Moro em uma cidade onde a aparência, dinheiro e sobretudo ser confiável é
importante, então sempre procurei estar dentro dos padrões onde vivo.
Malho sempre, tenho um corpo bem atraente, tenho 1,68, morena bronzeada,
cabelo longo escuro, lábios carnudos, seios grandes e firmes, cintura fina,
bumbum grande e coxas grossas, sempre escuto que sou um mulherão. Visto-me
bem e sempre comportada, nunca transparecendo o que gostaria de ser na
verdade.
Sempre imaginando em usar roupas extremamente curtas, coladas e
provocantes. Mas só ficava na imaginação.
Depois que comprei um laptop, passei a visitar sites de roupas erótica e me
imaginava no que via, e ficava só nisso.
Então um dia, tive a oportunidade de viajar para um cidade bem longe e que
era fora da rota de turismo, pensei logo nas minhas fantasias e marquei
minhas férias para a tal cidade.
Entrei nos site que visitava e comprei tudo o que vivia namorando, estava
ansiosa para receber minhas tão sonhadas roupas e lingeries.
Quando chegaram, fiquei louca, vesti todas e ficava me vendo no espelho e
imaginando que não havia um que não me olhasse com aquelas roupas, os
homens loucos de tesão e as mulheres a criticar ( mas no fundo com inveja,
querendo fazer o mesmo).
Estava chegando o dia da viagem, fiz minhas malas louca de tesão em usa-las
e ver os homens loucos para tocar em mim.
Nunca fui tão feliz para o aeroporto, sozinha, entrei no avião e fui viver
o meu sonho. Quando o avião pousou já estava excitada porque a partir
daquele momento poderia viver meu sonho. Fui ao ponto de táxi e fiz questão
de escolher o motorista, debaixo da reclamação dos outros, estava furando a
fila, escolhi um grande malhando e que parecia ter um ótimo volume na
calça, queria ter a certeza que sempre teria um do meu gosto a minha
disposição.
Chegando ao motorista disse:
- Pode me levar ao hotel ?
- Sim senhora, estou livre.
-Não me chame de senhora, meu nome é Cherry.
- Ok Cherry, nome bonito. E deu um sorriso. Meu nome é Peter.
Abriu a porta e entrei no táxi. Fiz questão de sentar do lado do passageiro
no banco traseiro e fiquei com as pernas voltadas para ele, se ele olhasse
para trás poderia ver o que usava por baixo do vestido discreto que usava.
- Cherry, você conhece a cidade?
- Não, é a primeira vez que venho.
- A cidade tem algumas atrações, shoppings, hotéis fazenda e outros lugares.
- Que bom Peter, se precisar você pode me levar? Nisso deixei as pernas
entre abertas, pois a qualquer momento ele olharia para trás.
- Sim Cherry, posso sim. Esticou a mão para pegar o cartão com o número do
celular para me entregar no porta-luvas e quando virou para trás me
entregar, viu o que usava por baixo do vestido, exatamente nada. Estava
molhada com aquela situação e ele assustou e deixou o cartão cair entre as
minhas pernas.
- Desculpe.
- Não tem problema Peter, deixe que eu pego o cartão e com certeza ligarei,
quero saber também se sempre que precisar posso ter ligar, inclusive de
madrugada.
-Sim, pode me ligar a hora que quiser, nunca desligo o celular, vou lhe dar
o número da minha casa também, moro sozinho.
Ele sem graça e excitado olhava de vez em quando para trás e eu fingia que
não via, mas estava de olho no volume da calça que era realmente grande.
O hotel era perto e logo chegamos, paguei a corrida e ele desceu para pegar
as malas, vi que ele colocou a blusa por fora da calça, para disfarçar o
volume.
Entrei no hotel, e fiz o check-in do quarto que havia reservado e pedi para
falar com o gerente que veio rápido me atender.
- Bom dia, seja bem vinda ao nosso hotel meu nome é João.
- Bom dia João, gostaria de comunicar ao hotel que estou muito feliz de
estar aqui e vejo que o hotel é bem frequentado, mas no momento percebo que
não é alta temporada e o movimento é menor. Quero informar também que o meu
modo de vestir talvez possa ser confundido por alguns, mas que é o meu modo
de vestir, por favor, não quero ser constrangida por nenhum funcionário me
dizendo a política do hotel.
- Sim, senhora Cherry, comunicarei ao funcionários. A senhora deseja algo
mais?
- Por enquanto não. Obrigada.
Subi louca, para tomar um banho e vestir o que havia comprado. Tomei banho
e vesti um micro vestido coladíssimo tomara-que caia rosa , tão curto que
em cima metade do seio ficava de fora e embaixo terminava na curva do
bumbum, de tecido super fino e lógico sem sutiã, queria que vissem o bico
do meu peito duro.
Coloquei uma micro calcinha que só tampava a frente a bucetinha, embaixo
até a parte de trás, apenas um fio dental, nossa! Como estava molhada com
aquele vestido e aquela calcinha que pressionava meu clitóris. Liguei para
Peter me buscar e enquanto ele chegava coloquei um salto altíssimo bege e
fiz uma maquiagem leve. O telefone tocou informando quem meu táxi havia
chegado, meu coração estava disparado parecia que ia pular do peito, seria
a primeira vez que sairia em público daquele jeito. Sai do quarto e andei
até o elevador, chamei e entrei, quando ele chegou ao térreo que abriu a
porta do elevador, achei que não conseguiria andar, de tal nervosa que
estava, não havia levado nada para me cobrir, coloquei os óculos escuros e
fui, parecia que tudo havia sido congelado, todos olhavam para mim, pois
estava praticamente nua. Quando cheguei ao táxi, Peter arregalou os olhos,
parecendo não acreditar no que via. Até esqueceu-se de abrir a porta para
mim.
- O que foi Peter? Estou tão feia assim?
- Não! Pelo contrário, está maravilhosa! Vi seu pau duro de novo.
Entrei no carro e quando sentei, o vestido ficou menor ainda, não havia
como esconder nada, a micro calcinha ficava de fora. Ele entrou no carro e
ligou o ar condicionado bem gelado, com certeza para se acalmar e manter o
bico do meu seio bem durinho.
-Aonde você quer ir Cherry?
- Me leve a um lugar movimentado e bom para almoçar. Chegamos a um
restaurante bem movimentado, pedi para ele me buscar em uma hora. Desci e
vi que todos me olhavam, entrei e escolhi uma mesa, no caminho escutava
sussurros de gostosa, rabuda, cavaluda e etc. Estava cada vez mais
excitada, sentei e pedi o cardápio, o garçom ficou todo atrapalhado, mas
conseguiu me atender, almocei e durante o almoço, alguns bilhetes chegaram
com números de telefone, dizendo que queriam me conhecer. Um mais ousado
pediu para se sentar e me entregou o número pessoalmente, adorei.
Conversamos um pouco, almocei e me despedi, ele fez questão de me
acompanhar até a porta, quando cheguei Peter já me esperava e fez cara feia
ao ver Luís ao meu lado, entrei no táxi, fiz questão de sentar na frente,
para que ele pudesse me ver melhor, a calcinha ficou de novo exposta e
Peter tentava não olhar, mas não conseguia tirar o olho, me perguntou para
onde iria naquele momento. Estava excitada demais para fazer qualquer outra
coisa, então disse:
- Peter, vejo que você gostou de mim, o volume em sua calça me mostra isso,
me leve a um motel.
Vi que Peter engoliu seco e disse:
- Conheço um ótimo. Ligou o carro e saiu em direção ao motel. Estava
latejando de excitação, não estava acreditando em nada do que eu estava
fazendo, só tinha vivido isso em minha mente, nunca pensei que teria
coragem de executar e que adoraria tudo, por enquanto.
Ele aumentou o ar condicionado e meus seios ficaram gelados e extremamente
duros, parecia que iam furar o vestido. Ele pegou em minha coxa e percebi
que tremia, adorei ver que ele estava nervoso. Durante todo o caminho ele
não conseguia falar nada, apenas dirigia e apertava minha coxa.
Chegamos ao motel e ele pediu a suite. Estacionamos e fomos em direção a
porta para entrar, ele abriu e foi muito gentil pedindo que entrasse
primeiro, entrei e fui olhando o quarto, que era bem bonito, lençóis
brancos muito bem colocados e dobrados, espelhos pelas paredes e pelo teto,
a banheira era separada do quarto por um vidro e ai não puder ver mais
nada…
Peter entrou no quarto como um furacão, me pegou pelo cabelo e me beijou
com uma vontade incrível, com a outra mão deixou meios seios expostos e
pegou firme em meu seio, apertava, beliscava, puxava o bico, ao mesmo tempo
me empurrou contra a parede e abriu minhas pernas com o joelho e se
encaixou entre as minhas pernas. Fiquei louca de tesão, nunca tinha sido
pega dessa forma, uma delícia.
Depois de alguns momentos dessa delícia ele se afasta e desce meu vestido e
calcinha, tira a sua camisa e me pressiona mais forte, amei! Tirou a calça
e a cueca de uma só vez e então fui eu quem ficou impressionada, era um
sonho o pau daquele homem, grande, grosso e cheio de veias, maravilhoso,
ele me mandou abaixar, ficou com a pernas esticadas e entre abertas para eu
chupar, obedeci no mesmo instante, mamava aquele pau com muita vontade.
Estava de costas para o espelho e ele de frente, assim ele era chupado e
via minha bucetinha lisa e o bumbum ao mesmo tempo. Segurava a minha cabeça
e empurrava o pau com força na minha boca, só me soltava quando eu
engasgava, fez isso várias vezes, meus olhos já lacrimejavam e cada vez que
me soltava ele me olhava e sorria, mostrando o quanto gostava de me ver
engasgada. De repente ele me pega pelo cabelo e me beija e me pressiona de
novo contra a parede, mete o dedo na minha buceta:
- Cadelinha, você tá no cio mesmo, essa buceta tá muito molhada.
E nisso meteu aquele membro de uma vez dentro de mim, fui ao céu e voltei.
Ele metia com força, estava com tanto tesão que meu corpo parecia
anestesiado, não sentia dor, só gemia. Ele segurou minha cintura e meteu
com mais força ainda, não aguentei e gozei rápido. Ele viu e sorriu,
continuou metendo com força e eu não tinha opção de parar, comecei a gostar
de sentir ele dentro de mim de novo, não demorou muito ele gozou também.
Achei que ele fosse me soltar e tomarmos um banho, mas não foi o que
aconteceu. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, senti sua porra
escorrendo pelas minhas pernas. Nisso ele me vira de costas e joga na cama,
puxa minhas pernas e me deixa de joelhos e deita o resto do meu corpo em
cima da cama. Quando consigo olhar, vejo que o pau dele continua duríssimo.
- Cadelinha, você me deixou com tanto tesão que agora ele não quer baixar,
vou te comer até você conseguir baixar o que subiu. E agora será a vez do
cuzinho.
- Não, por favor! Te chupo até gozar.
