vou sim, mas me chame de cadelinha.
- Cadelinha vai pro chão. Obedeci, fiquei de quatro, estava louca pra
transar.
Ele se encaixou atrás, colocou o dedo dentro de mim.
- Nossa! Tá muito molhada e pegando fogo.
Arrebitei o bumbum, como quem diz, me come logo.
Ele colocou o pau dentro da minha bucetinha e começou a mexer, que
delícia!!! Era disso que eu precisava.
Adorei o pau dele, entrava tudo e ficava sentindo os pelos dele encostar
nos lábios da minha vagina. Ele metia tudo e segurava no fundo, parecia que
gostava de sentir que estava todo dentro de mim.


- O que você tá fazendo? Disse assustada.
- Era só para molhar meu pau para comer seu cú. Quero aproveitar que ele já
foi comido hoje.
Abriu meu bumbum com as mãos.
- Seu cuzinho é quase virgem, tá cheio de pregas ainda. Tá na hora de
diminuir.
Começou a meter no meu cú me segurando pela cintura.
- Cadelinha, mesmo depois do Maurício ter te fodido, ele ainda tá apertado
para mim.

(Antes de começar essa viagem nunca havia dado o cú.)
Minha buceta ardia de tesão, meu cuzinho estava ardendo. Que pau grosso!
Aguentei firme.
Colocou tudo, puxou meus braços para trás, minha cabeça de novo no chão,
então ele começou a mexer.
- Que delícia, muito apertado. Ainda bem que te peguei depois dele, pois ia
ser bem mais difícil.
Minha bucetinha pedindo por uma vara.

Logo o Felipe gozou, continuei com vontade de dar, mas não para ele.
Ele logo se vestiu e foi embora, entrei para o banheiro, liguei a ducha,
entrei e comecei a pensar no que iria fazer.
Lembrei que havia visto na internet que seria interessante fazer um enema
antes do sexo anal, havia comprado os itens para realizá-lo. Resolvi
fazer… Desliguei o chuveiro, me enrolei na toalha, fui até o quarto,
peguei o tablet e fui navegar como deveria fazer. Peguei as instruções,
voltei ao banheiro para fazer, (tinha a intenção de dar muito o cuzinho) ,
fiz todo o procedimento 2 vezes, havia lido que as atrizes de filmes adulto
fazem enema duas vezes antes de filmar. Voltei para a ducha e terminei o
banho. Fiquei pensando, será que tenho coragem de fazer um filme adulto?
Seria ótimo, fazer o que gosto, com aqueles homens de paus deliciosos e
ainda receber. Melhor não tinha.

O telefone toca:
- Cadela, aqui é o seu dono. Quero que vá passar uns dias em minha casa
comigo, leve algumas roupas e biquíni também, lá tem uma piscina, quero te
ver tomar sol. Daqui à uma hora te pego na portaria do hotel, fique em pé,
não quero te ver sentada.
Desligou o telefone na minha cara, nem perguntou se eu podia ou queria ir!
Comecei a gostar, o Peter era realmente gostoso, até quando manda, só de
pensar nele já era tesão. Corri para minha mala, peguei algumas peças de
roupas bem provocantes, as menores, justas e transparentes. Coloquei também
sapatos com saltos bem altos, para o bumbum ficar mais empinado ainda.
Queria que ele sempre estivesse com aquele pauzão cheio de veias bem duro
para mim.

Peguei o melhor creme, queria minha pele bem macia para ele, passei e
depois coloquei na bolsa. Vesti uma micro blusa branca, a parte de baixo
dos seios ficava de fora, peguei uma tesoura dei um pequeno corte no meio
da blusa na parte de baixo, ela abriu de baixo para cima até o meio, agora
estava a parte de baixo e entre os seios expostos, só o bico ficava
tampado, adorei. Coloquei uma calcinha fio dental vermelha, bem socadinha,
fez o pacote na frente, levantei bem as alças da calcinha, para ficar de
fora do short que era branco e bem curto, metade do bumbum também ficava de
fora. Coloquei um salto vermelho, fiz um rabo de cavalo bem alto, maquiagem
leve, batom bem vermelho. Passei perfume. Já estava doida pra sair e ver os
homens de pau duro, doidos para socar em mim.

Peguei minha bolsa e fui para o elevador, chamei. Quando chegou havia três
pessoas, dois homens e uma mulher. Entrei, a mulher começou a resmungar,
que não sabia que naquele hotel havia prostitutas, um dos homens disse:
- Fica quieta, deixa a mulher trabalhar, cada um tem que cuidar da sua
vida.
Estava olhando pelo espelho, os dois homens não tiravam os olhos de mim, o
pau ficando duro.
- Realmente mocinha, cada um tem que cuidar da sua vida - virei de frente
para eles, os olhos cresceram quando viram minha blusa - não sou prostituta
ainda, ando assim porque gosto de mostrar meu corpo, se você não pode fazer
isso lamento. Rapazes meu quarto é o 402, quando quiserem passem por lá,
adoro dar. A porta do elevador se abriu, a mulher começou a me xingar, sai
rebolando e empinando a bunda. Todos me olhavam, adoro essa sensação. Fui
para frente do hotel e fiquei esperando como ele mandou.

Meu dono começou a demorar e as pernas começaram a arder, o salto era muito
alto. Fiquei mesmo assim, toda hora escutava uma cantada, um elogio,
perguntas de quanto era o programa. Acho que vou começar a cobrar, toda
hora aparece alguém disposta a pagar! Meu dono finalmente chegou, desceu
pegou minha bolsa, colocou na porta malas, entrei e sentei no banco da
frente. Ele entrou, ligou o carro e saímos.
- Cadela, gostei de ver. Você é muito obediente, estava de longe vendo se
ia sentar.
- Meu amo, posso falar?
- Permissão concedida.
- Não senhor, farei o que o senhor mandar. Minha roupa o agrada?
- Sim cachorrona, esses peitões estão pulando para fora, uma tentação,
pedido para serem mamados. Shortinho socado com a calcinha de fora, tá um
tesão. Olha o meu cacete como tá!
- Perfeito como sempre meu amo.
Peter para o carro no estacionamento de um mercado.


- Cadela, vire de costas para mim, quero lhe dar um presente.
Obedeci, sentei de costas para ele. Sinto-o colocando algo em meu pescoço,
era mais justo que um colar normal.
- Pronto! Agora sim, você tem um dono. Só eu que posso tirar, viu? Disse
sorrindo para mim.
- Pode olhar no espelho.
Olhei pelo espelho do carro, ele havia colocado uma coleira como o nome
dele em meu pescoço. Não sabia o que dizer, morria de tesão por aquele
homem, mas agora todos saberiam que ele era meu dono. Ele segura meu rabo
de cavalo, me puxa para perto da boca dele. E fala quase gritando em meu
ouvido:
- Cadela vagabunda, fiquei sabendo que você foi para uma orgia e deu pra
todo mundo. Tá pensando o que? Hein! E me sacudia dentro do carro.
- Desculpe meu amo. Disse desesperada.
- Não imaginei que o senhor não ia gostar. Por favor, me perdoe!

Peter respirava nervoso. Não me respondeu.
- Desce do carro, vamos ao mercado fazer compras. Ande sempre um passo
atrás de mim e preste atenção para tudo o que eu precisar. Abre a porta
para mim.
Desci, dei a volta no carro e abri a porta para ele. Ele desceu, fechei a
porta e comecei a segui-lo.
Ele deixou o carro longe da entrada e andava rápido, comecei a segui-lo com
dificuldade, com o salto muito alto era difícil de andar no ritmo dele sem
me desequilibrar.
- Cachorrona, anda direito!!! Disse num tom forte.
- Sim senhor.
- Pegue um carrinho.
Corri e peguei um. Fomos em direção à entrada. Todos nos olhavam, nunca me
imaginei indo ao mercado vestida daquele jeito e ainda usando uma coleira
com o nome do meu dono.

Peter ia escolhendo os produtos, eu pegava e colocava dentro do carro, no
primeiro produto baixo, me agachei, tomei um tapa forte, minha bunda ardeu.
- Não agacha, só abaixa para pegar, quero ficar olhando.
Andamos pelo mercado assim, havia poucas pessoas, acho que por isso ninguém
reclamou da minha presença ali.
Fomos para o caixa, o rapaz arregalou os olhos para mim.
- Cadelinha, vai colocando as coisas dentro das sacolas enquanto pago.
Passei para o outro lado e fui arrumando as compras, coloquei tudo dentro
das sacolas e depois no carrinho.
Peter pagou as mercadorias e saiu. Eu o segui. Chegando ao carro coloquei
tudo no porta malas, Peter só me olhava com aquele sorriso de quem tá
adorando tudo.
- Abre a porta do carro, quero entrar. Abri, esperei ele sentar, fechei,
dei a volta e entrei.
Ele me pega pelo rosto, parece que você tem jeito mesmo para ter dono,
estou gostando de ver. Beijou-me gostoso.
Ligou o carro e fomos para a casa dele. Peter mora em uma chácara, pouco
afastada de cidade, uma casa simples e aconchegante, jardim bem cuidado, o
lugar era bem iluminado, chegamos já era noite. Os cachorros vieram logo
recebe-lo. Fiquei no carro esperando Peter colocá-los no canil. Logo veio a
ordem.
- Pegue tudo e coloque na despensa, vou mostrar onde fica, quando terminar
me avise.
- Sim meu amo.
- Cachorrona, me dá um tesão quando você me chama de meu amo. Me segue.
Peter me mostrou onde ficava a despensa, descarreguei o carro e o avisei
quando terminei.
- Lave as mãos e os braços ai no tanque. Obedeci.
- Pra entrar em casa, tem que entrar como uma cadela, de quatro.
Cheguei em frente a porta, olhei no olhos dele e fui me abaixando e
arrebitando bem o bumbum, abrindo um pouco as pernas.
Fui de quatro em direção a ele. Ele foi para a sala e sentou no sofá. Eu o
segui. Sentei ajoelhada perto dele, no tapete. Fiquei esperando.
- Tire minha blusa e meus sapatos. Obedeci e depois sentei novamente ao
lado dele.
- Cadela, agora você tem dono, nada de ficar na rua, dando pra qualquer um,
você vai dar se eu quiser, quando eu quiser e pra quem eu quiser.
Fiz sinal com a cabeça que havia entendido.


- Levante e fique na minha frente.
Levantei e parei em frente as pernas de meu dono.
- Adoro te olhar, adoro o modo como se veste. Me deixa louco, vire-se.
-Tire a minha calça, mas deixe minha cueca e nada de encostar no meu pau.
Quando eu pensava que ia ficar bom ele tinha que fazer essa restrição???
Que chato! Tirei a calça dele, doida para fazer carinhos e algumas coisas a
mais. Mas enfim, ele era o meu dono, tinha que obedecer. O pau dele estava
bem rígido (fico maluquinha quando vejo assim), fiquei excitada. Cadelinha
fique de costas. Obedeci
- Bunda linda, shortinho socado. Perfeito. Tire o short bem devagar.
Fui me abaixando e tirando o short.
- Agora fique de frente.
Virei-me.
- Cachorrinha! Hum! Antes eu amava esse tipo de calcinha, fio-dental. Mas
depois que você me mostrou que ele pode ser menor, passei a gostar mais do
novo modelo. Dê um jeito para que fique do modo como gosto.
Abri um pouco as pernas, abri os lábios da vagina e coloquei a calcinha pra
dentro.


- Hum! Ainda não gostei, tá grande. Quero menor.
Comecei a enrolar a calcinha, assim ela ficaria só um fio, enrolei a parte
que meu dono queria. Assim era uma espécie de tortura e prazer, porque a
calcinha ficava pressionava mais meu clitóris e minha excitação aumenta.
- Sim, agora sim. Não quero ver você usando outro tipo da calcinha! Só
quero ver essa, que a xaninha engole e o rabão também.
Senta no meu colo e coloca esse peitões na minha boca, eles estão pedindo
há muito tempo para ser mordidos e chupados.
Adorei, enfim iriamos começar. Fui com aquela vontade sentar no pau do meu
dono.
Peter me segura com força pelos braços e me diz em tom agressivo:

- Já falei pra não encostar no meu pau. Tá surda!
- Desculpa meu amo. Pensei que era para sentar nele.
- Não é pra pensar! É pra obedecer, preste mais atenção. E me soltou.
Fiquei ajoelhada no sofá com as pernas abertas e ele entre elas, coloquei
meus seios em sua boca. Ele mordia o bico, puxava, soltava, lambia,
beliscava o bico, apertava com as mãos. Fiquei maluca de tesão. Ele me
olhava, gostava de ver que me deixava muito excitada.
Colocou o dedo em mim.

- Tá gostando né vadia? Disse com um sorriso cínico.
- Sim, meu amo.
Colocou outro dedo e começou a bombar dentro de mim. Comecei a gemer muito.
Ele tira os dedos, abri os olhos com aquela cara de o que está acontecendo,
porque parou? Vi que ele estava esperando para ver minha reação.
Contive-me, respirei fundo e consegui ficar calada. Não estava acostumada a
ter que se seguir as vontades de outra pessoa.
- Chupa o meu pau, com cuidado.
Desci do sofá.

- Posso falar meu amo?
- Diga.
- Quer que tire sua cueca meu senhor?
- Pode.
Tirei a cueca, me ajoelhei entre as pernas do meu dono. Comecei a chupá-lo.
Olhei para ele, estava encostado com a cabeça no sofá, mãos atrás da
cabeça. Posição de quem tá muito a vontade. Continuei ali, lambendo,
chupando, usando as mãos, chupava o saco, quando ele segura minha cabeça e
começa a foder com a minha boca, me assustei, não estava esperando por
isso, já estava ali há tanto tempo que nem lembrava que ele gostava disso.
Engasguei! Peter me soltou para voltar o fôlego.

- Anda cadela, volta logo a me chupar!
Voltei logo, Peter começou a fazer com que eu engasgasse em intervalos
menores. Ele adora isso! Meus olhos estavam lacrimejando, minha maquiagem
com certeza já devia estar toda borrada. Meu dono não estava me dando muito
tempo, era eu começar a chupar, ele me segurava, fodia com minha boca, eu
engasgava, ele me soltava, mal conseguia respirar direito, ele já me puxava
para começar de novo. Confesso que isso estava me deixando mais excitada
ainda.
Peter me levantou e me jogou contra o sofá, deitou em cima de mim por trás,
senti o peso do se corpo contra o meu. Ele me penetra com força, continua a
se movimentar rápido e forte dentro de mim, quando ele percebe que estou
perto de gozar, ele tira o pau e se senta no sofá, esqueci que pertencia a
ele. Olhei para ele com os olhos arregalados de desespero.
- O que foi isso? Por que você fez isso, volta e termina agora!

Peter me puxou do sofá de uma vez, apertou meus braços, me segurou pela
nuca, me levou para o quarto, me colocou em frente ao espelho e disse em
tom áspero:
- Cachorra, olha bem no espelho. O que você tem no pescoço?
Olhei para a coleira com o nome dele, lembrei que pertencia a ele.
-Me perdoe meu amo, ainda estou aprendendo, cometi um erro. Disse abaixando
a cabeça, minha xaninha estava ensopada, louca de tesão e não podia fazer
nada.
- Por ter cometido esse erro será punida.

Quando escutei isso, fiquei assustada, o que ele iria fazer comigo? Seu
castigo será não gozar hoje, sei que você está louca por isso.
Não, isso não. Preferia que ele fizesse qualquer outra coisa, menos isso. A
pouco estava para gozar com ele dentro de mim. Ajoelhei-me e pedi:
- Por favor, isso não!
- Cala a boca! Disse Peter entre os dentes.
- Se falar mais alguma coisa, aumento seu castigo.
Quis chorar, não era possível que algo assim estivesse acontecendo comigo.
Todos queriam me comer e agora não podia satisfazer meus desejos.
- Cadela, me chupa, estou explodindo de tesão, quero gozar.

Sei que ele disse para piorar o meu castigo. Ele sabia que eu estava louca
por isso.
Obedeci, comecei a chupá-lo.
Olha pra mim, quero ver você enquanto me chupa.
Ajoelhada perante a ele e o olhando. Ele era meu dono, agora tinha que
aprender a obedecê-lo. Logo ele gozou em minha boca.
- Segura o meu gozo em sua boca, quero ver de perto.
Levantei e ele olhou dentro da minha boca.
- Delícia! Tampou meu nariz. Fiquei sem ar e engoli a porra dele para poder
respirar.
- Cadela, você é gostosa demais. Fico maluco com você.
- Obrigada meu amo, fico feliz em saber que lhe agrado, continuarei a me
esforçar para sempre lhe agradar.
-Vamos tomar banho.

Peter foi em direção ao banheiro e eu o segui. No banheiro ele tirou minha
coleira, me mandou tirar a blusa e a calcinha, entramos para tomar banho
juntos.
Outro momento agradável, nos demos banho com carinho. Saímos, nos secamos,
ele colocou a minha coleira de volta, fomos para o seu quarto e eu o segui
nua.
- Senhor!
- Sim!
- Posso passar meus cremes, gostaria que minha pele ficasse bem macia para
o senhor.
- Pode e quero que você coloque uma camisola sem calcinha, para dormirmos.
Obedeci, passei os cremes e coloquei uma camisola rosa bem clarinha, solta
e bem curtinha.
Ele deitou e me chamou:
- Quero que durma comigo na cama.
- Me deitei ao lado dele.
- Cadelinha, coloque sua cabeça em meu peito. Obedeci, ele passou o braço
em torno de mim e assim dormimos. Acordei no dia seguinte assustada, não
reconhecia o lugar. Olhei bem, vi o Peter dormindo, lembrei que tinha
aceitado o convite de passar um tempo com ele. Levantei bem devagar, fui ao
banheiro, me lavei, retornei e deitei novamente, de modo que não o
acordasse. Fiquei pensando em tudo o que estava acontecendo, tinha ido para
aquela cidade viver minhas fantasias, mas nunca havia imaginado aquilo,
minha relação com Peter estava caminhando para o SM, será que eu daria
conta? Será que eu era uma sub? Peter tinha demonstrado que era um Dom, mas
e eu? O que era? Peter estava indo com calma, imaginava.


Havia ouvido falar nesse tipo de relação, mas nunca havia me interessado,
pensava que era muito sofrido, pelo que ouvia falar os casais nesse tipo de
envolvimento eram românticos, apaixonados, cuidadosos um com o outro, os
Doms respeitavam o limites dos subs e estes faziam de tudo para agradar
seus Doms. Mas mesmo assim, não sei qual seria o meu limite e nem o que me
interessaria nesse meio, nunca gostei de sentir dor. Mas confesso que as
atitudes do meu dono me deixavam bastante excitada e que depois o sexo era
maravilhoso. Nunca havia sentindo tanto prazer como o que estava sentido ao
lado do meu amo, agora ali dormindo tranquilamente, uma cena linda vê-lo
dormir. Dormia apenas com um lençol cobrindo sua genitália, como a maioria
dos homens ele sentia muito calor e não usava nada para dormir.
Resolvi acordá-lo, tirei o lençol e comecei a chupá-lo de leve, lambendo e
observando para ver ser ele acordava. Logo começou a se mexer, abriu os
olhos, olhou para o teto, fez uma expressão de aprovação, olhou para mim e
afagou meus cabelos, continuei a chupá-lo, comecei a fazer com mais vigor,
logo meu dono começou a me fazer engasgar, já estava acostumando com
aquilo. Toda vez que engasgava minha xaninha latejava, estava molhada, ele
me puxa de uma vez e me joga de costas na cama, deita em cima de mim e mete
com força em minha xana molhada, mete forte e gostoso, bem rápido. Logo
gozamos, adorei acordar meu dono. Ele sai de cima de mim e levanta da cama,
seu leitinho escorre.

- Cadela levanta rápido, não quero porra na minha cama.
- Sim meu amo.
Peter me pega pela cabeça e me beija.
- Adorei o modo como me acordou, você é uma delícia.
Continuou a me beijar e a me abraçar.
- Vou tomar um banho, depois você vai. Espere na porta.
Obedeci, fiquei ao lado da porta esperando enquanto ele tomava banho.
- Cadela!
- Sim senhor.
- Vem me dar banho, estou com sono ainda.

- Senhor, preciso falar.
- Diz.
- Por favor, tire minha coleira.
Ele suspirou e tirou minha coleira
Tirei a camisola e entrei no chuveiro, comecei a dar banho em meu dono.
Terminei o banho de Peter, ele saiu.
- Me seca.
Sai toda molhada e fui secá-lo.

- Pode ir tomar seu banho. Retornei ao box e tomei meu banho.
Sai do banho, me arrumei mas não me vesti, não sabia qual seria a vontade
de meu senhor. Coloquei a coleira e fui atrás dele para saber qual seria
sua vontade.
- Meu amado amo gostaria de saber como devo me vestir?
Peter me olhou, estava usando somente a coleira com o seu nome. Ficou a me
olhar e disse:
- Coloque uma blusa minha que está em cima da cadeira, coloque um salto e
venha arrumar a mesa para tomar café.
Retornei para o quarto, peguei a blusa que era branca, vesti e coloquei o
salto alto azul. Fui para a cozinha enquanto meu dono lia o jornal no sofá
da varanda em frente à piscina. Arrumei a mesa e fui até ele avisá-lo que
estava tudo pronto. Ele foi para a mesa e eu o segui. Peter sentou-se e
comecei a servi-lo. Quando estava terminando ele diz:

- Minha linda, gostei de tudo, quer se sentar para tomar café?
Fiz sinal com a cabeça que sim. Dirigi-me a uma cadeira para sentar.
- Nada disso! Se quiser se sentar tem que ser no meu colo. Disse com cara
de safado.
Fui me sentar em seu colo. Ele afastou a cadeira para me dar espaço. Olhei
e o pau dele estava duro. Sentei e encostei o bumbum na vara dele. Ganhei
um tapão que ardeu. Levantei na hora.
-Não viu que meu pau tá duro? Tem que sentar com ele dentro.

Fui sentando devagar, o pau dele era muito grande e grosso, nunca tinha
visto nada igual, não dava pra sentar de uma vez. Minha bucetinha começou a
encaixar nele. Peter me pega pela cintura e me empurra de uma vez. Vi
estrelas de dor e tesão.
- Tá dormindo ainda??? Pra que essa moleza?
Respondi com a voz trêmula:
- Desculpe meu amo, mas não estou acostumada com um cacete como o do
senhor.

- Entendo, só ficava com os fraquinhos né? Mas agora tem que acostumar
comigo. Agora toma logo esse café que não vou esperar muito.
Comecei a me servir, as vezes tinha que levantar para pegar algo longe,
quando voltava, meu dono me sentava de uma vez. Sempre me dizendo que era
para acostumar.
- Chega você já comeu demais.
Me segurou pela cintura e levantou comigo encaixada nele, me levou até a
parede, onde apoiei as mãos. Bombou dentro de mim, que estava ensopada e
logo senti seu gozo.

Ficou encostado em mim, até que o seu pau amoleceu e saiu sozinho de dentro
de mim, seu gozo começou a escorrer.
- Cadelinha, fica paradinha ai.
Obedeci.
- Adoro ver que você é minha. Coleira com meu nome, minha camisa e com o
meu gozo em você.
- Fica de quatro.
Fiquei. Meu dono ficou a olhar meu cuzinho.
- Cadelinha, quantas vezes você já deu o cú? Ele ainda tá muito fechado.
- Meu amo, a minha primeira vez foi aquele dia em que você o comeu.
- Hum! Que delícia ouvir isso. Por isso você chorou tanto. Deve ter doido
muito mesmo, porque o meu pau ficou bem dolorido depois, de tão apertado
que estava.
- Sabe cachorrinha, adoro comer cuzinho, mas não quero meu pau doendo de
novo. Vou dar um jeito nisso. Estou olhando aqui, é lindo, parece uma flor
de tanta preguinha que tem. Vamos ter que mudar.
Nessa hora percebi que ele iria fazer algo com o meu cuzinho, só não
imaginava o que.

- Cadelinha, pode ir arrumar a cozinha e retirar a mesa, quando terminar me
avise, estou lá fora com os meus cachorros.
Fiz menção que iria levantar e logo fui advertida para ir como sua
cadelinha. Ele ficou me olhando até chegar à mesa, quando me levantei para
retirar a mesa ele saiu pra cuidar dos cães.
Arrumei tudo, enquanto isso havia pensando que teria que conversar com
Peter, que tipo de relação era aquela. Nunca havia passado por isso! Pelo
visto ainda viriam coisas que nem podia imaginar. Fui até a varanda avisar
a meu dono que tudo estava pronto, a porta estava fecha, abri e sai. Era um
local bonito, a varanda era em L, a parte maior do L era onde estava,
continha um sofá grande e bonito com uma mesa em frente que servia tanto
para colocar algo como para apoiar os pés, logo a seguir tinha uma rede. Na
parte menor do L ficava a garagem que comportava três carros. Em frente
ficava a piscina com azulejo de um azul bem escuro e borda infinita, linda!
Tinha um guarda-sol bem grande, embaixo uma mesa com três cadeiras, perto
havia uma ducha. O gramado era bem cuidado estava bem verde. A esquerda de
onde estava um pouco afastada tinha uma área construída, parecia ser a área
de lazer, o terreno todo era contornado por cerca viva que também estava
muito bem cuidada. Mas Peter havia feito algo que nunca tinha visto, ele
construíra um cercado para o cachorro que acompanhava toda cerca, assim
durante o período que ele deixava os cães no canil, eles podia contornar
todo o terreno. De repente sinto um negócio gelado em minhas pernas. Olho
para baixo, era um dos cachorros me cheirando, logo sentiu o cheiro de sexo
e começou a querer colocar o focinho em mim, puxei a blusa, comecei a
empurrá-lo e a gritar por meu dono que logo veio.
Ele segurou o cachorro pela coleira, olhou para mim e disse sorrindo:
- Todo macho gosta de uma fêmea, ele já te achou. Se cuida senão ele te
pega, cão com cadela.
Fiz cara de quem não gostou da piadinha.

Entrei e logo ele veio. Pegou uma corrente e colocou na coleira que estava
em meu pescoço.
- Cadelinha, me segue, vou te mostrar a outra parte da casa.

Fomos em direção a parte que imaginava ser a de lazer. Peter havia colocado
os cães no cercado, assim podia andar livre sem que nenhum viesse me
cheirar.

A parte de lazer era bem agradável, tinha uma churrasqueira elétrica,
fogão, pia, despensa com geladeira, balcão, mesa de sinuca, uma porta de
correr que fechava a sala, mas se fosse toda aberta os 2 ambientes se
tornavam um só. A sala de tv tinha um sofá confortável, várias almofadas
jogadas em cima de um tapete que parecida ser bem gostoso de se deitar. Na
parede uma tela grande, ao lado da porta da sala havia outra, era a entrada
para o banheiro e sauna, ao entrar existia uma sala que continha duas
cadeiras de descanso e uma mesinha, um espelho que tomava toda a parede. Vi
que em cima da mesinha havia alguns pertences meus.


- Cadelinha, você já deve ter visto que coloquei umas coisas suas aqui,
quero que faça um enema, estou doido por esse cuzinho. Tome um banho, se
arrume com as roupas que estão ai em cima.

- Ah! Quase me esqueci. Tá vendo a tesoura?
Fiz com a cabeça, sinal que sim.

- Diminui esse short, tá muito grande. Quero como a calcinha que gosto.
Daqui a pouco volto para ver se está pronta. Tirou a coleira com a corrente
e as colocou sobre uma das cadeiras. Saiu e fechou a porta.

Fiquei parada olhando tudo e pensando: Será que posso fazer enemas
seguidos? Não tinha a menor ideia sobre o assunto, tinha olhado na internet
e feito apenas um, só de gracinha, para saber como era. E agora? Não podia
perguntar para meu dono, ele já tinha ido, se esperasse ele voltar para
perguntar, com certeza ficaria irritado de não ter feito o que me ordenou.
Então só havia uma coisa a ser feita. Realizar as ordens deles.

Fiz tudo o que meu dono mandou, voltei para a sala para me vestir. Peter
havia deixado, uma mini blusa de amarrar na frente verde bem clarinha,
short jeans que teria que cortar, dois braceletes, que eram contornados por
uma fita de cetim preta, eles eram parecidos com a coleira, meu estojo de
maquiagem e sapatos de salto alto preto, (ele adora salto alto). A mini
blusa era mais transparente do havia imaginado, e muito mini, quase não deu
meus seios, tive que apertar, os seios ficaram bem avantajados, o bico tive
que empurrar com dedo para ficar dentro da blusa. Vesti o short que não
estava como ele queria, tirei e fui cortando até ficar como ele pediu. A
parte de trás ficou apenas com uns cinco dedos de jeans, o bumbum ficou
quase todo de fora, o resto do short fiz fio dental até na frente como meu
dono gosta. Vesti e a minha xaninha engoliu o fio que tinha feito. Caramba!
Já estava com tesão de usar aquele short. Calcei os sapatos. Passei o
perfume que ele deixou. Coloquei os braceletes, fiz um laço bonito em cada
- deu trabalho fazer laço só com uma das mãos. Sentei e fiquei esperando
meu dono. O que ele estaria preparando para mim?

Depois de algum tempo ele abre a porta. Me levanto. Ele me olha, pega minha
mão, me gira.
- Quase perfeita.

Foi até a cadeira, pegou a coleira com a corrente e colocou em mim.
- Agora sim! Tá perfeita.
Sorri.
- Meu amo, posso falar?
- Sim, pode.
- Quero saber o que está acontecendo, tenho feito tudo o que me pede, mas
sinceramente nunca passei por isso.
- Minha cadelinha, vou te explicar, não falei porque achei que você fazia
parte desse meio. Sou um dominador, um dom e todo dom precisa de uma sub,
submissa, que é você. Não farei nada que não lhe agrade, quando você achar
que não dá mais conta, diga sol, que paro imediatamente o que estiver
fazendo. A nossa relação tem quer boa para os dois, tem que existir
consentimento. Ok?
Respirei fundo. Dom? Sub? Onde fui me meter? E o pior ou melhor, não sei!
Já estava confusa. Estava gostando daquilo.
- Cadelinha, responde! Tenho que saber antes de começarmos. Disse com um
tom de voz angustiado.

- Começarmos o quê? Pensei. Mas até o momento estava gostando de tudo,
resolvi arriscar.
- Sim meu amo, concordo com a palavra, excelente escolha.

Peter sorriu, pegou a corrente e saiu. Fomos em direção a varanda, logo
percebi a presença de três homens que estavam sentados conversando. Um
deles me viu e avisou os outros. Ficaram em silêncio.

Meu coração disparou e minha xaninha que já estava molhada, agora que ia
ficar ensopada mesmo.
Peter estava com cara de orgulho segurando a corrente da minha coleira.

- Poxa cara! Quando você falou que era para vir aqui conhecer sua cadela e
comer, achei que você estava de frescura. Vim aqui para comer e trocar uma
ideia. Se soubesse que era essa a cadela e a comida, já tinha vindo antes.
Disse Guilherme.

- Onde você arrumou essa cadela? Quero uma pra mim também. Vou fazer um
canil com essa raça. Adorei! Falou Ricardo.

- Que tesão! Foi o que disse Ronaldo.

- Então galera. Vocês gostaram mesmo da minha cadelinha?

Os três balançaram a cabeça com cara de tarado. Podem olhar de perto. É só
pegar a corrente.
Ronaldo pegou rápido minha coleira e puxou para perto deles. Eles começaram
a passar a mão pelo meu corpo.
- Não tirem a roupa dela! Ordenou Peter que entrou na casa.

Guilherme me mandou ajoelhar, como minha blusa era muita justa e meus seios
estavam muito juntos, pegou a corrente me colocou bem perto dele, começou a
fazer espanhola comigo ajoelhada.
Ricardo pegou meu rosto e girou de lado, colocou o pau para chupar. E
Ronaldo ficou batendo punheta.
- Mas onde estava meu dono? Pensei.
Logo meu dono retorna carregando uma pequena bolsa preta, ele abriu,
retirou algumas coisa e colocou em cima da mesa.
Pessoal, sei que deve estar muito gostoso, mas preciso que prestem atenção!!
- Primeiro, a cadela é minha, ela só fara o que eu mandar.
- Segundo, não a machuquem de nenhuma forma.
- Terceiro, eu os chamei porque preciso de um favor de vocês três. O
cuzinho dela é muito apertado, preciso que vocês o deixem mais largo.

Ronaldo logo respondeu:
- Lógico Peter, amigos são pra essas coisas mesmo. Deu um sorriso cínico.
- Coloquei em cima da mesa algumas coisas para vocês usarem, tem óleo,
anestésico, preservativo e outras coisas. Olhem lá.
Meu dono fez sinal me chamando para perto dele, fui de quatro até ele,
ajoelhei-me perante ele e aguardei. Ele pegou a corrente da coleira e me
levantou puxando para cima. Olhou para o meu corpo, pegou em meus seios,
tirou minha blusa. Passou a mão em minha bucetinha inchada, me virou,
apertou meu bumbum. Sentou em sua poltrona e disse:
- Cadela, fica nessa posição e tira o short socado bem devagar. Obedeci.
- Agora vem aqui perto de mim, quero ver o tanto que você tá melada.
Cheguei bem próximo ao meu dono e ele meteu o dedo em mim, que delícia!
- Cadela vadia tá bem melada.
- Podem começar a festa. Disse Peter.

Eles tiram as roupas que usavam. Colocaram-me de quatro no chão. Pegaram
algumas coisas em cima da mesa e vieram até mim.
- Passa o anestésico nela, senão ela não aguenta o intensivo de hoje.
Ricardo
- Nada cara, quero ver a cara dela quando eu entrar rasgando. Ronaldo
- Se a gente pegar pesado logo no começo e ela não aguentar acaba a
brincadeira seu burro! Guilherme.
Passaram o anestésico em gel. Fiquei olhando os membros de cada um, eram
grossos também, mas nada de exagero, bem próximo a normalidade. Tamanho
diferenciados também. Meu cuzinho ia ser realmente inaugurado, a partir
daquele momento ele faria parte da minha vida sexual.
Ricardo deita no chão e me manda sentar em seu pau, sentei me deliciando de
cada centímetro que entrava, comecei a mexer. Meu dono logo disse:

- Lembre-se, o cuzinho, que quiserem meter na buceta é só p molhar, nada de
ficar bombando ai, não chamei vocês aqui pra isso.
Ricardo me empurra e saio de cima, que pena, estava muito bom, ele me
coloca de quatro, abre bem minha bunda.
- Caralho, que cuzinho apertado, nem assim ele abre. Vamos começar! Ricardo.
Ricardo começou a meter senti um pouco de dor, mas nada que não aguentasse,
logo começou a bombar forte e eu a gemer.
- Ronaldo, mete seu pau na boca dessa vadia, não quero escutar os barulhos
dela. Ronaldo meteu se dó o pau na minha boca e segurou minha cabeça para
ele foder com a minha boca, agora estava sendo fodida por trás e pela
frente.
Ricardo logo gozou e saiu. Tirou Ronaldo e mandou eu chupar o pau dele para
ficar duro de novo.
Guilherme meteu logo no meu cu, que não estava mais tão apertado assim e
bombou mais rápido que Ricardo, gozou e foi para a minha boca, para que eu
o chupasse e o pau dele ficasse duro de novo, Ronaldo fez o que queria,
entrou forte no meu cuzinho, rasgando mesmo, senti um pouco devido ao
anestésico, bombava dentro de mim como se fosse me rasgar no meio, não dava
nem para chupar.
- Porra cara, mete devagar, quero que ela me chupe.
- Você já fudeu ela do jeito que você quis, agora é minha vez e eu fodo do
jeito que eu quiser. Continuou a me foder como se pudesse me partir. Logo
ele gozou e veio rápido p a boca.
- Vagabunda chupa rápido e gostoso, quero te fuder muito ainda, até
arrebentar todas essas pregas. Você vai ficar lisinha, sem nenhuma prega.
Ficaram nesse revezamento por muito tempo, não sei quanto tempo durou, mas
acho que meu cuzinho ficou mesmo sem prega como Ronaldo queria. Já estava
cansada, meu rosto doia de tanto chupá-los, meu joelhos e os braços tb. Meu
dono percebeu que não aguentaria por mais tempo e disse:
- Parem, quero ver como ela tá.
- Cara, deixa só eu terminar já to gozando.
- Rápido. Disse Peter.
Guilherme saiu de dentro de mim e Peter chegou perto, olhou meu cuzinho,
abriu meu bumbum.
- Ótimo vocês fizeram um bom trabalho, agora tá bem largo, não vai mais me
machucar.
-Cadela, volte ao banheiro e se lave, retorne para o meu quarto só com a
coleira e os saltos.
- Rapazes obrigado pelo favor que me fizeram.
-Que é isso Peter amigos são para todos os momentos, precisando é só
chamar. Disse Ronaldo.
- Só para lembrar, o que acontece aqui, aqui fica.
Fui para o banheiro fazer o que meu dono pediu.
Enquanto isso Peter se despediu dos amigos e os mandou embora.
Tomei um banho bem gostoso, me limpei bem e fiquei cheirosa. Coloquei a
coleira e os saltos e fui para o quarto de meu dono.
Cheguei e a porta estava aberta, parei de quatro em frente e porta e fiz
barulho para ele percebesse que estava esperando que ele me chamasse para
perto dele. Deu certo ele me viu e me chamou:
- Vem cá cachorrona.


Fui e parei ao lado da cama olhando-o.
- Cachorra vagabunda, levanta. Obedeci, Peter me jogou de costas na cama e
montou em cima, meteu de uma vez no meu cú, dei um grito, por que havia
passado um pouco o efeito do anestésico e mesmo assim ele ainda me rasgava
um pouco. Ao perceber que eu sentia um pouco de dor, parece que o tesão
dele aumentou e começou a meter mais forte e rápido ainda.
- Toma rabuda, não era essa a vida que queria, agora você vai ter.
Quando pensei que ele ia gozar, ele tira o pau de dentro, espera alguns
instantes e mete de novo de uma vez, tirou de novo e meteu tudo de novo,
fez isso algumas vezes, pensei que ia ter uma troço de tanto tesão. Logo
ele se cansa disso, mete de vez e bomba forte até gozar.
- Cadelinha, você é gostosa d+, que tesão doido foi esse? Acho que nunca
gozei tão gostoso assim.
-Vamos tomar banho.
Levantamos, tomamos um maravilhoso banho junto, depois deitamos e dormimos
juntos.
Acordei com o meu telefone tocando, olhei e vi que era meu chefe, atendi.

- Alô Susan?!
- Sim.
- Susan desculpe lhe ligar durante suas férias, mas estamos precisando
urgente de você aqui. Pagaremos sua passagem de volta e lhe daremos dias
extras como uma forma de compensação.
Pensei, que droga, logo agora que estava tudo se encaixando. Mas também não
podia perder o emprego.
- Ok, assim que eu conseguir uma passagem retornarei.
- Obrigado Susan, até breve.
Desliguei o telefone chateada, mal tinha saído de férias e eles me ligam
pedindo p voltar. Ainda por cima, estava realizando meu sonho, havia
acabando de encontrar uma pessoa que se encaixava bem comigo em tudo.
Respirei fundo e virei para o lado, Peter me olhava esperando.
-Senhor, posso falar?
-Sim.
-Acho que meu amo escutou, meu chefe me ligou e preciso retornar urgente
para minha cidade. Quero sua permissão para retornar, pois preciso do
emprego e assim que puder retorno para meu amado dono.

Peter fez cara de quem não gostou e não respondeu. Levantou e saiu do
quarto.
Levantei e o segui. Ele sentou no sofá e ligou a tv. Sentei sobre os
joelhos no chão ao lado dele, aguardando sua resposta.
Depois de algum tempo ele respondeu:
- Vai voltar sob algumas condições.
Fiz com a cabeça um sinal que concordava.
- Tem que me deixar todos os seus endereços, números de telefones, locais
onde costuma frequentar quando não está em casa ou no trabalho, quando eu
ligar tem que atender imediatamente, não me interessa onde esteja.
- Sim meu Senhor. Posso ligar para a empresa aérea?
Ele me entregou o telefone, liguei, havia lugar disponível apenas no voo do
dia seguinte. Marquei e avisei na empresa, mandariam um motorista me buscar
no aeroporto.

Passamos o resto dia transando, de todas as formas possíveis, ele só fodia
meu cu e metia os dedos em minha buceta, porque eu já não aguentava mais
que ela ficasse vazia.
No dia seguinte perto do horário do voo me arrumei, vesti uma faixa branca
transparente para cobrir os seios, micro saia amarela, bem justa
transparente, não coloquei calcinha, estava muito esfolada e não
conseguiria vestir nada, além disso se me dono me quisesse tinha que estar
livre para ele me foder,coloquei os saltos altos que ele adora. Entramos no
carro, sentei com as pernas um pouco abertas, Peter logo puxou minha perna
para que ficasse bem aberta, durante o percurso ele metia os dedos me
masturbando. Chegando ao hotel, peguei minhas coisas, deixei a roupa que
retornaria na viagem na bolsa, encerrei a conta e retornei para o carro.
Sentei com as pernas bem abertas, para agradá-lo. Faltava muito tempo ainda
para meu vôo, ele me levou para um lugar deserto me mandou chupá-lo, fiz,
logo começou a foder com a minha boca até engasgar, fez várias vezes, gozou
em minha boca e me fez engolir, depois chupei novamente para ficar duro e
ele foder com o meu cuzinho, meteu gostoso, doía um pouco mais mesmo assim
ela muito gostoso, meteu os dedos em minha buceta e gozamos juntos.

- Cadelinha, essa foi nossa despedida, logo vamos continuar tenho muitas
coisas para te apresentar.
- Meu amo quero continuar a lhe servir, juro que logo retornarei.
- Troque de roupa. Fiz o que ele disse.
Não gostei de me ver naquela roupa comportada. Senti como se estivesse
vestindo uma fantasia, aquela não era eu. Mas representava a realidade.
Fomos em silêncio até o aeroporto, ele segurava minha mão o tempo todo.
Estacionou o carro e ficou comigo até o momento do embarque.
- Cadelinha me ligue assim que chegar. Beijamos-nos, ficamos abraçados por
um longo tempo, ao sair percebi que havia lágrimas não só em meus olhos,
mas nos dele também. Entrei no avião em direção a realidade triste.

Segredos de uma mulher casada

As coisas acontecem, a gente nem sempre consegue entender por que.
Eu, uma mulher casada, bem resolvida, um bom marido, filhos adolescentes, mas ajuizados, enfim, uma vida que não poderia ser melhor. Aliás, a vida da gente, boa ou má, só passa a ter uma definição mais correta quando você a compara. E comparar é muito fácil. A Aline, minha amiga, casada com o Douglas, tem uma vida bem diferente da minha. O Douglas apesar de tratá-la bem, vive dando em cima das mulheres que aparecem. Aproveita de seu estilo brincalhão e aproveita-se disso. Não raro ouço a Aline reclamar de que ele a esta traindo. É apenas uma possibilidade, mas considerando o jeito do Douglas ser, pode muito bem ser verdade. Meu marido Claudio já se aborreceu com o Douglas. Um dia, em um churrasco, depois de beber muito, o Douglas disse ao Claudio que eu era uma mulher muito gostosa. O Claudio se aborreceu com isso, me preveniu sobre ele e daquele dia em diante eles esfriaram um pouco as suas relações, ao contrário de mim e da Aline, estávamos sempre juntas falando e comentando sobre as nossas vidas.
Um dia a Aline me chamou em sua casa para conversarmos. Quando cheguei encontrei minha amiga chorando copiosamente. Sem entender eu a abracei e quis saber a razão de tanta tristeza. Ela passou para mim um bilhete que havia encontrado no bolso da calça do Douglas em que uma tal de Vera comentava sobre seus encontros com Douglas e pedia para que ele a encontrasse mais vezes na semana.
Se até então havia alguma dúvida quanto à fidelidade do Douglas, daquele momento em diante não havia mais. A Aline revoltada me confidenciou que iria dar um troco.
Semanas se passaram sem que se discutisse esse assunto. O Douglas nada comentou e a Aline passou esse tempo ausente justificando um aumento de seu trabalho.
Chegou o dia do aniversario do Douglas e a Aline convidou a todos para a festa que realizaria. Mesmo a contragosto Claudio aceitou e la fomos nós. A festa estava animada, muitas pessoas desconhecidas, alguns conhecidos nossos e assim íamos de canto em canto conversando e bebendo. Altas horas o Douglas já estava bem alto e cantava todas as mulheres que passavam perto dele. Dei por falta da Aline e com vontade de ir ao banheiro, subi as escadas e aproveitaria para ver se a Aline estava por lá. Quando me aproximei do quarto dela, ouvi uns sons estranhos e pé a pé aproximei-me da porta que estava entreaberta. O que vi me deixou atônita a Aline de costas, atrás dela um homem que não reconheci, a apertava fortemente e suas mãos levantavam seu vestido e massageavam sua buceta por cima da calcinha. A cena me fez molhar imediatamente. Seus gemidos contidos mostravam que ela estava gozando. Lançando-se para traz e beijava o homem que continuava com suas mãos na sua buceta. Meio desnorteada acabei batendo o cotovelo na porta e não consegui evitar que eles me vissem. Desci as escadas rapidamente e juntei-me ao meu marido. Sentia uma forte umidade a exalar de minha buceta.
No dia seguinte a Aline vem a minha casa. Um pouco sem jeito, me conta que conheceu o Aderbal em seu trabalho e que já vem mantendo relações com ele há algum tempo. Perguntei se não temia que o Douglas descobrisse. Fiquei espantada quando me diz que ele já sabia e admitia. Desde que ela descobriu o bilhete em seu bolso, fizeram um pacto onde cada um, mantendo as aparências, poderia ter a vida que quisesse. Fiquei estarrecida, mas ao mesmo tempo excitada. Mais calma a Aline passou então a contar a grande transformação que ocorrera em sua vida. O tesão que até nem mais sentia, era efervescente, e o sexo passou a ter uma importância em sua vida que nunca tivera antes, ajudando-a a ser mais feliz de uma maneira geral.
Num momento da sua conversa ela me diz sorrindo: “você tem que experimentar, tenho certeza de que vai gostar e nunca mais vai querer outra vida“ ralhei com ela; ora, como poderia viver com minha consciência indo para a cama com outro homem?? Ela então retruca, amor, isso passa!!!!
Essa conversa permaneceu muito tempo comigo, e não posso negar, ela me excitava. Com o passar do tempo, até pelo fato do Claudio não me procurar tanto, a idéia de dar a um outro homem começou a ter algum sentido.
Certa vez, ao sair do meu trabalho, eis que me encontro com a Aline saindo também do seu. Como começava a chover, ela me convidou a dar uma paradinha num barzinho para tomarmos um chopinho enquanto a chuva não passava. Mal nos sentamos ela avista em uma mesa próxima um homem que lhe sorri. Ela retribui o sorriso e o homem se aproxima da mesa. Incomodada cutuco-a por baixo da mesa. Ela fazendo de conta que não percebe, levanta-se da um selinho e um abraço nesse homem, em seguida me apresenta, seu nome é Rodrigo e se conheceram há algumas semanas atrás. Ela o convida a sentar e começamos a conversar animadamente. Meu marido me chama ao celular e lhe digo que estou esperando a chuva passar para ir embora, ele me avisa que esta em uma reunião e que não teria horário para chegar em casa. Volto a prestar atenção na conversa e percebo que o Rodrigo encostou-se mais na Aline, podia até perceber que ele passava as mãos em suas coxas por baixo da mesa. Subitamente um homem se aproxima da mesa. Alto, moreno, sorriso encantador se dirige ao Rodrigo que ao vê-lo, levanta-se e o abraça efusivamente. Ele é então apresentado, seu nome é Sidney e são amigos de infância. Convidado a sentar, Sidney começa a falar de sua vida, de sua família, é casado, tem filhos também adolescentes mas passa por uma fase ruim em seu casamento. Revela-se carente. Conversa vai conversa vem, percebo que o Sidney se aproxima um pouco mais de mim. Mesmo mais altinha por conta dos chopinhos, percebo que ele toca sua perna na minha perna. Mantenho a aparência e me afasto de seus toques, ele então se aproxima mais e me toca novamente. Já começo a ficar com raiva de sua insistência, mas inegavelmente, começo a me excitar também. A Aline então levanta para dançar. Sidney me convida e fico na duvida se devo ou não, mas, como a chuva insistia em continuar, penso que uma dança não seria problema. Quando nos juntamos na pista, Sidney me enlaçou a cintura e encostou seu corpo no meu e seu rosto em meu pescoço. Suas mãos perto da minha bunda, seu pinto duro na direção de minha buceta e seus lábios roçando meu pescoço começaram a me levar às alturas e todas as minhas resistências começaram a ser minadas. Acho que ele percebeu minha respiração entrecortada, e suavemente virou o meu rosto e me deu beijo nos lábios… acho que eu os abri porque quando percebi, sua língua já se apoderava de minha boca. Senti que cheguei a um ponto de difícil retorno…
Ali estava eu, uma mulher bem casada, resolvida, a beira de cometer minha primeira infidelidade. Meio tonta, sem nenhuma resistência, me vi sendo levada para um canto mais ermo do bar, uma porta se abriu e entramos numa espécie de quartinho bem arrumado. Uma luz tênue iluminava o ambiente criando uma atmosfera de luxuria. Fui agarrada, uma vez mais, seus lábios tocaram os meus e enquanto sua língua passeava em minha boca, suas mãos febrilmente desabotoava meu soutiem. Ao surgirem meus seios, duros pelo extremo tesão, ele se pôs a beijá-los, lambe-los e suas mãos não paravam, puxavam agora a minha saia para baixo e de repente, eu estava deitada de calcinha apenas, com as pernas abertas e uma boca a sorver meu clitóris esfomeadamente. Fui às estrelas! Nunca havia sentido tal sensação! Acho que o clima do proibido e a presença máscula de um outro homem despertaram uma puta que eu mesma desconhecia existir.
Em alguns instantes senti uma cabeçorra de pica forçar a entrada de minha buceta, já não escondia meus gemidos que mais pareciam urros, senti milímetro a milímetro aquele pau enorme avançar pela minha estreita buceta, gozei, gozei, gozei, não sei quantas vezes, e atordoada pelos intensos gozos, me vi de bruços e senti aquele maravilhoso pinto vencendo as resistências de meu cuzinho tão pouco explorado. Não sei quanto tempo ficamos até porque perdi a noção do tempo.
Senti-me ao final abraçada a aquele macho que repousava sobre mim, uma paz há muito tempo não sentida. Sentimentos de vergonha tentaram se insinuar mas o prazer que acabara de viver era maior. Fui enlaçada pela cintura e levada a um pequeno banheiro onde havia um chuveiro. Debaixo de uma água morna senti novamente seu pinto crescer e ali mesmo virei-me para que ele me penetrasse onde desejasse. Ele gostou de meu cuzinho e estimulado pela água que descia facilitando a penetração, iniciou um vigoroso movimento de vai e vem que eu desejava nunca terminar. Senti quando suas golfadas de gozo entraram em meu reto, era uma sensação de prazer imensurável, seu semem alisava meu cuzinho que permaneceu em contração depois que aquele pinto saiu.
Tomamos mais um banho, nos vestimos e rapidamente voltamos a nossa mesa. Aline já estava lá e com um sorriso maroto, percebeu o que eu acabara de viver.
Temíamos que pudesse haver alguém que me conhecesse, assim mantivemos as aparências mas sentados colados um ao outro, não podíamos evitar as mãos se tocando, e meu desejo se reacendendo.
Olhando o relógio me assustei, era muito tarde e a chuva havia passado.
Gentilmente Rodrigo ofereceu-nos uma carona. Sentada no banco traseiro com o Sidney, tendo os olhares complacentes da Aline que se esbaldava com o Rodrigo no banco dianteiro, deixei de lado os meus pudores e me entreguei as caricias daquele moreno maravilhoso que me fez sentir uma verdadeira mulher.
Fomos deixadas nas proximidades de casa, nos despedimos efusivamente sem promessas de reencontros, mas o clima que ficou, deixou a certeza de que eu estava apenas me iniciando nesse maravilhoso universo do prazer sexual.