- Já que você tá oferecendo me chupar assim, pode começar. E sentou bem na
minha frente, fiquei de quatro chupando, lambendo como o melhor picolé da
minha vida (na verdade era melhor do que qualquer outra coisa), batendo
punheta junto, de vez em quando ele segurava minha cabeça e fodia com a
minha boca até engasgar, então ele me soltava e mandava eu continuar
sozinha, já estava com a boca doendo e ele demorando para gozar, sabia que
ia demorar, porque ele tinha acabado de gozar, mas quando pensava que era
na boca ou no cuzinho, conseguia reunir forças para suportar a dor e
continuar. Até que depois da minha terceira engasgada ele gozou de novo em
meu rosto. Pensei: - que bom, meu cuzinho tá livre e a boca pode descansar
agora.
Peter me olha, sorri e diz:
- Cadelinha, você tá linda assim, com o rosto lambuzado, mas meu pau tá
amolecendo! Olha bem para ele.
Pegou meu cabelo pela nuca e me colocou perto do pau dele.
- Chupa até ficar duro de novo.
Não acreditei no que Peter estava me pedindo, nisso ele força minha cabeça
em direção aquele pauzão e eu tive que chupá-lo. O pau logo começou a subir
para meu alívio. A dor no meu rosto foi ficando maior. Quando aquele cacete
ficou bem duro ele tirou da minha boca. Nem conseguia pensar, sentia muita
dor no rosto e estava feliz por ter acabado aquele boquete.
- Agora vou comer o cuzinho.
- Não, você disse que se eu te chupasse até gozar, você não comeria meu
cuzinho.
- Cadela, você tá imaginando coisas, foi você quem se ofereceu para chupar,
eu só aceitei, não prometi nada. Além disso, meu cassete tá duro, já falei
que você tem baixar o que subiu.
- Por favor, estou implorando, não faz isso.
Peter nem respondeu, deu um sorriso e se posicionou atrás de mim e fez peso
sobre o meu corpo. Desta vez ele entrou devagar, foi empurrado bem devagar,
demorou, quando entrou tudo ele ficou parado.
- Isso é para você acostumar com o meu tamanho, mas será assim só desta
vez, não vou te dar moleza da próxima vez, cadela!
Depois de um tempo a gentileza acabou, ele começou de novo a me comer com
força e me segurando pela cintura. Chorei, estava doendo, era virgem do cú,
e logo com ele, que era muito grosso e grande. Comecei a acostumar e o
choro foi acabando, comecei a aceitar e a sentir prazer, apesar de estar
doendo um pouco ainda. Peter deitou sobre minhas costas e com a outra mão
meteu uns três dedos na minha buceta. Gozei de novo, era bom demais, que
loucura! Logo ele gozou também. Ficou deitado em cima de mim.
Levantou depois de um tempo e voltou a ser gentil, deitamos na cama até
recuperamos o folego, fui tomar banho e ele pediu para tomar banho comigo,
falamos um pouco e ele disse o quanto queria estar comigo, que a roupa que
estava usando o havia deixado tarado.
- Essa sua calcinha …
- O que tem ela?
- Nunca tinha visto uma tão pequena, fica tudo de fora.
- E assim que é bom, ela me deixa excitada por me deixar exposta e por
pressionar.
- E como fica exposta, todo macho quer te foder, vira bicho.
- Isso me deixa louca, adoro me mostrar e saber que os homens estão loucos
para me comer.
- Cuidado cadelinha, pode ser perigoso provocar assim.
Sorri e disse para não se preocupar.
Saímos do banho, colocamos as roupas e ele me levou ao hotel. Vi que dentro
do carro ele ficou excitado de novo.
- Peter, quando for sair te ligo.
- Ok cadela, vou esperar sua ligação.
Desta vez ele não cobrou a corrida.
Desci, entrei no hotel e fui direto para o elevador, todos me olhavam. Que
delícia ser desejada assim. O elevador chegou, entrei e veio um rapaz
correndo, segurei o elevador para ele entrar. A porta se fechou e ai ele me
olhou direito.
Ele era um rapaz normal, nada que chamasse a atenção, nem bonito, nem feio,
estatura mediana, pele branca, cabelo loiro, corpo magro, enfim, nunca
sairia com um tipo daquele em minha cidade.
- Nossa! Como você é gostosa!
- Obrigada. E dei um sorrisinho.
- Posso te chamar para sair?
- Pode, onde quer me levar?
- Quer conhecer meu quarto? Estou indo pra lá.
- Quero sim, será que é tão diferente do meu? rsrs
Nisso o safado, me puxou pela cintura e começou a me beijar.
Vi que o apelido que o Peter me deu era perfeito, cadelinha no cio, foi só
o rapaz entrar no elevador e me comer com os olhos que eu já estava pegando
fogo, quando me beijou e apertou já estava com a buceta latejando e
encharcada de novo.
Chegamos ao quarto dele e fomos direto para a cama, esse não tinha a menor
cerimônia, meteu a boca nos meus seios e mordia o bico sem parar, enquanto
isso baixava a calça, colocou o fio de minha calcinha de lado, subiu de
novo para a minha boca e meteu o caralho na minha buceta. Adorei ser vadia,
nem perguntou meu nome e nem disse o dele, melhor! Não estava afim de saber
nada e nem do que eu queria, apenas metia gostoso em mim. Entre os meus
gemidos, escuto ele dizendo que era uma putinha muita da safada e gostosa,
na hora respondi:
- Sou uma cadela no cio.
- Você é mesmo uma cadela, cachorrona safada, não pode ver homem que já tá
molhada, quando meti, você já estava melada, putona. Se fosse outra mulher
ainda estaria seca. Nisso ele mete mais forte.
- Toma cadela, é disso que você gosta né? E continuou metendo forte.
Gozei logo, estava adorando tudo aquilo, nunca tinha sido tratada desse
jeito. Ele gozou também, levantou e subiu a calça, levantei da cama e
ajeitei o vestido e a calcinha, como ela só é um fio embaixo, o gozo dele
escorria pelas pernas. Ele foi em direção à porta, abriu e me disse:
- Cadela vai se limpar no seu quarto, tenho coisas a fazer, quando precisar
de novo te ligo e você vem aqui para te foder. Qual é o seu quarto?
- 402. Sai me espremendo para ver se conseguia segurar a porra dele dentro
de mim até chegar ao quarto.
- Cadela você tem um rabo lindo, estou adorando ver você andar assim.
Continuei andando. Foi uma eternidade até chegar lá, eram apenas dois
andares abaixo, fui pela escada, rezando para ninguém aparecer. Deu certo,
cheguei ao quarto sem ninguém ver que eu estava escorrendo pelas pernas.
Deixei a banheira enchendo e fui tomar uma ducha, fiz uma ducha na vagina
também para ficar limpa. (Comprei esse acessório pela internet também,
ainda bem ).
Antes de entrar na banheira, busquei o rádio e coloquei perto, queria
escutar algumas músicas, entrei na banheira e fiquei pensando em tudo o que
estava acontecendo, como estava tendo coragem de deixar estranhos fazerem o
que queriam comigo e ainda gostar?
Meu corpo estava um pouco dolorido, nunca havia feito sexo com dois homens
diferentes no mesmo dia e ainda mais daquela maneira! Fiquei um pouco na
banheira escutando música. Quando sai da banheira, meu corpo doía menos,
passei meus cremes, vesti um shortinho jeans mole socado com a metade do
bumbum de fora e na frente conforme ia andando o short ia entrando e
separando os lábios da vagina, uma blusa colada, transparente e
decotadíssima branca, coloquei um saltinho rosa, passei um batom rosa, me
perfumei.
Desci, sai do elevador e começou, as pessoas me olhavam, comecei a sentir
tesão de novo ( como posso ficar excitada desse jeito?). Fui ao balcão do
hotel e claro preferi falar com o rapaz que atendia:
-Oi, por favor, tem um bar perto da piscina?
Ele sem tirar os olhos dos meus seios.
- Sim, tem sim. Fica no final deste corredor à direita.
- Obrigada! Fiz questão de empinar o bumbum e sai rebolando bem devagar.
Adoro saber que estão me desejando.
Chegando ao bar, sentei, olhei a minha volta e percebi que havia poucas
pessoas. O bar era bonito muito bem estruturado e um rapaz veio rápido me
atender, pedi um copo com muito gelo e uma garrafa de água. Meu pedido
chegou e o garçom colocou um pouco de água no copo cheio de gelo, peguei o
copo e fiquei segurando, com o frio do copo logo meus seios arrepiaram, era
isso que queria. Fiquei ali bebendo devagar a água quando chegaram dois
homens e ficaram a me encaram. Chamaram o garçom e logo veio uma bebida
para mim.
- Não pedi nada.
- Os rapazes daquela mesa que ofereceram. E me mostrou os dois homens.
- Ok, diga que quero agradecer.
O garçom foi até a mesa e logo depois eles vieram até mim.
- Podemos nos sentar?
- Por favor, me façam companhia. Obrigada pela bebida.
- Uma mulher como você merece o melhor.
Começamos a conversar e logo veio o assunto começou a esquentar:
- Gostei de você, muito bonita. H 1
- Adorei seu modo de vestir. H2
- Obrigada, mas acho que não nos apresentamos.
- Desculpe, meu nome é João e o dele é Jr. E o seu?
- Cherry.
Os dois eram um pouco parecidos. Ambos altos e malhados, mas nada de muito
músculo, apenas o normal de quem mantém a forma. João era claro, cabelo
castanho escuro, olhos bem escuros. Jr era moreno claro, cabelo castanho
claro e olhos cor de mel.
- Realmente gostei de como se veste. Disse Jr.
Levantei e fiquei na frente dele, meu short estava mais curto e socado na
frente e atrás. Dei um giro, como a cadeira era bem baixa, seus olhos
ficaram bem de frente com a minha bucetinha que estava bem dividida pelo
short e com as laterais dos lábios começando a sair.
- Nossa! Você é demais, pode dar mais um voltinha, mas bem devagar.
Comecei a girar bem devagar para ele olhar bem, quando estava de costa,
empinei um pouco e deixei as pernas um pouco abertas. Fiquei um pouco nesta
posição e terminei a volta. Olhei para ele, e já estava escondendo o pau.
João estava excitado também. Voltei para a cadeira, sentei bem devagar como
se estivesse sentando em um pau bem grande, empinado bem a bunda e olhando
para a cara deles.
- Aff! Que voltinha foi essa? Disse Jr
Dei um sorriso e não respondi.
- Cherry porque você se veste desse modo delicioso? Disse João
- Por que gosto, já que tenho um corpo bonito penso que devo mostrá-lo.
- Nenhum outro motivo? (João)
- O que quer saber?
- Se você faz programa. (João)
- Essa é uma idéia que não havia pensando. Mas não. Não faço, me visto
assim porque realmente gosto.
- Em qualquer lugar? (Jr )
- Sim.
- Hoje a noite vamos a boate e queremos que você vá para a nossa mesa vip.
O que acha?
- Vou sim. Digam-me onde fica e a partir de que horas vocês estarão por lá.
João escreveu o endereço em um pedaço de papel e me entregou.
- Aqui está o endereço, posso mandar o motorista te buscar, temos mais
alguns convidados.
- Quero que seu motorista me traga de volta no final da noite.
- Está bem.
Levantei, me despedi dos dois um beijo no canto da boca.
- Vou subir mais tarde nos encontramos.
Sai de lá excitada com o que havia acontecido e com o que estava para
acontecer.
Cheguei, tirei a roupa e fui dormir um pouco, pois a noite prometia.