Meu marido chegou em casa quando eu já dormia e assim não comentamos nada sobre o nosso dia.
Dia seguinte era final de semana e o Claudio tinha um convite para ir à casa de seu chefe de trabalho. Era um churrasco em uma chácara numa cidade próxima da nossa. E lá fomos nós.
Chegando, quase todos os colegas do Claudio vieram me cumprimentar, e alguns, pela amizade e intimidade, comentavam que eu estava linda! Tinha escolhido um shortinho branco, justo, que realçava as minhas formas, Claudio não se importava de me ver com roupas mais sensuais.
Os homens se juntaram e formaram grupos, uns foram fazer uma pelada e outros jogar truco. Eu estava um pouco deslocada porque não conhecia bem as mulheres presentes, de qualquer forma procurei me juntar a um grupo que estava na beira da piscina.
As conversas frívolas foram me entendiando e justificando um mal estar saí para tomar um pouco de ar.
A Marlene, esposa do Rafael, dono da festa, havia se mostrado ser uma pessoa alegre e envolvente. Me viu parada perto de um caramanchão e me chamou para ajudá-la na cozinha. Estávamos nós duas preparando o almoço quando o Rafael entrou. Beijou vorazmente sua mulher Marlene e em seguida se dirigiu a mim enaltecendo minha beleza. Pediu-me então que o autorizasse a me dar um abraço. Estranhei, olhei para a Marlene que ria muito e deixei. Ele veio de frente me apertou fortemente, senti suas mãos massagearem minha bunda e devo ter ficado vermelha porque a Marlene em seguida pediu-me para não se acanhar, Rafael era assim mesmo.
O que poderia eu dizer ou fazer? Nada. Mas aquele abraço acendeu novamente a minha chama de puta. Se olhassem mais de perto poderiam ver que a minha bermuda teria uma certa umidade…. Daquele momento em diante, sempre que entrava na cozinha, Rafael não perdia tempo, me abraçava intensamente, e num dado momento, como eu estava de costas, ele simplesmente se encaixou em minha bunda, enlaçou-me a barriga e beijou varias vezes meu pescoço… com a Marlene ao lado senti que iria desfalecer. Marlene percebendo meu transe, pegou em minha mão e me levou ao seu quarto. Ligou o ar condicionado, tirou a minha blusa, o meu shortinho e pediu para que relaxasse. Fiquei preocupada com a possibilidade de Rafael entrar mas ela me tranqüilizou pois todos estava muito eufóricos jogando bola ou truco.
Adormeci, e de repente sinto alguém deitando ao meu lado. Imaginei que Claudio por ter bebido demais, estaria vindo fazer-me companhia. Senti que se encostou em mim, mãos avançaram em minha frente e penetraram em minha calcinha descendo até minha rachinha. Gemi imediatamente e abri as pernas permitindo com que dedos ágeis penetrassem minha buceta. De repente percebo que as mãos são mais peludas que as de meu marido e olhando surpresa vejo o Rafael tendo a Marlene ao seu lado sorrindo meigamente para mim.
Não acreditei no que estava acontecendo. Rafael me bolinava enquanto a Marlene tirava a roupa. Rafael baixou minha calcinha e mamava nos meus seios. Marlene deitou-se com a boca em minha buceta e começou a chupar de uma forma tal que meu corpo irradiava eletricidade. Meu corpo começou a ter movimentos independentes eu não conseguia pensar em nada, eu só queria mais e mais.
Depois que a Marlene chupou minha buceta, Rafael veio por cima de mim, ela pegou o seu pinto, dirigiu para a minha buceta e num único movimento, ele atolou totalmente o seu pau fazendo-me dar um grito abafado. Eu estava numa posição de frango assado, com as pernas todas para cima, seu pinto socava profundamente a minha buceta e meu cú ficava a mostra, foi nele que a Marlene se concentrou e começou a beija-lo, enfiar a língua, um dedo, dois dedos, três dedos, senti meu cu sendo alargado e a sensação somada ao pinto que socava minha buceta levava-me ao paraíso.
A mão da Marlene pega o pinto do Rafael e dirige para o meu cu. Novamente ele exerce força total e num único movimento recebo todo aquele pinto em meu reto, era prazer demais para mim.
Permanecemos não sei quanto tempo fodendo. Rafael mostrou sua virilidade comendo a Marlene e eu, num gesto de agradecimento, chupei-a toda e durante a penetração do Rafael, bolinei o cuzinho da Marlene fazendo-a gozar seguidamente.
Tomamos banho e estratégicamente saí com a Marlene do quarto me juntando ao meu marido que brigava no jogo de truco.
Rafael se encontrou conosco como se há muito não nos via.
Pela segunda vez, eu, uma mulher casada, sem neuras, havia me entregado aos prazeres da carne e o melhor, havia adorado.
Desta vez meu sentimento de culpa foi muito menor, estava começando a gostar de trair meu marido, de provar outros pintos e bucetas.
Estava encontrando minha verdadeira vocação.
Eu estava realizando novas descobertas e a minha vida começava a ter novos contornos. Passei a desejar mais sexo, o que não era necessariamente a vontade de Claudio, passei a olhar os homens com mais desejo e passei a freqüentar a casa de Aline muito mais.
Temia que Claudio pudesse desconfiar de alguma coisa, por isso não queria envolvimentos com ninguém, se as coisas acontecessem, aconteceriam e ponto final, não tinha pretensão de repetir o mesmo prato.
A verdade é que essas duas infidelidades me mostraram um contexto que eu não conhecia. Eu não tinha noção do potencial do meu corpo. Não conhecia o quanto de prazer poderia ser obtido numa relação sexual intensa. As experiências me mostraram que se em casa não fosse atendida mais intensamente pelo Claudio, teria que procurar outras formas de buscar prazer.
E foi assim que em um certo dia, ao sair para almoçar com o meu marido, conheci o seu chefe que estava de passagem por nossa cidade. Ele um homem maduro, culto, beirando os 60 anos, mas ainda bonito, corpo atlético do tipo que adora fazer exercícios.
Em nossa conversa ele veio a saber que eu trabalhava em uma agencia de viagens e que em algumas circunstancias especiais, era requisitada para ser a cicerone de alguns grupos de turistas que desejavam conhecer a nossa cidade. A impressão que o chefe de meu marido, Alberto teve de nossa cidade foi muito boa e gostaria de poder conhecê-la melhor quando voltasse para cá no próximo mês. Na brincadeira meu marido querendo fazer média disse a ele que se quisesse, eu poderia acompanhá-lo mostrando o que desejasse conhecer em nossa cidade.
Confesso que fiquei preocupada. Eu era cicerone de grupos de terceira idade onde o nível de exigência é menor. Daí apresentar a cidade a alguém com a importância que Alberto tinha, não seria fácil. De qualquer forma com certeza Claudio nos acompanharia o que me daria mais tranqüilidade.
E o mês passou e Alberto voltou. Marcado o dia para o tour, eis que sou surpreendida pela noticia de que meu marido teria que ir à Matriz participar de um processo que poderia proporcionar uma ascensão profissional. O convite de Alberto deixou meu marido felicíssimo, mas eu fiquei muito preocupada pela responsabilidade que passaria a ter.
Mas, como era inevitável, nos sentamos para compor o roteiro do tour. Alberto pergunta a Claudio se ele teria alguma restrição em eu apresentar também, locais noturnos para jantar e dançar. Inebriado pelo convite de viagem à matriz e pela perspectiva de promoção, Claudio não fez nenhuma restrição.
Sexta feira pela manhã, um taxi me apanha em casa às 10h da manhã. Era Alberto que conforme programado, iria iniciar o tour pela cidade. Levei-o a diversos locais, no mirante onde se descortinava uma linda vista das montanhas, nas ruínas do mausoléu, em acervos históricos, em áreas tombadas, enfim, andamos pela manhã inteira. Alberto se comportou como uma criança, ficava atento as explicações que eu dava e acho que instintivamente, demonstrando alegria, me tocava, ora no braço, ora no ombro, ora na barriga, ora na bunda, sempre de forma muito ocasional. Paramos para almoçar. Foi nesse instante que ele começou a demonstrar que não iria ficar apenas na apresentação de locais, eu certamente fazia parte dos locais que ele gostaria de descobrir… Pensei comigo, como poderia transar com o chefe de meu marido?? Como ficaríamos depois??? Por outro lado, se ele forçasse comigo e eu não aceitasse, será que a promoção de meu marido sairia ainda assim?
E nessa duvida encerramos a primeira parte do nosso tour, ele me deixou em casa para me trocar para podermos ir jantar e conhecer alguns lugares noturnos.
Chegando em casa meu marido me liga dizendo que já estava na matriz e que o dia tinha sido muito produtivo, e que no dia seguinte iniciaria a primeira fase dos testes. Testes que terminariam apenas no domingo.
Dez horas, Alberto passa para me apanhar num lindo carro. Ele alugara um carro para nos dar mais liberdade. Ao entrar ele me olha como que hipnotizado e vendo minhas pernas roliças mal cobertas por uma saia curta, diz: meu Deus, como você é linda! Eu quero fazer desta noite uma noite inesquecível para nós dois, e falando isso, lançou-se em minha direção e antes que eu esboçasse qualquer reação, segurou meu rosto e me deu um beijo intenso, me fez abrir a boca e senti sua língua descontrolada dentro de mim… pronto, lá estava eu novamente, sem defesa, à mercê de um novo homem, cheiroso, que começava a me proporcionar um prazer só conhecido recentemente.
Nosso tour noturno se resumiu a uma boate onde dançamos agarradinhos e aproveitando a escuridão do lugar nos beijamos o tempo todo. Suas mãos alisavam minha bunda e forçavam-me a apertar os seu pinto duríssimo. Decidimos sair dali e rumamos para um motel.
Mas nem acabei de entrar no quarto quando fui agarrada e jogada na cama com alguma violência. Me assustei mas Alberto em seguida se aninhou em meus seios chupando-os com volúpia e reduzindo as minhas forças. De repente ele me dá um tapa no rosto que me fez dar um grito de dor, em seguida tampou minha boca com sua mão e me disse que eu iria ter com ele um prazer que nunca havia tido com homem algum. Queria correr, estava morrendo de medo, mas também me dei conta que a violência que estava recebendo estava me dando um tesão inacreditável. Ele então tirando-me toda a roupa, pediu-me que colocasse uma venda em meu rosto. De novo fiquei assustada, mas ele calmamente me tranqüilizou, disse que nada faria que eu não quisesse. Aceitei, coloquei a venda e deitei-me nua de barriga para baixo naquela cama macia. Os meus sentidos eram todos alertas. Tentava imaginar o que estava acontecendo e nesse exato momento, senti uma palmada em minha bunda. A primeira doeu muito, a segunda um pouco menos a terceira menos e a partir da quarta eu já senti que estava gozando sem ter qualquer contato com o seu pinto, gozava das palmadas que recebia. Em seguida senti sua língua penetrando meu cú, ela entrava e saia me causando um frisson maravilhoso, após alguns instantes sinto Alberto em cima de mim, seu pinto em meu rego, ele ajeita, poe a cabeça no meu cu e força, seu pau é grosso e longo, sinto as pregas se romperem e o pau começa a deslizar para dentro, acho que o motel inteiro ouviu meus gritos, gritos que foram dando vez a urros, urros de prazer, Alberto bombou meu cú por quase meia hora, gozei inúmeras vezes e acabei desfalecendo na cama.
Acordei com ele chupando minha buceta, ele tinha uma língua fantástica, prendia meu clitóris com os dentes, soltava-o e penetrava a língua, gozei de novo.
Ele então coloca seu pinto na entradinha da minha buceta e força, também aqui seu pinto me arrombava, num impulso, seu pinto entrou todinho, senti as bolas de seu saco na minha pele, ele então ficou imóvel dentro de mim. Em meu ouvido ele disse que iria tirar a camisinha porque queria gozar dentro de mim. Tudo foi muito rápido, quando percebi ele já estava sem camisinha bombando minha buceta, e cá entre nós, é muito mais gostoso você sentir um pinto escorregando pelas paredes de sua buceta sem camisinha não é mesmo?
Alberto me comeu por quase uma hora. Eu não agüentava mais gozar.
Levantamos, tomamos um banho, pegamos o carro e ele me levou em casa. Chegando me pediu para entrar. Disse-lhe que ficaria mal, os vizinhos poderiam ver e as conversas poderiam surgir. Ele sugeriu então deitar-se no banco traseiro do carro e eu entraria com ele na garagem, lá dentro ninguém nos notaria.
Eu estava afim de transar a noite inteira com aquele macho, além do mais, minha filha e meu filho não estavam em casa, assim, tudo estava favorável.
E foi desse jeito. Entramos em casa e você nem imagina, Alberto me pegou no colo e tal qual casadinhos de novo fui levada ao meu quarto onde ele delicadamente me depositou na cama.
Claudio parecia nos observar do porta retrato no criado-mudo.
Tomei consciência de que estava me aventurando em uma situação de grande risco. Além de estar me entregando a um outro homem, esse homem era chefe de meu marido e estávamos nos amando em minha casa, na cama em que dormia com meu marido.
O tesão era imenso por isso os riscos começaram a perder sua importância, afinal la estava eu, deitada em minha cama, tendo as minhas roupas suavemente retiradas por um homem intenso que sabia amar como ninguém. Abaixei o retrato de Claudio no criado-mudo e me senti mais liberada.
Alberto deitou-se ao meu lado e começou a alisar-me, suas mãos grossas passando pelo bico dos meus seios, descendo pela barriga, passando pelo umbigo e chegando ao meu monte de Venus me causavam um intenso frisson. Eu estava toda arrepiada e Alberto se divertia com isso. Ele então me conduziu lentamente até seu pinto que estava duro que nem um pau e me fez beijá-lo. Admirei aquele lindo falo e mergulhei nele, chupei-o vorazmente. Ele era muito grosso e longo, ainda assim tentei introduzi-lo totalmente em minha garganta, apesar de sentir uma espécie de afogamento, aquele pau mexia com as minhas amídalas e me proporcionava um enorme tesão. Pela primeira vez senti um gosto de esperma na boca e na garganta, quando percebi que ele ia gozar tentei tirar a boca, mas ele reteve minha cabeça me obrigado a receber jatos e mais jatos de porra quente até então nunca provados. Meu marido era muito higiênico e não gostava de me ver chupando seu pau. A quantidade de porra de Alberto quase me fez engasgar, mas, no clima que eu estava, degustei aquela substancia branca, densa e acabei gostando de seu sabor. Alberto vendo que escorria porra de minha boca veio beijar-me e sorveu também uma parte de sua própria porra.
Ai foi a vez de Alberto me levar as nuvens. Ele acomodou-se no meio de minhas pernas, abriu-as bem e começou um movimento de língua ao redor da minha buceta que me fazia jorrar um líquido que Alberto satisfeito sorvia. Em um dado momento senti que algo me penetrava, estranhei já que Alberto continuava com seus lábios em minha buceta, levantei-me e pude ver um enorme penis preto de borracha, o dobro do pinto de Alberto, ele forçava a entrada e minha buceta tinha que se dilatar toda para poder receber aquele imenso falo. Adorei a novidade e me entreguei as suas caricias. Farta de gozar, vejo Alberto levantando as minhas pernas deixando o meu cuzinho totalmente exposto. Temi não agüentar, mas não deu tempo, Alberto enfiou o penis preto na boca molhando-o totalmente e o introduziu em meu cu, dei um grito que deve ter acordado a vizinhança e mais quem estivesse por perto, mas agüentei e Alberto desceu minhas pernas ainda com o falo no meu cu e enfiou seu pinto em minha buceta, senti por dentro dois falos a me invadirem, não sei descrever as sensações, mas posso assegurar que foram únicas, era a minha primeira vez de dupla penetração e eu estava adorando.
De repente a porta do meu quarto é aberta e sem que eu pudesse imaginar, minha filha Fátima entra em meu quarto e me vê com um pinto enorme em minha buceta, um outro em meu cu e um homem que não era o seu pai sobre mim beijando-me sofregadamente.
Eu não sabia o que fazer.
Alberto não sabia o que fazer.
Eu não considerei em nenhum momento que minha filha pudesse estar em casa, afinal ela havia me pedido para ir à fazenda com seu noivo e só retornaria no domingo ou segunda, algo tinha acontecido para ela retornar mais cedo.
Ela sai apressadamente do quarto, sem nada falar, afinal o que falar?
Alberto sai de cima de mim, tira o falo de meu cu e nos sentamos na beira da cama imaginando o que fazer.
Peço para que ele me espere, ponho um roupão e vou até o quarto de minha filha, lá eu a encontro em prantos. Aproximo-me, abraço-a e sem nenhuma palavra, beijo seu rosto e faço-lhe carinhos. Passados alguns minutos, ela me olha e pergunta: por quê??? Eu não tenho palavras, só me resta explicar que foi um momento de fraqueza, a necessidade de ter uma relação sexual mais intensa, a descoberta que tive do quanto ainda tenho para dar e receber. Fátima que acabara de completar 18 anos, tentava entender tudo o que aconteceu.
Contou-me então que havia brigado com seu noivo. Ele tinha bolinado com ela o tempo todo e quando ela esperava que ele pudesse fazê-la feliz, afinal ainda era virgem, ele decidiu ir dormir dizendo que preferia esperar a lua de mel em seu casamento.
Ela ficou muito revoltada com o noivo pois sabia que ele se satisfazia batendo punheta ou saindo com amigas que lhe ofereciam sem compromisso enquanto ela, ainda virgem, não tinha muitas opções de gozar. O silencio se fez no quarto. Enxugando as lágrimas Fátima me olha nos olhos e diz: eu quero que o homem que esta em seu quarto me coma agora, eu quero perder a virgindade hoje! Achei um absurdo ainda que entendesse sua carência, mas, e seu noivo? Como ele reagiria caso percebesse que ela não era mais virgem? Ela me responde que com ele ela resolveria. Fiquei sem palavras… A proposta da Fátima trazia também o seu preço do silencio. O silencio de não dizer nada ao seu pai.
Pedi para aguardar e retornei ao meu quarto. Contei ao Alberto todo o acontecido e a expectativa de minha filha. É lógico. Alberto se sentiu um rei, um imperador, imagine, estaria comendo mãe e filha e ainda por cima sendo o primeiro homem da Fátima!!!
Pedi que fosse carinhoso e não forçasse a barra no que é claro, consentiu.
Chamo e Fátima adentra ao quarto, esboça alguma timidez e deixa-se mostrar por entre o fino tecido de um robe de seda. Ela vem e senta-se na beirada da cama, sento-me ao seu lado e libero Alberto para se aproximar. Ele pega docemente suas mãozinhas e a levanta. Tira seu robe e surge diante dele um corpo escultural jovem, energizado, tira seu soutiem e dois seios do tamanho de uma maçã surgem imponentes, senta-se e abaixa a sua calcinha surgindo uma buceta linda, com penugens claras e uma testa proeminente. Ele a deita carinhosamente ainda com as pernas para fora da cama. Ajoelha-se e começa a lamber a buceta de minha filha languidamente. Passo as mãos em seu rosto que esta com os olhos fechados, a boca entreaberta deixa passar murmúrios de prazer, prazer que ela esta sentindo pela primeira vez….
E estava eu ali, sentada ao lado de minha filha Fátima, ela deitada com as pernas para fora da cama, de olhos fechados e saboreando as sensações que um homem pode proporcionar quando acaricia a nossa buceta. Ela esta tendo a sua primeira experiência e as sensações até então desconhecidas a faziam gemer, ronronar, soluçar. Eu nunca me imaginei numa situação destas, por mais liberal que me considerava ser, imaginar que um dia estaria ao lado de minha filha assistindo a sua transformação para mulher certamente não tinha essa consciência, mas, eis-me ali.
Um sentimento materno se apoderou de mim e me senti no dever de transformar aquele momento no melhor momento da minha filha, e, inebriada pelo clima e pelo odor de sexo que exalava fortemente, me senti no desejo de acariciá-la também. Segurei seus pequeninos seios e os beijei um a um demoradamente. Alberto continuava a se deliciar com a grutinha virgem de minha filha, seus lábios colados nos lábios vaginais exprimiam “snecks” de puro prazer. Fátima se contorcia, tremia muito ao anunciar um gozo próximo, e ao te-lo, desfalecia. Eu estava muito encorajada pela situação, beijava os seus seios, beijava os seus lábios, trocávamos saliva febrilmente, insanamente.
E foram longos os minutos, as horas que precederam o grande momento de minha filha. Estávamos preparando-a para seu desvirginamento. Lembrei-me do meu. Foi ruim. Não foi um momento de amor, de carinho, de afeto, meu namoradinho afoito, deitou-me no piso frio de seu quarto e sem nenhuma preparação, enterrou seu pinto em minha bucetinha, lembro-me que doeu muito, sangrou muito e por muito tempo não quis ter nenhuma nova relação sexual. O trauma foi intenso. Muito tempo depois, muitos namorados depois, surgiu um que conseguiu derrubar as minhas defesas e me fez muito feliz, foi um momento de resgate da verdadeira razão de uma relação com afeto, por isso, eu ali naquele momento, ainda que transgredindo as regras sociais, entendi que participando ativamente do processo, poderia desde já proporcionar a minha filha o verdadeiro prazer do sexo sem culpa, sem dor e sem medo.
Ela então pega nas mãos de Alberto e o puxa para cima de si desejando a penetração. Alberto consciente da importância daquele momento deita-se de costas e pede que Fátima venha por cima, ela poderia assim controlar melhor a penetração e a dor que pudesse sentir. Antes, Alberto pede-me que o chupe, preparando-o para o grande momento. Faço minha filha ficar ao seu lado e debruçando sobre aquele enorme penis, faço-o sumir inteiramente em minha boca. Sinto que esta na garganta dificultando a respiração, tiro, respiro e novamente eu o introduzi inteiramente, meus lábios estão colados aos pentelhos de Alberto, faço movimentos circulares elevando seus gemidos. Fátima ao meu lado apenas observa mas vejo em seus olhos vontade de também chupar aquele pau. Convido-a para experimentar e vejo então aquela boquinha suave, lábios róseos abrirem-se descomunalmente para dar entrada daquele pinto grosso e longo que Alberto tinha.
Deixei-a ficar por alguns minutos e extremamente excitada, já totalmente molhada, conduzo-a com suas perninhas abertas em direção ao pinto que reclamava sexo. Ajudei-a a colocar na entrada e sugeri que fizesse balanços laterais e também para cima e para baixo suavemente. A expectativa da penetração era tão grande, tão intensa que Fátima não agüentou muito tempo, deu um grito agudo e forçou abruptamente seu corpo para baixo rompendo de vez o selo que a separava do mundo carnal.
Foram muitas estocadas, ela sentia e manifestava o sentimento do prazer que experimentava, gritava, chorava, rangia os dentes e por muito tempo saboreou aquela pica até sua total extenuação. Caiu de lado e adormeceu. Alberto não tinha gozado e então tomei o lugar de Fátima e tornei a experimentar as delicias daquele falo que me completava inteiramente, eu o sentia no útero, seu gozo poderia ser esguichado diretamente para dentro de meus ovários o que aumentava meu tesão e minha felicidade.
Gozei varias vezes, Alberto também gozou.. Saímos silenciosamente da cama, cobrimos Fátima e fomos para o banheiro tomar uma boa ducha.
Na sala tomando uma cervejinha gelada, abraçada a ele, me dei conta que já não tinha mais a mesma vida que tinha antes de conhecer Aline. Ela acabou sendo a pessoa que me facilitou conhecer um mundo que até então não conhecia. Eu, mulher casada, com uma vida normal, um marido amigo e bom amante, filhos adolescentes mas ajuizados, era naquele momento o estereótipo de uma puta, uma mulher que sem pudores, se entregava a homens que soubessem seduzi-la e Alberto era um deles.
Mais tarde Fátima acordou e veio ao nosso encontro, aproximou-se de Alberto o abraçou e beijou. Olhou-me com uma carinha de quero mais pegou suas mãos e o levou para seu quarto. Experimentava ali uma sensação tremendamente estranha. Minha filha, acabava de tomar meu amante de mim! Ela logo volta e sem dizer nada me pega pelas mãos e me leva também ao seu quarto. Entramos, ela fecha a porta, me conduz para a cama onde Alberto já está nu. Ela então assume o comando. Tira minha roupa, faz-me deitar ao lado de Alberto e mergulha sua boquinha naquele pauzão, sorvendo-o. Dava ali demonstração que aprendera rapidamente como fazer um homem gemer sem sentir dor… Eu via tudo isso com muito tesão e não quis ficar parada, fui por detrás dela e encostei meus lábios em sua buceta começando movimentos circulares que a faziam gemer. Para sentir melhor a sensação, tocava meu grelo fazendo-me sentir os prazeres que ambos estavam tendo.
Alberto levanta-se, a deita levanta suas pernas, aponta seu cacete e o enterra fortemente fazendo-a soluçar. Movimentos frenéticos de vai e vem a levam ao gozo diversas vezes. Foram horas e horas de sexo intenso e terminamos com Alberto comendo meu cuzinho e criando na Fátima o desejo de também provar…

Era tarde da noite de um sábado que seria inesquecível para mim e para Fátima. Estávamos todos nós, ao menos naquele momento saciados, mas tínhamos fome. Alberto nos convida para jantar, nos aprontamos e tal qual chegou, ele deitou-se no banco traseiro do carro e saímos rumo ao prazer do bom comer. Fechamos a noite com chave de ouro. Jantamos, depois fomos a uma boate onde Alberto pode dançar comigo e com Fátima, é claro, nos dominou completamente transformando-se em nosso mestre. De madrugada ele nos deixou em casa e foi para o hotel, Claudio chegaria na tarde daquele domingo. Pela primeira vez eu estava a sós com minha filha e pudemos conversar sem neuras sobre sexualidade, fidelidade, tesão, assuntos que eu muito pouco tratava com minha filha. Tal qual eu, Fátima conheceu um mundo novo. Ela por nunca ter tido a oportunidade e eu por nunca ter sentido sensações tão extremas como as que vinha sentindo. A alegria, porém não era total, tínhamos consciência de que estávamos cometendo um grave erro com Claudio e sinceramente, apesar desse sentimento, o prazer que o sexo estava me proporcionando, impedia-me de pensar em qualquer solução que me tirasse deste prazer. Domingo pela manhã toca o telefone, é Claudio, ele lamenta, mas não poderá vir embora hoje, isto porque a agenda do curso não havia sido concluída, apenas na segunda ou terça feira ele se encerraria. A frustração inicial deu lugar à perspectiva de novamente nos encontrarmos com Alberto, até porque poderia também postergar seu retorno á matriz. Quando lhe ligamos ele vibrou de alegria e disse que conseguiria transferir seu retorno para segunda feira à tarde, nos reservando o domingo e manha de segunda. Ficamos todos felizes, combinamos então que ele nos apanharia por volta das 10 horas para aloucarmos. Exatamente às 10 horas Alberto chega. Entramos em seu carro e partimos. Ele nos cumprimenta discretamente e sugere que teremos uma agradável surpresa. Ficamos curiosas, mas diante de seu silencio, resolvemos aguardar. Ele pega a rodovia e seguimos em direção à surpresa. Sentada ao seu lado ele me puxa para perto de si, me aproximo e ele levanta meu vestido. Fico intranqüila, afinal qualquer pessoa em outro veículo poderia ver-nos, ele sorri e levanta totalmente meu vestido deixando-me de calcinha e sutiã. Com algum esforço, ele desabotoa meu sutiã e deixa meus seios saltarem volumosos, em seguida força-me a levantar e puxa minha calcinha para baixo, estou nua !! e curiosamente isso está me dando um prazer enorme. Começo a me perceber exibicionista, olho para Fátima que fica sem entender o que está acontecendo, mas seguros com os vidros escuros, ela se tranqüiliza mesmo percebendo que eu estou completamente nua. Mas Alberto ao ultrapassar um ônibus, abaixa meu vidro e emparelhando permite com os passageiros do ônibus me vejam pelada!!

A gritaria é geral, o motorista do ônibus buzina, os passageiros assobiam, gritam, me chamam de puta gostosa, tesão, e eu me vejo adorando tudo aquilo, amei ser desejada. Acabava de descobrir uma nova alternativa de prazer… exibir-me… Seguimos cantando o resto do caminho quando então Alberto saí da estrada e após um pequeno trecho em terra chega a uma chácara de portões altos. Buzina, os portões se abrem e vejo um lugar paradisíaco. Folhagens de cores variadas contrastavam com flores de quaresmeiras, bromélias, dálias, rosas, e tantas outras flores lindas. Um casarão antigo mas muito bem conservado, uma piscina enorme de cor azul, muita gente, e…… pelados !!!!! Todos estavam pelados !!!! Fátima entra em pânico imaginando que terá que ficar sem roupa!!! Eu a acaricio e acalmo, você tem um corpo maravilhoso, não pode se envergonhar de ficar nua. Mal o carro para um casal se aproxima e cumprimentam Alberto. Reclamam por estar ainda vestido! Eu, já nua sou apresentada ao Hélio e a Sandra, casal que promove estas festinhas privadas. Fátima e Alberto são levados por Hélio na casa para tirarem suas roupas, eu fico conversando com Sandra. Aqui cabe um comentário, Sandra é uma mulher lindíssima, parece até uma modelo, coxas grossas, pentelhos bem fininhos aloirados, seios volumosos e duros, bunda enorme e sem estrias, toda lisinha e perfumada, causou a mim, também, uma impressão tesão enorme. Mas continuando ela explica que junto ao seu marido criaram um grupo de casais e admiradores que se reúnem periodicamente em lugares como aquele para a pratica do sexo sem remorso. São adeptos do swing. Por considerarem absolutamente normal este tipo de vida, em seu grupo tem além de suas irmãs e cunhadas, sua mãe e tia, ambas com 45 anos mas absolutamente maravilhosas. Ela me diz que em algum momento fará as apresentações mas que eu posso ficar à vontade, caminhar andar que ninguém vai querer me comer na marra, eu só vou dar para quem eu achar que devo dar, se houver química, se não houver, terei curtido o clima, o lugar, comido bem e bebido o que quisesse. A franqueza e a natureza fizeram o resto, senti-me livre, leve e solta. Vejo que Fátima se aproxima. Fico orgulhosa de ter produzido um ser humano tão bonito, de formas tão suaves, de meiguice incomparável, ela chega eu a abraço e dou um leve beijo em seus lábios no que sou correspondida, aquele cenário era simplesmente hipnotizador, nos fazia fazer coisas e mais coisas…. Decidimos ir para a piscina, o calor era intenso, o cheiro de churrasco tomava conta do ambiente e na piscina, vários casais já se amavam com absoluta tranqüilidade. Entramos e quase em seguida Alberto entra também, se aproxima de nós, me abraça pelas costas, seu pinto já duro espeta a minha bundinha… debruço-me sobre minha filha, abaixando mais meu tronco e deixo meu traseiro exposto aos olhares gulosos de Alberto, a água facilita a penetração e ele enterra seu pinto em meu cuzinho.

Começa a bombar fortemente, como estou apoiada na Fátima, faço-a ter também o movimento de vai-e-vem… olho em volta, ninguém dá a mínima pra gente, todo mundo se divertindo. Nisso Sandra se aproxima de nós, Alberto continua bombando, ela pega então as mãos de Fátima e a leva para um canto da piscina. Lá chegando percebo que está passando as mãos nos seus cabelos e descendo para seus seios, e para sua buceta, por ter um corpo maior, Fátima some á sua frente, vejo então Fátima galgando a piscina, sentando em sua beirada, e Sandra no meio de suas pernas, começa a chupá-la delicadamente. Estou urrando de prazer, ondas percorrem meu corpo como choques elétricos, as sensações físicas que tenho com o pinto de Alberto entrando e saindo de mim e também a cena erótica de Sandra e Fátima, fazem-me gozar deliciosamente. Alberto então me vira, com uma de suas mãos levanta minha perna, e com a outra mão direciona seu caralho para minha buceta, novamente a entrada é facilitada pela água, que delicia, aquele cacete que me completa, gostaria que nunca mais saísse de dentro de mim, se pudesse, naquele momento, gostaria de ter um outro enterrado em meu cuzinho….. Fátima e Sandra estão agora deitadas uma sobre a outra se beijando e se esfregando. Agora vejo Hélio abraçando Sandra e Fátima. Olho novamente e Hélio já está enterrado na bucetinha da Fátima, Sandra aproveita seu cuzinho exposto e o lambe provocadamente. Surge um bonito rapaz que abraça Sandra, mas ao olhar Fátima sobre o pinto de Hélio e com seu cuzinho à mostra, abaixa-se e vai realizar a primeira experiência de minha filha na arte anal. Peço a Alberto parar um pouco e presto atenção para ver se Fátima rejeita a situação para eu intervir! Mas o que vejo é Fátima abaixar seu tronco em direção ao Hélio favorecendo a penetração que começava. O rapaz depois que colocou a cabeçinha de seu pinto no cuzinho de minha filha, deu um tranco violento enterrando de uma só vez todo o seu pinto que não era pequeno. Fátima urrou. Hélio puxa seu rosto e a beija sofregadamente, ela aceita e corresponde, agora dois homens bombam cuzinho e buceta de minha filha. Alberto fica maravilhado, sorri para mim como se dissesse, vou querer também….

Domingo, eu e minha filha Fátima, aproveitando que meu marido continuava fazendo curso na matriz da empresa que trabalha, curtimos a companhia de seu chefe Alberto que nos transformou em suas escravas sexuais. A festa promovida por Helio e Sandra chega ao fim, rumamos eu Alberto e Fátima para casa, não sem antes passarmos num supermercado e comprarmos algumas coisinhas para continuarmos nossa festinha em minha casa.
Chegamos e o clima que vivemos na chácara continuou a nos contagiar, andamos todos pelados buscando preparar uma comidinha agradável. Alberto não sabe o que faz. Tem diante de si duas mulheres de que pode desfrutar e ele não perde tempo, abraça Fátima por traz, rapidamente se abaixa e começa a beijar seu cuzinho. Estou na frente da Fátima e vejo-a com os olhos semi-serrados, lábios entreabertos, percebo que esta atingindo o clímax. O pinto de Alberto parece uma estaca de tão grande e grosso, me vem à mente a ultima cena que captei de Alberto na chácara! Ele babou quando viu aquele rapaz na chácara comendo o cuzinho da Fátima enquanto Hélio comia a sua bucetinha. Não ia demorar. E não demorou, Alberto empurra a Fátima em direção sofá, faz ela ficar ajoelhada com todo o seu cuzinho à mostra, ele então cospe na cabeça do pinto, coloca-o na portinha de Fátima e empurra, metade de seu pinto entra, Fátima grita, Alberto não liga, empurra violentamente e o resto desaparece no cuzinho de minha adorada filha Fátima. O que se vê depois é uma gritaria de prazer dos dois, ambos estão maravilhados com a experiência que vivenciam, após quase meia hora, Alberto goza e sua porra escorre pelas pernas de Fátima que cai extenuada. E foi assim a noite inteira, madrugada adentro, dormimos os três na minha cama e nos amamos muiiiitooo.
Pela manhã Alberto tomou o café conosco e se despediu, não antes de pedir insistentemente um replay. Sabíamos que com o retorno de Claudio as coisas ficariam mais difíceis, de qualquer forma, era um convite delicioso que não poderia ser desperdiçado. O dia se passou e Claudio retornou. Nos abraçamos intensamente e num dado momento ele me pergunta o que aconteceu?? Pergunto sobre o que? Ele então me diz que estranha a alegria que eu estou manifestando, o carinho que estou dispensando, coisa que não é comum! Dou uma risada por dentro e concluo pra mim mesma, uma mulher satisfeita na cama, fica melhor no dia-a-dia.
Naquela noite Claudio me possuí intensamente, percebo a grande diferença de seu pinto, bem menor e fino, faço-me de desentendida e me viro deixando meu cuzinho à mostra, ele surpreso não perde tempo, enterra todo o seu pinto em meu rabo feliz, afinal eu raramente liberava meu cuzinho a ele, mas depois de conhecer a arte do amor, isto não foi mais problema e tem também o fato de que o pinto dele não me machucava nem um pouco.
A semana transcorreu-se normalmente até que na quinta-feira tive que ir à cidade pagar algumas contas de Claudio. Saio do banco e antes de entrar em meu carro vejo que no carro que esta estacionando, esta minha querida amiga Leila, fazia tanto tempo que eu não a via… Esperei parar e a surpreendi quando fechava a porta do carro. Assustada, virou e me reconheceu, nos abraçamos fortemente e sem que eu esperasse Leila me tasca um beijo nos lábios e pela supresa correspondi… Nossa que bom! Olhamos um nos olhos da outra, nos demos as mãos e seguimos até a lanchonete! Uma velha amizade seria resgatada e novas experiências eu viveria…

Leila sempre foi uma amiga confidente. Depois que nos casamos, cada uma tomou um rumo diferente e não nos vimos mais. Puxa como você esta bonita, disse ela, e eu olhando o seu lindo corpo disse, nossa, você esta um baita mulherão! Rimos. Sentadas, conversamos sobre tudo, a vida, o casamento, os filhos e é claro, o sexo. Leila se dizia feliz em sua relação com Otávio seu marido. Ele a completava e sua vida sexual era bem comum. Instiguei-a a me falar de suas fantasias, ela então começa a se abrir… diz que sente necessidades porque o ritmo do Otávio não é mais como era antes, eles apesar de terem 50 anos, eram muito conservados, pelo menos ela era muito bonita! Fomos evoluindo na conversa até que comecei a lhe falar sobre a minha fase sexual atual. Ela estalou os olhos dizendo que não acreditava que eu, uma garota tão prendada tão carola estivesse vivendo da forma que dizia, a boca pequena quase uma putinha… rimos. Senti que ela se interessou por minhas histórias e muitas vezes pediu detalhes. Só não se agradou quando falei da minha filha Fátima. Ela num primeiro momento se chateou.
Mas depois de eu explicar que foi melhor ela conhecer o sexo comigo apoiando e interagindo do que buscar as experiências com qualquer homem e ainda correr o risco dessa primeira relação seja traumatizante colocando em risco a própria formação de mulher.
Pedimos umas bebidinhas e após alguns goles, mais soltinhas, falávamos apenas sobre sexo e percebi que a Leila estava realmente muito carente. Eu precisava ajudar a minha grande amiga.
Para dar um rumo as minhas idéias, perguntei o que ela estava fazendo e onde morava. Fiquei surpresa quando disse que estava residindo bem perto dali e tinha ido ao banco pagar umas continhas. Disse-me que Otávio estava viajando e que chegaria no final de semana. Seus filhos estavam na faculdade, portanto ela estava literalmente só.
Decidi então lhe surpreender. Perguntei se me acompanharia num barzinho mais intimo para podermos conversar sem sermos incomodadas. Topou, fomos em seu carro. No caminho liguei para o Sidney, o macho que me lançou no mundo do prazer. Perguntei se estava ocupado se poderia se encontrar comigo no barzinho, falei que estava com uma amiga e gostaria de apresenta-la. Senti-o vibrando do outro lado da linha. Leila pergunta quem é esse seu amigo? E eu respondo, é um dos meus amantes, ela olha apavorada para mim mas acabamos rindo….
Tínhamos tomado algumas doses e Leila estava super alegre quando Sidney chegou. Nos abraçamos, demos um beijo gostoso, e em seguida apresentei-lhe a Leila. Ele muito cortes, tomou sua mão, a beijou, e olhando em seus olhos diz: prazer imenso conhecer uma mulher tão linda!! Leila enrubesceu. Depois de algumas conversas, peço a Sidney que dance comigo, pisco para Leila e saio à frente e ele agarradinho em minha cintura passando seu pintão já duro em minha bundinha.
Encosto no ouvido do Sidney e digo: desafio você a conquistar a Leila, ela está super carente e se você conseguir, podemos os três fazer um programa até no máximo meia noite. Ele sugere então antes mesmo que a musica termine, voltarmos à mesa, iria pedir para Leila dançar com ele. Leila fica em dúvida, está temerosa, afinal imagino que nos seus 25 anos de casada seria a primeira vez que estava num barzinho e iria dançar com um outro homem. Sidney foi carinhoso. Aproveitou a musica lenta para apertar Leila em seus braços, suas mãos enlaçavam sua cintura, seu rosto ao lado da cabeça de Leila se aproximava de seu pescoço. A cada movimento da musica, me parecia que eles se fundiam mais um no outro. Percebi que ele já estava no pescoço de Leila, ela estava com seus olhos fechados e as mãos do Sidney já estavam sobre a bunda dela. Pronto imaginei, já conquistou.
Certamente pelos efeitos da bebida, as defesas de Leila eram frágeis, ainda mais diante de sua carência. Não tardou para que eu visse Sidney iniciando um selinho que acabou se transformando num beijo desesperado, louco, sufocante, vi Leila desabando…
Chegar até a mesa foi uma tarefa difícil para ela. Ela estava zonza, menos pelos efeitos da bebida, mais pelos efeitos de seus hormônios. Ela olhou para mim, me abraçou e senti que queria chorar.. Levei-a ao banheiro e disse que ela poderia ficar tranquila, éramos muito amigas e continuaríamos a ser. Teríamos o nosso segredo e ela poderia ser feliz como quisesse. Se quisesse ir embora agora, poderia, eu iria com ela, se quisesse ficar, eu ficaria com ela.
Acho que minhas palavras foram de encontro à insegurança que sentia e ao sair do banheiro percebi que iríamos ter uma noite maravilhosa. Sidney era um homem de sorte.

Voltamos a sentar à mesa, mas não era a mesma coisa, percebi que Sidney se aproximou mais da Leila, quase que a abraçava, tocava sutilmente em suas mãos, que me parecia, tremulas. Veio então o convite esperado: vamos ao meu apartamento? Tomamos um drink para encerrar esta maravilhosa noite? A primeira reação de Leila foi dizer não. “Desculpe eu não posso, estou perdida, nem sei o que estou fazendo aqui…” Abraço-a e lhe digo, amiga, seja feliz, não fique assim, sinto que você esta querendo se divertir um pouco mais, faça isso, a vida da gente é muito curta, você não pode perder as oportunidades! Leila então diz: está bem, vamos, mas não esperem que eu corresponda, estou neste momento guerreando com os meus princípios! Entendemos, Sidney pega suavemente em suas mãos e a levanta, ele a faz andar a sua frente com a mão em sua cintura, a saída estava congestionada, aproveita então para encostar na bunda de Leila e lá permanece. Tenho certeza que Leila sentiu o pinto do Sidney em sua bundinha, mas manteve-se ereta, discreta. Fomos no carro de Sidney, eu na frente, Leila atrás.
Meu vestido já curto, subiu até deixar aparecer minha calcinha, uma delicada peça rosa com rendinhas que logo foi tocada pelas mãos hábeis de Sidney. Nesse percurso, ele me fez gozar!! Seu dedo polegar invadia a minha buceta encharcada e realizava lentos movimentos circulares, uma delicia. Chegamos ao apartamento e eu estava nas nuvens.
Leila viu o que estava acontecendo e sou capaz de afirmar que varias vezes a vi com a mão em meio as suas pernas, parecia que se masturbava. Entramos, era um belo apartamento com decoração em madeira, luzes indiretas, alógenas davam um toque de sensualidade no local. Coloquei uma musica e chamei Leila para dançar enquanto Sidney buscava bebidas. Leila me confidencia que esta assustada e ao mesmo tempo sentindo que não vai conseguir evitar o chamamento de seu corpo. Fique calma minha amiga, digo, tudo vem em seu momento. Rimos, falamos muito de nossas vidas, bebemos bastante, tanto eu como Leila já estávamos bem altinhas. Sidney chama Leila para dançar. Percebo que ela não vai resistir e é o que acontece, nos primeiros acordes da musica o que se via eram mãos frenéticas despindo um ao outro, lábios colados, sons abafados, e Leila é colocada delicadamente ao chão, ambos nús, um ao lado do outro, se entregavam em um beijo ardente, Sidney, beijando cada milímetro do corpo de Leila, aqueles seios pequenos e firmes, uma pequena barriguinha, e um monte de vênus com farta penugem, Leila grita ao sentir a língua de Sidney começar a explorar a sua buceta. Se dá conta disso e põe a mão na boca tentando reduzir seus ruídos. Acho que durante uma meia hora, Sidney permaneceu chupando a buceta da Leila, e nesse período, ela teve no mínimo uns dez orgasmos. Ahhhh, essa menina agora sabe o que falo, e certamente se apaixonou!
Eu, também nua, me aproximo deles no instante que Sidney se prepara para penetra-la, seu pinto é respeitável, acho que uns 20 cm por 6, entrando naquela buceta carente, tão necessitada.
Existem momentos na vida da gente que são eternos, e afirmo, o momento que você goza com um pinto enterrado em sua buceta, é o mais divino dos momentos, principalmente quando é um pinto diferente, um pinto que não faz parte do seu dia a dia.
Sidney é um homem seguro e inteligente, sabia que eu queria ser fodida também, aproveitando que Leila desmaiou, rapidamente me chama, me faz ficar de ladinho e com seu pinto cheio de fluidos da buceta de Leila, invade o meu cuzinho, num empurrão só, sinto suas bolas tocarem minhas nádegas. Enlouqueço, movimentos de vai e vem me fazem gravitar no paraíso. Leila acorda e vendo ele me possuir, vem ao meu encontro e pela primeira vez me beija, sinto que ela já faz parte do meu mundo, nos beijamos sofregamente, ela beija os meus seios e depois vai junto do Sidney, o beija também e sinto que segura o seu pinto em direção do meu cuzinho, percebo que ela esta desejando isso também. Mas depois de tanto meter, Sidney não aguenta e goza, sinto o seu jorro dentro do meu cuzinho, quente, gostoso, ele vai tirando seu pinto e deitando ao nosso lado, é um guerreiro extenuado que vai precisar descansar para voltar à luta…

Todas as minhas experiências foram reais. Esta em que iniciei Leila também o foi. É claro que Sidney ainda pôde desfrutar de mim e de Leila como quiser e nós sentimos o máximo de prazer que um sexo gostoso pode proporcionar. Nos dias que se seguiram, Claudio meu marido em férias, privou-me da liberdade que tinha e tive que me dedicar exclusivamente as nossas relações, e estas, apesar de seu esforço, não ofereciam a mim o prazer que os meus amantes me proporcionaram. Foi durante esse período que meu marido decidiu realizar uma pequena reforma em casa. Através de conhecidos chegou a um empreiteiro que oferecia todo o suporte ao que ele desejava. Depois de falar ao telefone, sentou-se ao meu lado no sofá dizendo que no dia seguinte, o empreiteiro, Sidney, viria à nossa casa conhecer o projeto que Claudio desejava realizar. Por instantes pensei: será o Sidney que conheço?? Ah não creio que seja possível, mas e se for??? Meu coração palpitou aceleradamente.
Dia seguinte, campainha toca e Claudio vai atender. Em instantes entra apresentando para mim o Sidney. Sidney?? É ele!!! Quem leu meu primeiro conto vai lembrar que Sidney foi quem praticamente me iniciou no sexo verdadeiro. Procurei ser a mais formal possível, percebi nele um espanto que soube disfarçar bem. Ele quando junto de Rodrigo nos trouxe para casa, deixou-nos há vários quarteirões daqui, daí esta coincidência ter sido uma grande surpresa. Claudio levou Sidney para conhecer o projeto enquanto isso fui à cozinha preparar um café.
Durante todo o tempo que meu marido e Sidney conversaram eu me mantive o mais distante possível temendo que Claudio pudesse perceber qualquer afinidade entre eu e Sidney. Em um dado momento, Claudio pede licença para ir até o carro pegar uma cópia da planta de casa, rapidamente Sidney se levanta me abraça, me beija, levanta meu vestido e aperta minha bunda fortemente, o risco, o medo de sermos pegos faz o tesão subir a mil, e por pouco, muito pouco, Claudio não percebe que eu estava completamente vermelha e desarrumada….
Combinam preço, prazo para entrega e chegam a um acordo. Percebi que Sidney aceitou uma brutal redução de preço em seu orçamento! Entendi. Afinal poderia desfrutar de mim quanto quisesse durante o dia, isto porque Claudio retornaria das férias a partir da semana seguinte, período que Sidney combinara para começar os seus trabalhos.
A possibilidade de voltar a experimentar Sidney, um macho viril que me levou a descobrir os prazeres do sexo em sua maior intensidade, fizeram-me ser até mais sensual para Claudio, e daquele dia até o final da semana, fiz com Claudio mais do que ele próprio conhecia. Ele ficou maravilhado comigo e passamos deliciosos momentos juntos.
Segunda-feira, manhã, Claudio pronto para ir ao trabalho, espera a chegada de Sidney para iniciar a reforma. Sidney chega com diversos operários, acerta detalhes com meu marido ele se despede de mim e nem havia ainda entrado no carro, Sidney me leva a cozinha e me dá um beijo estonteante, alisa minhas coxas, beija meus seios e me deixa sem ar…..

Naquela segunda-feira, o destino voltou a colocar em meu caminho aquele que fora responsável pelo meu descobrimento sexual. Ele me tirara da rotina e me ensinara o tremendo potencial que meu corpo tem para o prazer. Viciei-me. É assim mesmo, a tendência humana é buscar sempre o prazer, sobretudo este tipo de prazer que mexe com todas as nossas estruturas, altera os nossos credos e violenta a nossa educação provinciana. Meus filhos dormiam e eu na cozinha com Sidney me obrigando a ceder, diga-se de passagem, tarefa fácil, tamanho atraso que me encontrava. Sabe aquele momento em que o prazer fala tão alto que você ignora o mundo?? Eu estava assim, e se alguém aparecesse vou garantir, não me importaria… Mas felizmente a sensatez tomou conta de nós dois e rapidamente nos arrumamos. Sem nada falar, Sidney sai em direção aos seus empregados que esperavam do lado de fora da casa.
Voltei com alguma dificuldade às tarefas do dia. Meus filhos levantaram tomaram café e foram para a faculdade. E de repente lá estava eu sozinha novamente. Olhei pela vidraça e vi Sidney orientando seu pessoal que se concentravam no que ele dizia. Escadas sendo abertas, ferramentas sendo retiradas do caminhão, o alvoroço típico de uma obra começaram a tomar conta do ambiente.
Claudio me liga perto da hora do almoço informando que não poderá vir, esta com um cliente e não sabe a hora que será liberado. Pede para avisar Sidney. Eu o chamo à porta da cozinha e o informo. Ele me da uma piscada discreta e se afasta. Meus filhos me ligam avisando que iriam para casa de amigos participarem de grupos de estudo. Tarefas da faculdade. Sidney libera seu pessoal para o almoço e todos saem permanecendo ele e eu sozinhos….
E foi a partir daquele momento que voltamos onde havíamos parado. Ele me enfeitiça, sabe disso, me escraviza e sabe que eu amo isso. Assim, nas poucas horas que tínhamos pela frente, nos amamos na cozinha, na sala, ele quis ir ao meu quarto, em minha cama, e lá foi onde ele me possuiu várias vezes. Durante todo o tempo da reforma que demorou cerca de 3 meses, Sidney me proporcionou orgasmos infinitos e foi por isso que tomei uma decisão difícil mas necessária. Conversei com Claudio e decidimos dar um tempo. Meus filhos a princípio ficaram muito bravos comigo mas depois entenderam. Claudio preferiu deixar-me na casa e foi morar em uma outra que também era nossa. Encerrava ali a fase em que eu, mesmo obtendo muito prazer, no fundo, sentia-me envergonhada por trair meu marido. A partir daquele instante eu estava livre para de fato dedicar-me inteiramente ao que me era mais importante: o sexo.

PERIGOSO, MAS MUITO EXCITANTE

Olá, sou gerente de banco, casado, sem filhos, 30 anos, cabelos grisalhos, corpo sarado e um membro generoso. Um certo dia fui visitar um cliente, um dos melhores da agência, fazendeiro de gado muito poderoso da região (tipo coronel com fama de bravo), para lhe oferecer novos investimentos.
Chegando lá, logo após o almoço, conheci sua esposa. Uma bonita mulher, morena, de olhos verdes, com uns 30 a 35 anos pela aparência, um vestido até os joelhos azul. Percebi que ela tinha um olhar diferente, parecia triste e sedutor ao mesmo tempo. Não podia resistir ao seu olhar, mas com respeito por ser esposa de meu cliente.
Em meio à conversa, ela se sentou numa poltrona que revelava suas lindas pernas, cruzadas de forma elegante. Seu marido pediu para ela nos servir algo - acho que para tirá-la dali. Ela saiu e mandou alguém nos trazer um café, mas ficou atrás do seu marido onde eu poderia avistá-la e ele não.
Neste momento, percebi que ela queria chamar minha atenção para sua beleza e infelicidade. Continuei a conversa quando, de repente, o celular do fazendeiro tocou. Era um problema de gado que ele deveria resolver.
Ele ficou sem jeito, tinha que ir e não sabia o que fazer. Como a fazenda era bem distante, sugeri a ele que eu fosse junto para a gente ir conversando. Ele disse que não poderia, pois era um problema meio grave e não teria como eu acompanhá-lo. Então ele pediu para eu o esperasse para não perder viagem.
Antes de partir, falou com sua esposa algo que não pude saber naquele momento. Assim que ele partiu, sua esposa veio em minha direção e foi direto ao assunto: “Ele morre de ciúmes de mim e me trata muito friamente na frente das visitas…” - E que visita hein…
Com isso ela abriu um sorriso e mudou completamente a expressão do triste olhar. Fiquei meio apreensivo com ela. Eu via uma certa malícia no olhar… e logo ela disse…- “Sempre quis conhecer outros homens, mas até hoje nunca apareceu ninguém que tivesse coragem… você teria?” .
Aquilo me deu um tesão enorme, pelo medo de ser pego. Então perguntei se ele ia demorar a voltar. Ela disse que ele tinha ido a outra fazenda que fica a uma hora de caminhonete, e que se eu quisesse poderia tê-la por esse tempo. Logo meu pau se armou. Eu já imaginava ela mamando meu pau e me olhando com seus lindos olhos verdes.
Perguntei a ela quanto aos empregados, aí ela me disse para me despreocupar, pois a casa tinha muitos quartos e os empregados já tinham ido para a roça. Neste instante ela me mostrou um quarto no corredor onde ela estava. Me pediu para esperar uns cinco minutos e ir até lá.
Passado o tempo, fui até o quarto e não tinha ninguém. Resolvi sair e pensar o que estava fazendo. Quando estava quase saindo ela me puxou e trancou a porta, estava escondida para ninguém vê-la. Ela estava de roupas e logo me deu um beijo doce e molhado…
Nossas mãos começaram a se encontrar em nossos corpos e logo eu comecei a abrir o zíper de seu vestido. Ela era ainda mais bonita e gostosa do que parecia. Estava sem sutiã e vi seus lindos seios, médios a grandes, durinhos e deliciosos. Nessa hora ela disse: “Me faz de puta, uma vadia sem pudores, por favor!”.
Eu caí de boca naqueles seios! Então ela ia tentando tirar minha roupa e eu a ajudei para não se atrapalhar. Parecia não ter muita experiência, apesar de casada, então logo fiquei de cuecas e ela pediu para mamar meu pau, pois tinha vergonha de fazer com o marido.
Eu disse a ela: “Faça o que quiser!”. Ela baixou minha cueca e meu pau bateu no rosto dela. Ela olhou com espanto: “Nossa, muito grossa! Nunca imaginei que poderia ter uma piroca tão generosa!”. E começou a mamar freneticamente. Chupava com tanta vontade que até doía meu pau, mas eu deixei ela se deliciar.
Enquanto isso, minha mão ia acariciando seus cabelos macios e lindos, até que não estava mais agüentando de vontade de gozar e disse para ela parar, senão iria gozar em sua boca. Ela me pediu para gozar, que ela iria engolir tudo para não ficar prova nenhuma, e aí foram jatos e jatos de porra em sua garganta. Ela bebia tudinho. Então a deitei na cama e retribuí o oral.
Ela tinha uma bocetinha com pelos lisinhos e macios. Eu lambia e beijava da mesma forma que ela havia feito comigo. Passava a língua em sua gruta, que estava rosadinha e suculenta, uma delícia de mulher. Estava quase gozando quando ela pediu algo para morder, pois poderia dar um grito e estragar tudo.
Procurei e achei o travesseiro, e ela o mordeu fortemente. Tirou a cara do travesseiro e disse: “Me põe este pintão devagarinho, vai, põe!”. Passei ele para cima e para baixo, deixando aquela bocetinha latejando de desejo. Ela arrepiava o corpo inteiro de tanta vontade, então comecei a colocar meu pau. Ela deitada na cama e eu por cima introduzindo e olhando a bocetinha se abrindo e engolindo meu cacete.
Ela começou a requebrar, e a pica ia entrando conforme ela rebolava. Até que os testículos encostaram naquela bunda maravilhosa, fiquei ali sentindo sua bocetinha meladinha por um tempo. Enquanto isso ia beijando sua boquinha de mel, e aí comecei o famoso vai e vem.
Ia aumentando o ritmo, aumentando, aumentando até que ela gozou. Gozou tanto que sua bocetinha ficou molhada como nunca havia visto em mulher nenhuma. Então ela parou e se virou para eu enrabá-la. Ela disse que viu num filme e que queria experimentar, então lubrifiquei bem seu cuzinho com minha saliva.
Sentia seu cuzinho piscando à medida em que eu encostava meus dedos. Encostei a cabeça do meu pau e fui forçando até a cabeça entrar. Ela ia se contorcendo e dizia pra ir mais, mais, ai, mais fundo. Quando entrou até o talo, ela começou a rebolar devagar, para acostumar seu cuzinho.
Para aliviar enfiei meus dedos na bocetinha e aí ela começou a sentir melhor e a morder o travesseiro novamente. Comecei a bombar aquela bunda linda. Metia cada vez mais forte e minha mão massageava sua bocetinha. Seu cuzinho era tão justinho que apertava meu pau com muita força.
Eu estava com tanto tesão…metia, metia, metia, e quando estava para gozar, um barulho de longe, um barulho de caminhonete surgiu! Ela olhou pra mim e falou: “Meu marido! e agora???”. Paramos na hora e vestimos nossa roupa imediatamente. Corri para a sala e a caminhonete estava ainda na estrada, entrando na fazenda.
Era o dito cujo mesmo. Eu sentia o cheiro de seiva da sua esposa em mim e fiquei preocupado. Imaginava que ele poderia sentir e desconfiar. Continuei ali e logo apareceu a esposa na sala com dois cafezinhos, minha salvação, imaginei. Porém minha roupa estava meio atrapalhada.
Tentei me ajeitar ao máximo quando o homem apareceu na porta da sala e me viu com sua esposa. Ela com uma xícara de café e eu com outra, e então falou: “A conversa está boa aí?”. Fiquei mudo, não sabia o que dizer. Ela disse: “Oi, meu bem. Estava tentando puxar assunto com o moço, mas ele é muito tímido.”. O Marido disse: “Ele é mesmo muito quieto. Quase tanto quanto você, minha esposinha”.
Com isso voltamos ao assunto do banco e vendi a ele ótimos planos de investimentos. Que cliente que me rendia! hehehe…

SOU UMA VADIA

Ola meu nome é Cris , tenho 42 anos, casada, branca, 1,71 de altura, 79 kgs, bunda grande, seios pequenos, cabelos e olhos pretos.

Sou casada ha muitos anos, meu marido viaja muito, as vezes fica uma semana, um mês fora, nosso casamento não ia bem, quase não nos encontrávamos e sexo então nem sei quando foi a ultima vez… ate cerca de 2 anos atras eu era fiel, porem eu descobri que sou uma vadia, sim, e muito vagabunda, pois uma noite eu estava no ponto de ônibus para voltar para casa depois do trabalho, ate minha casa é perto, mas por ser noite sempre espero um ônibus. Estava sozinha e chovia muito, então um carro passou devagar me olhando, e depois voltou no sentido contrario novamente lentamente quase parando, isso me deu medo e ao mesmo tempo tesão, foi quando ele voltou de novo, mas dessa vez parou e abriu a janela, era um homem de uns 45 anos grisalho, bonito, perguntando:

__OLA, SERÁ QUE VOCÊ PODERIA ME DIZER ONDE FICA O POSTO DE GASOLINA MAIS PERTO? ESTOU QUASE SEM COMBUSTÍVEL E NÃO QUERO ME ARRISCAR A FICAR NA RUA.

Eu conhecendo a região respondi:

__Claro, é só seguir em frente, e na quarta rua a direita virar, la tem um posto.

__OBRIGADO.. MAS ESTA CHOVENDO MUITO, VOCÊ NÃO QUER UMA CARONA ATE UM LUGAR MAIS SECO?

Ele já me olhava como um tarado, meu seios estavam quase a mostra pelo vestido fino, e ele deve ter percebido que os bicos estavam duros de frio.. ou tesão… a principio eu não aceitei, mas pensando bem…

__Bem não costumo entrar em carros de estranhos, mas se você puder me deixar na rua do posto, la fica mais perto par minha casa.

__ENTRE, TE LEVO..

Entrei no carro, e ele seguia devagar por aquela rua escura e com muita chuva, foi quando o carro parou.. a gasolina acabou..

__ACONTECEU O QUE EU TEMIA, A GASOLINA ACABOU…

__Nossa e agora..

__EU VOU ATE O POSTO A PÉ, MAS ESTA CHOVENDO MUITO VOU ESPERAR UM POUCO…

_Bem então eu vou indo..


Mas ai ele me agarrou o braço, e tentava me beijar, e veio para cima de mim..

__Que isso o sr esta louco, pare..

__HEHE SIM TO LOUCO POR UMA VADIA COMO VOCÊ..

__Eu não sou vadia, sou casada, me solte seu tarado..

E as mãos passeando pelo meu corpo, já chegando na buceta molhada, e os bicos duros..

__AH É VADIA, E ESSES BICOS DUROS E XANA MELADA? SEM VERGONHA EU VI QUE VOCÊ ERA VADIA QUANDO PASSEI DE CARRO E VOCÊ FICOU ME OLHANDO ATE A SAIA LEVANTOU..

_maluco não fiz nada disso..


__ME CHAMOU PARA TE PEGAR SAFADA..

E começou a chupar meus seios apertando com força, deitou o banco e subiu em cima de mim, eu lutei mas meu corpo não correspondia, quanto mais ele se esfregava jogando o peso do corpo sobre o meu e eu sentindo aquele pau duro, eu ia me entregando, eu já estava praticamente nua, quando ele veio para minha cabeça como um animal e enfiou o cacete na minha boca, enfiando tudo, me sufocando, eu me debatendo, e ele enfiando o pau na minha boca, eu engasguei, chorei, quase me sufoquei, mas mamei gostoso, então ele só desceu o corpo ate alcançar minha buceta encharcada não tive forças para resistir, ele só pegou uma camisinha meteu no pau, e penetrou minha buceta com força, eu gemendo como louca, e sentindo aquele pau desconhecido me furando, tocando o útero, eu pedindo mais, e ele metendo sem dó, rápido, violento, parecíamos dois animais, eu com minha perna no painel do carro me remexendo e ele socando tudo que podia, o carro balançava e estava todo embaçado, foi quando de repente ele me pôs de 4 me jogando quase na parte traseira do carro, então senti a cuspida no cú, não tive tempo de negar, só senti a cabeça se posicionar na entrada, e suas mãos segurarem minha cintura, e o puxão forte, depois só a dor, os gritos que dei, e as bombadas animais daquele desconhecido que rasgava meu cú…chorei e gritei, mas depois quando meu cú se acostumou, rebolei e dei gostoso… até que ele gozou me dando tapas na cara e na bunda… ai não aguentei e gozei também…


Ainda ficamos um tempo para descansar, depois nos vestimos..

_SUA VADIA GOSTOSA, SABIA QUE QUERIA DAR…

__seu safado você rasgou meu cú, e me comeu toda.

__CLARO SUA PUTA, VOCÊS SÓ QUEREM ISSO SER FODIDAS.

__não sou puta..

__HEHE, É UMA PUTA E DAS BEM VADIAS CACHORRONAS. AMANHA VOU PASSAR DE NOVO NO MESMO HORÁRIO, E QUERO TE COMER DE NOVO TA OUVINDO?

__você é maluco? você me estuprou praticamente e ainda fica falando isso? eu sou casada.

__HEHE EU SEI QUE VOCÊ É CASADA SUA VADIA, EU SEI ONDE VOCÊ MORA, UM AMIGO MEU JÁ TE ENCOXOU NO BUZÃO, ELE DISSE QUE FAZ ISSO COM VOCÊ SEMPRE E VOCÊ DEIXA TODAS AS VEZES, JÁ CHEGOU ATE A ENFIAR O DEDO NA SUA BUCETA..

__mentiroso, eu nunca deixei.. ele que é um sem vergonha fica se esfregando em mim toda noite.

__E VOCÊ GOSTA SUA PUTA, SENÃO NEM PEGAVA MAIS O ÓNIBUS… AMANHA SUA VADIA NO MESMO HORÁRIO VOU PASSAR É BOM QUE ESTEJA AQUI, SENÃO VOU ATE SUA CASA AI SERÁ PIOR PARA VOCÊ..