Acordei por volta das 9 da noite, tomei outro banho, passei creme para a
pele ficar bem macia, enquanto o creme secava fui escolher uma roupa, olhei
várias e queria vestir tudo, sonhei tanto com isso que agora estava difícil
de resolver. Acabei escolhendo um vestido branco transparente, com muito
brilho, a parte de cima do vestido começava com um volta na nuca, descia
aberto até o umbigo, uma espécie de faixa grossa que tampava apenas pequena
faixa do seio, e por se frouxa, qualquer movimento os seios ficavam
expostos, as costas ficaram totalmente nua, a parte de baixo era bem curta.
Coloquei uma das calcinhas fio dental total branca, a bucetinha engole
tudo. Fiz uma maquiagem bem bonita, arrumei o cabelo, e liguei para o Peter
vir me buscar. Perfumei-me e coloquei um salto bem alto. Parei em frente ao
espelho, estava deslumbrante, qualquer um iria ficar doido para me comer.
Peter chegou e fui avisada, desci quando cheguei ele abriu a porta de
frente, entrei, sentei e o vestido encolheu como sempre deixando a calcinha
de fora, ou melhor, só a parte de cima, pois o resto havia sido engolida
pela minha bucetinha que já estava latejando de excitação. Ele entra, liga
o carro e sai.
- Cadelinha, você tá muito gostosa.
- Obrigada Peter.
Nisso ele para o carro, me pega pelo cabelo e fala bem perto do rosto.
- Cadela vadia acho que ainda não entendeu, todo cão, macho ou fêmea tem
dono, você pertence a mim, quando falar comigo tenha mais respeito.
Chame-me de dono, amo ou seu senhor.
Fiquei assustada e excitada com aquilo.
- Sim senhor, desculpe meu amo.
- Agora melhorou, você aprende rápido, logo estará no ponto.
Peter saiu com o carro, viu um estacionamento vazio e se dirigiu para lá,
parou, desligou o carro e disse:
- Chupa.
Obedeci, chupei aquele pau gostoso que ele tem. Quando estava lambendo e
passando a língua em volta da cabeça o telefone toca.
- Cachorra, continua e não faz nenhuma gracinha ou barulho.
- Alô central.
- Sim, estou deixando um passageiro e já vou.
- Pode deixar, estou perto, logo passo por lá.
Continuei chupando, quando Peter desligou o telefone, segurou forte minha
cabeça e começou a foder com a minha boca.
- Droga, tenho que ir busca outro passageiro, nem vou poder ver você
engasgar.
Percebi que ele ia gozar e puxei a cabeça, ele segurou com força.
- Que é isso cadelinha? Quem manda aqui sou eu, vou gozar na sua boca,
lembra que sou seu dono. Se você fizer isso de novo será castigada.
Fiquei assustada com essa parte do castigo e resolvi não contrariar,
pensei: - Ele goza na minha boca e depois eu cuspo, fica tudo certo. Pelo
visto estava enganada de novo.
Peter gozou logo e continuou segurando minha cabeça.
- Cachorra, presta muita atenção.
- Vou tirar meu pau da sua boca, segura tudo e não deixar cair nada, suga
bem o meu cacete, tem que sair limpo, estou trabalhando e não pode ficar
nada sujo.
Obedeci, Peter tirou devagar e suguei bem, não queria que ele ficasse
contrariado.
Tirou todo o pau, segurou minha cabeça e disse:
- Engole! Anda!
- Engole tudo.
Não queria engolir e não podia responder.
Peter segurou meu rosto para cima e com a outra mão tampou meu nariz, agora
não tinha jeito, ia ter engolir de qualquer jeito.
Comecei a ficar sem ar, precisava respirar e o jeito era engolir.
Não tive escolha, engoli toda a porra para poder respirar.
- Cadela, não tenta ser mais esperta do que eu, não irá conseguir. Sua
sorte é que estou com pressa.
Me soltou, ligou o carro:
- Pra onde você vai.
Entreguei o endereço e fomos para a boate.
- Desce, depois te cobro a viagem, estou com pressa.
Desci, me ajeitei, passei batom novamente. Fui para a entrada da boate,
procurei a entrada vip. O segurança me mostrou a fila normal, disse que era
convidada para a área vip, ele me indicou a entrada que estava vazia.
Dirigi-me até lá. O rapaz me atendeu, perguntou meu nome, conferiu a lista
e me deixou entrar, disse para ir a sala 23. Achei estranho, boate com sala
reservada? Entrei e fui olhando que a boate era divida, a parte de baixo
era a boate normal, para todos, em cima, havia Vips diferentes, o vip que
fica na parte de cima aberta, a que sempre vi e uma porta, onde havia um
segurança e outra pessoa com a lista na mão. Dirigi-me para lá, já que
tinha que ir para uma sala.
- Sim.
- Sala 23 por favor.
- Seu nome.
- Cherry.
- Pode entrar, final do corredor.
Entrei, era um corredor curto, com algumas portas para o lado direito,
imagino que a vista das salas era para a parte debaixo na boate. No fim do
corredor a porta. Abri e entrei.
Uma moça veio me receber e perguntou de quem eu era convidada. Respondi e
ela me levou até eles. Fui olhando a sala.
A sala era grande, havia várias pessoas, de todos os tipos, algumas
mulheres seminuas, vi duas se beijando, alguns homens dançando com elas,
como imaginei uma parte da sala era toda de vidro com vista para a parte de
baixo da boate.
Chegamos, eles estavam sentados no centro de uma mesa em formato de U,
haviam outros homens sentados com eles.
- Olha só quem chegou ? (João)
- Gostosona como sempre ( Jr )
- Amigos, quero lhes apresentar nossa nova amiga, Cherry. Nós a conhecemos
hoje na piscina do Hotel, como ela é muito bonita e se veste de forma
deliciosa, achamos que ela gostaria de participar de um dos nossos
encontros.
- Realmente, além de bonita, gostosa, se veste deliciosamente. Disse um dos
homens que estavam sentados.
- Senta aqui do meu lado. (Jr )
Nenhum dos homens se levantou para eu passar. Entendi que era proposital, e
fui com vontade de aproveitar de cada um.
Empinei o bumbum, me apoiei na mesa e passei uma perna por cima das pernas
do primeiro, meu bumbum ficou no rosto dele. Puxei a outra perna e juntei
as pernas novamente. Repeti o movimento com o segundo, esse já observando o
meu movimento anterior passou a mão, o terceiro me mordeu de leve. Que
delícia!- o quarto foi bem atrevido e me deu uma dedada. Se ele soubesse o
tanto que gosto de dedada, não teria tirado o dedo tão rápido. Cheguei até
Jr, sentei no espaço apertado que havia ao lado dele. Havia uma bebida para
mim, tomei aos poucos enquanto conversa com todos a mesa.
Toda hora sentia uma ou duas mãos passando pelo meu corpo, estava adorando,
já estava excitada do encontro com o Peter e agora com todos aqueles homens
me querendo, passando a mão em mim…
Jr me chama, olhei para responder, ele mete a língua em minha boca e começa
a me beijar, começo sentir várias mãos por todo o meu corpo. Mantenho os
olhos fechados, só queria continuar a sentir aquela sensação maravilhosa.
Um puxa meu seio para fora, logo acontece o mesmo com o outro, começo a
sentir bocas neles, línguas diferentes em minha boca, dedos em minha buceta
ensopada.
De repente um me levanta, sobe o meu vestido:
- Cara, olha só a calcinha dessa putinha gostosa!! (H 1)
- Calcinha de quem tá doida pra dar. (H 2)
- Não esconde nem a bucetinha. (H 1)
- Então, para de falar e vamos logo começar a fuder. (H 3)
Olhei a minha volta, todos naquela sala estavam fazendo sexo. Fui convidada
para uma orgia sem saber.
Um dos homens me coloca de quatro em uma espécie de pufe, começa a meter
gostoso, que delícia!
Outro vem pela frente e mete o pau na minha boca, depois começaram a
revezar, só sentia que os cacetes trocavam, tanto na minha boca como na
bucetinha, grandes, pequenos, grossos e finos, alguns puxavam meu cabelo,
outros me xingavam, davam tapinhas no bumbum, eu nem sabia quem estava
naquela sala, muito menos quem estava metendo em mim ou sendo chupado, só
sei que era uma maravilha.
Depois de um tempo, alguns homens começaram a gozar em todas as mulheres
que estavam ali, gozaram em meu rosto, nas costas, no bumbum, pernas. Vi
que naquela orgia, todos os homens usavam preservativo e nenhum gozou
dentro. Pelo menos em mim. Gozei tanto e dei tanto, que estava fraca.
Quando me soltaram, sentei em uma cadeira, estava toda suja de gozo dos
homens e meu. Tomei folego e fui ao banheiro me limpar, lá dentro havia
outras mulheres que estavam se limpando também.
Algumas estavam caladas, umas reclamavam e dizia que faziam aquilo só por
dinheiro, nisso uma fala:
- Faz por dinheiro porque não sabe o que é bom mesmo. Lamento que não
aproveite tanto quanto eu. Disse uma das mulheres que estava no banheiro,
ela olha para mim e me pergunta:
- E você? Tá sendo paga também?
- Eu?? Não! Vim para cá sem saber o que ia acontecer, foi minha primeira
orgia e posso dizer que amei. Quero participar de muitas outras, não estou
recebendo dinheiro nenhum, gosto muito de sexo.
- Então aproveitou bem, tem que ser assim meninas. Ela sorriu e saiu do
banheiro.
Terminei de me limpar e fui atrás do João ou do Jr, eles estavam
conversando em pé perto do vidro que dava vista para a parte de baixo da
boate.
- Oi gostosa! E ai? O que achou da nossa reunião?
- Adorei, nunca tinha participado de uma. Estou cansada, mas me sentindo
ótima.
- Que bom, se quiser podemos incluí-la nas próximas.
- Quero sim.
- Manda o seu número ou forma de contato para o número ou para o e-mail
desse cartão - me entregou um cartão - que sempre que tiver uma reuniãozinha
lhe avisaremos.
- Obrigada. João gostaria que seu motorista me levasse ao hotel.
João pega o rádio e fala com o motorista, ele avisa que está retornando a
boate, em 10 minutos estaria na porta.
Enquanto isso Jr fica conversando comigo:
- Gostosa você fez sucesso. Vários colegas vieram perguntar onde você
trabalhava, queriam te contratar.
- Isso é bom, adoro receber elogios. Mas por enquanto faço só por diversão.
Quem sabe um dia resolvo me divertir e ganhar dinheiro.
- Se precisar de ajuda e só falar.
Sorrimos e eu não disse nada.
João sai do rádio e me despeço do dois, eles se despedem apertando meu
bumbum enquanto dou um beijo no canto da boca de cada um.
- Cherry o carro que irá levá-la é preto com vidros bem escuros e o
motorista está de uniforme. Você reconhecerá fácil.
- Está bem João. Sai da sala e fui em direção a saída.
A boate estava vazia, não havia quase ninguém. Perdi a noção de tempo, não
fazia a menor idéia de quanto tempo fiquei lá dentro.
Quando cheguei do lado de fora, só havia um carro com a descrição que João
disse, nisso sai um rapaz com o uniforme e pergunta o meu nome,
respondi e fui conduzida até o carro, ele abriu a porta de trás.
- Quero ir na frente.
Descobri naquele instante que quanto mais eu dava, mais eu queria dar.
Queria ver o motorista de vara bem dura.
O motorista abriu a porta de frente, me sentei, estava praticamente nua de
novo, seios quase expostos, a parte de cima da calcinha aparecendo e o
resto sendo engolido pela bucetinha que estava inchada.
O rapaz entra e me dá aquela olhada. Liga o carro e começa a sair. Para
onde devo levá-la?
- Para o Hotel , por favor.
- Liga o ar, bem geladinho. Adoro ficar com o bico dos seios bem durinhos,
os homens ficam doidos com eles.
Durante o caminho, vi que ele mexia toda hora na calça, isso me deixava
mais excitada. Disse:
- Dá próxima vez que for mexer na calça me avisa e deixa que eu faço isso.
- Não tenho dinheiro para pagar uma mulher como você.
- Não se preocupe, esse não é meu trabalho. Faço porque gosto e estou afim
de você.
Nisso comecei a passar a mão na calça dele, estava duro do jeito que gosto.
Abri o zíper e comecei a chupá-lo. Depois de um tempo ele para o carro em
um local deserto e me manda descer.
- Estou doido pra foder, passei a noite toda buscando e deixando várias
pessoas. E agora você me provocando!
Desci do carro, fui para a parte da frente, apoiei as mãos no capô, abri
bem as pernas e empinei o bumbum.
- Aproveita! Disse.
Ele nem pensou, encaixou rápido atrás de mim, desceu a calça e enfiou a
vara com vontade.
Comecei a gemer. Ele me segurava pela cintura e empurrava cada vez mais
forte e rápido. Não durou muito e logo gozou.
- Desculpe, mas estava com muito tesão, não deu para segurar.
- Mete o dedo, quero gozar também.
O motorista meteu três dedos e começou a me masturbar, ele sabia meter bem
com os dedos também, em pouco tempo gozei.
Entramos no carro e ele me levou ao hotel, dessa vez fui atrás. Chegamos,
desci e fui para o meu quarto. Entrei, tomei banho, quando sai vi que o dia
já estava claro. Coloquei um vestidinho solto, bem leve, verde claro e
muito curto, uma calcinha fio dental normal, desci para tomar café. A sala
do café estava vazia, provavelmente pelo horário, eram 6 h, tomei um café
reforçado, estava com muita fome e retornei ao quarto para dormir.
Entrei no quarto, fechei as cortinas para o quarto ficar bem escuro, tirei
toda a roupa e fui dormir. Acordei por volta de 1 da tarde, procurei o
telefone do quarto, pedi um almoço leve. O almoço chegou, comi vendo a tv,
o sono continuava e meu corpo ainda estava cansado. Terminei o almoço,
escovei os dentes, desliguei a tv e voltei a dormir. Acordei novamente,
olhei no relógio, era 5 da tarde, enrolei mais um pouco na cama, liguei a
tv e fiquei assistindo, criei coragem, levantei, fui para o banheiro e
tomei uma ducha para acordar.
Voltei para a cama, comecei a passar creme na pele, a tv estava chata,
peguei o controle e fui mudando de canal, me deparei com alguns canais
pedindo senha, naquele momento comecei a pensar que deveriam ser canais
adultos. Peguei o telefone e alguém atendeu do outro lado:
- Boa tarde, em que posso ajudar?
- Estou vendo a tv e alguns canais estão bloqueados.
- Sim, são canais adultos, para ter acesso e necessário uma senha que nos
fornecemos ao custo de R$ ….., a senhora deseja receber a senha?
- Quero!
- Sua senha é 456249. O valor será adicionado a conta do seu quarto.
- Obrigada. Desliguei.
Comecei a assistir os filmes, pra variar já estava ficando excitada de
novo. Aquelas pessoas transavam e ainda ganhavam pra isso?! Maravilha! O
telefone toca e eu atendo:
- Alô.
- Cadela vem no meu quarto agora, quero te fuder, vem sem calcinha.
E desligou o telefone, minha xana latejou de tesão nessa hora.
Levantei rápido, coloquei um vestido de alcinha rosa claro, solto e super
curto, não coloquei calcinha. Arrumei os cabelos, passei um perfume leve e
coloquei um salto bem alto.
Sai do quarto e fui para o elevador. Apertei para subir.
Ele chegou e havia uns adolescentes dentro. (Amo quando acontece isso)
Entrei provocando, empinei o bumbum e fiquei olhando pelo espelho do
elevador, eles se cutucavam e me olhavam.
O meu andar chegou - eram só 2 andares acima - a porta abriu, sai, olhei
para trás e mandei beijinho com aquele sorriso de quem acha engraçado.
Ao caminhar para o quarto daquele homem que eu nem sabia o nome, minha
excitação ia aumentando, minha xaninha latejava.
Cheguei ao quarto, apertei a campainha, logo a porta abriu. Aquele homem
comum abriu a porta e me olhou. Estava de bermuda quadriculada, chinelos,
sem camisa. Realmente era um homem normal, nunca olharia para ele na rua,
seria uma pessoa que passaria por mim e eu nunca notaria sua presença.
- Ainda bem que veio rápido. Tá sem calcinha?
- Sim.
- Levanta o vestido pra eu ver.
- Deixa eu entrar que te mostro.
- Levanta o vestido ai no corredor. Já falei! Disse num tom mais forte.
Levantei apenas a parte da frente do vestido para olhar.
Ele sorriu e disse:
- Levanta o vestido até a cintura.
- Estou no meio do corredor.
Ele continuou me olhando como se eu não tivesse dito nada.
Droga! Já estava com tesão e ele ainda me provocando. Fiz o que ele pediu.
- Entra.
Soltei o vestido e entrei. Perto a porta de entrada havia a porta do
banheiro, depois vinha um pequeno espaço, um criado mudo, uma cama de
casal, outro criado mudo, uma poltrona, de frente para ela um sofá, entre
elas estava a janela, a cortina pesada estava aberta e a fina fechada que
ficava voando devido a janela estar aberta. Em frente a cama havia um móvel
com o aparelho de TV e DVD, onde passava um filme erótico ( acho que ele
pegou a mesma senha que eu ). Na poltrona estava um homem sentado me
olhando. Sentei de frente para ele no sofá, não dissemos nada.
- Poxa cara! Perdi duzentos paus pra você, ela existe mesmo! E é do jeito
que você falou.
Sorriram.
- Deixa o dinheiro ai no criado, embaixo do telefone.
Continuei sentada olhando para eles. Nisso o que me ligou chega perto de
mim e com os pés abre minhas pernas.
- Quando estiver aqui, quero ver essas pernas abertas sempre, você gosta de
arreganhar mesmo.
Começou a me beijar, tirou o meu vestido, fiquei nua. Desceu para os meus
seios, beijava, lambia, mordia de leve, pegava no meu bumbum, me alisava
inteira, eu já delirava de tesão quando ele mete o dedo na minha bucetinha.
O outro homem, só olhava e se tocava.
- Molhada né safada. Ajoelha e me chupa. Nisso ele fica em pé, me ajoelho e
começo a lamber, passo a língua, chupo o pau dele bem gostoso. O outro só
olhando.
Começo a me tocar, estava com muito tesão. Ele percebeu:
-Cadela, coloca as mãos para trás. Enquanto me chupa quero que me olhe.
Obedeci. Ele sorria me vendo naquela situação, ajoelhada, mãos para trás,
chupando-o e olhando para ele.
Fiquei doida, morrendo de tesão e não podia fazer nada!!!
- Cadelinha, você tem um rabão. Mostre-me!
Levantei e virei de costas para os dois.
- Curve para frente, quero olhar melhor.
Me curvei e fiquei totalmente exposta.
- Fique de quatro como uma cachorra que você é.
Fui para a cama e fiquei e quatro. Ele veio, passou a mão em mim, abriu
mais as minhas pernas, passou os dedos na minha bucetinha molhada, deu uns
tapinhas no meu bumbum, abriu minhas nádegas com as duas mãos.
- Não acredito que esse cuzinho é tão apertado assim!
- Se você já deu o cuzinho, foi pouco. Ele ainda continua bem fechado. Acho
que vou ajudar a deixá-lo mais aberto.
Latejava de tesão, louca para se comida por um dos dois ou até pelos dois.
-Vai para o chão!!!! Disse em tom de ordem.
- Lugar de cadela é no chão.
Desci da cama e fui para o chão, não queria saber onde, queria que alguém
me fodesse logo, ardia em tesão.
Fiquei de quatro no chão esperando, não aguentava mais e comecei a pedir:
- Por favor, me come. Os dois batendo punheta e me olhando.
- O que quer que eu faça? Fala logo, preciso que alguém me coma, não
aguento mais.
- Cara, ela é muito puta mesmo. Disse o homem da poltrona. - Além de puta é
gostosa, a rabuda. E veio em direção a mim o dono do quarto. Ajoelhou-se,
passou um gel, colocou uma camisinha, segurou firme o meu quadril e começou
a meter no meu cuzinho. Dessa vez doeu menos, além do gel o pau dele era
bem mais fino. Começou a meter sem dó, me empurrava pra frente de tanta
força que ele socava.
Nisso a minha bucetinha parecia que tinha vida própria, implorava por um
cacete.
- Ei! Você ai que tá na poltrona assistindo, vem me comer, minha bucetinha
tá livre.
- Cala boca vadia, quem te come aqui sou eu. Você não decide nada. E hoje
ninguém vai foder sua buceta.
- Calma ai Maurício, relaxa com a garota, ela é gente boa nos dois
sentidos, faz tudo o que você quer.
- Tá maluco? Faço com ela o que quero mesmo e não dê palpite. Se quiser
arruma a sua puta para mandar.
Continuou a meter forte no meu cuzinho.
Fiquei desesperada com aquela notícia, necessitava de um pau na buceta,
comecei a me tocar.
Maurício viu, puxou meus braços para trás e segurou, fiquei com a cabeça
apoiada no chão, mãos presas, pernas abertas e ele no meu cuzinho. Achei
que ia explodir de tanto tesão.
Quando ele gozou, me soltou no chão, olhei o rapaz que estava sentando na
poltrona também havia gozado. Só eu que não! Horrível. Estava louca de
tesão. Deitei de lado, comecei a colocar o dedo dentro de mim.
- Cadela, tira o dedo dai, levanta essa bunda pra gente e fica com as
pernas abertas.
Obedeci. Nisso o que está na poltrona diz:
- Maurício, ela é muito gostosa, estou com tesão até agora. Deixa eu meter
nela?
- Cem reais.
- Que isso? Deixa de ser mercenário, acabei de te pagar duzentos.
- Duzentos da aposta, se quiser meter nela, mais cenzinho e só pode meter
no cú.
Os dois ficaram discutindo e eu lá morrendo de tesão, até que me irritei.
Palhaçada, o tal do Maurício ainda queria faturar em cima de mim! Levantei,
peguei meu vestido e disse:
- Você não é meu dono, dou pra quem eu quiser.
- E você ai, estou indo para o meu quarto, 402, vamos comigo pra você me
comer agora!
Coloquei o vestido andando em direção à porta, o rapaz da poltrona,
levantou rápido e me seguiu vestindo a calça.
Maurício ficou reclamando qualquer coisa que não dei atenção. Abri a porta
e sai.