__seu chantagista sem carácter cachorro..


__HEHE, E VOCÊ SUA PUTA VADIA QUE SE DEIXA ESFREGAR POR ESTRANHO NO BUZÃO, E AINDA ENTRA NO CARRO DE DESCONHECIDO E DA PRA ELE COMO UMA CADELA…

Fiquei envergonhada, mas agora não tinha jeito eu tinha que dar para ele sempre que ele quisesse…

O grisalho passava todas as noites para me pegar no ponto de ónibus, e eu ia com ele, normalmente íamos a um drive in que tem por perto, e me comia loucamente dentro do carro, no capo, encostada na parede, em uma pequena cama que havia no drive in, me fazia mamar ele ate não aguentar, gozava na minha boca, fazia garganta profunda, comia meu cú, buceta, me usava de todo jeito que queria, ate trouxe uma noite o cara que me encoxava, e os dois me comeram no drive in, fui a puta vagabunda deles… e eu estava gostando disso, uma das noites o grisalho me fudendo como nunca, pediu uma bebida e quando o cara veio trazer estava socando em mim, mandou o rapaz trazer a bebida ate ele, e perguntou:

__QUER COMER ESSA CAHORRA TAMBÉM?

O rapaz sem jeito agradeceu e disse que não.

__VOCÊ É VIADO FILHO? TO MANDANDO VOCÊ CURRAR ESSA VADIA.. SENÃO FALO PARA SEU PATRÃO QUE É MEU AMIGO, QUE VOCÊ TENTOU ASSEDIAR A MINHA MULHER.. COME ELA AGORA OU VOCÊ TA FUDIDO MOLEQUE.

O rapaz mais que depressa abaixou as calças, e socou na minha boca, eu tive que mamar ele ate ficar duro, então o grisalho deu uma camisinha para ele, me pôs de costas no capo do carro, e começou a comer meu cú arrombado, rápido, forte, com raiva, eu gemendo, o grisalho só olhando e falando:

__VAI MOLEQUE, É PARA FUDER ESSA PUTA, ELA GOSTA DE FORÇA, DE TER O CÚ RASGADO..

O rapaz socou mais forte e com violência, eu gemia dizendo não não, ate sentir o pau dele pulsando e gozando… o grisalho riu satisfeito..


O rapaz tirou a camisinha colocou a calça e saiu.

__PUTONA GOSTOU NÉ.. EU VI QUE VOCÊ TEM TESÃO EM MACHOS QUE NÃO CONHECE SOCAREM EM VOCÊ.

__sim gosto de paus diferentes que eu não conheça entrando em mim.

__CADELONA EU JÁ SEI O QUE VOU FAZER COM VOCÊ AMANHA, SE PREPARE..

Saímos de la, ele me deixou próximo de casa, e fiquei pensando o que aquele homem que me comia todas as noites, quis dizer… não sei.. mas fiquei com tesão…

Na noite seguinte eu no ponto como sempre, esperando ansiosa pelo grisalho. ele chegou no horário mas veio com outro carro uma pickup, entrei e ele foi para um lugar desconhecido, era um galpão, entrou parou o carro bem no meio e foi fechar o portão, então mandou eu descer do carro e ir para a carroceria do carro, eu me sentei e esperei, foi quando ele veio com uma corda e me deitou na beira do carro, amarrou meus braços para cima, e depois amarrou minhas pernas bem abertas fiquei ali toda amarrada e bem exposta na beira da pickup:

__HOJE SUA VADIA, VOCÊ VAI GOZAR MUITO…

Dizendo isso abriu minha blusa e com uma tesoura cortou o sutiã fazendo meus peitos saltarem, deu tapas e sugou com força mordendo as vezes o que me fez gritar..
Depois levantou minha saia, e cortou a calcinha arrancando com violência deixando a xana totalmente exposta, ele caiu de boca na minha buceta, o que me fazia gemer e me contorcer, mas não podia escapar pois estava toda aberta… só gemi de tesão e acabei gozando na boca dele.. o grisalho riu satisfeito, então ele veio para cima e socou a rola na minha boca como sempre em sufocando enfiando ate o talo. Depois ele foi na cabine do carro, e me mostrou uma caixa de camisinhas:

__TA VENDO ISSO SUA VADIA, SÃO CAMISINHAS, PARA OS MACHOS QUE VÃO TE FODER.

__como assim?

Nem precisei esperar a resposta, o portão se abriu e foram entrando vários homens, havia pelo menos 10.. todos se aproximaram e começaram a passar as mãos em mim sentir meu cheiro, lamberem..

__AÍ. ESSA É A PUTA VADIA QUE FALEI PRA VOCÊS, PODE COMER E SOCAR A VONTADE ONDE QUISER QUE ELA É DOIDA PRA SER FODIDA NA MARRA.. HEEHE PEGA AS CAMISINHAS E MANDA VER NESSA CADELONA….

Ouvi risada, eu tentei dizer um não, mas minha boca já foi tapada por um cacete enorme, bocas no meus peitos mordendo e sugando, dedos bocas e cacetes começaram a roçar a buceta e cú, eu gritava pedindo para pararem, mas quanto mais eles me atacavam, mais minha buceta ficava melada e era enchida com um pau, minha boca não tinha espaço para gritos mais pois só entrava paus uns gozavam rápido e enchiam minha boca, eu apanhava para engolir toda porra e deixar a boca vazia para outro… senti meu cú arder com paus sendo socados sem dó, a buceta sendo esfolada sem descanso… gozei várias vezes naqueles paus brutos, que me comiam violentamente… quando tudo terminou a caixa de camisinhas estava quase vazia, escorria um pouco de porra de minha boca, alguns gozaram nos seios vermelhos e com marcas roxas de chupões, a buceta doía e as vezes se contraia involuntariamente de tanto ser socada e gozada, o cú estava com um buraco enorme.. o grisalho me soltou, meu corpo todo doía.

__HEHE HOJE SIM ESTA COM A CARA DE PUTA QUE VOCÊ É.. APOSTO QUE GOZOU COMO UMA CADELA NO CIO QUE OS MACHOS VEM E METEM METEM, NÃO SABE QUANTOS MAS TODOS SÓ CHEGAM E SOCAM NESSA BUCETONA E CÚ ARROMBADOS… VADIA ORDINÁRIA..


__sim adorei.. respondi gemendo e toda dolorida.

Depois dessa noite o grisalho passou a me usar sexualmente para conseguir dinheiro, começou a vender meu corpo, e quando ele passava de carro a noite, havia homens diferentes eu tinha de mama-los, ou fuder com eles sem reclamar, sempre com grisalho olhando, o drive in passou a ser o ponto onde grisalho me levava para eu ser comida ou mamar, virei a puta dele e pior eu adorava, só algumas vezes o grisalho via que eu estava me negando a fazer anal com algum pauzudo, ele vinha dava uns tapas em mim, e socava os dedos no meu cú e mandava me currar sem dó depois… eu me tornei a puta vadia do ponto, dava sempre para pelo menos dois antes de voltar para casa, e isso me enchia tesão e gozava sempre seja nas mãos dos clientes ou o grisalho me fazia gozar dentro do carro antes de eu chegar em casa, eu continuei assim sendo a puta vadia dele por puro prazer.

Meu Amigo me Comeu Dentro da Minha Casa
Meu nome é Carla, tenho 27 anos, casada e feliz no casamento. Morena (sempre bronzeada), corpo esculpido com muita malhação, seios médios e bundinha arrebitada…. Agora vamos ao que interessa! Como já disse, sou casada, meu marido, o Mauro, é lindo, maravilhoso e saudável. Na cama, inventa uma fantasia a cada dia, me satisfazendo cada vez mais! Só que eu sou muito safada, sedenta de sexo o tempo todo. Já tive um casinho extra com um cara que conheci, mas faz muito tempo. Há muito eu já não o traio, ou melhor, traía. Esse fato vem acontecendo desde o início deste ano (2003). O fato é que temos (eu e meu marido) um casal de amigos muito chegados, o Pedro e a Lia; sempre saímos juntos e eles estão sempre em nossa casa e vice-versa. Já havia percebido em várias ocasiões que o Pedro me olha de uma forma gulosa, como se quisesse testar o meu tesão. Ele é um belo homem, desperta o tesão de qualquer mulher. Moreno, de pele clara, olhos cor de mel, cabelo raspadinho, belas pernas e uma bunda… Huummmm… Sempre correspondo aos olhares maldosos dele, tentando disfarçar a excitação a cada olhada. Cada vez que saímos juntos, nós quatro, é uma sensação inenarrável, sinto um calor por dentro que é uma loucura! E o melhor, sei que sou correspondida. De certo tempo pra cá, venho percebendo que ele tem ido além de olhares promissores, suas investidas tem sido mais audaciosas. Comecei a perceber isso no réveillon deste ano, onde fomos os quatro e mais alguns amigos, para uma praia da zona sul do Rio. Eu usava um vestido branco, que ficou transparente depois que me molhei no mar. Na hora da virada, em meio àqueles fogos e aos cumprimentos dos amigos, ele veio falar comigo, desejando um feliz ano novo e dizendo que esperava que neste ano um grande desejo dele e meu fosse realizado… Achei graça daquela ironia, achei que era efeito da bebida que todos nós já havíamos consumido, mas pude sentir o volume do pau dele bem próximo a minha bucetinha… Fiquei muito excitada! Tive que dar boas sarradas no meu marido pra me acalmar. rs… Desse dia em diante, ele sempre falava uma gracinha, jogando charme pra mim, mesmo quando estava sóbrio, me provando que estava consciente do que havia dito no réveillon. No meu aniversário, em abril, ele e a mulher vieram à nossa casa. O presente deles foi um belíssimo lingerie, que segundo a própria Lia, foi ele quem comprou porque ela estava sem tempo e ele leva jeito pra isso por comprar sempre pra ela. Como eu já esperava, na primeira oportunidade ele falou quase sussurrando no meu ouvido: - Quero vê-la usando o meu presente!. Dei apenas um sorrisinho sacana e ele entendeu. E assim suas investidas foram ganhando cada vez mais audácia. Até que em maio, meu marido precisou passar 5 dias fora do Rio, numa viagem de negócios. Como Pedro e Lia sempre estavam conosco, se colocaram a disposição para fazer companhia durante este período em que Mauro estivesse viajando. Ele foi numa quinta-feira e só voltaria na terça-feira seguinte. No sábado, Pedro e Lia me ligaram convidando para ir com eles à praia no domingo e depois almoçarmos juntos. Achei a idéia ótima, mas disse que estava sem carro, pois Mauro havia viajado com o meu, pois o dele estava na oficina. Lia prontamente disse que iriam me buscar no horário combinado. Passei o sábado fantasiando mil coisas com aquele belo homem, marido de minha amiga, sabendo que não passaria de fantasias. Mas aqueles belos olhos, que tanto me apreciavam me deixavam louca de tesão e não estava sendo fácil resistir. Fui ao salão, me depilei por completo. Pois bem… Havíamos combinado às 9h da manhã, e conforme dito antes, eles viriam me buscar em minha casa. Para minha surpresa, às 8:50h, meu telefone toca e era Lia, avisando que Mauro estava vindo me buscar porque ela, como sempre, havia se atrasado e não queria que eu ficasse esperando. Perguntei se ele já havia saído de casa, ela respondeu que sim. Pensei rápido (já prevendo que alguma coisa poderia acontecer) e respondi que ele que iria me esperar um pouquinho, pois eu também havia me atrasado! Rimos e ela disse que não haveria problema, pois assim daria tempo de ela ajeitar suas coisas com calma. Despedimos-nos e desligamos o telefone, enquanto eu já imaginava;não acredito que terei a oportunidade de ficar a sós com o Pedro…! Tratei de colocar meu menor e mais sexy biquíni, sem saia ou short por cima, só o biquíni mesmo! Passados uns 15 minutos, ele buzinou em meu portão e, percebendo que eu não o atendi, tocou meu interfone; ao que eu atendi e pedi que entrasse, pois eu estava terminando de me arrumar. Sem titubear, ele fechou o carro e entrou. A porta da sala estava aberta, e eu na cozinha, enchendo a garrafa térmica de água e gelo para levar pra praia. Ele entrou dizendo: - Tô entrando, héim! Ao que eu respondi: - Entra, Tô aqui na cozinha! Quando ele entrou na cozinha e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar com um beijinho safado no rosto e sussurrou: -Que isso?! Tudo pra ir comigo à praia? Eu, com um sorrisinho no rosto respondi: -Com você e sua esposa, seu bobo! Rimos da brincadeira. Pedi desculpas pelo atraso, e ele disse que esperaria o tempo que fosse necessário, devido a visão que tinha. Mais uma vez rimos. Ele vestia apenas uma sunga e um short por cima, sem camisa. Eu já estava muito excitada tanto por ver aquele homem maravilhoso à minha frente, como por estar me exibindo pra ele, deixando-o louco de tesão. Perdi a noção e comecei a me exibir cada vez mais, empinando a bunda para pegar alguns objetos, passando bem perto dele… Até que percebi o volume do seu pau ereto sob o short. Ao ver que eu havia percebido, disse sacanamente: -Olha o que você faz comigo… Ao que eu respondi: - Mas eu não fiz nada…e pensei. Ainda…! Foi quando ele, vendo que eu cederia a primeira cantada, disse: - Você sabe que eu sou louco de tesão por você, não sabe? Sabe que por diversas vezes vou pra cama com a Lia fantasiando você comigo, não sabe? E enquanto dizia isso, se aproximava com olhos gulosos de mim. Eu não me fiz de rogada, e com a bucetinha toda molhadinha, pulsando de tanto tesão, correspondi ao delicioso beijo que ele me deu. Como beija bem aquele homem… Enquanto nos beijávamos calorosamente, suas mãos percorriam todo o meu corpo e as minhas faziam o mesmo no corpo dele. Nossa!! Como era gostoso sentir aquelas mãos nas minhas costas, na minha bunda gostosa, na minha barriga, nos meus seios… Até chegar a minha bucetinha, que ele começou a acariciar ainda por cima do biquíni… Ele afastou a parte de cima do meu biquíni e começou a chupá-los fervorosamente, enquanto com a mão direita ele acariciava minha bucetinha toda meladinha, por baixo da calcinha do biquíni. Eu me contorcia toda e pedia pra ele não parar, que eu estava adorando. Ele foi descendo, descendo até chegar sua boca bem próxima da minha bucetinha e segurando o biquíni pro lado, começou a chupá-la de uma forma como eu nunca havia sido chupada pelo Mauro. Quando anunciei que iria gozar, ele disse: - Goza gostoso que eu quero sentir o teu gosto. Nunca havia gozado tanto em tais circunstâncias. Para retribuir-lhe o prazer que ele havia me proporcionado, pedi a ele que sentasse, pois agora seria a minha vez de sentir o seu gosto. Ele obedeceu e eu só abri sua bermuda, abaixando sua sunga e iniciei um majestoso boquete naquele pau que mais parecia uma rocha, de tão duro. Ele gemia e pedia: -Chupa, gostosa… Chupa o cacete do teu macho que tanto sonha com isso. E quanto mais ele pedia, mais movimentos eu fazia com a boca e com as mãos naquele pau imenso. Não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lia não o fazia gozar chupando o pau dele. Engoli toda a sua porra, fazendo-o sentir o próprio gosto num beijo molhado que demos em seguida. Mas ainda não estávamos satisfeitos. Eu ainda estava muito excitada, molhadinha e meladinha e o pau dele ainda estava duro! Que homem! Ele desamarrou apenas um lado do meu biquíni de lacinho e, me segurando pela cintura, colocou-me sentada na mesa. Tirou o short e a sunga e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava pedindo que ele a penetrasse logo. Aquilo estava me enlouquecendo e eu pedi: Me come. Come minha bucetinha que está pedindo o seu cacete, vai… Tão enlouquecido quanto eu, ele meteu tudo de uma vez, me arrancando um gemido delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda e se curvava para chupar meus seios simultaneamente. Estávamos loucos de tesão, gozamos e nossos corpos estremeceram juntos. Ele urrava enquanto gozava e eu gemia gostoso no seu ouvido. Extasiados, nos lembramos de que a Lia nos aguardava para irmos à praia. Fomos rapidamente ao banheiro, só pra tirar o gosto de sexo que nos rodeava, trocamos mais algumas carícias e saímos. No caminho até a sua casa, fomos falando muitas sacanagens, o que prometia um próximo encontro ainda melhor do que aquele. Quando chegamos em sua casa, Lia já estava no portão e, sem notar nada, apenas exclamou: -Dessa vez você me superou no atraso, héim amiga! Todos rimos e eu me desculpei, dizendo que havia perdido a hora e acordado tarde. O resto do dia transcorreu bem. Fomos a praia e depois almoçamos juntos, conforme o combinado. Mas era difícil disfarçar os olhares que trocamos durante todo o dia, claro! Já no final da tarde, na volta para casa, eles foram juntos me levar, mas não quiseram entrar. Porém, tudo o que eu e o Pedro precisávamos falar, já havíamos falado e… Quando menos esperávamos, rolou o segundo encontro. Mas esse…. Só no próximo conto! Espero que tenham gostado e que me incentivem a escrever mais e mais. E fatos verídicos, pois estes excitam muito mais os leitores! Beijos à todos e aguardem o próximo, ok?

—————————————————————————

Envie as suas fotos e participe da seção Leitoras | Submit here!

Pediu para ser minha escrava
Depois que publiquei minhas histórias em que eu obriguei minha gerente a se submeter aos meus desejos e contei também como ela acabou adorando toda a situação choveram mensagens em meu ICQ de mulheres com fantasias de serem subjugadas a minha vontade. Uma lourinha me impressionou com suas fotos. Extremamente bonita de rosto, cabelos compridos pesados e brilhosos, um corpo magro e muito bem torneado com coxas grossas, bundinha proporcional e os seios mais duros que já tinha visto até então. Seu nome era Simone, Carioca de Vila Isabel, tinha o corpo bronzeado que contrastavam com seus cabelos claros e brilhosos. tinha provocantes marcas de um pequeno mas não vulgar biquini. Começamos a nos conhecer e ela adorava quando falava com ela com autoridade. Conversava com ela durante o expediente de trabalho e pedia para ela fazer coisas para mim, na verdade ordenava: - Simone. Quero que você vá ao banheiro e tire sua calcinha. Quero saber que você está sem calcinha por mim. - Agora mesmo, Lobo. Adoro saber que você me deseja. Aos poucos nós ficávamos cada vez mais ousados: - Se toca bem gostoso e depois prova seu gostinho. Me diz se você é gostosa. - Hum, amor, não sei o que foi mais gostoso, se foi me tocar para você ou meu gostinho… E assim nossas brincadeiras foram se apimentando. Já via que era hora de provar aquela mulher pessoalmente. Era mulher demais para ficar só no virtual: - Simone, amanhã quero que você vá vestida de maneira bem especial para o trabalho. Irei buscá-la para você conhecer a “toca do Lobo”… - Hoje é quinta, amanhã eu tenho que namorar, Lobo. - Dá seu jeito. Amanhã você será minha. Se não estiver pronta na esquina do seu trabalho acabou nosso joguinho! Bloqueei Simone do meu ICQ, pois decidi que só iria vê-la pessoalmente, na sexta combinada. Não vou negar que passei o dia ansioso. E até achava difícil daquela deusa apareceu ao encontro, mas, afinal, não dava para ficar só na imaginação e aquela era a chance e hora que eu aguardava. Chequei ao local combinado e vi Simone lá. Estava linda. Parei o carro ao seu lado: - Entra. - Vim lhe dizer que não posso ir com você. - Quer mesmo que eu vá embora? Entra logo, Simone. Ela vacilou por alguns segundos, abriu a porta e se sentou: - Deixa eu ligar para meu namorado. Tenho que dar uma desculpa. - Vou deixar você ligar daqui a pouco. Agora se sente, relaxa e se acalma. Você está muito agitada. Simone acalmou-se e comecei a conversar com ela e tocar suas coxas, levantando levemente seu vestido. - Te pedi para vir vestida de maneira especial. Você está linda, mas o que tem de especial. - Desculpe, mas não tem nada, só caprichei. - Então tira sua calcinha e pendura ela no retrovisor, assim você vai estar especial. - Aqui? Agora. - Agora. Disse de maneira doce, percebendo que o clima de descontração era mais indicado no momento do que o meu plano de dominá-la. Simone retirou a calcinha com o sorriso mais lindo que já tinha visto. Parecia uma menina fazendo arte. - Levante agora o vestido, até onde você tiver coragem. Simone me olhou desafiadoramente e levantou o vestido até quase expor sua bucetinha que até então nunca tinha visto. Controlei minha excitação e recomecei as carícias em suas coxas e logo esbarrava e acariciava levemente sua bucetinha Simone abriu levemente as coxas e, recostando no banco, fechou seus olhos e curtiu, somente emitindo deliciosos e suaves suspiros. Interrompi minha linda loura: - Pega o celular. Você não queria avisar seu namorado? Quero que avise agora. Simone despertou confusa e louca de tesão pelos carinhos que eu lhe dava. Sem pensar pegou o telefone e discou. Eu caprichei mais nas carícias, fazendo Simone desdobrar-se para conseguir formar as frases: - Amor, hoje vou ter que trabalhar até um pouquinho mais tarde. Tenho uma reunião e terei que desligar o celular. Assim Simone falou, com a dificuldade de quem tem sua buceta caprichosamente acariciada. Simone quase gemia com seu namorado no telefone e desligou o mais breve possível. - Você é louco, ele deve ter percebido. - Ciúmes apimentam a relação. Você não acha que a sua está apimentando? Ri de maneira cínica. - E como! Respondeu Simone, recostando-se novamente no banco para curtir minhas carícias. Chegamos à minha casa, abri o portão e entrei com o carro na garagem. Peguei Simone pelas mãos e caminhamos para dentro, como namorados. Chegando na sala, ela sentou-se em meu sofá e lhe perguntei o que beberia. - Adoro cuba-libre, o que você acha. Simone respondeu: - O que você quiser, preciso de algo mesmo, estou nervosa. Fiz o drinque e me sentei de frente para ela, olhando penetrantemente em seus olhos. Deixei ela beber alguns drinques, e comecei meu jogo. - Tire seu vestido para eu ver você. Pensou por alguns segundos e eu ordenei: - Vamos, quero ver você. Esqueceu quem manda aqui? Simone retirou sensualmente seu vestido, deixando deslizar pelo lindo corpo. Seu vestido escorregou encontrando resistência apenas em seus duríssimos seios, que quase seguraram o vestido. Abaixou-se sensualmente e me atirou o vestido. Simone estava completamente nua, pois sua calcinha estava no meu retrovisor e tinha saído de casa sem sutian. - Venha aqui. Ordenei. - Chupa! Ela veio, abriu meu cinto e sacou meu pau para fora. Começou a chupar meio sem graça, mas logo sentiu-se a puta que fantasiava ser para mim. - Ta gostoso, meu lobinho? Ta gostando da sua putinha chupando? Disse com uma carinha de puta demolidora. - Chupa, putinha. Chupa que estou gozando… Ela me olhou assustada. E eu segurei seus cabelos, esporrando fundo na sua boca. Simone levantou enfurecida ainda com seus cabelos em minhas mãos, quando a puxei para um forte e apaixonado beijo. Nosso primeiro beijo, cheio de sexo e porra. Joguei Simone no chão, montando naquela mulher linda e desci rapidamente minha boca até sua bucetinha carnuda. Chupei até Simone gozar gostoso na minha boca: - Ah, não para, não pára que to gozando! Chupa assim, assim mesmo! Como você é gostoso! Chupa meu lobinho! Ahhhhhhhhh Simone gozou furiosamente, atolando meu rosto em sua buceta, quase me afogando com seu mel. Subi até sua boca lhe beijei e falei em seu ouvido: - Quando eu gozar na sua boca, faça assim, goze na minha! Ela fechou os olhos, sentindo-se uma idiota só em pensar que no que faria se eu não a tivesse dominado. Teria se levantado e ido embora? Teria perdido esse delicioso e intenso orgasmo? - Você sabe o que faz. Fui boba, me perdoe. Vou fazer tudo que você mandar de agora em diante… Levei Simone para meu quarto, rolamos pelas paredes nos beijando de maneira vigorosa, segurando pelos cabelos, chupando pescoços e orelhas. Ao chegar ao quarto já estava de pau duro novamente. Simone posicionou-se de quatro na cama e cavalguei-a furiosamente. Meu pau deslizou para dentro, como que chupado por aquela buceta faminta. Estava molhada e quente como que cozinhando meu pau. Eu a cavalgava puxando seus cabelos e batendo em sua bunda, como quem chicoteia uma égua para que ela corra mais. E Simone corria. A cada palmada vigorosa mais ela galopava furiosamente e quanto mais furiosamente ela galopava, mais seguro eu ficava em sua linda crina loura e mais forte estocava em sua buceta que nenhuma resistência causava à penetração. Parecia que apenas tocava suavemente meu pau, de tão relaxada e lubrificada. Gozamos aos gritos, primeiro Simone, e eu logo depois. Já tinha me controlado mais que o possível, pois a visão daquela deusa loura de quatro, rebolando daquele jeito era para ter uma ejaculação imediata. Nos beijamos tão intensamente como fudemos. Não havia palavras para descrever o que tínhamos sentido e nenhuma foi pronunciada. Tomamos banho juntos, nos vestimos e fui levar Simone em casa. No caminho somente sorrisos satisfeitos, suspiros da memória recente e uma sensação de que tudo aquilo só estava começando… Nos encontramos durante a semana no ICQ e lembramos os últimos momentos. Simone me contava quantas vezes pensou em desistir e parar aquela loucura. Mas foi em frente e deu o primeiro passo. Comentou como tem feito sexo muito mais gostoso com seu namorado: - Você apimentou minha vida. Não vejo a hora de colocar mais tempero! - Amanhã. Tenho algo para você. - Já? - Já! No mesmo lugar, mesma hora que te peguei da última vez. - Vou estar lá e dessa vez estarei usando algo especial. Nos despedimos e fui para minha casa, imaginar o que faria com minha submissa Simone… No dia seguinte fui ao local e hora combinado e lá estava Simone em um lindo vestido em tons de vermelho escuro. Ela entrou no carro e pude ver como ela estava linda e perfumada: - Vamos que estou ansiosa para lhe mostrar sua surpresa. Duvido que você não se surpreenda. Fiquei imaginando o que mais essa deusa estava guardando. Fomos desta vez para um motel que eu já conhecia. Na garagem os beijos sempre furiosos já anunciavam a noite que viria. Subimos as escadas aos beijos e amassos e, ao chegar ao quarto ela com grande dificuldade se desvencilhou de mim: - Posso fazer uma coisa para você? - O que você quer fazer? - Quero que você se deite nu para eu retirar a roupa para você, deixa? - Deixo. Retirei a roupa e deitei-me, já de pau duríssimo só com a expectativa daquele showzinho que prometia. Simone começou a dançar de maneira estonteante, levantando os cabelos e rebolando de maneira enlouquecedora. Foi retirando peça por peça. Estava com um conjunto íntimo também em tons de vermelhos. Subiu na cama e continuou a dança. Minha visão era magnífica. Ver por baixo Simone dançando tornava suas coxas ainda mais grossas e gostosas. Ela descia rebolando até quase esfregar sua buceta ainda de calcinha no meu rosto. Retirou o sutiam e sensualmente passou em meu rosto. Quando retirou a calcinha, notei uma tatuagem, mas Simone tapava com a mão, me escondendo ela. Desceu rebolando e mostrou-me sua tatuagem: um lobo feito em vermelho, na virilha. Enlouqueci e chupei agora sua buceta como nunca. Afinal, agora aquela buceta era mais minha do que nunca: - Gostou da minha surpresinha? - Adorei. “minha” bucetinha ficou linda! Seu namorado já chupou a bucetinha do lobo? - Chupou sim. - Então, hoje ele vai chupar de um jeito diferente… - O que você está planejando, seu louco! - Você vai saber. Fudemos muito mas tomei cuidado para não gozar. Simone estranhou um pouco, mas estava adorando tudo. Pedi que ela se vestisse pois queria uma coisa especial naquela noite. Ela vestiu-se com um misto de curiosidade e medo. Saímos do hotel e falei para irmos para a casa do seu namorado: - Você está louco! Ele mora no meu bairro! - Não me interessa. Quero fazer uma coisa hoje. Simone estava nervosa, me indicava o caminho mas a todo tempo me dizia que era loucura, que não sabia o que eu queria, mas que era loucura. Ignorei seus apelos e guiei para seu bairro. - Eram umas dez horas da noite e a rua do namorado dela era bem deserta, com algumas árvores. Paramos em frente a rua, recuei o banco do meu carro o mais para traz possível e puxei Simone pelos cabelos para meu colo. Rasguei sua calcinha violentamente, coloquei meu pau para fora e soquei em sua buceta de uma vez. Simone urrou de dor. Agarrada pelos cabelos e pela cintura, Simone era obrigada a me cavalgar ali, na porta da casa de seu namoradinho. Em pouco tempo já estava adorando. A excitação pelo perigo e a fantasia de cornear seu namoradinho em frente ao portão da casa dele e estava enlouquecendo. Ela gemia e gritava: - Sai de casa, corninho! Sai para ver sua namoradinha! Eu fudia com fúria. Puxava impiedosamente seus cabelos. Abria sua bunda até quase rasgar sua carne. Simone adorava. Era tudo que ela queria naquele momento. Ser tratada sem nenhum respeito, sem nenhum carinho bem na rua do seu corninho. - Fode sua puta, fode gostoso que to gozando! - Ah… me fode gostoso. Fode de um jeito que meu corninho nunca me fudeu! - Ahhhhhh…ohhhh. Gozei, sua puta! Disse, estocando bem fundo minha pica, para encher sua bucetinha de porra. Empurrei-a bruscamente para o banco do carona, abri o porta-luvas do meu carro e lhe entreguei uma calcinha com meu nome bordado nela. - Vista. Simone vestiu, com um sorriso de satisfeita na cara. - Agora, quero que toque a campainha da casa desse corno e faça ele chupar sua buceta cheia de porra encostada nesse muro. Quero ver esse babaca beber minha porra! - Você ta louco! - Não discuta, faz o que to mandando! Abri a porta do carro e empurrei Simone para fora. Ela caiu e desnorteada somente me olhou. Eu a olhava decidido, e ela caminhou até o portão do seu namorado. Tocou a campainha e aguardou. Ele veio sorridente e ela sem dizer nenhuma palavra lhe beijou ardentemente. Simone estava enlouquecida por tudo que estava acontecendo. Estava próximo aos dois, mas meu carro com filmes escuros me deixava ver sem ser visto. Simone então me surpreendeu mais uma vez, puxando seu namorado até encostar no meu carro, começando um sarro gostoso ali, colada no vidro do motorista, a centímetros de mim. Levantou seu vestido até a cintura, e arriou a cabeça de seu namorado: - Me chupa gostoso aqui na rua. - Que isso amor? Tentou argumentar algo, mas diante daquela mulher linda e de um pedido maravilhoso desse não pode resistir. Eu de dentro do carro tentava ver o corno chupando sua buceta, mas apenas via Simone rebolando, esfregando a buceta em sua cara: - Bebe o leitinho, bebe. Bebe o leitinho da tua namoradinha. Leitinho de lobo! O corninho sem entender nada chupava maravilhado sua namoradinha, que agora era uma mulher louca. - Chupa gostoso que to gozando na sua boca! Chupa amorzinho! Ahhhh…tô gozandoooooo…. ahhhh… De repente Simone empurra ele de bunda no chão e diz: - Chega. Gozei muito gostoso, mas alguém pode vir. Vai para casa que amanhã a gente fode bem gostoso, amor… - Você ta louca? To maluco de tesão. Vamos para dentro. - Não. Amanhã. Aguarde que você não vai se arrepender… O corno entrou contrariado, mas diante das mudanças deliciosas que Simone mostrava ultimamente preferiu não estragar. Estava adorando a nova mulher que estava ganhando. Simone mal viu a porta se fechar e puxou a maçaneta de meu carro e entrou. Me pegando com o pau na mão, numa deliciosa punheta. - Gostou do show? Era isso que você queria? - Foi melhor do que planejei. - Viu como ele adorou seu leitinho? Riu diabolicamente. - Nossa, você foi fantástica hoje. Lhe disse sem parar de punhetar-me. Simone vendo o tesão que eu estava, quis fazer seu último agrado: - Deixa que eu faço isso para você. Assim, colocou-se a me chupar de maneira deliciosa, me olhando nos olhos com um olhar sapeca que me fez gozar rapidamente. Levei-a até em casa e trocamos um beijo cheio de gozo de seu delicioso boquete. A vida sexual de Simone mudou completamente. Ela se subjugava as minhas vontades enquanto dominava seu namorada cada dia mais. Ela comentava as coisas que fazia com ele. Contava que fazia shows eróticos para ele, deixava ele louco de tesão e ia embora. Outras vezes fazia ele a chupar até gozar e ia embora. Ele estava completamente alucinado com a situação. Estava completamente submisso à minha lourinha. Com todas essas informações, achei que era hora de testar os limites da minha lobinha: - Simone. Você lembra onde eu moro? - Lembro, claro. - Seria capaz de chegar lá sozinha? - Claro, amor, sem problemas. Porque? - Quero que você leve seu namorado lá hoje. - O Que? - É. Hoje ele vai assistir ao nosso show. - Não sei, Lobo. Ele está cada vez mais louco por mim, como você disse que ele ficaria, mas isso já é demais… Ele me idolatra, vai terminar comigo. - Faça o que estou lhe mandando, ou fique com esse corno e me esqueça. Simone saiu transtornada. Ficou furiosa, não pelo meu pedido, mas pela aparente falta de valor que lhe dava. Claro que a adorava, mas gostava muito mais dela quando estava submetida aos meus caprichos. Simone sumiu o dia inteiro do ICQ, e imaginei que tinha exagerado e perdido minha escravinha obediente. Em casa ouço a campainha tocando, de minha varanda vejo que é Simone em meu portão, trazendo seu corninho junto. Abri o portão automático e ainda da varanda vi os dois se aproximarem. O corninho estava de cabeça baixa, enquanto Simone vinha empinada e sorridente. Estava ciente agora do poder que exercia sobre seu namorado. Sabia que para não perdê-la ele era capaz de tudo agora. Quando ela chegou a varanda, me surpreendeu, como sempre, me dando um caloroso beijo na boca. Seu namorado morria de ciúmes e vergonha. Não o olhei nem lhe dirigi a palavra: - Vem Simone. Entra. Ela entrou puxando o corninho pela mão, feito dos namoradinhos e lhe disse: - Senta amor. Fica aí que sua gatinha vai brincar um pouquinho. Sentei de frente para ele e coloquei meu pau para fora: - Chupa. Ordenei. - Tudo! Chupo tudo, bebo tudo! Simone chupou gostoso, e parava apenas para olhar para traz, onde estava seu corninho: - Esse cara tem uma pica deliciosa, amor. Amo essa pica! - Chupa calada, cadela! Antes que Simone me fizesse gozar, mandei ela ir até o corninho. - Feche as pernas dele. Agora ajoelhe no sofá com as pernas desse corno entre as suas. Isso fazia Simone ficar com o rosto próximo ao do seu namorado, mas ambos, eu e ela, agíamos como se ele fosse uma mera almofada no sofá. - Corno. Segure a budinha dessa cadela e abre para mim. Ele completamente submisso e anestesiado por toda a situação apenas obedeceu. - Segura essa cadela assim que vou preparar esse cuzinho virgem agora. Você vai me ajudar a arrancar esse cabaço. Simone estava enlouquecida. Eu nunca tinha pedido a ela para fazer sexo anal e agora, ali sobre seu namorado ela perderia seu último cabaço. Peguei uma bisnaga de KY gel, e lambuzei seu rego inteiro. Acariciei com um dedo demoradamente, vendo ela gemer e humilhar seu namorado: - hum… ta gostoso demais. Esse corno nunca pediu pra fuder meu cuzinho… Agora ele é todo seu, Lobo, goza nele, goza. Me arromba. Ele vai ser só seu. Nunca vou dar meu cuzinho para esse corno. Só se você mandar… Hummm… Nessa hora eu já acariciava seu rabinho com 3 dedos e seus gemidos já viravam súplicas: - Fode logo. Não vejo a hora de tomar no cu na frente desse corno otário! Comecei a empurrar e Simone ameaçou fugir. - Segura essa cadela, seu corno! Se ela fugir eu acabo com nossa brincadeira e vocês voltam para o papai e mamãe que vocês faziam antes de mim! O corno imediatamente segurou firme a bundinha de Simone e eu enterrei até o fim meu pau. Devagar decidido, meu pau foi até o fim. Lágrimas saíam dos olhos da minha deusa loura e seu corninho, que nessa altura estava com pena de sua namoradinha. Em pouco tempo já estava socando furiozamente, cavalgando novamente em sua crina loura, surrando sua bunda para que minha eguinha cavalgasse veloz, para seu namoradinho ver do que aquela mulher era capaz quando tinha um homem de verdade a cavalgá-la, sem frescura nem pudor, apenas desejo animal. Batia mais forte que metia. Simone já colocava vez ou outra a mão para traz, na tentativa de deter minhas fortes palmadas. Sua bundinha já estava inchada de tanto apanhar: - Não quer apanhar, minha eguinha? Então cavalga mais rápido, Cavalga! Ela chorava no colo de seu namoradinho, que com pena tinha os olhos cheios d´água, quando se assustou com o violento orgasmo que sua namoradinha começou a ter: - Ahhhhh. Fode! Ohhhh. Estou gozaaaaaando! Gozaaandoooooo! Ahhhhhhhh ! Ahhhhhhhh Tirei meu pau para que Simone pudesse curtir seu orgasmo abraçadinha com seu corninho. Ele sorria de felicidade, vendo que todo aquele sofrimento, na verdade estava lhe enchendo de tesão, a ponto de sua namoradinha estourar num orgasmo anal poderoso. Simone se virou e me beijou um beijo de agradecimento como nunca tinha me dado. Um beijo com sorriso entre os lábios que fez seu corninho ter ciúmes novamente. Sentei no sofá e ordenei que Simone me fizesse gozar. Ela veio e pegou meu pau, para posicionar em sua bucetinha: - Não. O corninho coloca na sua bucetinha para mim. Pega e enfia na sua namoradinha. O corinho se levantou, pegou meu pau por debaixo de Simone e posicionou na entrada de sua bucetinha. Sussurrei no ouvido da Simone para que ele não escurasse: - Faz seu corninho feliz. Sobe e desce bem alto, para que meu pau saia de vez em quando… Ela sorriu e fez sinal afirmativo com a cabeça, entendendo a brincadeira. Simone subia até quase a cabeça do meu pau sair de sua buceta e mergulhava novamente de encontro ao meu quadril, deixando seu corninho de boca aberta, olhando meu pau entrar na buceta de sua namorada. Não demorou e meu pau saiu a primeira vez. Sem precisar mandar, o corninho pegou e colocou-o novamente em sua namoradinha. Novamente meu pau saiu e tornou a recolocá-lo no seu lugar. Em uma hora eu anunciava o gozo. Simone saiu de cima de mim e ao lado de seu namorado começou a punhetá-lo com a língua para fora. Jorrei em sua boca muito porra, E ela a exibia, sem engolir, sobre a língua. Virou-se para seu namorado e lhe deu um beijo forte, sem deixar que ele fugisse. Ao fim do beijo lhe disse: - Lembra quando você me chupou na porta de sua casa? Encostada naquele carro? - Lembro. - Minha buceta estava cheia desse leite que você acabou de beber! Ele abaixou a cabeça humilhado, sem nenhuma palavra pronuncial. - Já vou embora, Meu lobo. Meu corninho já está satisfeito. Vou pensar se deixo ele gozar hoje. - Hoje não. Deixe ele esporrar na cama, enquanto sonha com nossa foda. - Claro, ótima idéia. Vamos, corninho. Me leva para casa que estou toda assada!