O rapaz veio me seguindo, paramos em frente ao elevador, ele me abraçou por
trás. A vara dele estava bem dura.
- Melhor ficar aqui, se tiver alguém no elevador não vai perceber.
- Ok, para mim é um elogio homem de pau duro. Amo! Por mim todos os homens
nunca ficariam moles.
Sorrimos. O elevador chegou, abriu a porta e entramos. Que pena estava
vazio.
- Qual é o seu nome? Disse.
- Felipe e o seu?
- Cherry.
- Gostei do seu nome, bonito como você.
Chegamos ao meu andar, fomos para o meu quarto com ele encaixado atrás de
mim.
Abri a porta e entramos, o quarto estava gelado, havia deixado o ar ligado.
Começamos a nos beijar, alisarmos um ao outro. Logo meu vestido foi para o
chão. Felipe era carinhoso, me alisava com delicadeza, passava as mãos em
meu rosto com carinho, seu beijo era suave, porém intenso. Tinha um cheiro
gostoso, mãos firmes, pele e corpo bem cuidados, cabelos num tom escuro e
macio. Seus olhos eram castanhos. Em meio aos beijos ele diz:
- Cherry posso te fazer um pedido?
- Diga.
- O que assisti hoje lá no outro quarto me deixou com muito tesão. Você
pode fazer pra mim também?
- Lógico. Comecei tirando a blusa dele. Beijei os mamilos, mordi de leve,
fui descendo pela lateral do tronco. Ele se contorcia.
Abri o botão da calça, o zíper, coloquei-o sentando na cama, me ajoelhei e
tirei os sapatos e as meias. Levantei-me e o puxei, peguei em seu bumbum
por dentro da calça e comecei a tirá-la. Ele ficou só de cueca, era branca.
Comecei a alisar o cacete dele por cima da calça com a mão e a beijá-lo.
Desci novamente, tirei a cueca, me ajoelhei, comecei a chupá-lo e a
olha-lo, coloquei as mãos para trás. O cacete dele era normal, mas grosso.
Gostoso de chupar, fiquei ali por um bom tempo, ele me olhava também e
acariciava meus cabelos.
- Cherry! Vai para o chão.
- Vou sim, mas me chame de cadelinha.
- Cadelinha vai pro chão. Obedeci, fiquei de quatro, estava louca pra
transar.
Ele se encaixou atrás, colocou o dedo dentro de mim.
- Nossa! Tá muito molhada e pegando fogo.
Arrebitei o bumbum, como quem diz, me come logo.
Ele colocou o pau dentro da minha bucetinha e começou a mexer, que
delícia!!! Era disso que eu precisava.
Adorei o pau dele, entrava tudo e ficava sentindo os pelos dele encostar
nos lábios da minha vagina. Ele metia tudo e segurava no fundo, parecia que
gostava de sentir que estava todo dentro de mim.
- O que você tá fazendo? Disse assustada.
- Era só para molhar meu pau para comer seu cú. Quero aproveitar que ele já
foi comido hoje.
Abriu meu bumbum com as mãos.
- Seu cuzinho é quase virgem, tá cheio de pregas ainda. Tá na hora de
diminuir.
Começou a meter no meu cú me segurando pela cintura.
- Cadelinha, mesmo depois do Maurício ter te fodido, ele ainda tá apertado
para mim.
(Antes de começar essa viagem nunca havia dado o cú.)
Minha buceta ardia de tesão, meu cuzinho estava ardendo. Que pau grosso!
Aguentei firme.
Colocou tudo, puxou meus braços para trás, minha cabeça de novo no chão,
então ele começou a mexer.
- Que delícia, muito apertado. Ainda bem que te peguei depois dele, pois ia
ser bem mais difícil.
Minha bucetinha pedindo por uma vara.
Logo o Felipe gozou, continuei com vontade de dar, mas não para ele.
Ele logo se vestiu e foi embora, entrei para o banheiro, liguei a ducha,
entrei e comecei a pensar no que iria fazer.
Lembrei que havia visto na internet que seria interessante fazer um enema
antes do sexo anal, havia comprado os itens para realizá-lo. Resolvi
fazer… Desliguei o chuveiro, me enrolei na toalha, fui até o quarto,
peguei o tablet e fui navegar como deveria fazer. Peguei as instruções,
voltei ao banheiro para fazer, (tinha a intenção de dar muito o cuzinho) ,
fiz todo o procedimento 2 vezes, havia lido que as atrizes de filmes adulto
fazem enema duas vezes antes de filmar. Voltei para a ducha e terminei o
banho. Fiquei pensando, será que tenho coragem de fazer um filme adulto?
Seria ótimo, fazer o que gosto, com aqueles homens de paus deliciosos e
ainda receber. Melhor não tinha.
O telefone toca:
- Cadela, aqui é o seu dono. Quero que vá passar uns dias em minha casa
comigo, leve algumas roupas e biquíni também, lá tem uma piscina, quero te
ver tomar sol. Daqui à uma hora te pego na portaria do hotel, fique em pé,
não quero te ver sentada.
Desligou o telefone na minha cara, nem perguntou se eu podia ou queria ir!
Comecei a gostar, o Peter era realmente gostoso, até quando manda, só de
pensar nele já era tesão. Corri para minha mala, peguei algumas peças de
roupas bem provocantes, as menores, justas e transparentes. Coloquei também
sapatos com saltos bem altos, para o bumbum ficar mais empinado ainda.
Queria que ele sempre estivesse com aquele pauzão cheio de veias bem duro
para mim.
Peguei o melhor creme, queria minha pele bem macia para ele, passei e
depois coloquei na bolsa. Vesti uma micro blusa branca, a parte de baixo
dos seios ficava de fora, peguei uma tesoura dei um pequeno corte no meio
da blusa na parte de baixo, ela abriu de baixo para cima até o meio, agora
estava a parte de baixo e entre os seios expostos, só o bico ficava
tampado, adorei. Coloquei uma calcinha fio dental vermelha, bem socadinha,
fez o pacote na frente, levantei bem as alças da calcinha, para ficar de
fora do short que era branco e bem curto, metade do bumbum também ficava de
fora. Coloquei um salto vermelho, fiz um rabo de cavalo bem alto, maquiagem
leve, batom bem vermelho. Passei perfume. Já estava doida pra sair e ver os
homens de pau duro, doidos para socar em mim.
Peguei minha bolsa e fui para o elevador, chamei. Quando chegou havia três
pessoas, dois homens e uma mulher. Entrei, a mulher começou a resmungar,
que não sabia que naquele hotel havia prostitutas, um dos homens disse:
- Fica quieta, deixa a mulher trabalhar, cada um tem que cuidar da sua
vida.
Estava olhando pelo espelho, os dois homens não tiravam os olhos de mim, o
pau ficando duro.
- Realmente mocinha, cada um tem que cuidar da sua vida - virei de frente
para eles, os olhos cresceram quando viram minha blusa - não sou prostituta
ainda, ando assim porque gosto de mostrar meu corpo, se você não pode fazer
isso lamento. Rapazes meu quarto é o 402, quando quiserem passem por lá,
adoro dar. A porta do elevador se abriu, a mulher começou a me xingar, sai
rebolando e empinando a bunda. Todos me olhavam, adoro essa sensação. Fui
para frente do hotel e fiquei esperando como ele mandou.
Meu dono começou a demorar e as pernas começaram a arder, o salto era muito
alto. Fiquei mesmo assim, toda hora escutava uma cantada, um elogio,
perguntas de quanto era o programa. Acho que vou começar a cobrar, toda
hora aparece alguém disposta a pagar! Meu dono finalmente chegou, desceu
pegou minha bolsa, colocou na porta malas, entrei e sentei no banco da
frente. Ele entrou, ligou o carro e saímos.
- Cadela, gostei de ver. Você é muito obediente, estava de longe vendo se
ia sentar.
- Meu amo, posso falar?
- Permissão concedida.
- Não senhor, farei o que o senhor mandar. Minha roupa o agrada?
- Sim cachorrona, esses peitões estão pulando para fora, uma tentação,
pedido para serem mamados. Shortinho socado com a calcinha de fora, tá um
tesão. Olha o meu cacete como tá!
- Perfeito como sempre meu amo.
Peter para o carro no estacionamento de um mercado.
- Cadela, vire de costas para mim, quero lhe dar um presente.
Obedeci, sentei de costas para ele. Sinto-o colocando algo em meu pescoço,
era mais justo que um colar normal.
- Pronto! Agora sim, você tem um dono. Só eu que posso tirar, viu? Disse
sorrindo para mim.
- Pode olhar no espelho.
Olhei pelo espelho do carro, ele havia colocado uma coleira como o nome
dele em meu pescoço. Não sabia o que dizer, morria de tesão por aquele
homem, mas agora todos saberiam que ele era meu dono. Ele segura meu rabo
de cavalo, me puxa para perto da boca dele. E fala quase gritando em meu
ouvido:
- Cadela vagabunda, fiquei sabendo que você foi para uma orgia e deu pra
todo mundo. Tá pensando o que? Hein! E me sacudia dentro do carro.
- Desculpe meu amo. Disse desesperada.
- Não imaginei que o senhor não ia gostar. Por favor, me perdoe!
Peter respirava nervoso. Não me respondeu.
- Desce do carro, vamos ao mercado fazer compras. Ande sempre um passo
atrás de mim e preste atenção para tudo o que eu precisar. Abre a porta
para mim.
Desci, dei a volta no carro e abri a porta para ele. Ele desceu, fechei a
porta e comecei a segui-lo.
Ele deixou o carro longe da entrada e andava rápido, comecei a segui-lo com
dificuldade, com o salto muito alto era difícil de andar no ritmo dele sem
me desequilibrar.
- Cachorrona, anda direito!!! Disse num tom forte.
- Sim senhor.
- Pegue um carrinho.
Corri e peguei um. Fomos em direção à entrada. Todos nos olhavam, nunca me
imaginei indo ao mercado vestida daquele jeito e ainda usando uma coleira
com o nome do meu dono.
Peter ia escolhendo os produtos, eu pegava e colocava dentro do carro, no
primeiro produto baixo, me agachei, tomei um tapa forte, minha bunda ardeu.
- Não agacha, só abaixa para pegar, quero ficar olhando.
Andamos pelo mercado assim, havia poucas pessoas, acho que por isso ninguém
reclamou da minha presença ali.
Fomos para o caixa, o rapaz arregalou os olhos para mim.
- Cadelinha, vai colocando as coisas dentro das sacolas enquanto pago.
Passei para o outro lado e fui arrumando as compras, coloquei tudo dentro
das sacolas e depois no carrinho.
Peter pagou as mercadorias e saiu. Eu o segui. Chegando ao carro coloquei
tudo no porta malas, Peter só me olhava com aquele sorriso de quem tá
adorando tudo.
- Abre a porta do carro, quero entrar. Abri, esperei ele sentar, fechei,
dei a volta e entrei.
Ele me pega pelo rosto, parece que você tem jeito mesmo para ter dono,
estou gostando de ver. Beijou-me gostoso.
Ligou o carro e fomos para a casa dele. Peter mora em uma chácara, pouco
afastada de cidade, uma casa simples e aconchegante, jardim bem cuidado, o
lugar era bem iluminado, chegamos já era noite. Os cachorros vieram logo
recebe-lo. Fiquei no carro esperando Peter colocá-los no canil. Logo veio a
ordem.
- Pegue tudo e coloque na despensa, vou mostrar onde fica, quando terminar
me avise.
- Sim meu amo.
- Cachorrona, me dá um tesão quando você me chama de meu amo. Me segue.
Peter me mostrou onde ficava a despensa, descarreguei o carro e o avisei
quando terminei.
- Lave as mãos e os braços ai no tanque. Obedeci.
- Pra entrar em casa, tem que entrar como uma cadela, de quatro.
Cheguei em frente a porta, olhei no olhos dele e fui me abaixando e
arrebitando bem o bumbum, abrindo um pouco as pernas.
Fui de quatro em direção a ele. Ele foi para a sala e sentou no sofá. Eu o
segui. Sentei ajoelhada perto dele, no tapete. Fiquei esperando.
- Tire minha blusa e meus sapatos. Obedeci e depois sentei novamente ao
lado dele.
- Cadela, agora você tem dono, nada de ficar na rua, dando pra qualquer um,
você vai dar se eu quiser, quando eu quiser e pra quem eu quiser.
Fiz sinal com a cabeça que havia entendido.
- Levante e fique na minha frente.
Levantei e parei em frente as pernas de meu dono.
- Adoro te olhar, adoro o modo como se veste. Me deixa louco, vire-se.
-Tire a minha calça, mas deixe minha cueca e nada de encostar no meu pau.
Quando eu pensava que ia ficar bom ele tinha que fazer essa restrição???
Que chato! Tirei a calça dele, doida para fazer carinhos e algumas coisas a
mais. Mas enfim, ele era o meu dono, tinha que obedecer. O pau dele estava
bem rígido (fico maluquinha quando vejo assim), fiquei excitada. Cadelinha
fique de costas. Obedeci
- Bunda linda, shortinho socado. Perfeito. Tire o short bem devagar.
Fui me abaixando e tirando o short.
- Agora fique de frente.
Virei-me.
- Cachorrinha! Hum! Antes eu amava esse tipo de calcinha, fio-dental. Mas
depois que você me mostrou que ele pode ser menor, passei a gostar mais do
novo modelo. Dê um jeito para que fique do modo como gosto.
Abri um pouco as pernas, abri os lábios da vagina e coloquei a calcinha pra
dentro.
- Hum! Ainda não gostei, tá grande. Quero menor.
Comecei a enrolar a calcinha, assim ela ficaria só um fio, enrolei a parte
que meu dono queria. Assim era uma espécie de tortura e prazer, porque a
calcinha ficava pressionava mais meu clitóris e minha excitação aumenta.
- Sim, agora sim. Não quero ver você usando outro tipo da calcinha! Só
quero ver essa, que a xaninha engole e o rabão também.
Senta no meu colo e coloca esse peitões na minha boca, eles estão pedindo
há muito tempo para ser mordidos e chupados.
Adorei, enfim iriamos começar. Fui com aquela vontade sentar no pau do meu
dono.
Peter me segura com força pelos braços e me diz em tom agressivo:
- Já falei pra não encostar no meu pau. Tá surda!
- Desculpa meu amo. Pensei que era para sentar nele.
- Não é pra pensar! É pra obedecer, preste mais atenção. E me soltou.
Fiquei ajoelhada no sofá com as pernas abertas e ele entre elas, coloquei
meus seios em sua boca. Ele mordia o bico, puxava, soltava, lambia,
beliscava o bico, apertava com as mãos. Fiquei maluca de tesão. Ele me
olhava, gostava de ver que me deixava muito excitada.
Colocou o dedo em mim.
- Tá gostando né vadia? Disse com um sorriso cínico.
- Sim, meu amo.
Colocou outro dedo e começou a bombar dentro de mim. Comecei a gemer muito.
Ele tira os dedos, abri os olhos com aquela cara de o que está acontecendo,
porque parou? Vi que ele estava esperando para ver minha reação.
Contive-me, respirei fundo e consegui ficar calada. Não estava acostumada a
ter que se seguir as vontades de outra pessoa.
- Chupa o meu pau, com cuidado.
Desci do sofá.
- Posso falar meu amo?
- Diga.
- Quer que tire sua cueca meu senhor?
- Pode.
Tirei a cueca, me ajoelhei entre as pernas do meu dono. Comecei a chupá-lo.
Olhei para ele, estava encostado com a cabeça no sofá, mãos atrás da
cabeça. Posição de quem tá muito a vontade. Continuei ali, lambendo,
chupando, usando as mãos, chupava o saco, quando ele segura minha cabeça e
começa a foder com a minha boca, me assustei, não estava esperando por
isso, já estava ali há tanto tempo que nem lembrava que ele gostava disso.
Engasguei! Peter me soltou para voltar o fôlego.
- Anda cadela, volta logo a me chupar!
Voltei logo, Peter começou a fazer com que eu engasgasse em intervalos
menores. Ele adora isso! Meus olhos estavam lacrimejando, minha maquiagem
com certeza já devia estar toda borrada. Meu dono não estava me dando muito
tempo, era eu começar a chupar, ele me segurava, fodia com minha boca, eu
engasgava, ele me soltava, mal conseguia respirar direito, ele já me puxava
para começar de novo. Confesso que isso estava me deixando mais excitada
ainda.
Peter me levantou e me jogou contra o sofá, deitou em cima de mim por trás,
senti o peso do se corpo contra o meu. Ele me penetra com força, continua a
se movimentar rápido e forte dentro de mim, quando ele percebe que estou
perto de gozar, ele tira o pau e se senta no sofá, esqueci que pertencia a
ele. Olhei para ele com os olhos arregalados de desespero.
- O que foi isso? Por que você fez isso, volta e termina agora!
Peter me puxou do sofá de uma vez, apertou meus braços, me segurou pela
nuca, me levou para o quarto, me colocou em frente ao espelho e disse em
tom áspero:
- Cachorra, olha bem no espelho. O que você tem no pescoço?
Olhei para a coleira com o nome dele, lembrei que pertencia a ele.
-Me perdoe meu amo, ainda estou aprendendo, cometi um erro. Disse abaixando
a cabeça, minha xaninha estava ensopada, louca de tesão e não podia fazer
nada.
- Por ter cometido esse erro será punida.
Quando escutei isso, fiquei assustada, o que ele iria fazer comigo? Seu
castigo será não gozar hoje, sei que você está louca por isso.
Não, isso não. Preferia que ele fizesse qualquer outra coisa, menos isso. A
pouco estava para gozar com ele dentro de mim. Ajoelhei-me e pedi:
- Por favor, isso não!
- Cala a boca! Disse Peter entre os dentes.
- Se falar mais alguma coisa, aumento seu castigo.
Quis chorar, não era possível que algo assim estivesse acontecendo comigo.
Todos queriam me comer e agora não podia satisfazer meus desejos.
- Cadela, me chupa, estou explodindo de tesão, quero gozar.
Sei que ele disse para piorar o meu castigo. Ele sabia que eu estava louca
por isso.
Obedeci, comecei a chupá-lo.
Olha pra mim, quero ver você enquanto me chupa.
Ajoelhada perante a ele e o olhando. Ele era meu dono, agora tinha que
aprender a obedecê-lo. Logo ele gozou em minha boca.
- Segura o meu gozo em sua boca, quero ver de perto.
Levantei e ele olhou dentro da minha boca.
- Delícia! Tampou meu nariz. Fiquei sem ar e engoli a porra dele para poder
respirar.
- Cadela, você é gostosa demais. Fico maluco com você.
- Obrigada meu amo, fico feliz em saber que lhe agrado, continuarei a me
esforçar para sempre lhe agradar.
-Vamos tomar banho.
Peter foi em direção ao banheiro e eu o segui. No banheiro ele tirou minha
coleira, me mandou tirar a blusa e a calcinha, entramos para tomar banho
juntos.
Outro momento agradável, nos demos banho com carinho. Saímos, nos secamos,
ele colocou a minha coleira de volta, fomos para o seu quarto e eu o segui
nua.
- Senhor!
- Sim!
- Posso passar meus cremes, gostaria que minha pele ficasse bem macia para
o senhor.
- Pode e quero que você coloque uma camisola sem calcinha, para dormirmos.
Obedeci, passei os cremes e coloquei uma camisola rosa bem clarinha, solta
e bem curtinha.
Ele deitou e me chamou:
- Quero que durma comigo na cama.
- Me deitei ao lado dele.
- Cadelinha, coloque sua cabeça em meu peito. Obedeci, ele passou o braço
em torno de mim e assim dormimos. Acordei no dia seguinte assustada, não
reconhecia o lugar. Olhei bem, vi o Peter dormindo, lembrei que tinha
aceitado o convite de passar um tempo com ele. Levantei bem devagar, fui ao
banheiro, me lavei, retornei e deitei novamente, de modo que não o
acordasse. Fiquei pensando em tudo o que estava acontecendo, tinha ido para
aquela cidade viver minhas fantasias, mas nunca havia imaginado aquilo,
minha relação com Peter estava caminhando para o SM, será que eu daria
conta? Será que eu era uma sub? Peter tinha demonstrado que era um Dom, mas
e eu? O que era? Peter estava indo com calma, imaginava.
Havia ouvido falar nesse tipo de relação, mas nunca havia me interessado,
pensava que era muito sofrido, pelo que ouvia falar os casais nesse tipo de
envolvimento eram românticos, apaixonados, cuidadosos um com o outro, os
Doms respeitavam o limites dos subs e estes faziam de tudo para agradar
seus Doms. Mas mesmo assim, não sei qual seria o meu limite e nem o que me
interessaria nesse meio, nunca gostei de sentir dor. Mas confesso que as
atitudes do meu dono me deixavam bastante excitada e que depois o sexo era
maravilhoso. Nunca havia sentindo tanto prazer como o que estava sentido ao
lado do meu amo, agora ali dormindo tranquilamente, uma cena linda vê-lo
dormir. Dormia apenas com um lençol cobrindo sua genitália, como a maioria
dos homens ele sentia muito calor e não usava nada para dormir.
Resolvi acordá-lo, tirei o lençol e comecei a chupá-lo de leve, lambendo e
observando para ver ser ele acordava. Logo começou a se mexer, abriu os
olhos, olhou para o teto, fez uma expressão de aprovação, olhou para mim e
afagou meus cabelos, continuei a chupá-lo, comecei a fazer com mais vigor,
logo meu dono começou a me fazer engasgar, já estava acostumando com
aquilo. Toda vez que engasgava minha xaninha latejava, estava molhada, ele
me puxa de uma vez e me joga de costas na cama, deita em cima de mim e mete
com força em minha xana molhada, mete forte e gostoso, bem rápido. Logo
gozamos, adorei acordar meu dono. Ele sai de cima de mim e levanta da cama,
seu leitinho escorre.
- Cadela levanta rápido, não quero porra na minha cama.
- Sim meu amo.
Peter me pega pela cabeça e me beija.
- Adorei o modo como me acordou, você é uma delícia.
Continuou a me beijar e a me abraçar.
- Vou tomar um banho, depois você vai. Espere na porta.
Obedeci, fiquei ao lado da porta esperando enquanto ele tomava banho.
- Cadela!
- Sim senhor.
- Vem me dar banho, estou com sono ainda.
- Senhor, preciso falar.
- Diz.