—————————————————————————

Envie as suas fotos e participe da seção Leitoras | Submit here!

Trepei minha vizinha bêbada
Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia… 2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão… cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marrom, e uma blusa com cadarço na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tesão. A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena. Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento? Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de whisky: - Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens… ao que respondi: - Isso passa, foi só uma briga de casal… - Só uma briga? Então você vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses? Quando ouvi isso, meu sangue gelou… aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar… A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo. Resolvi pôr meu plano em prática… fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida… tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, porqque ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso… ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: - isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem! Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela… efeito do álcool hehehe!) Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso! Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente… tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela… abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia… meu tesão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: - Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a língua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca… nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu pau sofria daquela boca gulosa… 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: - Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25 minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava, meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tesão q ela sentiu quando me chupava… me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarço de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros… livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tesão que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo… Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha… louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude… pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha… chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua… com o pau já muito duro, resolvi ir mais fundo naquela delicia que tava babando de tesão! Dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado… me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta… o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela… o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência… aí ouvi ela sussurrar baixinho: - to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía… eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus… Adormecemos assim… No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás. Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!! Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: - cala a boca! o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa! que tesão me bateu!! Dessa vez ela não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica! Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso… levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu… o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas… Mas finalmente meu pau entrou até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra que eu gozasse que ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse: - se você parar agora eu mato você!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!! Ouvindo isso, eu enterrei o máximo que pude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada…, algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas… eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas… ficamos abraçados um tempo… conversamos um pouco e depois fomos tomar banho… Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!! Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!

—————————————————————————

Envie as suas fotos e participe da seção Leitoras | Submit here!