- Por favor, tire minha coleira.
Ele suspirou e tirou minha coleira
Tirei a camisola e entrei no chuveiro, comecei a dar banho em meu dono.
Terminei o banho de Peter, ele saiu.
- Me seca.
Sai toda molhada e fui secá-lo.
- Pode ir tomar seu banho. Retornei ao box e tomei meu banho.
Sai do banho, me arrumei mas não me vesti, não sabia qual seria a vontade
de meu senhor. Coloquei a coleira e fui atrás dele para saber qual seria
sua vontade.
- Meu amado amo gostaria de saber como devo me vestir?
Peter me olhou, estava usando somente a coleira com o seu nome. Ficou a me
olhar e disse:
- Coloque uma blusa minha que está em cima da cadeira, coloque um salto e
venha arrumar a mesa para tomar café.
Retornei para o quarto, peguei a blusa que era branca, vesti e coloquei o
salto alto azul. Fui para a cozinha enquanto meu dono lia o jornal no sofá
da varanda em frente à piscina. Arrumei a mesa e fui até ele avisá-lo que
estava tudo pronto. Ele foi para a mesa e eu o segui. Peter sentou-se e
comecei a servi-lo. Quando estava terminando ele diz:
- Minha linda, gostei de tudo, quer se sentar para tomar café?
Fiz sinal com a cabeça que sim. Dirigi-me a uma cadeira para sentar.
- Nada disso! Se quiser se sentar tem que ser no meu colo. Disse com cara
de safado.
Fui me sentar em seu colo. Ele afastou a cadeira para me dar espaço. Olhei
e o pau dele estava duro. Sentei e encostei o bumbum na vara dele. Ganhei
um tapão que ardeu. Levantei na hora.
-Não viu que meu pau tá duro? Tem que sentar com ele dentro.
Fui sentando devagar, o pau dele era muito grande e grosso, nunca tinha
visto nada igual, não dava pra sentar de uma vez. Minha bucetinha começou a
encaixar nele. Peter me pega pela cintura e me empurra de uma vez. Vi
estrelas de dor e tesão.
- Tá dormindo ainda??? Pra que essa moleza?
Respondi com a voz trêmula:
- Desculpe meu amo, mas não estou acostumada com um cacete como o do
senhor.
- Entendo, só ficava com os fraquinhos né? Mas agora tem que acostumar
comigo. Agora toma logo esse café que não vou esperar muito.
Comecei a me servir, as vezes tinha que levantar para pegar algo longe,
quando voltava, meu dono me sentava de uma vez. Sempre me dizendo que era
para acostumar.
- Chega você já comeu demais.
Me segurou pela cintura e levantou comigo encaixada nele, me levou até a
parede, onde apoiei as mãos. Bombou dentro de mim, que estava ensopada e
logo senti seu gozo.
Ficou encostado em mim, até que o seu pau amoleceu e saiu sozinho de dentro
de mim, seu gozo começou a escorrer.
- Cadelinha, fica paradinha ai.
Obedeci.
- Adoro ver que você é minha. Coleira com meu nome, minha camisa e com o
meu gozo em você.
- Fica de quatro.
Fiquei. Meu dono ficou a olhar meu cuzinho.
- Cadelinha, quantas vezes você já deu o cú? Ele ainda tá muito fechado.
- Meu amo, a minha primeira vez foi aquele dia em que você o comeu.
- Hum! Que delícia ouvir isso. Por isso você chorou tanto. Deve ter doido
muito mesmo, porque o meu pau ficou bem dolorido depois, de tão apertado
que estava.
- Sabe cachorrinha, adoro comer cuzinho, mas não quero meu pau doendo de
novo. Vou dar um jeito nisso. Estou olhando aqui, é lindo, parece uma flor
de tanta preguinha que tem. Vamos ter que mudar.
Nessa hora percebi que ele iria fazer algo com o meu cuzinho, só não
imaginava o que.
- Cadelinha, pode ir arrumar a cozinha e retirar a mesa, quando terminar me
avise, estou lá fora com os meus cachorros.
Fiz menção que iria levantar e logo fui advertida para ir como sua
cadelinha. Ele ficou me olhando até chegar à mesa, quando me levantei para
retirar a mesa ele saiu pra cuidar dos cães.
Arrumei tudo, enquanto isso havia pensando que teria que conversar com
Peter, que tipo de relação era aquela. Nunca havia passado por isso! Pelo
visto ainda viriam coisas que nem podia imaginar. Fui até a varanda avisar
a meu dono que tudo estava pronto, a porta estava fecha, abri e sai. Era um
local bonito, a varanda era em L, a parte maior do L era onde estava,
continha um sofá grande e bonito com uma mesa em frente que servia tanto
para colocar algo como para apoiar os pés, logo a seguir tinha uma rede. Na
parte menor do L ficava a garagem que comportava três carros. Em frente
ficava a piscina com azulejo de um azul bem escuro e borda infinita, linda!
Tinha um guarda-sol bem grande, embaixo uma mesa com três cadeiras, perto
havia uma ducha. O gramado era bem cuidado estava bem verde. A esquerda de
onde estava um pouco afastada tinha uma área construída, parecia ser a área
de lazer, o terreno todo era contornado por cerca viva que também estava
muito bem cuidada. Mas Peter havia feito algo que nunca tinha visto, ele
construíra um cercado para o cachorro que acompanhava toda cerca, assim
durante o período que ele deixava os cães no canil, eles podia contornar
todo o terreno. De repente sinto um negócio gelado em minhas pernas. Olho
para baixo, era um dos cachorros me cheirando, logo sentiu o cheiro de sexo
e começou a querer colocar o focinho em mim, puxei a blusa, comecei a
empurrá-lo e a gritar por meu dono que logo veio.
Ele segurou o cachorro pela coleira, olhou para mim e disse sorrindo:
- Todo macho gosta de uma fêmea, ele já te achou. Se cuida senão ele te
pega, cão com cadela.
Fiz cara de quem não gostou da piadinha.
Entrei e logo ele veio. Pegou uma corrente e colocou na coleira que estava
em meu pescoço.
- Cadelinha, me segue, vou te mostrar a outra parte da casa.
Fomos em direção a parte que imaginava ser a de lazer. Peter havia colocado
os cães no cercado, assim podia andar livre sem que nenhum viesse me
cheirar.
A parte de lazer era bem agradável, tinha uma churrasqueira elétrica,
fogão, pia, despensa com geladeira, balcão, mesa de sinuca, uma porta de
correr que fechava a sala, mas se fosse toda aberta os 2 ambientes se
tornavam um só. A sala de tv tinha um sofá confortável, várias almofadas
jogadas em cima de um tapete que parecida ser bem gostoso de se deitar. Na
parede uma tela grande, ao lado da porta da sala havia outra, era a entrada
para o banheiro e sauna, ao entrar existia uma sala que continha duas
cadeiras de descanso e uma mesinha, um espelho que tomava toda a parede. Vi
que em cima da mesinha havia alguns pertences meus.
- Cadelinha, você já deve ter visto que coloquei umas coisas suas aqui,
quero que faça um enema, estou doido por esse cuzinho. Tome um banho, se
arrume com as roupas que estão ai em cima.
- Ah! Quase me esqueci. Tá vendo a tesoura?
Fiz com a cabeça, sinal que sim.
- Diminui esse short, tá muito grande. Quero como a calcinha que gosto.
Daqui a pouco volto para ver se está pronta. Tirou a coleira com a corrente
e as colocou sobre uma das cadeiras. Saiu e fechou a porta.
Fiquei parada olhando tudo e pensando: Será que posso fazer enemas
seguidos? Não tinha a menor ideia sobre o assunto, tinha olhado na internet
e feito apenas um, só de gracinha, para saber como era. E agora? Não podia
perguntar para meu dono, ele já tinha ido, se esperasse ele voltar para
perguntar, com certeza ficaria irritado de não ter feito o que me ordenou.
Então só havia uma coisa a ser feita. Realizar as ordens deles.
Fiz tudo o que meu dono mandou, voltei para a sala para me vestir. Peter
havia deixado, uma mini blusa de amarrar na frente verde bem clarinha,
short jeans que teria que cortar, dois braceletes, que eram contornados por
uma fita de cetim preta, eles eram parecidos com a coleira, meu estojo de
maquiagem e sapatos de salto alto preto, (ele adora salto alto). A mini
blusa era mais transparente do havia imaginado, e muito mini, quase não deu
meus seios, tive que apertar, os seios ficaram bem avantajados, o bico tive
que empurrar com dedo para ficar dentro da blusa. Vesti o short que não
estava como ele queria, tirei e fui cortando até ficar como ele pediu. A
parte de trás ficou apenas com uns cinco dedos de jeans, o bumbum ficou
quase todo de fora, o resto do short fiz fio dental até na frente como meu
dono gosta. Vesti e a minha xaninha engoliu o fio que tinha feito. Caramba!
Já estava com tesão de usar aquele short. Calcei os sapatos. Passei o
perfume que ele deixou. Coloquei os braceletes, fiz um laço bonito em cada
- deu trabalho fazer laço só com uma das mãos. Sentei e fiquei esperando
meu dono. O que ele estaria preparando para mim?
Depois de algum tempo ele abre a porta. Me levanto. Ele me olha, pega minha
mão, me gira.
- Quase perfeita.
Foi até a cadeira, pegou a coleira com a corrente e colocou em mim.
- Agora sim! Tá perfeita.
Sorri.
- Meu amo, posso falar?
- Sim, pode.
- Quero saber o que está acontecendo, tenho feito tudo o que me pede, mas
sinceramente nunca passei por isso.
- Minha cadelinha, vou te explicar, não falei porque achei que você fazia
parte desse meio. Sou um dominador, um dom e todo dom precisa de uma sub,
submissa, que é você. Não farei nada que não lhe agrade, quando você achar
que não dá mais conta, diga sol, que paro imediatamente o que estiver
fazendo. A nossa relação tem quer boa para os dois, tem que existir
consentimento. Ok?
Respirei fundo. Dom? Sub? Onde fui me meter? E o pior ou melhor, não sei!
Já estava confusa. Estava gostando daquilo.
- Cadelinha, responde! Tenho que saber antes de começarmos. Disse com um
tom de voz angustiado.
- Começarmos o quê? Pensei. Mas até o momento estava gostando de tudo,
resolvi arriscar.
- Sim meu amo, concordo com a palavra, excelente escolha.
Peter sorriu, pegou a corrente e saiu. Fomos em direção a varanda, logo
percebi a presença de três homens que estavam sentados conversando. Um
deles me viu e avisou os outros. Ficaram em silêncio.
Meu coração disparou e minha xaninha que já estava molhada, agora que ia
ficar ensopada mesmo.
Peter estava com cara de orgulho segurando a corrente da minha coleira.
- Poxa cara! Quando você falou que era para vir aqui conhecer sua cadela e
comer, achei que você estava de frescura. Vim aqui para comer e trocar uma
ideia. Se soubesse que era essa a cadela e a comida, já tinha vindo antes.
Disse Guilherme.
- Onde você arrumou essa cadela? Quero uma pra mim também. Vou fazer um
canil com essa raça. Adorei! Falou Ricardo.
- Que tesão! Foi o que disse Ronaldo.
- Então galera. Vocês gostaram mesmo da minha cadelinha?