Chantagead​a e submetida aos Limites

Trabalho em uma transportadora de cargas no departamento de TI (Informática). Na minha sala trabalhava uma morena linda, cabelos negros levemente encaracolados, pele de índia, olhos grandes e negros coxas grossas e peitos pequeninos e empinados. Essa morena chamava-se Mônica e era encarregada do departamento financeiro. Ela gozava de regalias por namorar o irmão do dono da empresa e costumava trabalhar com roupas curtíssimas e provocantes. Certo dia eu percebi que o extrato que estava sendo encaminhado para a contabilidade estava com o saldo muito menor do que o que eu havia imprimido pela Internet. Por curiosidade fui procurar saber o motivo e descobri que se tratava de um desvio de dinheiro da empresa e que alguém estava maquiando o extrato. Inocentemente, pedi que ela me esperasse após o expediente, pois tinha algo sério para tratar com ela. Notei que ela ficou nervosa, mas jamais imaginaria que era ela a responsável pelos desvios. Após o expediente, ela me aguardou como eu tinha pedido e quando abordei o assunto, ela veio com muita agressividade, me ameaçando, me lembrando do seu prestígio juntos ao diretor. Eu comecei a notar que ela tinha algo a ver com a situação e imediatamente lhe disse: - Você deve, então, usar do seu prestígio para exigir provas. Isso eu tenho e posso provar, seja pra você ou para o Diretor, você escolhe. Ela perdeu o controle e me xingou: - Quem você pensa que é? Você é um merda que eu boto para fora dessa empresa antes de dar qualquer pio ! Eu na mesma hora retruquei: - Pois a primeira coisa que farei amanha será ir a diretoria, com o material que prova o que estou dizendo. Ela, muito nervosa me pede calma e faz a confissão de que é ela que está roubando a empresa. Diz que é muito humilhada pelo irmão do diretor e que por raiva começou a fazer o desvio e que tinha juntado muito dinheiro, milhares de Reais. Me ofereceu R$ 50.000,00 para que eu não a denunciasse. Nunca senti tanto poder na minha vida. Eu tinha aquela morena linda nas minhas mãos e mandei ela ir beber um pouco de água enquanto eu pensava em tudo que ela tinha dito. Minha cabeça viajou, o poder sumiu a minha cabeça, lembrei meu salário, lembrei o quanto a desejava. Quando ela voltou eu estava frio, algo tomou conta de mim e uma força perversa me invadiu. Disse assim que ela voltou: - Você é uma ladra e eu vou te colocar na cadeia. Seu namorado vai fazer questão de te colocar na cadeia! Ela em choro: - Por favor, lhe dou mais. Quanto mais você quer? Nesse momento já estava sentado em cadeira de trabalho, com um olhar arrogante e insensível, abri o zíper da minha calça e coloquei meu pau para fora: - Para começar, quero que você chupe meu pau, agora. - Você está louco! - Estou louco para ver você sair daqui algemada! Escorraçada pelo patrão e o irmão dele, seu namoradinho! Anda, ajoelha e chupa. Eu digo quando parar. Eu digo como eu quero e você só mama ! Nessa hora meu pau já estava duro feito pedra e ela parecia pensar rápido. Se abaixou e pegou meu pau com bastante má vontade. Parecia me olhar, esperando que eu desistisse da chantagem. Eu nada disse, apenas a olhei como quem está perdendo a paciência. - Ela, timidamente foi se chegando perto do meu pau duríssimo, eu tentava não demonstrar emoção nem atração por ela, mas a verdade é que estava sendo delicioso essa sensação de poder. Ela começou a chupar de maneira mecânica e eu resolvi que agora com meu pau na sua boca, era hora de humilhá-la. - Você não sabe nem chupar um pau? Você acha que isso vale seu segredo? Se eu soubesse que você era uma merda dessas não daria meu pau para você chupar. Suas lágrimas começaram a cair. - Chupa, vadia, ladra, desse jeito você vai passar a noite toda e eu não vou gozar. Acho que ela sentiu que se caprichasse um pouco poderia acabar logo com a tortura, pois já estava a uns 20 minutos chupando e eu somente lhe ofendendo e humilhando. Começou a ficar realmente mais gostoso, mas ainda não era uma chupada como eu queria. Dei um tapa em sua cara e ela me olhou com espanto ameaçando parar de me chupar. Segurei-a pelos cabelos e disse: - Chupa direito essa merda, ou nosso trato vai pro caralho! E chupa me olhando, vai me dar tesão seus olhos de vadia e ladra arrependida. Esse boquete ta uma merda, a gente vai ficar aqui a noite toda! Com força tirei ela pelos cabelos da minha pica e gritei: - Quero que você me diga que vai chupar gostoso! Diz: Vou chupar gostoso! Ela fez sinal que sim com a cabeça. - Diz, vadia: Vou chupar gostoso! Ela disse aos soluços: - Vou chupar gostoso. Eu a soltei e a olhei como que espera uma reação. Ela já completamente dominada voltou a me chupar, agora como eu realmente queria. Eu ia mandando e ela ia fazendo: - Chupa me olhando, agora tira e lambe ele todo, de cima a baixo. Isso… agora coloca ele na boca novamente. Me fode com a boca. Assim… ta gostoso, ta aprendendo, vadia. Sem pressa que agora ta bom. Faz carinho no meu saco enquanto me chupa. Assim, nooooosa, ta bom demais. Ta começando a valer meu silêncio… continua que eu vou gozar. Olhei para ela, pois sabia que faria carinha de espanto. - Vai, continua, e não faz manha não, porque vou gozar na sua boquinha mesmo, e quero meu pau limpinho, quero que beba todinho… Ela chupava agora com força, acho que ficou ansiosa com o que aconteceria e teve vontade de acabar logo com aquilo. Eu deixei, afinal já não agüentava mais ser chupado tanto. - Continua. Assim… to quase… ta vindo seu leitinho, chupa vadia! Vou gozar. Vou gozaaaaar… Segurei sua cabeça, pois tinha certeza que ela tentaria tirar. Impedi que ela tirasse meu pau da boca e gozei tudo lá dentro. Mandei ela continuar a chupar. - Chupa ! Continua, vadia. Ela estava horrorizada, os olhos estavam arregalados. Quando acabei de gozar, falei relaxadamente: - Que delícia. Agora termina o serviço e lambe tudo. Deixa meu pau limpinho, porque você foi deliciosa. Ela chupou até deixar meu pau limpinho. Em alguns momentos sentia que ela tinha ânsia de vômito. Mandei ela levantar e abrir a boca, pois queria ver se ela tinha engolido tudo. Ela abriu e a minha porra estava dentro da sua boca. Eu ri e mandei ela engolir: - Engole, vadia. Quer jogar meu leite fora?! Engole com a boquinha aberta que eu quero ver. Ela fez que não com a cabeça, esperando misericórdia, mas eu não me abalei e não repeti a ordem. Apenas a olhei com autoridade e segurei suas bochechas para manter sua boca aberta. Não posso negar que me deu um prazer sádico a dificuldade com que ela bebeu minha porra, tendo uma violenta ânsia de vômito. Eu ri, e lhe disse: - Fiquei ofendido com esse show, que exagero, minha namorada cansou de beber minha porra… Ela nada disse, apenas limpou o canto da boca com as costas das mãos e me perguntou: - Posso contar com seu segredo? - Pode, por enquanto pode. Espero você aqui amanhã depois do expediente para conversar sobre esse assunto. Ela sentiu que não ficaria tão barato, mas apenas se virou e saiu. Eu sabia que ela pensaria em uma maneira de escapar dessa situação e que eu acabaria envolvido como cúmplice. Por isso, tinha que pensar em algo para me livrar de qualquer suspeita, aproveitar sua submissão temporária. O dia se passou tenso. Eu tinha bolado um jeito de colocá-la cada vez mais submissa e envolvida. Chamei Mônica para almoçar, para testar seu comportamento. Ela aceitou, sem demonstrar repúdio ou alegria. Me assustou até sua indiferença. Pensei ter havido algo que pudesse dar uma reviravolta na minha posição privilegiada. Almocei de forma cínica, a olhando como se nada tivesse acontecido, como se estivesse flertando com ela. Ao fim do expediente, ela, como eu, fingiu estar trabalhando até que todos saíram. Ela veio até a mim, e talvez tentando recuperar o controle da situação, fez uma proposta, na verdade me perguntou com aparente tranqüilidade: - Quanto você quer? Diga e fazemos um acordo. E o que eu conseguir desviar, daqui para a frente, dividimos meio a meio. Retruquei: - Você acha que vou me envolver com você nessa sujeira? Você ontem comprou meu silêncio para pensar se te perdoava ou denunciava você. Não me tenha como sócio ou cúmplice. Sua frágil calma despencou e o nervosismo tomou conta de Mônica novamente. Aproveitei o momento e calmamente lhe expliquei o que queria dela nesta noite: - Pegue suas coisas. Vou sair agora e te esperar no próximo posto de gasolina aqui da avenida. Você dá o tempo que achar conveniente para disfarçar e vá atrás de mim. Encosta atrás do meu carro e pisque os faróis. Quero que me siga até minha casa. Ela tentou argumentar, mas eu virei as costas, peguei as chaves do meu carro e saí, com a mesma falsa arrogância e segurança, que camuflava meu medo. Fui até o posto e a esperei. Achei que ela demoraria mais, para se recompor, mas para minha surpresa, ela estava a piscar os faróis, muito antes do que eu imaginava. Arranquei com o carro e vi que ela veio atrás. Liguei para seu celular e comecei a brincadeira, ela atendeu: - Alô? O que você quer? Fiz o que você queria, estou te seguindo para a sua maldita casa! - Calma Mônica, o que te deu? É assim que me trata, que atende seu celular? - Ok, desculpa, é que tudo isso me deixa nervosa. - Pois acalme-se. Quero que você abra os botões de sua blusa. Todos. - Você está louco? Estamos na rua ! - Que foi? Te deu um lampejo de pudor? Devia ter tido pudor de roubar a empresa do irmão de seu namorado! Faça o que estou mandando, já sentiu que não quero seu dinheiro, então, não me faça perder a paciência e continue fazendo eu ficar calado! Desabotoe todos, agora! Desliguei o celular. Ela estava próxima ao meu carro, e pelo retrovisor eu a via, socando o volante. A raiva tomava conta dela. Imaginei como ela devia estar procurando um jeito de sair dessa situação que eu a infligia. Mesmo assim, pude ver os botões sendo desabotoados, um a um. Toquei novamente para seu celular. Precisava dela descontrolada, quanto mais surpresa e descontrolada ela estivesse, menos chances teria de pensar e reavaliar a situação. - Alô, Mônica? Dessa vez ela conseguiu controlar-se: - Alô, está satisfeito? Estou como você queria? - Quase. Quero que tire o sutiam. Estou adorando a visão e quero melhorá-la. Ela desligou o celular na minha cara. Vi que tinha conseguido, ela estava descontrolada novamente, e com os olhos novamente cheios de lágrimas, começou a tirar o sutiam, com muita dificuldade pois estava dirigindo. Me divertia com ela tentando tirar a peça e ao mesmo tempo segurando a camisa desabotoada toda vez que passava algum carro ao lado. Vi quando ela com raiva arrancou a peça, arrebentando as alça e jogando-a com força no banco do carona. Me divertia e me assustava pois estava dominando uma mulher forte, e inteligente e que me deixava com um fio de medo. Me deliciei pelo retrovisor com a visão de seus seios, que eram tapados com as mãos o máximo possível, mas que eu podia vê-los pois alternava a velocidade e a forçava a várias trocas de marcha. Me sentia totalmente no controle. Ela era minha boneca. E que boneca. Deliciosa. Seus seios eram muito menores e mais durinhos do que eu imaginava. Quase não tinha aureolos, apenas o bico se destacava, intumescido, durinho, talvez pela excitação, talvez pelo ar-condicionaldo ligado do carro, para manter os vidros filmados levantados, proporcionando certa proteção contra os olhares vindos dos lados. Apenas eu apreciava aquelas duas esculturas simétricas. Chegamos desci do carro. Abri o portão e coloquei meu carro para dentro da garagem. Fui até seu carro e mandei ela colocar na outra vaga da garagem. Ela entrou, com misto de medo e alívio, pois estava protegida do olhar dos estranhos. Desceu do carro abotoando os botões da blusa, quando eu, aproveitando que agora ela estava mais a meu mercê do que nunca, dentro de minha toca, dei-lhe um tapa estalado na face. Ela ameaçou me agredir e dei-lhe outro. Ela caiu de joelhos, seios à mostra e lágrimas nos olhos. Apenas disse: - Siga-me. E agora, livre-se dessa blusa. Estou cheio de sua frescura. Essa merda eu vejo, pego e chupo a hora que eu quiser. Ela levantou-se e veio atrás de mim. Retirou a blusa a trouxe nas mãos junto aos peitos, ainda tentando cobri-los. Olhei-a com firmeza e ela soltou a blusa no chão. Entrei em casa, e mandei que sentasse e relaxasse no sofá. Pois eu logo viria. Entrei em meu quarto, que modéstia à parte é muito bem equipado e liguei 3 câmeras. Duas que tinha pedido emprestado. Todas muito bem disfarçadas por vários objetos que coloquei no quarto, justamente para causar confusão visual. Agora era deixá-la o mais descontrolada possível, para que não conseguisse reparar no aparato que preparei para filmar tudo. Tirei toda a roupa e fui para a sala somente de roupão. Ela estava no canto do sofá, com os braços cruzados sobre os seios. Joguei uma minúscula calcinha sobre seu colo e a mandei vestir. Ela perguntou-me sobre o banheiro e eu com uma risada cínica respondi: - Coloque aqui, quero vê-la colocando. Sem pressa. Sempre sem pressa. Seus olhos encheram-se novamente de lágrimas, mas ela nada disse. Levantou-se e, eu, para humilhá-la me levantei e mandei ela parar, pois colocaria uma musica para o show. Coloquei no som um CD mais ou menos apropriado e mandei ela continuar, humilhando-a sempre que possível: - É assim que você se despe para um homem? Você é uma merda de mulher na cama. Não vale meu silêncio. Rebola, vadia! Passa as mãos pelo corpo, faz alguma coisa pra me dar tesão. Ela nada fez, apenas tirou lentamente suas roupas e colocou a calcinha que eu havia mandado. Mandei ela me seguir e comecei a colocar meu plano em prática: - Quero que finja. Quero que você entre naquele quarto e implore para eu te chupar, te fuder. Quero que a verdade saia, que você saiba que quem está ganhando é você, ganhando meu silêncio para poder se esbaldar com o dinheiro roubado que você conseguiu. O que eu quiser que você diga, vou sussurrar em seu ouvido e você vai gritar, bem alto, se eu não acreditar vou começar a ficar violento com você, pode apostar, não vai gostar desse meu outro lado. Entramos no quarto eu a puxei, fingi que estava lhe beijando a orelha e sussurrei: - Comece vadia, comece a fingir com um beijo gostoso, como se me amasse mais que qualquer pessoa na sua vida. Ela me beijou ardentemente, e num desses intervalos de beijo eu fui novamente em seu ouvido: - Grite para mim que se eu não te possuir como uma puta, que você me mandará embora da empresa. Lembre-se que se eu não acreditar nessa sua atuação, vamos mudar para uma brincadeira mais…digamos… sadô… Ela me empurrou e gritou: - Vamos, garoto, ou você me fode bem gostoso, ou pode procurar outro emprego ! Me fôda como uma puta. De algum jeito, comecei a perceber que ela tinha se excitado. Claro que não estava gostando, afinal era muito dinheiro que ela tinha roubado e o perigo de ser presa a apavorava: Aproveitando que ela parecia começar a gostar, a beijei com voracidade e fui correspondido, fui ao seu ouvido e pedi novamente aos sussurros: - Me chupa. Me chupa ainda mais gostoso que a de ontem… Ela abriu meu roupão, pegou meu pau já babando de tanto tesão e começou o boquete mais gostoso que já provei na minha vida. Eu dava continuidade ao plano e falava: - Eu não podia estar fazendo isso, mas você é irresistível… Ah… que boca gostosa… continua me chupando assim, por favor, não para. Ela me olhava, tinha entrado na personagem, tinha sido tomada pelo clima: - Ta gostoso? Pois quero que você seja muito gostoso, quero em dobro porque, senão, te ponho na rua! Estava próximo a gozar quando mandei ela parar: - Para, por favor, senão eu vou gozar e eu quero retribuir esse boquete delicioso antes de gozar… Ela parou, lambeu meu pau, me olhando com cara de safada, levantou-se sem largar meu pau, me beijou gostoso e disse em tom desafiador: - Você é muito gostoso, beija gostoso, tem uma pica gostosa, agora quero ver se me faz gozar… Caminhou para a cama me arrastando pelo pau e, como eu queria, estava parecendo dominado para as câmeras que tudo filmava em 3 ângulos privilegiados! Já tinha me esquecido de tudo, o prazer tinha tomado conta e Mônica já havia se entregado a fantasia de submissão e prazer. Deitou-se, puxou-me pelos cabelos até enfiar meu rosto na sua buceta, e para minha surpresa e satisfação, me enlouqueceu dizendo: - Chupa meu empregadinho, chupa sua chefe, quero gozar nessa sua carinha, chupa direitinho a cunhadinha do patrão, ou vai para a rua! Eu nem tinha como chupá-la, ela rebolava como louca se esfregando em minha boca e eu apenas conseguia colocar a língua para fora. Ela estava como que em transe e os gemidos não demoraram a ficar cada vez mais forte. Acho que depois de ser tão humilhada e submissa Mônica estava adorando esse momento, pois devia estar se sentindo novamente no controle. Seu rebolado frenético foi perdendo a coordenação, enquanto seus gemidos viravam deliciosos urros que me deixavam louco de tesão. Começaram espasmos musculares de quem está prestes a alcançar o orgasmo e aproveitei para chupá-la com toda a dedicação que ela estava merecendo. Chupei aquela buceta já prestes a gozar com muita intensidade, lambia seu grelinho, passava minha língua por toda sua extensão, enquanto meu dedo lhe acariciava por dentro de sua buceta encharcada e quente. Quente como nunca tinha sentido antes. Mônica tentava falar entre os gemidos: - Não para ! Por favor, continua assim ! Ohhh… chupa a cunhadinha do patrão, chupa que vou gozar gostoso na sua boca! Ahhhhhhhhhh. Mônica gozou quase me sufocando, enterrando meu rosto em sua buceta enquanto gozava forte, com um urro de prazer selvagem. Com suas últimas forçar, puxou-me pelos cabelos para cima, junto a ela e me deu um beijo delicioso. Um beijo de quem agradece um momento inesquecível. Durante esse beijo meu pau foi encontrando caminho para saciar minha excitação, que neste momento estava a mil. Tive que me controlar muito para não gozar assim que entrei naquela gruta molhada e quente como um forno. Fui entrando e sentia seus músculos vaginais ainda em contração. Mônica ainda estava sob efeito do violento orgasmo. Entrava e saía e Mônica já se refazia do gozo e já esfregava-se em meu corpo colado ao seu. Nossas bocas não se desgrudavam e os gemidos agora eram de ambos. Disse em ouvido: - Você é deliciosa. Nunca tive uma mulher tão intensa. O tempo passava e as posições foram se alternando. Mônica agora de bruços me presenteava com a visão da sua bundinha linda, empinadha de um jeito que só essa posição proporciona, com a mais forte e pequenina marca de biquini que eu já tinha visto. Eu hora curtia de vagar a deliciosa sensação de calor e umidade que sua buceta me dava, hora socava com vigor, pois a excitação que me dava seu lindo corpo me deixava selvagem. Ela forçou para levantar-se desta deliciosa posição, para ficar de quatro. Disse a ela: - Não vou agüentar! Assim você vai me fazer gozar rápido! E ela com a carinha mais safada que eu já tinha visto na vida. - Goza, só não goza na minha bucetinha, porque você já está me causando problemas demais. Sorriu. Fudi ela com tesão. Ela gemia e pedia mais: - Fode, você é muito gostoso. Se eu soubesse que você era tão gostoso, já estaria nessa cama a muito tempo! Fode meu gostoso, fode sua chefinha. Goza pra mim. - Vou gozar ! Vou gozar ! -Ela saiu virou-se de frente para mim e começou a me punhetar, com meu pau na direção de seus lindos seios: - Goza aqui, Ó! Apontava para os seios: - Aqui que é lugar de leitinho. Goza que eu adoro espalhar leite quente pelo meu corpo. Assim, eu gozei abundantemente, respingando gozo pelos seus seios, escorrendo pela barriga. Mônica me olhava nos olhos enquanto esfregava minha porra pelos seus lindos peitinhos, com as mesmas marquinhas de sol de sua bundinha. Passou a língua nos lábios e me puxou para um apaixonado beijo. Fiz amor com Mônica naquela noite inteira, nunca imaginei que faria sexo tão carinhoso e prazeroso naquela noite, que prometia apenas fantasias sádicas. Recobrei o juízo e lembrei da nossa situação. Não podia perder as rédeas e mais, deveria mantê-las firmes, dolorosamente firmes. Mônica me perguntou onde era o banheiro e eu, com um cínico sorriso lhe perguntei: - Para que? - Para a gente tomar um gostoso banho. Respondeu ela toda dengosa. - É, eu preciso de um banho… e você, quero que vá embora agora. - Mas assim? Toda suja? - Suja está milha língua que tocou nessa sua buceta nojenta. Você está lavada de porra. Some daqui. Quero ficar sozinho agora. Quero você assim mesmo, cheia de porra pela rua. Bem vadia, escorrendo leite. Some ! Mônica estava surpresa. Nunca imaginava que isso aconteceria, afinal, fizemos amor de maneira esplendorosa e de repente a joguei de volta a realidade brutal que ela se encontrava. Ela foi pegando suas roupas e vestindo, mais humilhada do que nunca, justamente por ter fudido com tanto sentimento, por ter gozado como nunca. Mal sabia ela o quanto tinha mexido comigo, o quanto estava apaixonado por ela. Mônica entrou no carro saiu, sem nenhuma palavra dizer. No dia seguinte, no trabalho, Mônica mostrou-se altamente constrangida. Abaixava a cabeça sempre que me via, evitava me olhar nos olhos. Sua segurança tinha ruído, junto com sua auto-estima e principalmente com seus valores morais. Estar em minha mãos e ter sido tão usada e abusada estava sendo terrível para ela. Mas o pior era a humilhação de ter gozado como gozou. Isso a devorava pois era como se tivesse dado uma declaração de que, apesar de tudo, estava gostando. Ao final do expediente, ao contrário dos últimos dias, fui embora, pois tinha que editar minhas novas fitas. Tinha que fazer meu filme pornográfico com Mônica. Filme em que parecia claramente que eu estava sofrendo chantagem e assédio sexual no trabalho. E o material era perfeito, Mônica tinha se superado e o personagem saiu melhor que eu previa, não precisaria editar nada, apenas escolher os melhores ângulos para cada cena, já que tudo foi gravado com três câmeras. Antes de sair, passei próximo a mesa da minha deliciosa morena e com o sorriso mais cínico que consegui dar a cumprimentei: - Boa noite, querida. Você hoje estava linda. E adorei o jeito que se portou. - Obrigado. Disse ela constrangida. - Amanhã tenho algumas surpresas para você. Mas relaxe, pois como demonstrou ontem, vai adorar as surpresas. Senti o medo em seus olhos e tentei não torturá-la tanto: - Relaxa minha morena… prometo que vai gostar. Ah, antes que me esqueça, esteja linda amanha. Esteja com um lindo vestido. No dia seguinte estava eu com o DVD nas mãos. Passei Na mesa da minha morena e lhe mostrei, dizendo que após o expediente, queria que ela visse um “filminho” comigo. Ela ficou perplexa, imaginava o que era aquilo, mas ao mesmo tempo tentava se convencer de que era imaginação sua, que eu não tinha realmente filmado tudo. Era impossível, ela não tinha visto nada, não tinha notado nada ! Ela me esperou como das outras vezes, deixando o trabalho para o final do expediente e assim todos a viam realmente trabalhando até mais tarde. Eu como era do departamento de TI da empresa, sempre aparecia algum problema para eu resolver depois da hora e ninguém estranhava me ver na empresa após o expediente. Quando todos foram embora fui até ela e a convidei para assistir ao DVD em meu computador, já que o dela não possuía o Drive. Puxei a cadeira para que Mônica sentasse ela acomodou-se, com um suspiro de preocupação com o conteúdo do filme. Ela estava linda naquele dia. Vestia um vestido de alcinha preto com um grosso cinto também preto que lhe marcava mais ainda as lindas formas. Quando coloquei o disco e automaticamente o filme começou a ser reproduzido, Mônica apenas abaixou a cabeça, desconsolada. Coloquei nela os fones de ouvido e ela ameaçou arrancar. Eu apenas a olhei com a firmeza de sempre e ela aceitou o aparelho e assim pode escutar o que ela tinha dito naquela noite. Mônica não acreditava que tinha sido idiota o suficiente para me dar aquele material. Horas de sexo apaixonado e frases e mais frases que provariam assédio sexual, como se ela tivesse usado seu cargo e tivesse me levado para cama com ameaças de me demitir. Ela suava, tremia, sua raiva era nítida, só não sabia se era de mim ou dela mesma, por se envolver em toda essa trama. Após algum tempo eu ejetei o DVD. - Pronto, acho que já é o suficiente para você entender que não vai dar para você me envolver como cúmplice de sua roubalheira. Ela me interrompeu: - Eu não quero te envolver em nada, quero apenas por um fim nisso? O que você quer de mim?! - Quieta. Quero sim seu dinheiro sujo. Agora eu quero. Quero ele para fazer loucuras com você. Mas quero agora, que ninguém vai acreditar que estou com você nessa. Quero agora que não vou precisar abrir mão do melhor dessa história. Mônica fez uma expressão de dúvida, afinal o que poderia ser melhor que muito dinheiro? - Você. Quero você, submissa. Submissa como quando chupou meu pau aqui na sua cadeira de trabalho e deliciosa como esteve lá em casa. Agora, vamos sair daqui e nos divertir um pouco. Saia e faça como eu fiz da outra vez. Me espere no posto de gasolina e eu encostarei atrás de você com meu carro e piscarei os faróis. Eu te sigo até seu apartamento. - No meu apartamento? Disse ela em tom de espanto. - Sim. Disse secamente. - Você está louco. Moro naquele prédio desde que nasci. Minha mãe, amigos, todos moram naquele prédio! - Saia agora ! Você me irrita com essa choradeira. Na verdade me diverte… hahaha. Saia agora e faça o que mandei. Mônica ia saindo demonstrando desorientação, quando eu a interrompi. - Prometo que vai ser uma aventura e que você pode até curtir. Desarme-se e curta. Ela sorriu, um sorriso confuso. Saiu lembrando-se de como tinha sido gostoso a noite em minha casa, mas lembrou-se também de que aquilo tinha lhe trazido sofrimento também, que tinha lhe amarrado mais em minha trama. Caminhou para seu carro com o mesmo sorriso confuso. Pensou: - Foda-se, já estou enrolada até o pescoço, vou juntar muita grana e viajar ! Pra sempre ! Vou esquecer isso aqui, esquecer esse filho da puta. Filho da puta gostoso, nunca gozei tão gostoso, nunca gozei tanto numa noite, nossa! Fiz algumas coisas que tinha mesmo que fazer e fui para o local combinado. Mônica me viu e seguiu para seu apartamento. Ela estava linda naquele dia. Quis ir pelas escadas. - Moro no quinto andar, vamos de elevador… - Vamos de escada, quero curtir sua adrenalina… Ela subia lentamente e eu ia atrás, suas coxas brilhavam, eram torneadas e musculosas. Suas coxas eram sem dúvida a parte mais linda de seu corpo perfeito. Sua bundinha não era grande, era linda, mas não chegava aos pés de suas linda coxas. Eu agora lembrava das fortes marquinhas de sol e pensava se não estava sendo injusto com aquela linda bundinha, morena jambo com um triângulo quase branco. Chegamos ao quinto andar e ela parou diante de uma porta de madeira e abriu sua bolsa para pegar as chaves. Segurei suas mãos, impedindo ela de abrir a porta. Sussurrei em seu ouvido: - Não abra agora, largue suas chaves e me dê sua bolsa. Ela, imóvel com a minha voz rouca em seu ouvido me obedeceu. Senti que estava excitada com a situação e respirava forte, muito forte por ter subido os vários lances de escada. Coloquei sua bolsa no cantinho da porta e segurei suas mãos. Ela de frente para a porta, de costas para mim. Espalmei suas mãos seguras junto as minhas, uma em cada coluna do caixonete. Roçava em sua linda bundinha, enquanto beijava seu pescoço. Ela levantava a cabeça, me dando seu pescoço para ser beijado, e vez ou outra o retraía, reflexo do tesão que era estar ali, dominada, imprensada na sua porta com um homem a beijar sua nuca. Soltei suas mãos, e ela tentou me abraçar, mas eu a impedi e mandei ela ficar como estava. Ela estava nervosa, tremia demais: - Você está louco, já te disse que minha mãe mora nesse prédio! - Quer que eu pare? - Ai… quero. - Tem certeza? - Não… disse, com a voz de quem está se controlando para não gemer de tesão. - Então relaxe, só quero me divertir. Ela agarrou o caixonete da porta como quem morde um travesseiro num momento de prazer intenso. Eu continuava a beijar seu pescoço abraçado a ela, por trás, com as mãos na altura do seu ventre. - Estou entrando num terreno ainda mais perigoso, Mônica. Estou me apaixonando por você. Isso mexeu com ela, libertei naquele momento ela das amarras da preocupação. Agora ela estava apenas vivendo uma aventura de submissão e não um pesadelo de chantagem. Ela rebolava levemente agora, mas sem nenhuma vulgaridade. Mônica era uma dançarina do sexo, se mexia com uma sensualidade avassaladora. Minhas mãos foram passeando pelo seu corpo. - Pelo amor de Deus, não faz isso. Aqui não. - Quer que eu pare? - Por favor, não vou resistir, pare… Minhas mãos agora certas de estarem agradando passeavam entre suas coxas, uma pela frente chegava próxima a sua bucetinha e como sempre estava fervendo, sentia o calor e voltava. A outra por trás alisava desde a parte atrás dos joelhos até sua polpa da bunda. Seu suave rebolado tinha parado. Já não tinha mais coordenação e agora só forçava a bundinha para trás na tentativa de sentir meu pau duro como pedra. De repente, um puxão violento desci sua calcinha até os joelhos. Sabendo que ela tentaria virar-se segurei suas mãos. - Você está louco, não faz isso! - Faço o que eu quiser. Você é minha. Minha escrava, minha mulher e minha paixão. Disse a ela enquanto chupava seu ouvido. Aquilo surtiu um efeito louco, ela não mais reagia, queria fuder ali, fôda-se se alguém passasse, fôda-se ! Coloquei meu pau para fora e ele foi engolido pela buceta de Mônica, que faminta rebolou quase sugando ele para dentro de si. - Nossa, que fome é essa menina. Disse-lhe sem deixar de beijá-la no pescoço e na orelha. - Você me deixou assim, agora faz bonito, porque esse perigo vai ter que valer a pena, menino! Eu fudia ela com força. Era hora de fuder como um animal, ela queria isso, podia sentir. Dei um nó em seu vestido na altura da cintura, deixando Mônica com a bunda toda de fora no corredor do prédio: - Louco! Gostoso! Me faz gozar gostoso, porque estou merecendo hoje! - Você merece tudo, ninguém fode como você, amor. Fudia com força e lhe dei o primeiro tapa estalado. Slaaaap! - Você enlouqueceu? Vão ouvir! Slaaaap! Estalou o segundo, ainda mais forte. Mônica assustada apenas rebolava. Nunca tinha apanhado de homem nenhum. Aquela fantasia estava lhe deixando louca. Sentia-se mais mulher, mais livre, mais louca. Segui-se a este momento as contrações e perda de coordenação que eu já conhecia. Era Mônica gozando, ali, na porta, sendo fudida por trás de maneira selvagem e apanhando na bunda. - Estou gozando, não para, bate na sua morena, quero gozar apanhando. Slaaaap! Slaaaap! Batia na força certa, para não atrapalhar mais um orgasmo intenso de Mônica. Ela Sentia-se como uma de suas amigas vulgares, que contava esse tipo de “feito” nas rodinhas e ela ria-se, achando impossível fazer sexo dessa maneira. Estava agora, quase nua no corredor de seu prédio, gozando e como o gozo era intenso e como o macho que lhe fudia e batia era gostoso. Acelerei os movimentos para gozar junto com ela. Gozei fundo, inundando sua buceta com meu leite quente. Precisei segurá-la para que não caísse no chão. Fui me abaixando com ela nos braços e, sentados no chão, nos beijávamos. Ela levantou-se assustada com passos, pegou as chaves, abriu a porta e me puxou para dentro com tanta velocidade que rimos muito lá dentro. Nos beijamos e disse que iria embora: - Fica, por favor. Não me trata daquele jeito novamente. Me despedi e lhe disse: - Nunca vou lhe tratar do mesmo jeito. A cada dia você vai poder ter uma surpresa diferente. Você ainda é minha. Minha escrava. - Porra, que hora para me lembrar dessa merda! Sorriu. - Beijos. Te vejo amanhã. Sorri em resposta. – Mas não relaxe pois amanhã posso estar num dia ruim. Sorri novamente de maneira misteriosa. Mônica já não tinha mais medo. Afinal, com toda a pressão da situação os últimos dias estavam sendo os mais loucos de sua vida. Não faltava aventura, emoção e prazer. Descia as escadas e estava prestes a virar quando ouço o grito: - Te amooooo ! Sorri e pensei “ Também te amo”. Mônica já sorria quando esbarrava comigo pelos corredores da empresa. Tinha um lindo sorriso. Abaixava levemente a cabeça, como sinal de um pequeno constrangimento, que tornava seu sorriso provocativo. Minha única preocupação agora era pensar no que eu podia fazer com minha escrava. Estava completamente apaixonado, mas tinha ela nas mãos e isso me dava o poder de realizar qualquer fantasia que eu tivesse. Tudo era permitido e isso me deixava ansioso. Precisava de dinheiro, pois isso daria asas a minha imaginação. Estava a alguns dias saindo do trabalho e indo com ela para minha casa ou para seu apartamento. Fazíamos amor muito gostoso, pois Mônica era espetacular na cama, mas faltava mais. Sentei em frente a mesa da minha morena e lhe falei: - Precisamos conversar sobre a parte financeira do meu silêncio. - Diga. Mais essa agora. Você não está satisfeito? Quer estragar nosso lance? - Não. Quero apimentar nosso lance. - Ok. Quanto quer? Diga. - Quero apenas R$ 10.000,00. - Ta brincando. Te ofereci R$ 50.000,00 um dia desses e você não aceitou. - Só preciso desse valor. E vai sobrar. - Ta. Deposito na sua conta. - Quero em dinheiro, amor. Estou apaixonado por você, mas continuo com as cartas na mão e não estou ficando burro de prazer. Ela somente sorriu. No dia seguinte foi a minha casa com o dinheiro que eu pedi. Estava linda, com um vestido de alcinha, do jeito que eu adoro, desta vez azul. Se insinuou toda, e eu achei que podia fazer uma brincadeirinha. Despejei todo o dinheiro em cima da cama e ela jogou-se em cima, rindo muito: - Nunca imaginei que ficaria tão feliz em ser extorquida. - Esta na hora de você ser estocada! Ri muito. Fizemos amor muito gostoso, ela me chupou como sempre fazia, me levando a implorar para ela parar, perigando gozar antes de começar a fuder aquele monumento. Ela parou e eu pedi que ela ficasse de quatro com as pernas bem abertas, na beira da cama. Empurrei sua cabeça até encostar o rosto na cama e com ela assim, completamente empinada e aberta, comecei a chupar sua bucetinha deliciosa. Ajoelhado no chão, tinha liberdade de chupar aquela delícia inteira. Chupava do grelo ao cu, e ali ficava, salivando e brincando com seu botãozinho ainda intocado. - Estou louco pra fuder esse seu cuzinho, amor. - Você ta é louco! Isso nunca. - Vou fuder ele, Mônica, não hoje, e não por chantagem. Você vai implorar pra eu fuder seu cuzinho, vai sonhar que está gritando com meu pau te rasgando. - Vai sonhando… Mônica foi embora e eu juntei o dinheiro. Após três dias disse a ela que tinha uma surpresa. Que no dia seguinte ela viesse linda, sedutora. Dei um endereço para ela de uma clínica de estética que fazia depilações especiais e lhe disse que era para ela depilar tudo, não deixar um pêlo sequer na buceta e no cuzinho. Ela riu: - Você agora tá com essa fixação no meu cu, é? Vou morrer de vergonha nessa clínica, mas eu topo. Sorri e a elogiei: - Você é mesmo fantástica. Espero que goste da surpresa pois me custou R$ 5.000,00. E saí. No outro dia ela estava mais linda do que eu imaginava. Acho que a frase “Surpresa me custou R$ 5.000,00” deixou ela bem estimulada. Os cabelos encaracolados estavam com cachos mais longos, quase lisos e com um brilho diferente, estava maquiada de maneira suave e vestia um vestido amarelo quase branco, realmente bonito e translúcido. Tinha forro, não dava para ver nada, mas insinuava uma transparência que arrancou elogios de todos naquela manhã. Eu mesmo fui o primeiro: -Você me surpreende. Sempre. Tento não ficar surpreso, mas é impossível. Você está linda, deslumbrante! Quando o expediente acabou, saímos juntos com a discrição de sempre. Fui com ela até sua casa, o que a deixou um pouco decepcionada, mas logo passou essa impressão, pois mandei ela guardar o carro, pois não voltaria para casa. Passaria a noite comigo. Ela deixou o carro na garagem e veio em minha direção. Abri a porta para ela e a beijei com carinho, para não borrar sua maquiagem perfeita. Ela se sentia nas nuvens, fui para um lindo restaurante a beira mar, e pedi uma garrafa de champanhe. Ela estava respirando felicidade. Pedi a conta e lhe falei sorrindo: - Está na hora da surpresa. - Nossa. Ainda tem mais? - Você não tem idéia de quanto mais. Senti ela apreensiva, mas confiava que eu não estragaria uma noite como aquela. E pensando alto me confidenciou: - Para falar a verdade, acho que não há o que você me faça, por mais pervertido que seja, que eu não vá adorar. Você me perverteu meu gato. - Vamos. Tem gente esperando por nós. Ela levou um susto? Gente? O que eu estaria planejando? - Louco. Esse cara é louco. Pensou. Fomos para uma marina, e ela olhava tudo deslumbrada. Fomos até um caís onde encontrava-se a nossa espera uma lancha grande, com uns 50 pés. Toda iluminada e com um homem grande e bonito, vestido de branco, roupa de marinheiro com os braços cruzados às costa, a nos receber na rampa do embarque. Dentro do barco estava mais um homem, com biótipo parecido com o que nos recebeu à rampa e mesma vestimenta. Nos convidaram a sentar numa bonita mesa, com uma garrafa de champanhe a gelar num balde de gelo. Bebemos mais um pouco e, ela muito feliz. Pedi que se levantasse e desfilasse para mim. - Fico envergonhada, os homens estão aqui. Dispense eles por favor. - Claro que não. Ainda é muito cedo para isso. Desfile. Eles estão aqui para lhe servir. Apenas para lhe servir no que você quiser. Mônica se levantou, afastou-se lentamente e rodopiou sensualmente. Levantou parte do vestido mostrando as coxas, que ela sabe, me enlouquecem. Fez pose. Estava linda e sedutora. - Está depilada, como lhe mandei? - Que isso?! os rapazes estão aqui! - Está depilada? - Estou. Sorriu constrangida com a presença dos homens. - Tire sua calcinha e jogue para mim. Ela me olhou com espanto, mas viu novamente meu olhar duro em sua direção. Sentiu que estava mandando, não estava pedindo. Retirou sem jeito a calcinha e jogou na minha direção, evitando os olhares dos marinheiros. - Agora o sutiam. Se tem algo que você não precisa é deles. Ela retirou por debaixo de vestido, e me jogou a peça íntima. - Levante um pouco o vestido. Ela levantou. - Mais. Ela levantou muito pouco. Olhei novamente com segurança de quem está no comando. Ela levantou mais. Estava de cabeça baixa, pois estava muito perto de aparecer mais que suas coxas. - Mais, quero ver se está como mandei. - Não! está louco? - Agora ! Não estrague o que preparei com carinho para você. Ela levantou até a cintura e os falsos marinheiros estavam loucos nesse momento. - Ela não é linda, rapazes? - Maravilhosa. Um disparou. – Perfeita. Disse o outro. - Deixe esse vestido cair no chão, Mônica, quero que eles vejam você inteira. Quero que vejam como você é linda. Mônica estava morrendo de vergonha, mas eu me levantei e encorajei ela a continuar: - Você é linda. Eles foram contratados por mim. Sabem de tudo que eu farei com você. Eles não são nada. Eu tenho o poder. Você é minha mulher. Eles só fazem o que eu mandar o que você disser para fazer. Relaxe e brinque com esses nossos bonecos. São seus. São nossos. Ela deixou o vestido cair e com um sorriso sensual desfilou na frente de ambos, olhando nos meus olhos que brilhavam. Mônica agora se divertia e eu queria tornar tudo uma onda de surpresas. - Meninos, mostrem para minha mulher como vocês estão loucos de tesão, mostrem agora. Ambos colocaram seus paus para fora e estavam duros como pedra, babados de porra pelo tesão pelo corpo perfeito de Mônica. Ela assustada não sabia o que fazer. - Segura, amor, veja se você é mesmo linda. Veja se estão duros como você imaginava que estariam com a visão de seu corpo. Mônica estava curiosa para sentir a dureza dos paus, que como eu tinha dito, demonstrava o quanto ela era desejada, o quanto ela era linda. - Você é linda, aposto que estão tão duros quanto você imaginou. Mônica pegou nos paus dos falsos marinheiros e sorriu com satisfação, pois estavam muito duros e pulsavam em suas mãos. - Eles estão dizendo que sou linda, amor, estão pulsando em minhas mãos de tão duros. Riu de maneira mágica. Quando ela se virou, eu já estava de roupão, sentado numa cadeira. - Até quando eles resistem, amor? Será que vão agüentar aí? Imóveis sem lhe atacar? - Não sei. Posso testar eles? - Deve. Tirem as roupas rapazes. Ela quer brincar. Os homens ficaram nus e tinham corpos perfeitos, completamente sarados. Mônica disfarçou, mas ficou louca. Passou a mão por seus peitos, depilados e oleosos, passou a mão em suas nádegas tocou a cabeça dos paus com os dedos, para sentir se estavam úmidos nas pontas. Queria realmente saber até que ponto estava sendo desejada. Eu da minha cadeira decidi começar a verdadeira surpresa: - Fôda, Mônica. Quero ver você fuder os dois. - Está louco? - Estou. Louco para ver você fuder com esses dois homens na minha frente. Ela estava confusa e novamente fui até ela e com muito carinho sorri e lhe sussurrei ao ouvido: - Não estou filmando hoje, juro. Quero só ir ao limite com você. Seu limite ou meu limite. Somos só nós dois, eles não são nada, são apenas bonecos para você usar para me enlouquecer. Quando estiver fudendo, basta pedir para que vão embora que eles irão. Agora faz isso por mim. Mônica sem jeito virou-se para os rapazes. Não sabia o que fazer e eles sabiam disso, sentiram que Mônica nunca tinha feito aquilo. Acenei com a cabeça e eles entenderam que era para começar. Mônica já queria, só não sabia como começar. Os homens começaram a circular minha escravinha. Eles a tocavam, braços, cabelos. Ela fechava os olhos e eu sentado a menos de dois metros sorria para ela, aprovando tudo. Mônica sorria de volta, tinha novamente entrado no clima. Pisquei para os homens e esse era o sinal verde. Começaram a chupá-la por todo o corpo, pescoços, seios, cintura. As quatro mãos cobriam o corpo de Mônica e ela apenas relaxava. Os homens fizerem ela de recheio de sanduíches, colocando seus paus entres suas coxas, um por trás e outro pela frente. Mônica já rebolava entre os dois, com a mesma graça que rebolava para mim. Dançava sua dança sexual, a dança que denunciava sua buceta já quente e molhada. O homem que estava por trás estocou Mônica de uma única vez, a assustando, mas não machucando, pelo estado de excitação que ela se encontrava e que ele, profissional, já havia percebido. Nesse momento, enquanto um fudia Mônica por trás, o outro dava sua enorme pica para ela chupar. Mônica não sabia, mas era uma máquina de prazer. Mônica logo gozava pela primeira vez: - Vou gozar, me fode com força, fode ! De pertinho via como ela, mesmo sendo a primeira vez, se portava numa orgia com dois homens desconhecidos. As poucas vezes que tirava o pau do falso marinheiro da boca para me provocar com alguma frase safada, esta frase saia entrecortada pela respiração forte, resultado do enorme prazer que estava sentindo. Mônica tinha um orgasmo atrás do outro. - Estou gozando, amor ! Que surpresa deliciosa, que experiência maravilhosa ! Ah…. Um marinheiro socava furiosamente, num vai-e-vem longo, pelo tamanho de sua pica avantajada. Na boca, Mônica sufocava-se com outra pica enorme. Os homens revezavam-se quando próximos ao orgasmo, prolongando a foda ao máximo. Mônica já pedia para parar, já não tinha mais forças, tamanho o número de orgasmos desfrutados. Exausta e satisfeita, mesmo com todo o prazer que ainda estava desfrutando, já se tornava uma tortura tanto prazer sem descanso. Mônica me implorava: - Chega, quero fuder você, não agüento mais esse massacre sexual. - Quero seu cu. Só seu cu. - Não! isso não dou! - Então divirta-se com nossos brinquedos ou peça para irem embora. - Não! quero você ! Quero ser fudida por você desde o primeiro momento que chegamos aqui. - Quero seu cu. Hoje só quero fuder você se for arrancar esse cabacinho do seu cu. Mônica estava exausta e deliciada com a experiência sensacional que eu havia proporcionado a ela. Ela me chamou baixinho e dengosamente me falou: - Fode meu cuzinho então, amor, fode qualquer coisa que quiser, só não me deixa sem sentir você hoje. Completa minha noite… Os homens colocaram Mônica de costas, pernas abertas, debruçada na lateral da lancha. Eu disse a Mônica: - Olha para cá, olha pra trás, porque esse show estava ensaiado, sabia que me daria o cuzinho hoje! Ela riu, um riso exausto: - O que você quiser, amor. A cada dia percebo que estou mais dominada… Numa coreografia pornográfica o primeiro a gozar na bundinha deliciosa de Mônica ia espalhando porra em seu cuzinho, preparando aquela bundinha virgem para mim. O outro seguiu o mesmo ritual, enfiando seus dedos lambuzados de porra, deixando o cuzinho de Mônica completamente lubrificado e lambuzado. Os homens seguraram Mônica com firmeza e abriram uma nádega para cada lado. Acariciavam muito o grelinho de minha escravinha, deixando ela extasiada com a cena talvez sonhada, mas jamais cogitada de ser realizada. - Posso entrar agora, meu tesão? - Agora e sempre. E como quiser. E onde quiser. Me fode, mas me dá prazer, me rasga até, mas me faz gozar. Fui empurrando enquanto Mônica tentava desistir. Os homens me ajudavam, seguravam ela firme e a enchiam de carícias em sua bucetinha. Entrei completamente dentro de minha escravinha amada e, como sempre, provoquei: - Está gostosa, minha pica todinha no seu cuzinho, amor? Adorei tirar seu cabacinho, agora quero seu rabinho cheio de leite. - Me fode, me fode antes que eu desista, tá doendo muito ! Comecei a me movimentar e Mônica estava desesperada. Por mais lubrificado e preparado que esteja, o primeiro anal é sempre uma tortura. Mônica estava decidida: - Soca, filho-da-puta ! Não to agüentando, goza logo, por favor ! Eu socava, queria gozar logo, não queria traumatizar minha moreninha deliciosa. Em pouco tempo o gozo veio: - To gozando, delícia, to gozando dentro do seu cuzinho ! Ah… rebola, vai… Mônica mordeu as mãos para agüentar a dor e rebolou no meu pau. Gozei e retirei minha pica de dentro de sua bundinha: - Me perdoe, amor, não queria que fosse tão ruim. - Ruim? Teria deixado você rasgar meu cu com uma faca, se fosse o preço por essa noite ! Te amo. Nos beijamos enquanto os marinheiros afastavam-se para a cabine, para prepararem-se para ir embora e receberem seu pagamento pelo serviço muito bem prestado. Agora minha linda morena estava completamente dominada e apaixonada. A cada dia que passava minhas fantasias a deixavam mais excitada e a cada dia eu brincava com seus limites. Um dia Mônica recebeu flores, um cartão e um pacote de presente em sua mesa do trabalho. O cartão sem remetente apenas dizia: “Amanhã quero você novamente deslumbrante. Quero que use este presente. Quero que venha para o trabalho usando meu presente”. O dia transcorreu normalmente. À noite, em minha casa, recebo o telefonema de Mônica: - Você é um tarado louco mesmo! Como vou colocar isso garoto?! - Ponha por baixa da roupa que quiser, não disse qual roupa você deveria usar, então, te dei liberdade para escolher. Ri. - Para cobrir isso terei que usar mangas compridas e gola role! - Pois use… - Ta… porra, você me dá um trabalho… te vejo amanhã, então. Faça valer a pena. Disse rindo. - Para mim vai valer, espero que você goste. Aqui é Rio de Janeiro, nesta época do ano faz um calor absurdo e no dia seguinte Mônica estava na empresa de camisa com gola role e calças largas. Todos estranharam, pois ela sempre abusou de roupas curtas e sensuais, e agora estava coberta dos pés à cabeça e num calor onde todos sonhavam estar nus numa praia. - O que você tem, Mônica? Perguntou um funcionário espantado. - Estou com febre, acordei morrendo de frio. Despistou. O dia se passou e ela, a toda hora brincava que iria me matar por fazê-la passar por isso. Eu me divertia com a situação, mas com certeza Mônica também estava se divertindo muito. Saímos juntos do trabalho e fomos para um hotel que eu tinha descoberto, com uma suíte que lembrava uma masmorra antiga. Ela ficou impressionada com a decoração da suíte que facilitava entrar no clima que eu planejava. - Agora que você entendeu, fique vestida de maneira adequada. Mônica foi tirando a roupa e ficou com a roupa que lhe dei de presente. Um short minúsculos de couro com abertura entre as pernas, que deixava desde os pelos pubianos até o ânus descoberto. Este short possuía argolas na altura da cintura. Um sutiam meia taça também em couro, com recortes nos mamilos para que ficassem à mostra. Nos pulsos, tornozelos e pescoço estavam presos umas tiras de couro que lembravam coleiras de cachorro, com argolas presas ao couro, muito macio e confortável. Mônica se olhava no grande espelho que a suíte possuía e estava adorando. A fantasia era linda. Tinha custado o restante do dinheiro que tinha sobrado da aventura com os marinheiros na lancha. Ela veio toda feliz me abraçar e surpreendeu-se quando prendi a primeira corrente em seu pescoço e a mandei abaixar-se como uma cadela. Ela sorriu e obedeceu. Puxei Mônica de quatro até uma parede da suíte onde havia cordas com presilhas nas pontas nos quatro cantos da parede. Puxei Mônica para cima, fazendo-a ficar de pé e prendi uma corda em cada argola. Pulsos e tornozelos. Me afastei e comecei a girar duas manivelas que iam esticando as cordas dos pulsos. Fui esticando e olhando Mônica nos olhos, queria imobilizá-la mas sem machucar. Quando notei que ela fez uma expressão diferente parei. Ela estava calada, tinha um pouco de medo nos olhos. Cheguei bem próximo a ela e passei a mão pelos seus braços para verificar se estavam bem esticados e imobilizados. Me afastei sem falar nada e comecei a rodar as outras duas manivelas, que esticavam as cordas dos tornozelos. Em um momento, as lindas pernas de Mônica estava muito abertas e notei que ela estava desequilibrada. Fui até ela e prendi as argolas de sua cintura nas presilhas da parede, para que ficasse apoiada e confortável, se é que isso era possível. Verifiquei com suavidade se suas pernas estavam esticadas como os braços. Passava as mãos por entre suas pernas lisas e musculosas e realmente estavam esticadas. Seus tendões saltavam fazendo as coxas de Mônica ficarem ainda mais linda. Mônica sorrindo brincou: - Morri de calor hoje por sua causa e é assim que me trata? - Resolvido seu problema com o calor? - Ahã. Ta uma delícia esse ar-condicionado. Está fresquinho aqui. Mal sabia Mônica que o ar estava no máximo e que em algum tempo aquela falsa masmorra estaria gelada. Passeava as mãos pelos músculos esticados do lindo corpo de Mônica. Nessa altura os bicos de seus seios estavam durinhos de frio. Bolinhas de arrepio se formavam pela sua pele. - Ta frio amor, diminui isso! Resmungou. Não lhe dei atenção, estava ocupado curtindo o quanto ela estava linda daquele jeito. Chegava com minhas mãos muito próximo a sua bucetinha totalmente depilada e Mônica parecia tentar se esfregar na minhas mãos. Me abaixei e olhava de pertinho sua linda bucetinha, já brilhando devido ao seu mel que já escorria. Lambi delicadamente, arrancando um urro de minha morena. Levantei e lambi os lábios: - Você tem um sabor delicioso… - Noooosa. Volta lá e me bebe inteira. Cheguei a sentir um impulso elétrico com essa sua língua quente me tocando. Ta muito frio aqui… Dei-lhe um beijo gostoso, beijei seu pescoço, fui descendo e beijei seus lindos e pequeninos seios. Me afastei para ir buscar uma champanhe no frigobar. Trouxe a champanhe juntamente com uma cadeira e me sentei bem próximo a ela, enchi minha taça e bebia enquanto apreciava aquela linda escultura. - Me dá um golinho… - Você quer champanhe? - Ahã. To com água na boca… Me levantei, enchi outra taça e dei em sua boca, deixando escorrer propositalmente o líquido gelado pelo seu corpo. Mônica já tremia de frio. - Vem meu amor, me esquenta, me fode porque não estou agüentando de tesão e de frio. - Quer que eu te esquente? - Quero, vem… to me sentindo encharcada. Minha bucetinha ta pingando de tesão… - Vou mudar você de posição então. Deixa eu lhe soltar…. Soltei minha escravinha e puxei virei-a de frente para a parede. Voltei a prendê-la da mesma maneira, mas desta vez com as pernas ainda mais esticadas. Alisava das costas de suas lindas coxas até sua linda bucetinha enquanto com a outra mão acariciava seu pescoço nuca, costas e cintura. Coloquei meu pau para fora e vez ou outra o encostava entre suas coxas. Mônica implorava: - Me fode, estoca esse pau gostoso na minha bucetinha! - Você não queria que eu esquentasse você? - Isso, me esquenta, quero sentir calor mesmo nesse frio horrível! - Você vai esquentar… Ri um riso sinistro. Dei a primeira tapa em sua linda bundinha. A primeira tapa realmente forte que dei em Mônica em todo esse tempo. Slaaaap ! - Aí. Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! - Aaaaí. Que isso, amor? Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Estalava minhas mãos sobre uma nádega. - Para, ta ardendo. Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Era a outra nádega que sofria agora. - Calada! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Mônica gritava, e já chorava. Sua bundinha já estava vermelhinha. - Para, pára ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Sua bundinha já tinha tomado um tom vermelho-escuro e Mônica já parecia mole, pendurada pelas amarras. Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Eu batia sem pena. Mônica já suava pois a surra tinha realmente lhe produzido calor. Abaixei-me próximo à sua bunda e passava minha língua por toda sua extensão. Sua bundinha estava tão sensível ao violento castigo que minha língua causava ardência. Comecei a chupar sua bucetinha e seu cuzinho depilados e Mônica despertou de sua momentânea calma. Começou a suspirar mais forte. Chupava com muita dedicação e rapidamente Mônica voltou a ficar encharcada novamente: - Você é uma vadia mesmo, acabou de apanhar e é só dar uma chupadinha pra você se derreter toda para o seu macho! - Chupadinha? Nooooosa, isso é tudo de bom… não para, acho que eu mereço depois de ter sofrido tanto… Eu chupava sim, chupava para pagar tudo que tinha feito a ela, chupava como quem quer se desculpar de cada tapa estalado em sua bundinha. Mônica urrava e já anunciava um orgasmo daqueles. - Vou gozar! Ahhhhh… chupa! Chupa! Slaaaap ! Estapeei com força enquanto chupava gostoso sua buceta. Slaaaap ! - Continua, to gozando amor! To gozando! Chupava seu cuzinho enquanto lhe acariciava o grelinho com uma mão e com a outra socava dois dedos na buceta de Mônica. - Ahhhhhhhhhh! Com um grito estrondoso, Mônica anunciou seu orgasmo. Enfiei-lhe a pica de uma vez, e ela quase desmaiou com a sensação. Seu orgasmo foi multiplicado pela penetração que ela tanto estava desejando. - Toma, tesão, toma minha pica ! Mônica nem mesmo conseguia falar. Seu corpo se convulsionava de prazer. Meu pau estava completamente molhado pela farta lubrificação que Mônica produzia. Ela sempre estava assim, encharcada e fervendo. Enquanto socava furiosamente sua bucetinha por trás, esfregava minha mão por seu grelinho e espalhava seu mel por toda sua bundinha e cuzinho, deixando tudo molhado de prazer. Saquei minha pica de sua bucetinha e soquei em seu cuzinho de uma única vez. Mônica tentou sair, mas estava imobilizada e recebeu o mais forte tapa daquela noite. Slaaaap ! Continuei socando furiosamente em seu recém inaugurado cuzinho. Mônica não tinha forças para reclamar e apenas suportava a dor da sodomia e dos golpes cada vez mais ferozes. Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Gozei profundo, inundando seu cuzinho de porra. Apoiado na parede, juntado o máximo nossos corpos a beijei ardentemente atrás das orelha, nuca e boca, após ela virar-se para um ardente e apaixonado beijo. Soltei rapidamente as amarras e Mônica me abraçou e me beijos apaixonadamente. Levei-a no colo para a cama onde lhe dei novo banho de língua. Mônica exausta apenas relaxava de bruços, enquanto eu lhe chupava ardentemente. Ela estava largada, na cama, como morta. Morta de prazer cansaso. Suas nádegas ardiam como fogo e seu corpo estava cansado como após uma viagem. Uma viagem pervertida, que a cada dia mais fazia parte de sua vida sexual. Mônica gemia baixinho, sem a força de antes. - Ohh… hum… gostoooooso. Muito gostosa sua língua… hum… Minha língua ia fundo no seu cuzinho, queria beijá-la por dentro, lamber pequenas fissuras que devia ter feito em seu cuzinho quase virgem. Queria me desculpar com ele por ter socado meu pau sem nenhuma pena. - Está maravilhosa essa língua no meu cuzinho, amor. Me chupa todinha. – Isso, nooossa, sua boca quente na minha bucetinha ta me enlouquecendo novamente… assim vou querer mais pica. Dobrei uma de suas pernas até próximo aos seios e mantive a outra esticada. Sentei-me sobre sua perna esticada e comecei a pincelar minha pica em sua bucetinha já encharcada novamente. Fui introduzindo meu pau na posição que mais gosto. Esse X é uma delícia. Ela permanecia meio de bruços, meio de ladinho, pois seus ombros tocavam a cama, mas apenas um lado de seu quadril permanecia junto a cama, pois a outra perna ficava sobre a minha coxa. Com as mãos em seu quadril, controlava minha penetração. Mônica nunca tinha fudido comigo desse jeito e ficou extasiada, pelo conforto que esta posição propicia e pelo efeito erótico de ser fudida por trás, como uma cadela. - Amor, o gozo ta vindo novamente, hoje vou morrer de fraqueza! - Goza, amor. Goza gostoso pra mim. - Hum… fode assim. Assim é muito bom… Me fôda sempre assim. - Gosta de moleza, né? Ficar deitadinha sendo fudida… - Adoro, adoro! Ta muito bom… Oh… ta vindo, amor… fode, fode quietinho que eu quero curtir isso. Disse sorrindo. Bombei forte, mas não selvagem. Queria um ritmo para gozarmos juntos. - To gozaaaando, amor. Continua!… huuuuuummmm. Ahhhhhhhhh!!! Gozou aos gritos, mordendo o travesseiro. - Ahhhh… Gozei profundo, deixando meu pau atolado naquela bucetinha quente e encharcada. Ficamos assim por algum tempo, meu pau saiu mole de dentro de Mônica. Deitei ao seu lado, abraçado às suas costas. Depois de algum tempo Mônica conseguiu forças para falar: - Amor… não me maltrate assim. Sou tão obediente, não mereço apanhar desse jeito… - É o tesão de te ver submissa que me empolga. - Estou com medo. Essas brincadeiras estão me deixando cada vez mais dependentes. Só assim consigo gozar desse jeito, tão intenso! Descansamos um pouco e levei Mônica para sua casa para terminar de descansar de sua exaustiva noite de aventura. Tinha planejado mais um loucura para fazer com Mônica e precisava de mais dinheiro. Agora Mônica nem ligava e aparecia, até animada em minha casa levando o dinheiro que eu pedira. Sabia que eu utilizava o dinheiro “extorquido” dela para realizar minhas fantasias. E em minhas fantasias Mônica era sempre a estrela. Avisei que ela deveria ir para casa após o trabalho e me esperar lá com a roupa que eu tinha lhe dado na noite da masmorra. Ela ficou aliviada de não ter que passar o dia com aquela roupa escondida por baixo da roupa de trabalho, como eu havia lhe mandado da outra vez. Acho que até ficou um pouco decepcionada, pois já se acostumava com minha tara em subjugá-la. Naquela noite apareci no apartamento de Mônica, raras foram as vezes que fui até lá. Ela me atendeu com a roupa que mandei, deve ter visto pelo olho-mágico da porta, pois Mônica tinha pavor de alguém do seu prédio saber de nossas loucuras, até porque, Mônica morava neste prédio desde criança e sua família e amigos moravam ali: - Tenho uma surpresa para você. Peguei no bolso uma venda para seus olhos e coloquei nela. Ela riu e já imaginava que vinham muitas surpresas naquela noite. Levei Mônica pelas mãos até o meio de sua sala e mandei que ela ali me aguardasse. Saí de seu apartamento sem que ela percebesse e mandei suas mais novas surpresas me seguirem. Tinha contratado duas lindas gêmeas. Magrinhas, muito jovens, 18 anos, no máximo, da minha altura (1,75m), peles alvas, cabelos negríssimos e extremamente lisos. Gêmeas idêntica. Completamente idênticas. Entrei com minhas surpresas pelo apartamento de Mônica. As meninas usavam shorts jeans curtíssimos e desfiados e blusinhas brancas com seus nomes artísticos estampados nelas: Michele e Mirele. Mônica estava apreensiva com o silêncio e já tinha percebido que havia mais de uma pessoa em sua casa. Pensava: “será que esse louco trouxe aqueles marinheiros para meu apê? Mato ele!” Comecei a beijar Mônica e nossos beijos como sempre ficaram cada vez mais intensos. Mônica sentia mãos pelo seu corpo, seis mãos a lhe acariciar enquanto minha língua percorria sua boca atrás da sua. Não demorou para sentir bocas a chupar seu corpo, peles macias e lisas lhe chupando em seus lugares mais sensíveis. Mônica nesta altura já estava louca de tesão. Outra surra de pica como aquela do barco já parecia ótima idéia, mesmo estando em seu apartamento. Retirei sua venda ainda aos beijos e Mônica demorou a perceber que eram mulheres que a estavam acariciando e chupando. Ameaçou acabar com aquela loucura: - Que isso? Você enlouqueceu de vez! - Relaxa, que preconceito babaca é esse? Você tava adorando. Enfiei minha mão em sua buceta encharcada e esfreguei em seu rosto. - São suas bonecas, amor. Duas linda gêmeas para você brincar. - Não quero gêmea nenhuma, não sou lésbica, porra. Tire elas minha casa agora! Segurei Mônica com força e a ajuda de Michele e Mirele e a amarrei a poltrona pelas presilhas que a roupa que a mandei colocar tinha nos pulsos e tornozelos. - Você não quer? Tudo bem. Fique aí e assista! Tirei minha roupa, sob o olhar incrédulos de Mônica. As gêmeas me ajudavam, retirando as peças enquanto me beijavam o corpo todo, boca, peitos, barriga. Estávamos a um metro apenas do sofá, praticamento nos chupando em cima de Mônica que assistia a tudo imobilizada pelas amarra. Minhas gêmeas se ajoelhara e, de frente para Mônica começaram um boquete com uma coreografia que devia estar mais que ensaiada pelas duas. Elas chupavam juntas, as línguas se tocavam, trocavam beijos, uma chupava o meu pau enquanto a outra lambia meu saco, minhas coxas, revezavam de maneira não só deliciosa como plasticamente perfeita. Era uma dança, que elas deviam praticar com muitos clientes. Eu não escondia o quanto estava gostoso e gemia muito, provocava Mônica dizendo: - Oh… nunca fui chupado tão gostoso. Ahh… chupa minhas coisas lindas, ensina para essa vadia como se fode um homem. Mônica estava revoltada, descobriu-se mais ciumenta e possessiva do que imaginava: - Chega amor, você é meu, não faz isso comigo. - Elas são como aqueles homens que contratei, amor. Exatamente como eles. Trouxe para você. Para te dar prazer e me enlouquecer. Mas como você não as quer. Vou usar seu presente para mim. - Me solta, me solta que juro que não vai se arrepender. - Quero uma prova antes. Se ver que você merece ser solta eu lhe solto. - Como quiser. Sou sua. Prometo que não vai se arrepender. Falei no ouvido de Michele e Mirele e elas foram de encontro a Mônica. Sentaram como que montadas nos braços do sofá e, alisando os seios e a parte interna das coxas de Mônica começaram um beijo muito próximo de seu rosto. Eu olhava Mônica entre as pernas e percebia que aquela cena a estava excitando. Minhas gêmeas se beijavam muito gostoso. Acho que realmente adoravam se beijar. De repente elas separam suas bocas a começam a beijar orelhas e pescoços de Mônica e voltam a se beijar novamente. Param e voltam, convidando Mônica vagarosamente a participar daquele beijo delicioso. Mônica foi envolvida e quando menos percebeu já estava aos beijos com nossas gêmeas. Ela beijava com sofreguidão, estava excitada e adorando aquela chupação toda. Soltei suas mãos e pernas e ela nem percebeu que já estava abraçada as linda meninas. Eu tomei o lugar de Mônica como espectador daquele show delicioso. Mônica estava novamente dominada, novamente por não saber o que fazer diante a nova situação. Nunca tinha sequer cogitado uma transa homossexual. Nem em suas mais loucas fantasias fazia sexo com uma mulher, muito menos com duas lindas gêmeas. Era muita loucura para sua cabeça, mas nesse momento não estava pensando em nada disso, estava sendo levada pelas duas habilidosas profissionais, que pareciam uma única criatura cheia de tentáculos e bocas a envolver Mônica completamente. A dupla tocava Mônica de um jeito que só outra mulher toca, levando Mônica ao êxtase da luxúria. Michele agora chupava a buceta de Mônica enquanto Mirele alternava entre fogosos beijos na boca e delicadas chupadas e lambidas em seus pequeninos seios. Mônica é realmente muito linda e a com aquela fantasia erótica de couro que lhe dei ficava ainda mais provocante e inspiravam nossas gêmeas a fudê-la. Aproveitei que Michele se empinara toda para chupar Mônica e fui pincelando meu pau em sua bucetinha. Assim que senti Michele lubrificada tratei de enterrar meu pau naquela bucetinha, pois toda aquela cena já estava me enlouquecendo. Fudia aquela mulher linda e ela provocava Mônica: - Hum…Seu homem fode muito gostoso. Ah…E olha que eu prefiro mulheres… - Ahahhh…Meu homem é delicioso, sim… não para de me chupar… prova que prefere mulheres, porque até eu já estou preferindo… hum… vocês são deliciosas! - Não para que to gozando, chupa minha buceta, chupa! Gritava Mônica descontrolada. Ahhhhh… Gozaaaando, to gozaaando gotoso! Tirei meu pau de Michele e pedi que elas se afastassem, afinal, sabia o que acontecia quando Mônica era estocada no momento de um orgasmo com sexo oral. Coloquei seus calcanhares em meu ombro e com uma estocada certeira cravei todo meu pau num violento frango-assado. Mônica como sempre convulcionava em outro violento orgasmo. - Ahhhhhhhhh. Gozaaando, soca ! Vou morrer de prazer. As gêmeas riam, se deliciavam com o prazer que estávamos dando a Mônica. Carreguei minha deliciosa morena para cama no colo, acompanhado de nossas gêmeas. Coloquei-a na beiradinha da cama. Mirele sentou-se sobre o rosto de Mônica e começou a sugar sua bucetinha enquanto eu a penetrava, continuando nosso frango-assado do sofá, só que dessa vez com a presença da língua macia de Mirele a sugar seu grelo e tocar meu pau mesmo que sem intenção. Mônica estava com a buceta de Mirele quase esfregando em seu rosto. Milene instigava Mônica a chupar a buceta de Mirele: - Chupa gatinha, chupa minha irmãzinha! Você vai ver como é gostosa a bucetinha dela! Chupa que seu macho vai adorar saber… Mônica começou a chupar Mirele, sem jeito e sem fôlego, por estar sendo deliciosamente chupada e fudida por Mirele e por mim. Gemia gostoso tentando chupar Mirele. Milene ria: - Nossa. Sua mulher é deliciosa. Parabéns. Acabou a frescura. Ta chupando minha maninha igual uma bezerrinha! Caiu na gargalhada. Ouvindo isso meu tesão foi a mil. Bombei forte e anunciei o gozo: - Ah… vou gozar… Mirele levantou o corpo, sentando agora de vez no rosto de Mônica e rebolando: - Goza nesse púbis raspadinho dessa delícia! Quero lamber sua porra todinha ! - Goza na bucetinha dela que eu também quero sua porra! Retrucou Milene. - Ahhhhh… Gozei muito, lambuzando a barriga, púbis e a bucetinha raspada de Mônica. As gêmeas lamberam e chuparam tudo deixando Mônica limpinha, sem uma gota de meu leite em seu corpo. Levantaram-se e foram em direção a boca de Mônica, e trocaram um delicioso beijo a três, dividindo minha porra com minha linda morena. Fiz um sinal e nossas gêmeas se despediram: - Tchau, gatinho, adorei esse trabalho. Mônica é deliciosa, exatamente como você disse. - Tchau, gatinha, amei fazer amor com você. A partir de hoje é só me ligar, você não é mais negócios é prazer. Riu Michele. Mônica ficou confusa, não tinha entendido como chegou aquele ponto e agora estava envergonhada de ter se comportado como uma lésbica. - Que foi amor? Perguntei. - Estou confusa com tudo isso. Nem sei o que dizer… - Você gostou? - Não sei. - Pense, não diga nada para me agradar. - Foi tudo delicioso, diferente, novo. Mas acho que gostei da loucura. Se você não estivesse aqui não teria gostado. - Acho bom. Não quero dividir você nem com mulher nenhuma! - Nem dividir como hoje? Perguntou-me com um sorriso safado. - Assim quero te dividir sempre. Posso dormir aqui? - Sempre. A casa e tudo que tem dentro dela é sua… - Vamos tomar um banho então? - Só se você me fuder gostoso no chuveiro… - Você está ficando insaciável, menina. Sei que vou acabar dentro de você a noite inteira. Fudemos realmente a noite inteira, aproveitando que no dia seguinte era sábado e passamos a manhã e a tarde juntos, conversando e namorando. A cada dia que passava, mais apaixonado ficávamos.

—————————————————————————

Envie as suas fotos e participe da seção Leitoras | Submit here!

Um Fã Pernambucano

Paulo nos telefonou dizendo ser um fã antigo da Bruna, via nosso site na Internet www.brunafotos.xpg.com.br e ficava louco, porém morava em RECIFE. Conseguiu nosso fone através de um amigo que já havia nos conhecido em São Paulo. Nos convidou para um final de semana em Recife com passagens e despesas pagas ! Obviamente não poderíamos recusar e no dia marcado chegamos e fomos para o Hotel reservado. Ligamos e Paulo chegou em 15 minutos, pois morava pertinho do Hotel. A loucura estava começando, Paulo muito simpático como todo Recifense tinha uma grande tara em minhas calcinhas, logo começou a tirar minha roupa para ver qual eu estava usando. Viu a calcinha branca, e logo comecei a chupar aquela rola sedenta e dura, tirei logo a calcinha e sentei naquela pica deliciosa, comecei a rebolar, mas ele pediu para parar, queria me comer de calçinha. Vesti uma verde, bem pequena, ele tirou de lado e meteu gostoso, que Pernambucano arretado, estava realizando sua fantasia e me fazendo gozar muito, deitou em cima de mim e não aguentei, gozei gostoso na pica dele rebolando minha bundinha e ele também não aguentou ao me ver gozando, encheu a camisinha com uma porra volumosa e quente. Queria tomar um banho e continuar metendo, mas Paulo era casado e estava muito preocupado com uma possível ligação da esposa. Pediu apenas para fazer uma ultima foto, um close da bucetinha que ele tinha acabado de comer. Paulo estará lendo este relato e com certeza tocando uma gostosa punheta relembrando nosso delicioso encontro ! Se você, de qualquer parte do Brasil também quiser me conhecer, basta escrever um email e manter contato pelo : brunafotos10@yahoo.com.br , moro em São Paulo, mas sempre junto com meu marido, posso viajar.

————————————————————

Conto escrito por Bruna @brunafotos

Envie as suas fotos e participe da seção Leitoras | Submit here!

Um Garanhão do Interior

Silvio nos encontrou através do nosso site www.brunafotos.xpg.com.br .
Rapaz simples nos enviou um email dizendo ser do interior de SP e que as
vezes vinha para a capital a trabalho. Queria me conhecer e aproveitar para
fazer umas fotos pois queria também anunciar em sites de relacionamento
erotico. Respondemos como sempre enviando detalhes do encontro e nosso
telefone.
Na ultima 3a. feira , logo cedo, recebemos uma ligação de Silvio dizendo
estar em São Paulo e se poderíamos nos encontrar. Marcamos para a hora
do almoço e fomos ao seu encontro. No local e hora marcados Silvio nos
esperava. Magro, não muito alto,tímido, meio sem jeito pois nunca tinha
estado com um casal…
Entrou no nosso carro e nos dirigimos para o Motel. Chegando lá, Bruno
percebeu que Silvio estava muito tímido e incomodado com sua presença
dentro do quarto. Para relaxar o rapaz, Bruno saiu e ficou esperando no carro.
Pronto, o sinal estava verde ! Tirei a roupa dele vagarosamente e fiquei só
com minha minúscula calcinha vermelha. Silvio começou a se esfregar na
minha bundinha e aquela tora começou a crescer rapidamente. Comecei a
punheta-lo ainda de calcinha e seu pau já estava explodindo… Nessa hora
Bruno já havia retornado e fazia as fotos…
Deitei-o na cama e cai de boca naquela rola gostosa. Silvio não queria gozar
rápido, queria aproveitar aquela tarde inteira e me pedia para diminuir o ritmo
da chupada… Lambi seu saco devagar, suas coxas, coloquei a camisinha nele,
montei em cima e comecei a cavalgar, rebolando e deixando ele doido.
Fiquei logo de 4 e pedi pra ele me comer daquele jeito… que delicia, aquela
pica bombando devagar e me fazendo gozar… Gozei 2 vezes naquela posição
e Silvio queria aproveitar todos os segundos. Tirou a camisinha, sentou na
cama e ficou se punhetando olhando minha bucetinha de 4 toda molhada
de gozo. Pediu então para eu virar de frente, ele queria terminar a punheta
gozando no meu piercing de umbigo, essa era sua tara. A gozada foi muito
gostosa, inundou minha barriga com sua porra quente e expessa ! Silvio estava
exausto, suando, porem feliz por ter realizado sua fantasia. Depois de tantas
punhetas em casa, olhando para minhas fotos na internet, agora tudo era
REAL ! Uma punheta e uma gozada na sua musa….
Aqueles que quiserem viver a mesma experiência de Silvio e ter suas fotos
eróticas comigo, visitem meu site www.brunafotos.xpg.com.br .

————————————————————

Conto escrito por Bruna @brunafotos

Envie as suas fotos e participe da seção Leitoras | Submit here!