Os três balançaram a cabeça com cara de tarado. Podem olhar de perto. É só
pegar a corrente.
Ronaldo pegou rápido minha coleira e puxou para perto deles. Eles começaram
a passar a mão pelo meu corpo.
- Não tirem a roupa dela! Ordenou Peter que entrou na casa.
Guilherme me mandou ajoelhar, como minha blusa era muita justa e meus seios
estavam muito juntos, pegou a corrente me colocou bem perto dele, começou a
fazer espanhola comigo ajoelhada.
Ricardo pegou meu rosto e girou de lado, colocou o pau para chupar. E
Ronaldo ficou batendo punheta.
- Mas onde estava meu dono? Pensei.
Logo meu dono retorna carregando uma pequena bolsa preta, ele abriu,
retirou algumas coisa e colocou em cima da mesa.
Pessoal, sei que deve estar muito gostoso, mas preciso que prestem atenção!!
- Primeiro, a cadela é minha, ela só fara o que eu mandar.
- Segundo, não a machuquem de nenhuma forma.
- Terceiro, eu os chamei porque preciso de um favor de vocês três. O
cuzinho dela é muito apertado, preciso que vocês o deixem mais largo.
Ronaldo logo respondeu:
- Lógico Peter, amigos são pra essas coisas mesmo. Deu um sorriso cínico.
- Coloquei em cima da mesa algumas coisas para vocês usarem, tem óleo,
anestésico, preservativo e outras coisas. Olhem lá.
Meu dono fez sinal me chamando para perto dele, fui de quatro até ele,
ajoelhei-me perante ele e aguardei. Ele pegou a corrente da coleira e me
levantou puxando para cima. Olhou para o meu corpo, pegou em meus seios,
tirou minha blusa. Passou a mão em minha bucetinha inchada, me virou,
apertou meu bumbum. Sentou em sua poltrona e disse:
- Cadela, fica nessa posição e tira o short socado bem devagar. Obedeci.
- Agora vem aqui perto de mim, quero ver o tanto que você tá melada.
Cheguei bem próximo ao meu dono e ele meteu o dedo em mim, que delícia!
- Cadela vadia tá bem melada.
- Podem começar a festa. Disse Peter.
Eles tiram as roupas que usavam. Colocaram-me de quatro no chão. Pegaram
algumas coisas em cima da mesa e vieram até mim.
- Passa o anestésico nela, senão ela não aguenta o intensivo de hoje.
Ricardo
- Nada cara, quero ver a cara dela quando eu entrar rasgando. Ronaldo
- Se a gente pegar pesado logo no começo e ela não aguentar acaba a
brincadeira seu burro! Guilherme.
Passaram o anestésico em gel. Fiquei olhando os membros de cada um, eram
grossos também, mas nada de exagero, bem próximo a normalidade. Tamanho
diferenciados também. Meu cuzinho ia ser realmente inaugurado, a partir
daquele momento ele faria parte da minha vida sexual.
Ricardo deita no chão e me manda sentar em seu pau, sentei me deliciando de
cada centímetro que entrava, comecei a mexer. Meu dono logo disse:
- Lembre-se, o cuzinho, que quiserem meter na buceta é só p molhar, nada de
ficar bombando ai, não chamei vocês aqui pra isso.
Ricardo me empurra e saio de cima, que pena, estava muito bom, ele me
coloca de quatro, abre bem minha bunda.
- Caralho, que cuzinho apertado, nem assim ele abre. Vamos começar! Ricardo.
Ricardo começou a meter senti um pouco de dor, mas nada que não aguentasse,
logo começou a bombar forte e eu a gemer.
- Ronaldo, mete seu pau na boca dessa vadia, não quero escutar os barulhos
dela. Ronaldo meteu se dó o pau na minha boca e segurou minha cabeça para
ele foder com a minha boca, agora estava sendo fodida por trás e pela
frente.
Ricardo logo gozou e saiu. Tirou Ronaldo e mandou eu chupar o pau dele para
ficar duro de novo.
Guilherme meteu logo no meu cu, que não estava mais tão apertado assim e
bombou mais rápido que Ricardo, gozou e foi para a minha boca, para que eu
o chupasse e o pau dele ficasse duro de novo, Ronaldo fez o que queria,
entrou forte no meu cuzinho, rasgando mesmo, senti um pouco devido ao
anestésico, bombava dentro de mim como se fosse me rasgar no meio, não dava
nem para chupar.
- Porra cara, mete devagar, quero que ela me chupe.
- Você já fudeu ela do jeito que você quis, agora é minha vez e eu fodo do
jeito que eu quiser. Continuou a me foder como se pudesse me partir. Logo
ele gozou e veio rápido p a boca.
- Vagabunda chupa rápido e gostoso, quero te fuder muito ainda, até
arrebentar todas essas pregas. Você vai ficar lisinha, sem nenhuma prega.
Ficaram nesse revezamento por muito tempo, não sei quanto tempo durou, mas
acho que meu cuzinho ficou mesmo sem prega como Ronaldo queria. Já estava
cansada, meu rosto doia de tanto chupá-los, meu joelhos e os braços tb. Meu
dono percebeu que não aguentaria por mais tempo e disse:
- Parem, quero ver como ela tá.
- Cara, deixa só eu terminar já to gozando.
- Rápido. Disse Peter.
Guilherme saiu de dentro de mim e Peter chegou perto, olhou meu cuzinho,
abriu meu bumbum.
- Ótimo vocês fizeram um bom trabalho, agora tá bem largo, não vai mais me
machucar.
-Cadela, volte ao banheiro e se lave, retorne para o meu quarto só com a
coleira e os saltos.
- Rapazes obrigado pelo favor que me fizeram.
-Que é isso Peter amigos são para todos os momentos, precisando é só
chamar. Disse Ronaldo.
- Só para lembrar, o que acontece aqui, aqui fica.
Fui para o banheiro fazer o que meu dono pediu.
Enquanto isso Peter se despediu dos amigos e os mandou embora.
Tomei um banho bem gostoso, me limpei bem e fiquei cheirosa. Coloquei a
coleira e os saltos e fui para o quarto de meu dono.
Cheguei e a porta estava aberta, parei de quatro em frente e porta e fiz
barulho para ele percebesse que estava esperando que ele me chamasse para
perto dele. Deu certo ele me viu e me chamou:
- Vem cá cachorrona.
Fui e parei ao lado da cama olhando-o.
- Cachorra vagabunda, levanta. Obedeci, Peter me jogou de costas na cama e
montou em cima, meteu de uma vez no meu cú, dei um grito, por que havia
passado um pouco o efeito do anestésico e mesmo assim ele ainda me rasgava
um pouco. Ao perceber que eu sentia um pouco de dor, parece que o tesão
dele aumentou e começou a meter mais forte e rápido ainda.
- Toma rabuda, não era essa a vida que queria, agora você vai ter.
Quando pensei que ele ia gozar, ele tira o pau de dentro, espera alguns
instantes e mete de novo de uma vez, tirou de novo e meteu tudo de novo,
fez isso algumas vezes, pensei que ia ter uma troço de tanto tesão. Logo
ele se cansa disso, mete de vez e bomba forte até gozar.
- Cadelinha, você é gostosa d+, que tesão doido foi esse? Acho que nunca
gozei tão gostoso assim.
-Vamos tomar banho.
Levantamos, tomamos um maravilhoso banho junto, depois deitamos e dormimos
juntos.
Acordei com o meu telefone tocando, olhei e vi que era meu chefe, atendi.
- Alô Susan?!
- Sim.
- Susan desculpe lhe ligar durante suas férias, mas estamos precisando
urgente de você aqui. Pagaremos sua passagem de volta e lhe daremos dias
extras como uma forma de compensação.
Pensei, que droga, logo agora que estava tudo se encaixando. Mas também não
podia perder o emprego.
- Ok, assim que eu conseguir uma passagem retornarei.
- Obrigado Susan, até breve.
Desliguei o telefone chateada, mal tinha saído de férias e eles me ligam
pedindo p voltar. Ainda por cima, estava realizando meu sonho, havia
acabando de encontrar uma pessoa que se encaixava bem comigo em tudo.
Respirei fundo e virei para o lado, Peter me olhava esperando.
-Senhor, posso falar?
-Sim.
-Acho que meu amo escutou, meu chefe me ligou e preciso retornar urgente
para minha cidade. Quero sua permissão para retornar, pois preciso do
emprego e assim que puder retorno para meu amado dono.
Peter fez cara de quem não gostou e não respondeu. Levantou e saiu do
quarto.
Levantei e o segui. Ele sentou no sofá e ligou a tv. Sentei sobre os
joelhos no chão ao lado dele, aguardando sua resposta.
Depois de algum tempo ele respondeu:
- Vai voltar sob algumas condições.
Fiz com a cabeça um sinal que concordava.
- Tem que me deixar todos os seus endereços, números de telefones, locais
onde costuma frequentar quando não está em casa ou no trabalho, quando eu
ligar tem que atender imediatamente, não me interessa onde esteja.
- Sim meu Senhor. Posso ligar para a empresa aérea?
Ele me entregou o telefone, liguei, havia lugar disponível apenas no voo do
dia seguinte. Marquei e avisei na empresa, mandariam um motorista me buscar
no aeroporto.
Passamos o resto dia transando, de todas as formas possíveis, ele só fodia
meu cu e metia os dedos em minha buceta, porque eu já não aguentava mais
que ela ficasse vazia.
No dia seguinte perto do horário do voo me arrumei, vesti uma faixa branca
transparente para cobrir os seios, micro saia amarela, bem justa
transparente, não coloquei calcinha, estava muito esfolada e não
conseguiria vestir nada, além disso se me dono me quisesse tinha que estar
livre para ele me foder,coloquei os saltos altos que ele adora. Entramos no
carro, sentei com as pernas um pouco abertas, Peter logo puxou minha perna
para que ficasse bem aberta, durante o percurso ele metia os dedos me
masturbando. Chegando ao hotel, peguei minhas coisas, deixei a roupa que
retornaria na viagem na bolsa, encerrei a conta e retornei para o carro.
Sentei com as pernas bem abertas, para agradá-lo. Faltava muito tempo ainda
para meu vôo, ele me levou para um lugar deserto me mandou chupá-lo, fiz,
logo começou a foder com a minha boca até engasgar, fez várias vezes, gozou
em minha boca e me fez engolir, depois chupei novamente para ficar duro e
ele foder com o meu cuzinho, meteu gostoso, doía um pouco mais mesmo assim
ela muito gostoso, meteu os dedos em minha buceta e gozamos juntos.
- Cadelinha, essa foi nossa despedida, logo vamos continuar tenho muitas
coisas para te apresentar.
- Meu amo quero continuar a lhe servir, juro que logo retornarei.
- Troque de roupa. Fiz o que ele disse.
Não gostei de me ver naquela roupa comportada. Senti como se estivesse
vestindo uma fantasia, aquela não era eu. Mas representava a realidade.
Fomos em silêncio até o aeroporto, ele segurava minha mão o tempo todo.
Estacionou o carro e ficou comigo até o momento do embarque.
- Cadelinha me ligue assim que chegar. Beijamos-nos, ficamos abraçados por
um longo tempo, ao sair percebi que havia lágrimas não só em meus olhos,
mas nos dele também. Entrei no avião em direção a realidade triste.